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23. "Quem ri por último..." ou "Me


Fic: Sweet Revenge - Não temos nada a perder!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A.: Sim, foram dois caps grandes em uma madrugada ♥

#muitoorgulhosademimmesma

kkkkkkkkkkk

A música do James é essa: https://youtu.be/FukU1jkb0uc?t=7s (Mercy - Shawn Mendes)

Comentem ♥



~~~~~~



 



 - Por que você sempre vai embora? – ele perguntou. A garota abriu a boca e fechou algumas vezes. Eles ficaram em silêncio por um tempo. Carly mordera o lábio inferior desviando o olhar, procurando escapar daqueles olhos castanhos a fitando. James se levantou rapidamente, a assustando. Ele a fez se sentar no sofá em que antes ele estava e se dirigiu até o outro lado da sala, puxando um violão da capa e sentando numa cadeira próxima a garota.



You've got a hold of me



Você me tem nas mãos



Don't even know your power



Não tem noção do seu poder



I stand a hundred feet



Eu me posto como um gigante



But I fall when I'm around you



Mas eu caio quando estou perto de você



Ele cantava. Carly não sabia o que fazer, apenas ficava lá congelada o ouvindo. Ele a fitava o tempo inteiro, ela não conseguia mais desviar o olhar como fez o dia inteiro. Não conseguia mais evitar.



Show me an open door



Me mostra uma porta aberta



Then you go and slam it on me



Então você vai e bate ela na minha cara



I can't take anymore



Eu não posso mais aguentar



I'm saying baby



Eu estou dizendo, querida



Ele não conseguia pensar, só conseguia despejar tudo que sentira sobre ela e esperava que isso fosse dar algum conforto pro seu coração... ou, pelo menos, pra sua mente.



Please have mercy on me



Por favor, tenha misericórdia de mim



Take it easy on my heart



Pega leve com o meu coração



Even though you don't mean to hurt me



Mesmo que não seja sua intenção me machucar



You keep tearing me apart



Você está sempre acabando comigo



Era a primeira vez que ela o via se expondo, desabafando. De repente, um sentimento de culpa começou a tomar conta da garota e ela podia sentir seus olhos marejando. Ela respirou fundo, aguentou firme.



I'm not asking for a lot



Eu não estou pedindo muito



Just that you're honest with me



Só que você seja honesta comigo



My pride Is all I got



Meu orgulho é tudo o que eu tenho



I'm saying baby



Eu estou dizendo, querida



Please have mercy on me



Por favor tenha misericórdia de mim



Take it easy on my heart



Pega leve com o meu coração



Even though you don't mean to hurt me



Mesmo que não seja a sua intenção me machucar



You keep tearing me apart



Você está sempre acabando comigo



Carly sentia seu coração apertar, doer. Mas ela sabia que isso tudo era culpa dela. O que ela poderia dizer? O que ela poderia fazer? Como ela deveria reagir com ele bem na sua frente falando tudo isso pra ela? Não seria mais fácil ele simplesmente lançar um crucio nela? Provavelmente seria menos doloroso.



Would you please have mercy on me



Você podia, por favor, ter misericórdia de mim



I'm a puppet on your string



Eu sou um fantoche sob seu controle



And even though you got good intentions



E mesmo que você tenha boas intenções



I need you to set me free



Eu preciso que você me liberte



Carly deixou o choro escapar. Ela nunca pensou que ele se sentira dessa forma. Sim, o objetivo de tudo aquilo era machucar os meninos, mas ela não fazia idéia do quanto e que ia se machucar também.



Would you please have mercy



Você podia, por favor, ter misericórdia



Mercy on my heart



Misericórdia do meu coração



Would you please have mercy



Você podia, por favor, ter misericórdia



Mercy on my heart



Misericórdia do meu coração



James escrevera essa música alguns dias atrás, mas nunca pensou que teria coragem de tocá-la para a garota. Tanta coisa que ele queria dizer pra ela há tanto tempo, mas nunca achava as palavras certas e ela não se dava o trabalho de escutar.



Consuming all the air inside my lungs



Consumindo todo o ar dos meus pulmões



Ripping all the skin from off my bones



Arrancando a pele dos meus ossos



I'm prepared to sacrifice my life



Estou preparado pra sacrificar a minha vida



I would gladly do it twice



Eu ficaria feliz de fazer isso duas vezes



I'm begging you for mercy, mercy



Eu estou te implorando por misericórdia, misericórdia



On my heart



Do meu coração



James terminou a música batendo uma última vez nas cordas e, antes que Carly pudesse dizer qualquer coisa, ele se levantou, carregando o violão pela porta. A garota, sentada no sofá como se estivesse colada lá, tentava processar tudo isso, sua cabeça parecia que ia explodir.



~~~~



James sentia seu corpo formigar. Não acreditara no que acabara de fazer. Ele estava sentado em uma mesa ao fundo do salão o violão ocupando a cadeira ao lado. A banda já havia saído do palco e um DJ tocava algumas músicas para as pessoas dançarem. O moreno encarava o pedaço de bolo de chocolate intacto sobre a mesa, tentando voltar completamente a sobriedade, quando um loiro se aproximou e sentou em uma das cadeiras vagas. James não desviou a atenção do bolo nem por um segundo. Pra ser honesto, nem reparou que havia sentado e sobre o quê estava falando, até que levara um cutucão no braço.



 - Jay, vai comer isso? – a pessoa perguntou, acordando James de seu transe. Ele passou o prato com a fatia gorda de bolo para Thomas ao seu lado.



 - Thomas... – o moreno chamou. O amigo o olhou começando a comer o bolo.



 - Fala.



 - Eu... – ele pensava no que falar quando fora interrompido por uma voz atrás de si.



 - James. – a voz chamou. Ele reconheceu no mesmo segundo e se virou para encará-la. – Precisamos conversar. – Thomas saiu de fininho, deixando os dois sozinhos.



~~~~



Dorothy estava cansada do tumulto na festa e resolveu sair pra tomar um ar, foi caminhando lentamente até o enorme jardim de rosas dos Malfoy. Sentou-se em um banco próximo a fonte localizada no meio do jardim. Sentia a brisa tocar seu rosto de leve e passear pelos seus cabelos. Ela fechou os olhos por um momento, sentindo o vento frio soprar-lhe a face. Uma mão quente, então, tocou seu ombro esquerdo, a assustando.



 - Malfoy! – ela disse surpresa ao virar e se deparar com Thomas. – Me assustou.



 - Desculpa... – ele disse encabulado e tirou a mão do ombro da garota. Um silêncio estranho pesou o ar por alguns longos segundos.



 - Então... Tchau. – Dorothy disse se levantando.



 - Espera. – o garoto pediu. Dorothy se virou pra ele novamente.



 - Sim?



 - Eu esperava que... Bom, acho que... Você... – ele procurava as palavras certas pra conversar com a garota. – E-eu sou...



 - Eu sei, Malfoy. – Dorothy o interrompeu e sentiu um nervoso percorrer seu corpo. Isso com certeza estava fora do plano, mas ela também não esperava que ele fosse falar com ela tão cedo.



 - S-sabe? – ele perguntou, confuso. – Quer dizer, você sabe mesmo?



 - Eu sei quem você é, Malfoy. – ela revirou os olhos e se virou novamente, não estava com cabeça pra lidar com aquilo agora. Thomas respirou fundo e foi até ela, a puxando pelo braço fazendo com que ela virasse e eles ficassem perto demais. Por um momento a garota esqueceu como respirar e, pela primeira vez, ela olhou em seus olhos. Eram tão... Azuis. Era como olhar para o mar na praia logo de manhã. Como ela nunca havia percebido isso? Thomas finalmente olhara aqueles olhos verdes de perto, só Merlin sabe o quanto esperava pelo momento em que eles trocariam olhares como agora. O verde e o azul se completando pela primeira vez. O garoto cessou o espaço entre seus lábios, beijando Dorothy.



 Ela se perdeu por um momento. Naquele momento, esqueceu quem era, onde estava, não conseguia pensar em qualquer coisa que fizesse sentido. Sentiu a terra orbitar, o vento, ouvia a água da fonte, mas tudo parecia distante, como se o chão ficasse cada vez mais distante. Mas, não... Espera. É o Thomas Malfoy. Aquele babaca, galinha, moleque, que só sabe agir igual um animal perto dos amigos... Que tentou a fazer de trouxa. Dorothy o empurrou com força, voltando ao chão e recuperando seus sentidos.



 - Pirou? – ela praticamente gritara para o Malfoy que a olhava com uma mistura de pesar e confusão.  – Você acha que é só vir com essa história de carta e depois pode fazer o que quiser? - Eles ficaram em silêncio por um tempo até que Thomas se pronunciou.



 - Bom... você sabe afinal.



 - É, eu sei. – ela respondeu irritada – Eu já sei de todo esse seu planinho pra me enganar. Mas fique você sabendo que não funcionou, ok? – Thomas a olhou confuso – Você pode ter rido com os babacas dos seus amigos por muito tempo, mas é uma pena que eu já sabia desde o começo e também ria de você. – ela mentiu – Eu e as meninas rimos muito, obrigada. – foi a primeira vez que Dorothy sentiu vontade de chorar e sair de lá o mais rápido que podia, mas ela precisava acabar com isso logo. – Viu, Malfoy? O mundo não funciona sempre do jeito que você quer. Eu ri por último. – ela sentiu seus olhos encherem de água, mas segurou. Ele jamais a veria chorar. Thomas deu um riso seco depois de um tempo em silêncio. Sua mente procurava processar o que acabara de ouvir. Ele encarou o chão e colocou as mãos nos bolsos da calça.



 - Então você riu sozinha esse tempo todo. – ele disse passando ao lado dela e caminhando até a saída do jardim. Dorothy olhara pra trás a tempo de ver o garoto desaparecer pela entrada do jardim. De repente, parecia impossível respirar, como se tivesse levado um soco no estômago. Talvez um soco no estômago doesse bem menos. Será que ela realmente estava errada? Sentiu suas pernas tremerem e se sentou no  banco próximo a fonte. E, antes que percebesse, lágrimas escorriam pelo seu rosto. Então pela primeira vez se permitiu chorar, soluçar e botar essa dor que a consumia por dentro, pra fora.



 Dorothy ficara um bom tempo assim, sentada naquele banco chorando sozinha, até que decidiu que precisava sair dali. Então ela se levantou e se virou em direção a saída, se deparando com Midori parada a olhando com um sorriso doce. Dorothy olhou a amiga ali e sorriu, Midori abriu os braços e Midori foi até ela, a abraçando.



 - Oi, oi. – a garota falou passando a mão pelos cabelos louros da amiga.



 - Oi, oi. – ela riu com a voz ainda meio embriagada pelo choro. Elas se soltaram por um momento e se entreolharam.



 - O que você acha de chamarmos as meninas, roubarmos uns doces da festa, subir, tomar um banho e assistir um filme no quarto da Carly? – Midori perguntou. Dorothy sorriu concordando. As duas foram em direção ao salão de festas e Midori foi procurar as garotas enquanto Dorothy pegava uns doces na mesa de doces ao canto.



~~~~



Loren estava sentada conversando com Robbie e Ramon sobre Quadribol. Ela finalmente fez as pazes com a amiga e agora aceitara dar uma chance pro moreno. Até que ele não era ruim afinal, e os dois eram simplesmente fofos juntos. E olha que é bem difícil pra Robbie ser fofa... Em qualquer sentido. Eles meio que se... Completavam. Óbvio que ela estava feliz por eles. Mas a questão era como ficar feliz por ela mesma na bagunça que ela ta criando pra si mesma.



 - O time do meu pai vai jogar Irlanda logo antes das férias acabarem. Eu falei com ele e consegui ingressos pro jogo, quer vir? – Ramon sorriu para a garota.



 - Claro, eu vou adorar. – Loren sorriu. Robbie parecia tão feliz. Mas ela só conseguia olhar pro loiro dançando com uma morena na pista de dança. Que raiva! Como ele pode dar em cima de meninas como Lianne Morkuey e esquecer que ela existe.



 - Me avisa se o Martin for, a gente pode se encontrar lá.



 - Quem? – Loren divagou por um momento voltando sua atenção a conversa e olhando para um Ramon confuso e uma Robbie segurando o riso.



 - Jerry Martin, seu namorado. – ele a lembrou.



 - Meu... Ah, é verdade. – ela lembrou, rindo sem graça – Droga, eu ainda não terminei com ele. – ela murmurou para se mesma, mas Ramon arqueou uma sobrancelha para a garota, enquanto Robbie assistia a cena com graça. Antes que Ramon pudesse sequer bolar alguma teoria, Midori chegou na mesa num pulo.



 - Meninas! – ela chamou, assustando os três sentados ali.



 - Ah, oi, Midori. – Ramon a cumprimentou, mas a oriental apenas acenou com a cabeça e voltou a falar.



 - Emergência máxima. Código azul. – ela falou séria. Loren e Robbie se entreolharam, preocupadas.



 - Meu Merlin das causas perdidas. Azul? – Loren olhou Midori que apenas concordara com a  cabeça com um olhar preocupado.



 - Merlin... Ramon, eu preciso ir. É importante. – ela deu um beijo no rosto do menino e se levantou junto a Loren – Mas a gente se fala amanhã, ok? – ele nem sequer teve tempo de responder e já não havia nem um sinal das ruivas e da oriental que sumiram na multidão.



~~~~



 - O que foi? – James perguntou sério. A garota respirou fundo e sentou ao seu lado.



 - Me desculpa. – ela o olhou nos olhos. – Eu realmente sinto muito por tudo. Sinto muito por mentir, pela cena no lago, por não te ouvir e só fazer o que eu queria sem pensar em como você se sentia. Eu... Eu acho que fiquei com medo de me machucar e... – ela olhava pra ele nos olhos, buscando ser o mais sincera possível. – Acabei me machucando e machucando você. – James sorriu com o canto do lábio. O mundo finalmente parara de rodar, talvez o efeito do whisky estivesse acabando ou, quem sabe, Carly o fazia voltar a seus sentidos. Ver ela ali, com lágrimas nos olhos, colocando o cabelo nervosamente atrás da orelha enquanto o olhava diretamente nos olhos. – James? – ela chamou sua atenção. O garoto colocou a mão em sua nuca a puxando pra perto. Ela o olhou um pouco surpresa.



 - Eu jamais machucaria você. – ele sussurrou logo antes de beijá-la. Ele pôde sentir ela sorrir enquanto correspondia ao beijo, ele sorriu também. O salão ficou vazio, a música eletrônica parou e James só conseguia sentir o gosto doce de sua boca, o macio de seus cabelos e o cheiro de rosas de seu perfume...



 - CARLY! - ... que foi interrompido por Loren gritando. Eles se separaram e sorriram um para o outro, seguido por um olhar feio de James para a irmã. – Código azul! Código azul! – ela gritou se aproximando da amiga.



 - Meu Merlin. – Carly olhou para a ruiva aflita. – James, hum, eu sei que não é a melhor hora, mas eu tenho que ir. – James a olhou como um cachorrinho abandonado na sarjeta. – Desculpa. – ela deu um selinho no moreno – Você pode me convidar pra sair outra hora. – ela riu. James fechou a cara e ela saiu correndo junto de Loren.


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