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17. Inferius


Fic: Trio de Ouro e a Nova Profecia


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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{Flashback}


Claire correu em disparada para seu quarto, necessitava urgentemente realizar aquele feitiço para descobrir que em eram seus verdadeiros pais, para descobrir sua verdadeira origem.


Adentrou o salão comunal da Sonserina e ignorou as comuns chacotas das quais era vítima pelos seus colegas de casa, correu direto para seu quarto, agradeceu mentalmente por ele estar vazio. Agarrou um grande pergaminho que estava sobre sua mesa, que ela ria usar para fazer um dever de transfiguração, o colocou sobre sua cama e nervosamente com a varinha apontada para ele recitou a fórmula mágica “Invernire Stemma”.


Uma grande arvore genealógica começou a ser desenhada no pergaminho, vários nomes de diversos bruxos passaram a ser escritos no papel, desde bruxos da antiguidade, passando pela idade média e chegando a atualidade. Quando a arvore parou de ser desenhada, Claire se aproximou do pergaminhos e percorreu os olho até chegar aos dois últimos nomes antes do seu, teve um susto ao perceber que os dois nomes ali presentes pertenciam à mesma família, seu pai e sua mãe eram parentes.


Leu primeiramente o nome da mulher e teve uma breve lembrança de ter lido sobre ela num jornal, era uma comensal da morte: Bellatrix Rosier Black.


O do homem, pelo que ela lembrava, também pertencia a um criminoso, este havia invadido Hogwarts no ano anterior atrás do Potter: Sirius Black.


O temor e a surpresa invadiram Claire, por um momento ela sentiu-se sem um solo seguro para pisar, não podia ser... Ela era uma Black, filha de dois assassinos, dois servos do lorde das trevas. Claire sentiu-se completamente imunda e com asco de si mesma, nunca imaginara que seus pais pudessem ser pessoas tão más, e o pior de tudo é que Dumbledore escondera isso dela, e com certeza sabia de muito mais coisa sobre o seu passado, mas não que queria revelar. Porque? Qual o motivo? Eram as perguntas que rondavam pela mente de Claire quando sentiu lágrimas escorrerem pelos seus olhos.


-Ah o que foi? Porque a orfãzinha está chorando? Saudades da mamãe que te abandonou. – Pansy Parkinson, a colega de quarto de Claire, exclamou irônica assim que entrou no quarto e viu o estado da jovem.


-Cala boca sua vadia. – Claire gritou apontando a varinha para ela. – Use essa sua boca nojenta outra vez para me zombar e eu garanto que será a última coisa que ela irá fazer antes de ser toda arrebentada.


Pansy deve ter percebido todo poder magico que fluía de Claire naquele momento, pois se virou e saiu correndo do quarto sem dizer mais uma só palavra. Claire recolheu o pergaminho que estava sobre sua cama e saiu do quarto também, ela iria falar com Dumbledore e ele teria que a escutar nem que para isso ela precisasse demolir toda a escola.


{Fim do Flashback}


23 de Dezembro-


-Gina porque essa cara de emburrada? –Mione perguntou sentando-se na ao lado da amiga na cama, as duas estavam no quarto preparando os malões para viagem, pois passariam o natal em casa. – Faz mais de uma hora que você está assim.


-Mione eu não quero cobrar nada de você, mas eu estou realmente brava porque você prometeu me ajudar a livrar o Ron daquela lambisgoia e até agora nada.


-Ai Gina me perdoe eu confesso que esqueci completamente. –Hermione falou abraçando a amiga pelos ombros. – Mas eu prometo que assim que voltarmos do feriado de natal eu farei de tudo para te ajudar. Você é uma excelente pessoa Gina, fazendo de tudo para ajudar Ron mesmo ele sendo... Hum... mesmo ele sendo ele.


-É que por mais que eu não demonstre as vezes, eu amo todos os meu irmãos, inclusive o idiota do Ron, e sinceramente eu prefiro que ele fique com a retardada da Lilá do que com aquela Walker.


-O nosso primeiro passo quando voltarmos para cá, pode ser procurar descobrir quem são os pais dela. – Hermione sugeriu sorrindo triunfante pela ótima ideia que acabara de ter.


-Pelo que eu saiba ela foi abandonada pelos pais ainda criança e ninguém sabe quem são eles. – Gina informou cabisbaixa.


-Isso é impossível Gina. – Hermione declarou com seu típico olhar de obviedade.


-Como assim? – Gina indagou curiosa.


-Você sabe que quando uma criança bruxa nasce no Reino Unido automaticamente todos os seus dados são escritos magicamente em um livro que se encontra aqui em Hogwarts. – Hermione respondeu. -  É assim que a escola mantem o controle sobre os alunos novos que vão entrar. Neste livro está escrito o nome da criança, o seu status sanguíneo, e outras informações entre elas o nome dos pais biológicos.


-Mione você é uma gênia. – Gina exclamou sorrindo e abraçando a amiga. – Mas só tem um problema como faremos para conseguir esse livro?


-Isso não é problema, o livro fica dentro da sala da diretoria atrás de um grande quadro com um desenho do símbolo de Hogwarts. – Hermione falou sorrindo vitoriosa, estudar realmente valia a pena. – Eu já sei decorado todos os horários em que a professora Mcgonagall está fora da sala, então é só contar com a ajuda da capa do Harry para entrarmos lá e descobrirmos os nomes dos pais da Claire.


-Mione como você sabe onde fica esse livro? – Gina perguntou preocupada, ela tinha medo dos meios como Hermione fazia para acumular informações.


-Bem o que eu fiz não é errado, quero dizer não fiz com má intenção. – Hermione declarou corando envergonhando. – Bem... Depois de reler 37 vezes Hogwarts: Uma História, Eu percebi que havia alguns segredos que o livro não contava, então... Eu... Hum... Eu entrei na travessa do tranco e comprei uma versão especial do livro que se chama: Hogwarts: Uma História, Edição Especial Com Os Segredos Mais Profundos e lá tinha tudo sobre o livro da natividade que é esse do qual eu falei para você. Mas não como se eu fosse usar essas informações para o mal, o meu intuito foi o aprendizado e o conhecimento.


-Eu te entendo Mione, seu eu fosse tão inteligente quanto você também buscaria todas as formas de aprender mais. Pois então está combinado depois do feriado Claire Walker que nos aguarde.


*


Draco estava sentado sozinho no salão comunal da Sonserina, olhava atentamente a dança das chamas na lareira e como elas consumiam tudo que tocavam convertendo-os as cinzas, cinzas esta era a palavra exata para descrever sua vida no atual momento, todos os seus aparentes amigos haviam se afastado dele, por todos os lados que andava percebia olhares zombadores sobre ele, ele devia sua vida ao Potter e para piorar tudo tinha quase certeza que estava apaixonado por Hermione Granger, a sangue-ruim nojenta, ele não tinha a mínima ideia de como esse maldito sentimento havia se apoderado dele, foi tudo tão de repente, como num piscar de olho Hermione Granger havia parado de causar repulsa nele e agora causava sensações bastante estranhas, só por vê-la ele sentia seu coração aumentar o ritmo descompassadamente, as mãos suarem, e um calor forte dominar todo seu corpo imediatamente, diversas vezes ele se viu tentado a agarra-la sorrateiramente quando a viu passar a sua frente, mas o medo da morte sempre o deteve, Hermione Granger com certeza sabia feitiços que deixaram amaldiçoados até a sua centésima geração. E além disso tudo ainda tinha Claire Walker, de alguma forma ela havia descoberto que Draco estava apaixonado por Hermione, e agora ela queria que ele o ajudasse em seus planos para separar o trio de ouro.


 -Olá Malfoy. – A voz da dita cuja soou no salão fazendo Draco desviar a atenção da lareira e fixa-la na garota. – Preciso de sua ajuda.


-Ótimo para você, finge que eu ligo para isso. – Draco retrucou irritado.


-Pois você deveria ligar. – A garota disse, sentando-se lentamente no sofá. – Esqueceu que somos uma dupla?


-Nós não somos uma dupla.


-Mas você aceitou me ajudar em meus planos, já se esqueceu?


-Nossa que engraçado, eu não consigo me lembrar de nada disso.


-Pois bem, talvez quando Hermione Granger descobrir quem é seu novo pretende a sua memória retorne. – Falou a garota sorrindo desafiadamente. –Quer arriscar Draco Malfoy?


-O que você quer de mim?


-É algo muito fácil, eu só preciso que você me ajude a contatar a jornalista Rita Skeeter.


-Mas o que você quer com Skeeter? –Draco indagou curioso.


-Você logo ira saber. – Claire informou. -  Mas tem como você marcar um encontro entre nós duas?


-Você vai passar o natal aqui? – Perguntou Draco.


-Sim, eu vou.


-Então eu vou marcar para amanhã lá em Hogsmeade.  – O louro informou voltando sua atenção para a lareira. – Se era só isso, você já pode me deixar em paz.


-Sim era só isso, aproveite a companhia da sua amiga lareira. – Claire ironizou e se retirou da sala, subindo novamente para seu quarto.


*


Já havia chegado o horário em o expresso Hogwarts iria levar os alunos de volta para Londres. Harry, Ron, Hermione, Gina e Luna dividiam a mesa cabine.


-Mione a sua irmã irá passar o natal com vocês? – Luna indagou olhando curiosa para Hermione.


-Não Luna eu já te disse que Khan el Khalili não existe. – Hermione falou mantendo a calma, ela já tentara explicar diversas vezes para Luna que essa sua suposta irmã gêmea não existia. – Eu não tenho nenhuma irmã, tampouco uma gêmea.


-Se você diz, mas papai nunca mente. – Luna retrucou, mas Hermione decidiu não falar nada dando o assunto por encerrado. – Pessoal se vocês me dão licença, eu preciso ir atrás do Neville.


-Luna espera que eu vou junto com você, preciso pegar um livro de Herbologia emprestado com Neville. – Gina falou, e então ela e Luna saíram da cabine.


Harry aproveitou que ficara sozinho com Ron e Hermione, e foi-se sentar ao lado da namorada, Ron percebendo o que iria acontecer levantou-se e saiu da cabine após dizer “Vou atrás do Neville também, é melhor do que ficar segurando vela pra vocês dois, e além do mais acredito que ele confie mais em mim do que vocês dois”. Harry então fechou a cortina sobre a porta da cabine e realizou um feitiço para esta não ser aberta e um “abaffiato”


-Até que enfim. – Harry disse passando o polegar pelos lábios de Hermione. – Eu já não estava conseguindo resistir à tentação.


E então ele levou os seus lábios aos dela, envolvendo-os em um beijo cheio de desejo, ainda sem parar o beijo ele foi deitando Hermione no banco e se deitou sobre ela, as mãos de Hermione brincavam pelas costas do rapaz o causando arrepios a cada toque que ela o proporcionava. Os lábios de Harry foram de encontro ao pescoço de Hermione e enquanto ele mordiscava aquela área Hermione soltava alguns gemidos abafados.


-Diz que você me ama? – Harry pediu a olhando nos olhos, Hermione quase entrou em êxtase ao observar os lábios inchados do rapaz a fazendo esse pedido.


-É claro que eu te amo Harry. – Hermione disse e logo depois completou. – Te amo como jamais amei alguém. – Harry a capturou novamente em um beijo quente, naquele momento a paixão e o amor se fundiam, causando sentimentos avassaladores nos dois. Hermione começou a puxar a camisa de Harry para tira-la, mas um barulho de alguém batendo na porta os fez parar.


-Quem será que é? – Harry perguntou.


-Nesse horário só pode ser a tia dos doces. – Hermione informou e depois sorriu maliciosa para Harry. – Mas que se dane os doces, agora eu só quero você.


Harry sorriu e voltou a beijar outra vez a garota, ouviram e ignoraram mais três batidas na porta, naquele momento nada importava apenas o desejo e o amor que os unia.


*


Jean aparatou alguns metros antes da casa, aparentemente velha e desgastada, e foi caminhando o resto do caminho a pé, quando enfim chegou na casa sentiu um frio percorrer sua espinha, e o medo se apoderou dele, o que será que seu mestre iria achar quando descobrisse que Dumbledore sabia a verdade sobre ele? Com certeza iria ficar bastante irritado. Ele tomou ar e enchendo-se de coragem adentrou a cala, ela ainda possuía o mesmo visual sombrio como da última vez em que estivera ali, ele olhou em volta procurando pelo seu mestre e enfim o encontrou vindo em sua direção.


-Caro Jean é bom revê-lo. – Karl falou estampando um sorriso frio no rosto. – Que boas novas trazes?


-Na verdade eu tenho noticiais ruins. – Jean falou nervoso, seu corpo inteiro tremia. – Eu não pude te avisar assim que aconteceu o fato porque a diretora me ocupou com vários serviços, mas aconteceu que quando eu invadi a sala da diretoria atrás do livro eu não consegui encontra-lo, e o quadro de Dumbledore disse que ele não estava ali, mas o mais preocupante é que ele disse que sabe quem eu sou e me chamou pelo meu nome.


-Maldição, aquele velho mesmo morto continua causando problemas, mas como ele pode saber sobre você? Sobre o plano?


-Eu não sei mestre, o que me preocupa é que ele tenha contando isso a alguém.


-Não, isso não, Dumbledore é um homem de mistérios que gosta de investigar suas próprias suspeitas. – Disse Karl andando para trás e sentando-se na grande poltrona. – Acredito que mesmo depois de morto ele continue assim, mas por vias das dúvidas temos que fazer algo antes que aquele abra a boa.


-Mas o que mestre?


-Roubar o quadro dele e trazer para cá. – Karl informou voltando a estampar o sorriso frio no rosto. – Assim eu aproveito e tiro a informação dele sobre onde se encontra o livro. Acho que você pode voltar agora mesmo para Hogwarts e roubar o quadro e traze-lo urgentemente para cá, aproveite que a velha Minerva deve estar muito ocupada e distraída com as preparações da festa de natal, mas vaia e volte rápido nós temos mais trabalhos para fazer nesse feriado e eu tenho que te colocar a par das recentes notícias.


-Sim mestre estou indo. – Jean disse e saiu da casa andou alguns metros e aparatou em Hogsmeade, começou a andar em direção a Hogwarts seria fácil roubar o quadro de Dumbledore.


*


Faltava apenas alguns minutos para o trem chegar à estação 9 ¾, Ron já se juntara novamente a Harry e Hermione, fingiu não perceber o estado em que os amigos se encontravam, como se tivessem sido vítimas de um tornado poderoso.


-Amor eu queria que você fosse para toca conosco. – Harry falou com um tom manhoso.


-Eu também queria ir Harry, mas eu preciso passar um tempo com meu pais. – Ela disse. – Mas dia 25 eu vou para toca.


-Ainda bem, mamãe já tinha ficado triste achando que não iria te ver neste natal. – Comentou Ron sorrindo para a amiga.


-E eu também. – Harry comentou roubando um beijo da namorada.


O apito soou alto anunciando que o trem enfim havia chegado a estação, os alunos mais desesperado começaram a correr para as saídas e foram direto atravessar a barreira. Harry, Ron e Hermione esperaram o movimento diminuir um pouco e então desceram na estação e os três atravessaram juntos a barreira. Após muitos abraços Hermione seguiu juntos com seus pais para casa. E Harry, Ron e Gina foram com Molly e Arthur para toca.


*


Jean obteve êxito em sua missão e em menos de meia hora já retornara ao esconderijo de Karl trazendo junto contigo o quadro do professor Dumbledore, este não havia falado nem uma palavra sequer e continuava como o mesmo semblante calmo de sempre.


-Que bons ventos te trazem professor Dumbledore? – Karl exclamou sorrindo ao receber o quadro do ex-diretor nas mãos.


-Pequeno Karl, há quanto tempo não nós vemos. – Dumbledore falou ainda sereno. – Desde que você tinha cinco anos. Você sabe que roubar meu quadro de Hogwarts vai colocar todo o mundo bruxo em alerta de novo, não sabe?


-Sim eu sei. – Karl respondeu sério. – Mas eu estou pronto para revelar ao mundo, aquele que há de governa-lo e breve.


-Você não vai conseguir Karl, assim como seu pai também não conseguiu.


-E quem irá me impedir O trio de ouro? – Ele riu alto e sarcástico. – Não pense que eu já não sei da profecia velhote.


-Como você descobriu sobre a profecia? – Dumbledore agora parecia nervoso e sério.


-É muito fácil saber de tudo quando se tem um espião muito próximo do ministro. Você tem razão para estar preocupado Dumbledore os seus jovens não vão passar vivos nem deste ano.


-Mestre me perdoe, mas que profecia é essa? – Jean perguntou curioso.


-Você se lembra da vidente Sibila Trelawney? cara Jean. – Karl perguntou e Jean confirmou com um aceno de cabeça. –Pois então ela fez mais uma grande profecia, desta vez envolvendo eu, Potter, Granger e Weasley, segundo ela eu me tornarei muito poderoso e só os três poderão me vencer. Pena que eles não terão tempo para isso.


Karl fez alguns acenos com a varinha e quase instantaneamente começou-se a ouvir barulhos por toda a casa, Jean olhou ao redor e viu inúmeros corpos em estado de decomposição se aproximando, o medo lhe tomou e por muito pouco ele se manteve firme e não desmaiou.


-Isso são... Não é possível.  – Dumbledore comentou atônito observando toda a cena.


-Sim é isso mesmo, meu próprio e particular exército de inferius, prontos a me servir. -–Karl riu novamente ao observar a expressar de temor que tomavam os rostos de Dumbledore e Jean. – Sabe que estes possuem algo em especial, eles não são vulneráveis ao calor e a luz como os outros. Não é ótimo querido diretor?


-O que você pretende com tudo isso Karl? – Dumbledore perguntou sua voz já estava desesperada.


-Dominar o mundo bruxo e trouxa e fazer o que o tolo do meu pai jamais conseguiu, ou seja, livrar-nos das pragas que são os sangue-ruims – Ele respondeu sério. – E pra começar Dumbledore, eu vou acabar com seu trio de ouro e por conseguinte com a esperança de todo o mundo.


24 de Dezembro


O ministro Kingsley acabara de chegar a Hogwarts, depois de ser chamado por uma Minerva desesperada, para ele o colégio parecia na mais santa paz, por todos os lados se via os enfeites de natal, as armaduras cantando cantos natalinos, Filch ralhando com vários alunos que ousavam por importuno do destino sujar essas armaduras que brilhavam de tamanha limpeza, os visgos e azevinhos pendurados em todos os corredores, os grandes pinheiros assentados em todos os cantos da escola.


Se dirigiu a sala da diretoria sem parar para falar com nenhum dos seus conhecidos, por mais que tudo aparentasse estar bem em Hogwarts o desespero de Minerva o deixava bastante preocupado. “Escrúpulos” ele recitou a senha para gárgula e logo ela abriu a passagem para a diretoria. Lá dentro tudo também parecia estar normal, sem nenhum motivo para tamanho desespero da diretora, começou a achar que podia ter sido uma pegadinha de natal, mas logo lembrou-se que se tratava de Mcgonagall e ela não era uma pessoa que gostava de piadinhas.


Começou a subir a escada em caracol assim que chegou ao topo, viu Minerva sentada atrás da sua mesa, seu olhar transmitia total desespero e preocupação, os quadros dos ex-diretores nas paredes também não pareciam estar em estado melhor, mas isso era costume todos os diretores de Hogwarts sempre exageravam nas preocupações, menos é claro... Nesse instante Kingsley perceber que o quadro de Dumbledore não estava em seu habitual lugar, percorreu os olhos pelo resto da sala atrás do quadro só que não o achou, e só nesse instante ele percebeu o motivo do desespero de Minerva.


-Ele foi roubado. – Minerva anunciou quando percebeu que o ministro procurava o quadro pela sala. – Roubaram o quadro do professor Dumbledore.


-Mas como? Nenhum dos outros quadros viu nada? – Kingsley agora demonstrava o mesmo desespero de Minerva.


-Sim eles disseram que viram um homem de capa preta e com uma máscara entrar na sala, pegar o quadro e sair correndo sem dar tempo para o professor Dumbledore pelo menos dizer alguma coisa. – Informou a diretora batendo os dedos na mesa. – Pelo que eles narraram eu suponho que o ladrão tenha alguma familiaridade com essa sala.


-A senhora acha que o novo bruxo das trevas daquela profecia?


-Sim eu acho que sim. – Ela respondeu. – E o que mais me preocupa no momento é que esse bruxo perdeu o medo de se mostrar e eu temo que o próximo passo dele seja fazer algo contra Potter, Granger e Weasley.


-Mas ele não tem conhecimento da profecia, não há motivo para ele fazer alguma coisa contra o trio.


-Talvez tenha Sr. Ministro. – Mcgonagall falou tampando o rosto com as mãos neste momento ela ficava mais preocupada ainda. – O trio representa de certa forma heróis para todo o mundo bruxo, por conseguinte eles também representam esperança, e qual é o melhor modo de alguém conseguir colocar um povo toda a sua mercê?


-Tirando-lhes toda a sua esperança.


-Certamente.


-Devemos tomar medidas para protege-los? – Kingsley perguntou se sentado na cadeira a frente da diretora.


-Sim, mas em segredo. – Minerva pediu. – Não quero que os três saibam disso antes de acabar o natal, deixe eles aproveitarem esses últimos dias de paz. Depois das aulas voltarem eu conto aos três sobre tudo isso.


-E o treinamento deles ainda está de pé?


-Temo que não teremos tempo para treina-los devidamente, mas tentaremos.


*


Claire chegou ao bar três vassouras e como imaginou ele estava quase que completamente vazio, as únicas pessoas ali presentes –além dela- eram Madame Rosmerta atrás do balcão, e sentada em uma mesa no canto do bar a famosa e ardilosa jornalista –e fofoqueira- Rita Skeeter. Claire não se sentia confortável em se envolver com pessoas da laia daquela mulher, mas era necessário, ela percebera que ainda não havia conseguido fazer Ron se afastar dos dois amigos e por isso teria que usar aquela jornalista para dar a sua última cartada e por fim acabar com aquela amizade ridícula.


-Olá Sra. Skeeter. – Claire a cumprimentou se aproximando da mesa.


-Nada de senhora, é senhorita. – A jornalista retrucou indignada. – E então o que quer comigo Srta....


-Lena. Lena Rostenkowsqui. -  Claire completou, mentindo seu nome. – Eu trago ótimas informações sobre o trio de ouro. Te interessam?


-Muito. – Rita respondeu com os olhos brilhando de ansiedade. – Sente-se e me diga o que tem a falar sobre os nossos três heirozinhos.


 *


A noite já avançava velozmente, encobrindo todo o céu e convertendo a luz em plena escuridão. Era uma noite bonita o céu estava inundado por diversas estrelas, a luz esbanjava um forte brilho, como se estivesse feliz.


Hermione e os pais haviam acabado de chegar do mercado, onde foram para comprar as últimas coisas necessárias para preparem a ceia. A garota decidira aproveitar o momento para revelar aos pais sobre seu namoro, para a mãe –Hermione tinha certeza- não seria muito difícil, mas o que a preocupava era a reação do pai.


-Er... Mãe, pai eu tenho algo para contar a vocês. – Hermione começou falando lentamente. –Vocês se lembram do Harry, né?


-Mas é claro, foi por culpa dele que você fugiu no mundo atrás de um louco assassino. - O pai de Hermione respondeu, revirando os olhos.


-É bem esse ai mesmo. – Hermione falou sorrindo para o pai, mas este não retribuiu. - Vocês se lembram que nós éramos amigos?


-Porque “eram”? Não são mais? – A Sra. Granger perguntou sobressaindo-se ao murmúrio de aprovação do marido.


-Somos... Bem, mas agora nós somos um pouco mais do que isso.


 O Sr. Granger se desestabilizou e caiu para trás junto com a cadeira na qual estava sentada, sua mulher após soltar uma gargalhada divertida correu para ajuda-lo e Hermione continuava parada apenas esperando para ouvir os gritos de desaprovação do pai.


-Eu sempre soube que vocês iriam namorar. – A mãe de Hermione exclamou contente, após ajudar o marido a levantar. – E embora ele só te meta em confusão eu sempre torci por vocês dois.


-E o senhor papai o que achou? – Hermione perguntou ao reparar na feição emburrada que o pai ostentava agora sentado novamente na cadeira e alisando as costas.


-Eu... Bem filha, primeiramente eu acho que ele deveria ter vindo falar conosco...


-ele não pode teve que ir direto para a casa dos Weasley’s.


-...Mas se você realmente gosta dele, eu fico feliz por você. – Ele concluiu com a cara fechada, Hermione se aproximou e o abraçou.


-Eu gosto muito dele, eu o amo.


-Ah filha me dá um abraço também. – A Sra. Granger puxou a filha para um abraço. – Eu espero que Deus abençoe esse namoro.


-Mas se esse garoto te magoar, eu arranco o pescoço dele fora. -O homem vociferou.


-Eu duvido muito que você consiga amor, ele é um bruxo. – A Sra. Granger falou rindo do marido.


-Isso pouco me importa, se ele chegar a magoar minha princesa será a última coisa que ele irá fazer.


Hermione sorriu e abraçou o pai, estava tão feliz que ele tivesse aceitado o namoro – mesmo deixando claro que não gostou-  ela sentiu que agora poderia ser realmente feliz para sempre.


De repente Hermione e os pais ouviram o barulho de vidro sendo quebrado, assustados se viraram em direção a porta, mas não havia nada lá. Um cheiro podre começou a invadir a sala e fez Hermione prender a respiração, ela sabia o que aquilo significava, já havia lido sobre eles. Os três novamente se viraram de costas em direção a janela da cozinha, e Hermione comprovou sua suspeita, havia algum ser muito parecido com um cadáver entrando por ela. Era um Inferi.

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                           "Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso,
                            Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso
                             Edificio inteiro." - Clarice Lispector.


Olá gente, Espero que estejam todos bem, porque como viram para o trio de ouro as coisas estão começando a ficarem nada bem. Este capítulo, está bem grande porque eu juntei dois em um só, espero que gostem e comentem. Devo me desculpar pelos erros a ansiedade fez que eu postasse antes de revisar. Bjs!

Stehcec: E ai o que achou do capítulo? Finalmente a ação esta começando. Eu tambem sempre achei o Ron muito influenciavel (o original da J.K) e por isso eu rosolvi fazer o meu assim tambem. E realmente você acertou o nome do pai e da mãe da Claire, parabens kkk e o que achou da escolha dos pais dela? Eu ainda estou decidida sobre arrumar ou não um par para Gina, muita coisa está acontecendo na Fic e eu tenho medo de me perder na historia com tanta coisa assim. Espero que comente. Bjs!

Mateus Guilheme: Espero que você já tenha conseguido resolver seus probemas e que esteja tudo bem. Ainda bem que você gostou do capítulo, como eu disse no capítulo acima eu tambem acho o Ron muito influenciavel. Porque você torcia pra Bellatrix ser a mãe da Claire? gostou do Sirius ser o pai? Espero que comente. Um abraço e até o prox. capítulo.

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Comentários: 3

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Enviado por Mateus Guilheme em 18/07/2014

Ah sim está tudo bem comigo graças a Deus.
Eu torcia para Claire ser a filha da Bella porque eu as acho muito parecidas. Eu já tinha certa suspeitas de que o pai dela fosse o Sirius e acertei.
Este capítulo foi demais por três motivos:
1- A Mione voltou a demonstrar a incrivel inteligência dela;
2- A Rita Skeeter( Uma das minhas personagens favoritas) reaparecu;
3- E a ação enfim começou. 

Nota: 5

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Enviado por Naiara Granger Weasley em 18/07/2014

Vooltei 
Morri com esses dois capitulos
Tem partes que quis te matar,nao de vdd obviamente, fiquei louca aqui kkkkkkk 
Odiei os pais da VADIA DA CLAIRE
E ameiiiiii Karl ser filho do Voldemort
Os inferis invadindo a casa da Mione ta demais, to louca pro proximo capitulo
PS; Vc ta ficando melhor a cada capitulo, continue assim que vai longe
Bjus Nai 

Nota: 1

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Enviado por Stehcec em 15/07/2014

Ah que lindo você postando!

Muito bom o cap. agora começa a ação! uhuu
super curiosa, cada cap me deixa mais curiosa.

Gostei dos pais da Claire.
E claro que o malvadinho tinha q ser filho do Voldemort!

Até o prox. 

Nota: 5

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