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22. "Olha pra mim" ou "Drunk and i


Fic: Sweet Revenge - Não temos nada a perder!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A apresentação dos meninos já estava no fim e Ramon tomou o microfone outra vez.



 - Obrigado, obrigado! – agradeceu a platéia animada – Agora... Vamos tocar a última música logo, mas, antes, vamos fazer uma pequena pausa e gostaríamos de agradecer a Carly por chamar a gente pra tocar pra vocês hoje, no aniversário dela. Então vamos todos cantar “parabéns pra você” pra nossa aniversariante. Sobe aqui, baixinha. – ele piscou pra garota. Carly riu e logo subiu no palco, juntando todas as suas forças pra ignorar James bem ao seu lado. – Parabéns pra você...



 Todos começaram a cantar juntos e Carly apenas acompanhava as palmas. Robbie e Midori carregaram o bolo até o palco, com Rock, Loren e Dorothy logo atrás. Carly soprou as velas e logo fatias de bolo estavam sendo distribuídas entre os convidados. A banda se reuniu nos bastidores para se preparar pra última música.



 -Daqui a dois minutos acaba nosso intervalo. – Joey disse jogando um papel amassado pra cima e o pegando em seguida.



 - Ok, então vamos tocar Bad Habits e ai fechamos. – todos concordaram. Ramon olhou em volta rapidamente, preocupado. – Cadê o James?



- Bom, bom, bom, bom, bom... Bom-bom. – eles puderam ouvir James trombando com a porta fachada e a abrindo logo em seguida, entrando meio cambaleante.



 - Ah, não. – Thomas olhou o amigo dos pés a cabeça. Estava uma bagunça, o cabelo todo bagunçado, as roupas desleixadas e sem um dos sapatos. – James?



 - Oi, meus amigos, companheiros, parceiros do crime. – James acenou escorando na parede e respirando fundo. – Como ‘cês tão?



 - Porra, James. – Wallace foi até o amigo e o segurou antes que desse de cara com a parede. – O quanto você bebeu, cara?



 - Cara, eu to bem. To fino. Relaxa. – James sorriu para o amigo. Thomas puxou uma cadeira e Wallace colocou James sentado nela.



 - Velho, vamos tocar em dois minutos! – Joey olhava o moreno cambaleante sentado na cadeira.



 - Calma, calma, Joeyzinho. O tigrão aqui ta pronto. Vambora. – James se levantou bruscamente, quase caindo novamente. Wallace o sentou de volta na cadeira. Ramon levou as mãos ao rosto, irritado.



 - E agora? – Thomas perguntou olhando de James para Ramon.



 - Não dá pra tocar Bad Habits sem o James. Ele é o guitarrista principal. Não dá pra tocar nada. Merda. – Ramon revirou os olhos tentando manter a calma.



 - A Carly vai pirar... – Thomas comentou.



 - Bom, bom... Que pire! Ela merece! – James cruzou os braços como uma criança fazendo pirraça.



 - Jay, não me diga que você encheu a cara por causa dela? – Danny o olhou com desdém. James respirou fundo.



 - Eu não sei mais o que fazer, cara. – o moreno passou a mão pelos cabelos bagunçados – Ela finge que eu não existo, faz brincadeiras, mente, me rejeita, me humilha, ela é louca! – James quase gritara.



 - James, isso não é motivo pra perder a cabeça. – Thomas se aproximou e colocou a mão no ombro do amigo.



- Todas elas são doidas, cara. – Joey riu.



 - É, Jay. – Wallace sorriu para ele – Bem vindo à minha vida.



 - Obrigado. Vocês são os melhores amigos do mundo. – James abraçou Thomas com uma voz chorosa. Thomas riu e abraçou o amigo de volta.



 - Tá, James bêbado. Eu sei que você me ama.



 - Mas e o show? O James não vai conseguir tocar desse jeito. Nem em pé ele fica. – Daniel perguntou olhando para os amigos.



 - E se... – Ramon parou de repente e sorriu.



 - Que foi? – Daniel perguntou impaciente.



~~~~



Ramon subiu no palco a pegou o microfone. As conversas e múrmuros pararam e todos prestavam atenção no garoto.



 - Muito bem... Essa é a última música da banda esta noite. Então vai ser bem especial. – ele sorriu e a platéia aplaudiu. Daniel e Joey se ajeitavam no palco, Joey sentou em um banquinho com seu baixo, Daniel se posicionava no cajon* e Ramon ajustava o microfone enquanto se sentava em um banquinho ao lado de Daniel. Wallace subiu ao palco e entregou o violão para Joey e saiu logo em seguida. – Obrigado, Wally. – Ramon voltou ao microfone – Não sejam tímidos, cada um pegue um par, é uma música lenta. – ele sorriu e começou a tocar seu violão. Logo casais se formavam na platéia, dançando ao ritmo da música enquanto Ramon começa a cantar.



What day is it and in what month



Que dia e em qual mês



This clock never seemed so alive



Esse relógio nunca pareceu tão vivo



I can't keep up



Eu não posso acompanhar



And I can't back down



E eu não posso me render



I've been losing so much time



Eu tenho perdido tanto tempo



Ele pôde ver ao fundo, Rock sentada em uma das mesas, mexendo sua bebida com um canudinho, sozinha. Ele continuou a cantar, sorrindo.



'Cause it's you and me and all of the people



Pois somos você e eu e todas as pessoas



With nothing to do



Com nada pra fazer



Nothing to lose



Nada a perder



And it's you and me and all of the people



E somos você e eu e todas as pessoas



And I don't know why



E eu não sei o porquê



I can't keep my eyes off of you



Eu não posso tirar meus olhos de você



https://www.youtube.com/watch?v=WjCt1TtDbHw&feature=youtu.be&t=7s



~~~~



Carly olhou pro palco com uma sobrancelha erguida, procurava por James. Ela olhou para Loren ao seu lado, franziu a testa e a amiga entendeu o sinal. As duas seguiram para a sala atrás do palco e Carly bateu na porta.



 - Posso ajudar? – Thomas abriu a porta apenas o suficiente para sua cabeça aparecer. Loren e Carly se entreolharam.



 - Cadê o James, Thomas? – Loren perguntou tentando olhar atrás do garoto, sem sucesso.



 - Como assim?



 - O James. Cadê ele? – Loren cruzou os braços.



 - Era pra ele estar no palco agora, mané. - Carly deu um peteleco na testa do irmão mais velho que fechou a cara.



 - James não se encontra no momento, deixe um recado após o sinal. – o loiro disse mal humorado e bateu a porta logo em seguida. Loren puxou a varinha do bolso e apontou para a porta trancada, Carly deu dois longos passos para trás.



 - REDUCTO! – ela gritou e logo a porta se desfez em um alto estrondo, virando pó. Thomas estava de boca aberta, sentado no chão.



 - Você podia ter me matado! – disse com a mão no peito, chocado. James, que estava deitado no sofá, levantou num pulo, ainda meio cambaleante. Wallace deu um leve tapa na própria testa.



 - Você supera. – Loren disse entrando com Carly logo atrás de si.



 - Argh! Malfoy. – James olhou para Carly, emburrado. Carly ergueu uma sobrancelha. James bufou e se jogou de volta no sofá, virando as costas pra garota.



 - James, o que significa isso? – Carly o olhou: o blazer jogado no chão, só o sapato direito no pé, a camisa completamente aberta. Wallace sorriu amarelo pra garota que foi ficando cada vez mais irritada com aquela cena. – James... – ela chamou, sem resposta. – James! – ela se aproximou dele ainda sem resposta – POTTER! – ela gritou.



 - Que foi, porra? – ele perguntou irritado, mas ainda sem se mover, de costas para ela.



 - Será que você pode olhar pra mim enquanto eu falo com você?



 - Ah, que lindo. – respondeu - Agora você quer falar comigo, né? Continua ai falando com minha bela bunda, porque eu estou pagando no mesmo galeão, Malfoy. Me deixa em paz. Passar bem.



 - O quê? – ela olhou James, confusa. Carly direcionou seu olhar para Wallace que a olhava com um sorriso frouxo, olhou em seguida para Thomas que deu de ombros e então olhou para a amiga que revirou os olhos.



 - Weasley, Malfoy, vamos lá pra fora. Deixa esses dois. – a ruiva disse puxando o garoto do chão em direção à porta. Wallace seguiu os dois, saindo pelo buraco que era pra ser a porta e deixando os dois sozinhos. A consciência dele estava limpa, afinal, James já estava um pouco melhor depois de deitar um pouco e seria melhor ele conversar com Carly logo, ás vezes, no estado em que estava ele conseguisse achar melhores palavras pra conversar com a garota. Carly respirou fundo encarando James em silêncio por alguns momentos.



 - Quer saber? Isso é ridículo. – ela se virou, mas James segurou sua mão. Carly congelou por um segundo, antes de se virar para o garoto novamente. – James... – o garoto a olhava, magoado.


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