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1. Viajando com Malfoy?


Fic: Unidos pelo ódio


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione andava pelo jardim de Hogwarts, em seu 6* ano, e, apesar de aparentar calma, o que sentia era exatamente o contrário.
Sua preocupação era a mesma de quase todos os outros alunos de Hogwarts:
Lord Voldemort.
Dessa vez, tudo e todos indicavam que ele realmente voltou.
Quando irá atacar?...
Ela se angustiava por dentro.
Pensando bem, não eram todos os alunos que estavam preocupados com o retorno do Lord das Trevas...
Sonserinos do Mal&Cia são um bom exemplo disso.E eles estavam ali, a poucos metros de distância.
Pansy Parkinson, aquela vaca em forma de gente (um tanto deformada, sim, mas gente), e um grupinho de alunos da Sonserina incluindo Vincent Crabbe e Gregório Goyle, Daniel Dan, e...
Do nada, Hermione sentiu a falta de alguém.Não que isso fizesse diferença para ela.Mas, na maioria das vezes, Draco Malfoy era um integrante do grupinho Sonserinos do Mal&Cia.
De repente, reparou que ele nem ao menos estava perto do Jardim naquele momento...Teria mudado, como Dumbledore previra que todos os comensais (ou futuros comensais, no caso) fizessem?Não, seria surreal demais...
Mas surrealismo mesmo foi quando Parkinson, assim, sem mais nem menos, disse, em alto e bom-som:
-Gente, não olhem agora, mas acho que uma sangue-ruim vai acabar de passar do nosso lado...É melhor tamparmos o nariz, pois o fedor que virá deve ser insuportável...
Os garotos riram, mas Hermione respondeu, com repugnância:
-Não se preocupe, querida, você não sentirá nada novo, uma vez que você sente fedor o tempo todo, já que esse é o seu perfume!...
A garota ficou escarlate.Crabbe e Goyle trocaram olhares um com o outro ameaçadoramente.
Mas a garota não tinha medo.Não deles.
Mas, não saiu correndo, nem ficou ali, para dar um tapa na cara daquela vaca, como fizera com Malfoy, três anos atrás.
Apenas prossegui andando, como se nada tivesse acontecido.
Não gostava de ficar sozinha, mas, realmente, não suportava ficar mais com Rony e Harry.
Harry não parava de gritar com eles, como se o retorno de Voldemort fosse culpa dela!
E cada vez que estavam a aos, Rony dava um jeito de brigar com ela.
Não.
Aturar isso mais era mais que difícil.Era impossível.
Ela sentiu uma leve brisa gelada soprar em seu rosto.
Era preferível voltar ao colégio e aturar os dois babacas; Rony reclamando de tudo e todos, e Harry irritado com sua cicatriz e com a maldita nota baixa que Snape lhe dera.
Em resumo:Dois carecas brigando por um pente.Que não os levará a nada.
Ah!, se ela pudesse fazer alguma coisa!
Ah!, se ela pudesse voltar atrás!
Ah!, o que ela não faria se pudesse!
Porém, ela não podia fazer nada.
Não ali, não agora.
Dumbledore pedia para ela esperar, que o momento certo de agir ou não chegaria.
Mas, quando?...
Cansada de pensar, chegou ao corredor que a levaria ao Salão Principal, onde Harry e Rony estariam discutindo animadamente sobre qualquer coisa, desde o retorno de Voldemort ao grão de poeira que pousava suavemente na vassoura de Harry.
Não deu outra.
Mal abriu a porta, e começou:
-Você não entende, né?Meus pais estão mortos, você acha mesmo que queria estar no meu lugar?-Harry gritou, com toda a força.
Ela suspirou.
Ronald, desde o ínicio do ano, corroia-se de inveja do “Famoso Harry Potter.”
Isso não era novidade para ninguém.
E o garoto não tardou a rebater, no mesmo tom:
-Ah, é?Pois, se você quer saber, você anda por aí com essa cicatriz como se fosse uma coroa!Não liga para seus amigos, só sabe falar:”Ai, minha cicatriz doeu, acho que vou chamar o professor Dumbledore!”-Ele fez uma vozinha ridícula ao dizer essa última frase.
Harry empertigou-se e ia responder, quando Hermione, furiosa, com a atitude infantil dos dois, disse,enquanto ia para o seu dormitório:
-PAREM!Vocês não tem mais 2 anos, não podem agir assim!
E, nem aguardando resposta deles, fechou a porta e deitou-se na cama.
E chorou.
Mas, não era a briga com eles que doía.
Era outra coisa.
O fato de saber que podia deter Lord Voldemort!
Saber o que podia detê-lo!
Mas, também, saber que era impossível.
Sim, por que chegar na dimensão mágica de Magix era quase impossível sem a ajuda do Professor Dumbledore, que era o único que tinha a chave dessa dimensão!Encontrar a Dama Negra, missão quase que impossível!E pedir-lhe o Diamante Negro!...
Bem, pedir era fácil.
Queria ver ela dar o Diamante!
Hannah Montnegro Di Callisto!...
Essa era a Dama Negra, a única pessoa que continha o que poderia derrotar Lord Voldemort!
O Diamante Negro, apesar do nome, não tem NADA de negro ou maléfico, é um diamante onde estão guardados os sentimentos mais secretos, mais puros das pessoas, a amizade, o amor, a paixão...
Se exposto á essa pedra, Lord Voldemort cairia morto aos nossos pés na hora.
Muito mais fácil e eficaz que um Avada Kedrava.
Mas, infelizmente, isso era impossível.
Mas ela fora interrompida de seu devaneio por uma coruja branca de olhos verdes, muito alva.
Abriu a janela, a coruja entregou-lhe uma carta e voou pelo céu, onde o Sol começava a se pôr...
Lá estava, em letras pequenas e inclinadas:
Senhorita Granger...

Pensei muito sobre o que me disse ontem, e estou disposto a aceitar sua proposta.
Mas, com uma condição:
Não irá sozinha.
Magix esconde perigos inimagináveis para quem o visita.
Escolha mais 4 pessoas, no mínimo, e venha ao meu gabinete.

Atenciosamente,
Professor Alvo Dumbledore.

Ela não pôde conter a euforia.
Mas, depois,a decepção.
Planejara ir sozinha, apenas com suas amigas, Luna e Gina.
Mas teria de ser acompanhada por mais 2 pessoas!...
Contrariada, chamou, por intermédio de uma coruja, Gina e Luna ao seu quarto.
As duas toparam, e sugeriram que chamasse Rony e Harry.
Ela relutou.
Mas, se a última opção era Neville, acabou aceitando.
Os quatro dirigiram-se a Sala do Diretor, e, após tentarem umas 456 vezes, acertaram a senha e puderam entrar.
Dumbledore mantia-se calmo como sempre, sentado em sua escrivaninha.
Ao vê-los, exclamou:
-Oh, vejo que já chegaram!...Chamei-os aqui por que ontem, a senhorita Granger me deu uma idéia para derrotar Lord Voldemort tão segura mas perigosa, que decidi acatar a idéia dela.
Gina e Luna sorriram felizes, conheciam o plano.Mas Harry e Rony entreolharam-se abismados.
Não sabiam de nada, a não ser que Rony perdera duas vezes no xadrez, o que era incrível, uma vez que era ele quem ganhava todas.
E Harry não colaborou em nada, comentando isso durante umas duas semanas.
Dumbledore prosseguiu:
-Porém ela não foi a única.
Os sorrisos das três garotas desapareceram como mágica.
Ele, não dando atenção á elas, prosseguiu:
-O senhor Malfoy confidenciou-me o mesmo plano, hoje de manhã.Bem, resolvi segui-lo, por que, se dois alunos, em três dias descobrirem, logo todo o colégio virá procurar-me.
Hermione, com a respiração ofegante, disse, procurando se conter:
-Quer...Quer dizer que o Malfoy vai conosco?
-Sim, senhorita Granger.A senhorita entendeu perfeitamente.Conversei com os professores e, apesar de receosos, eles aprovaram a idéia.Os seis partirão amanhã.Por favor, amanhã, ás 7:00, no meu escritório.Quero falar com os seis antes de irem.
Hermione e os outros, ainda incrédulos, voltaram ao Salão da Grifinória.
Hermione falou:
-Bem...Er...Como vocês já viram, partiremos amanhã...É...É melhor arrumarmos as malas...
Eles obedeceram, sem muita convicção.
Ao chegar em seu quarto, porém, não foi arrumar as malas.
Deitou-se na cama e apenas pensou...
Muito...
E se desse errado?
E se falhassem?
Mas seus devaneios foram interrompidos por uma coruja negra de olhos azuis que pousara na janela.
Ela, curiosa, pegou a carta que a coruja trazia e sentou-se na cama.
A coruja perdeu-se na escuridão da noite.
Ela estremeceu levemente ao ler o nome do remetente:
Draco Malfoy.
Abriu.

N/A:Oi, espero que estejam gostando!Isso é, se tiver gente lendo isto aqui!Mas, em todo caso, vão ter que esperar o próximo capítulo...
Beijo,
Da srt.a Hermione Malfoy!...♥

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