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20. "Chegando nos Malfoy" ou "Can&


Fic: Sweet Revenge - Não temos nada a perder!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Joey andava em círculos, quase deixando uma marca no enorme tapete azul do quarto de Thomas. Só conseguia pensar em Rock. Ele e os outros cinco chegaram na casa do Malfoy na noite anterior e dali a algumas horas o primeiro ensaio da banda para a festa começaria. Bufou, frustrado, parando de andar e sentando no tapete felpudo. Olhava um caderno velho jogado no chão e algumas palavras rabiscadas nele.


— Droga... - disse para si mesmo puxando a caneta de tinta preta da espiral do caderno e rabiscando a última frase escrita. Hesitou um pouco e rasgou logo a folha, fazendo uma bola de papel e a arremessando num canto aleatório. "Bloqueio criativo, Joseph, faltando seis dias para a festa, Joseph. Parabéns." pensou encarando a parede branca. Pegou o caderno e se dirigiu para a cama bagunçada, com os lençóis brancos e azuis embolados no canto. Pegou o violão jogado sobre a mesma, sentando com folga e começou a dedilhar uma harmonia qualquer. Depois de algum tempo dedilhando repetidamente uma sequência que acabara de inventar, o moreno puxou o caderno e escreveu alguns versos. - Hum...


~~~~


‘Loreeeeen,


Estou entediada. Você vem? A Midori e a Dottie vão vir hoje mais tarde. A Robbie já está aqui, reclamando dela ter sido a primeira a chegar e que vocês precisam ter mais compromisso (pra ser honesta, ela chegou beeeem mais cedo do que eu esperava, nem escovado meus dentes eu tinha ainda). Enfim... Chega logo, traga sua bundinha branca pra minha casa nesse exato momento e traz a da Rock também.


Carly A. Malfoy.‘


A ruiva sorriu com a carta. Jogou uma última muda de roupa na enorme bolsa verde escura e foi direto pra casa da metamorfomaga, através do pó de flú.


— ROCKIEEE! - ela chamou assim que saiu da enorme lareira na sala de estar dos Lupin. A pequena "surgiu" no corredor do outro lado da sala, carregando uma mochila, um pouco cheia demais, lilás em suas costas.


— Tô pronta! - ela atravessou a sala ficando de frente a ruiva. Loren olhou em volta.


— Cadê o tio e a tia?


— Ah, eles foram visitar meus parentes na Itália. Fazem isso todo ano. - a morena ajeitou a mochila nas costas.


— Ah, verdade... A família da sua mãe é toda de lá, não é?


— A-ham. Agora vamos. - Rock empurrou Loren de volta para a lareira e, após alguns momentos ambas estavam na mansão Malfoy.


— Ora, ora, ora... O que temos aqui? - a ruiva sussurrou. Loren saiu de dentro da lareira, encarando Daniel dormindo tranquilamente na poltrona logo em frente, segurando um livro aberto sobre o peito. Rock a olhava risonha.


— Vai fazer o quê? - a morena perguntou. Loren balançou a cabeça.


— Nada, não. Vamos ter a semana inteira, Rock. - ela disse passando pelo garoto e indo em direção à escadaria. Rock seguiu logo atrás.


— ... Aí quando você quiser, é só apertar o play e pronto. - Carly andava pelo corredor com Robbie - Loren! Rock! - ela avistou as duas subindo as escadas.


— Ei, gente! - elas se cumprimentaram - As meninas ainda não chegaram?


— Não, Lo. Parece que elas vão passar em algum lugar ates de vir pra cá. Alguma coisa sobre uma loja trouxa que abriu e Midori queria ir lá, sei lá. - Robbie explicou.


— Ah, podem ir colocar as coisas no meu quarto por enquanto. - ela indicou uma porta à esquerda no fim do corredor. - Vamos esperar vocês lá na cozinha, ok?


— Tudo bem. - Loren respondeu e as quatro se separaram. Loren e Rock entraram no quarto de Carly. O cômodo era enorme e branco. Quase tudo ali era branco (as paredes, portas, mesinha, cama, escrivaninha) e o que não era branco, era um azul bem clarinho, como o edredom sobre a cama, o carpete que cobria o chão completamente e uns três pufes enormes no canto do quarto. Rock colocou a bolsa pesada em cima da cama e olhou em volta.


— Nossa...


— Pois é... - Loren deixou a bolsa no chão e se jogou na cama king size da loira encarando o teto. - É muito branco. Chega a dar dor de cabeça. - Rock riu da careta da ruiva.


— Vamos, folgada. Elas estão esperando a gente na cozinha. - Rock levantou puxando a amiga. As duas correram pra cozinha e encontraram Robbie sentada na bancada de mármore preto mexendo com um aparelho trouxa que Loren rapidamente identificou: um celular. E Carly usava um avental azul claro e amarrava os longos cabelos loiros num rabo de cavalo alto. Antes que elas pudessem dizer ou começar qualquer coisa, elas ouviram dois estrondos (um seguido do outro) vindo da sala de estar no cômodo ao lado.


— Chegaram. - Robbie pulou do balcão e as quatro correram para a sala, observando uma loira e uma oriental cheias de sacolas e duas mochilas pra cada, passando de fininho pelo dorminhoco no sofá.


— Nossa, ele tem o sono pesado mesmo... - Carly comentou. Midori avistou as quatro e correu em direção a elas.


— Chegueeei! - ela "cantou". Dorothy surgiu logo atrás apontando para as sacolas


— Onde? - perguntou e Carly apontou pro topo da escada.


— Última porta à esquerda. - ela disse. As duas subiram as escadas praticamente correndo e as quatro voltaram pra cozinha.


— Meninas! - Carly chamou ao perceber a chegada das duas garotas na cozinha. - Hoje nós vamos fazer o jantar.


— Como assim "nós vamos fazer o jantar", Carly? Vocês não têm elfo doméstico pra isso? - Dorothy perguntou olhando cada canto da cozinha procurando pelo pequeno ser orelhudo de olhos também enormes.


— Não, não temos. - Carly riu - Minha mãe é contra a "escravidão dos elfos" então a Gimble, nossa elfa doméstica, só vem Segunda, Quarta e Sexta. Terça, quinta, feriados e finais de semana nós cozinhamos e limpamos a casa. - ela disse orgulhosa.


— Sério? - Dorothy parecia um pouco chocada.


— Sim... Lá em casa é igual. - Loren se pronunciou - A tia Hermione é líder do Sindicato de Elfos Domésticos. Todos fazem tarefas aqui. Você precisa ver o Thomas cozinhando! É... - a ruiva recebeu um cutucão dado por Midori e reparou na leve expressão irritada de Dorothy. - Ah, enfim. O que vamos fazer de bom, amiga? - ela olhou pra Carly como se pedisse pra ser salva.


— Ah, é... Nós vamos fazer meu particularmente preferido: Strogonoff com batata recheada e bolo surpresa de chocolate pra sobremesa. - ela respondeu com os olhos brilhando.


— O que é strogonoff? - Dorothy ergueu uma das sobrancelhas. Carly parecia surpresa e um pouco ofendida.


— A coisa mais maravilhosa desse universo. Você vai ver. - respondeu confiante.


— E por quê bolo surpresa?


— Ah, é porque eu nunca coloco as mesmas coisas. Uso o que tem na dispensa, tudo o que for doce eu coloco na massa. - Carly respondeu. Dorothy achou melhor nem perguntar mais nada. Tinha que admitir: Carly era meio doida. Mas fazer o quê? As seis são.


~~~~


— Joey? - James chamou entrando pela porta do quarto procurando pelo moreno. Joey estava sentado no chão, com o violão cor madeira apoiado nas pernas cruzadas, segurando a palheta com a boca e escrevando alguma coisa no caderno velho aberto no chão. James se jogou no lado do amigo, tomando o livro da mão de Joey e começando a ler. - É a música nova? Pra festa?


— Não sei... Acho melhor não tocar ela lá, cara. - ele tirou a palheta da boca e começou a tocar a harmonia, deixando James fuçar o caderno. Alguns anos atrás ele até acharia ruim e tentaria toma-lo de volta, mas era diferente agora. Os meninos sempre se reuniam pra falar sobre músicas novas e mostrar suas composições.


— "Eu enlouqueço porque aqui não é onde eu queria estar e a satisfação parece uma memória distante... E eu não consigo me conter, só quero ouvir ela dizer ‘você é meu?‘" - James leu a letra em voz alta. - Deixa eu adivinhar...


— É, ela mesma. - Joey fechou os olhos continuando a tocar. James riu de lado.


— Você sabe que ela chegou, né? - o garoto o encarava. Joey hesitou rapidamente antes de abrir os olhos e parar de tocar. - Chegou junto com a minha irmã faz umas meia hora. Enfim, vim aqui só pra saber se você tá afim de ensaiar agora, cara. Acho que o Ramon quer mostrar uma música nova. E precisamos decidir as músicas da festa logo.


— Tá, pode ser. - ele levantou junto com o violão e colocou a palheta no bolso de trás da calça jeans. Deu uma ajeitada na camiseta bege que usava e pegou o caderno da mão de James. James passou a mão pelos cabelos antes de levantar. Ele usava uma blusa verde escura, calça jeans escura um pouco larga e os tênis brancos (assim como os de Joey). Eles saíram do quarto, atravessaram o corredor e subiram as escadas, chegando no terceiro andar que tinha apenas três portas. Entraram na porta a direita e se depararam com uma sala enorme com um carpete marrom escuro, uma estante de madeira vazia, algumas caixas ao fundo da sala e alguns pufes, almofadas e bancos espalhados, fora uma parede ao lado da porta com vários suportes pregados e um violão preto e um baixo branco pendurados. Ramon e Wallace conectavam os amplificadores e as guitarras.


— Cadê o Danny? - Joey perguntou entrando na sala.


— Ah, o Thomas foi chamar ele. O folgado tava roncando na sala lá em baixo. - Ramon riu. Daniel logo surgiu na porta com Thomas logo atrás de si.


— Tudo pronto? - ele perguntou logo antes de bocejar, coçando os olhos.


— Não, vai lá montar sua bateria. - James apontou pra pilhas de caixas amontoadas no fundo da sala. Daniel fez cara de choro, mas fora ignorado. Thomas foi ajudá-lo. Alguns minutos depois, estavam todos prontos. A bateria montada, os amplificadores ligados, as duas guitarras e o baixo conectados aos amplificadores e Wallace e Thomas jogados nos pufes lendo umas revistinhas trouxas.


— Como pode ter tanta coisa trouxa na sua casa, Tom-Tom? - Ramon perguntou reparando na pilha de revistinhas de super-heróis entre os dois.


— Os pais da minha mãe são trouxas e meu pai não queria que eu e a Carly tivéssemos uma infância igual a dele então ele concordou em morar em uma casa com coisas trouxas e bruxas. - ele explicou sem nem tirar os olhos da revista. Ramon rira. Com certeza a infância dos dois foram bem diferentes, ele que praticamente nasceu e foi criado no mundo bruxo dentro de campos de Quadribol não tinha muita noção da realidade no mundo dos trouxas.


— Muito bem, então. Antes de começarmos precisamos fazer uma reunião. - Ramon propôs. Os quatro sentaram pela sala sendo James e Daniel em pufes e Ramon e Joey em banquinhos - Pra começar, eu trouxe uma música nova, ela é mais agitada então acho que a gente podia começar com ela na festa se vocês tiverem afim. Só que depois a gente olha isso. Primeiro a gente precisa de mais músicas, mais opções para preencher o resto da festa. A Carly concordou com cinco músicas, então podemos pegar as duas que a gente tocou no baile. Mas ainda precisamos de duas músicas novas e eu tô sem ideias.


— O Joey tem uma música nova. - Jay declarou após alguns momentos de silêncio, recebendo um olhar feio de Joey. - Quer dizer, a letra é muito boa e a melodia também.


— É mas eu nem terminei a letra direito, tem umas coisas que eu preciso reescrever e a melodia ainda está crua, eu... - Joey tentava se explicar. Danny pegou o caderno do garoto que estava jogado em cima do amplificador do baixo ao seu lado e começou a folhear.


— Ele tem umas cem músicas aqui. - começou - Nós podíamos escolher duas e tentar tocar juntos. - Joey parecia pensar um pouco. Ele se levantou e foi até o amigo.


— Tipo qual? - perguntou vendo Daniel folhear o caderno. James e Ramon foram até eles.


— Cadê...? - o loiro resmungava procurando. Parou em uma página de repente e apontou pra folha meio amassada que fora colada ali. - Isso. Essa aqui. - mostrou pro moreno.


— Essa? - Joey riu. - Seu babaca. - ele pegou o caderno da mão dele, rindo.


— Qual? - James perguntou confuso.


— Você lembra quando a gente foi passar as férias na casa de praia dos meus avós uns dois anos atrás e pegamos aquela garrafa de whisky fogo do estoque de bebidas da minha avó e corremos praquele chalé abandonado pertinho do mar do outro lado da cidade com medo que meus pais fossem descobrir e acordamos no outro dia jogados na sala com aquele violão, a garrafa vazia no chão e duas janelas quebradas? - ele riu lembrando. Ramon achou graça.


— Ah, sim. - James riu lembrando de flashes daquelas férias já que passara o dia seguinte tentando lembrar o que tinha acontecido exatamente na noite passada, sem sucesso.


— Acontece que quando a gente voltou pra casa, eu achei uma folha dobrada no bolso da calça e esse letra tava lá. - Joey explicava - Na época não fazia muita diferença já que a banda ainda não existia, mas eu mostrei pra eles a folha e a gente acabou tentando tocar ela na varanda no fim da tarde. - ele explicava pra Ramon.


— E depois a gente descobriu que usamos todo o dinheiro trouxa do James para comprar esse violão. - Daniel riu apontando para o instrumento cor madeira pendurado na parede ao lado do baixo branco de Joey.


— Sim. De nada, aliás. Já que você ficou com o violão e nunca mais devolveu. - Jay deu um leve tapa na cabeça do moreno.


— Honestamente, é uma das melhores músicas que você já escreveu. - Daniel disse. Ramon olhou a folha pregada no caderno por um momento, lendo seu conteúdo.


— Vamos ouvir então. - Joey disse se levantando e indo pegar o violão cor madeira do suporte na parede.


— Pronto? - James pegou o seu próprio violão preto também do suporte na parede e sentou num banco velho qualquer que estava lá.


— Pronto. - Joey confirmou também puxando um banquinho velho e sentando em seguida. Daniel pegou uma caixa de madeira pra usar como percussão e afirmou com a cabeça. Ramon olhava empolgado. Joey começou a fazer a base, dando a introdução da música e logo James entrou com o dedilhado. Daniel acompanhava o ritmo. A música parecia bem agitada e logo Joey começou a cantar.


 


Can‘t stop addicted to the shin dig


Não consigo parar o vício de balada


 


Chop top he says I‘m gonna win big


Cop top, ele diz, eu vou ganhar bonito


 


Choose not a life of imitation


Não escolha uma vida de imitação


 


Distant cousin to the reservation


Primo distante para a reserva


 


Danny se juntou à Joey pra cantar o próximo verso. Thomas e Wallace assistiam junto à Ramon. Mal sabiam os seis que as garotas podiam ouvir a música claramente da cozinha no primeiro andar.


— Tão ouvindo isso? - Loren perguntou enquanto mexia a massa do bolo. Carly lia um livro de receitas escorada no balcão, Robbie e Midori lavavam as vazilhas enquanto Dorothy e Rock dividiam um pacote de biscoitos.


— Ah, os meninos devem tá ensaiando. - Dorothy deu de ombros enfiando um cookie inteiro na boca.


— Parece o... - Loren tentava reconhecer quem cantava.


— Joseph. - Rock completou. As seis se entreolharam num momento de silêncio.


 


Defunkt the pistol that you pay for


Extingua a pistola que você reservou


 


This punk the feeling that you stay for


Esse punk é o sentimento que você defende


 


In time I want to be your best friend


Há tempo, quero ser seu melhor amigo


 


Eastside love is living on the westend


O amor da zona-leste está morando no ocidente


 


As seis subiram correndo a escada e pararam assim que pisaram no terceiro andar, andando nas pontas dos pés até a porta fechada no fim do corredor à direita. Elas se amontoaram na porta para ouvir melhor. Quando Joey seguia com o verso e Danny fazia a segunda voz.


 


Knock out but boy you better come to


Derrotado, mas, cara, é melhor você voltar a si


 


Don‘t die you know the truth is some do


Não morra, você sabe que a verdade é obrigatória


 


Go write your message on the pavement


Vá escrever sua mensagem no asfalto


 


Burnin‘ so bright I wonder what the wave meant


Tão animado que me pergunto o que a onda significava


 


White heat is screaming in the jungle


O calor branco está gritando na selva


 


Complete the motion if you stumble


Complete o movimento se você errar


 


Go ask the dust for any answers


Vá perguntar a poeira por algumas respostas


 


Come back strong with 50 belly dancers


Volte forte com cinquenta dançarinas do ventre


 


Joey e Danny pararam de cantar, dando espaço pra James começar o refrão. Carly quase caíra de cara na porta ao ouvir a voz rouca do garoto ecoar pelo corredor.


 


The world I love


O mundo que eu amo


 


The tears I drop


As lágrimas que eu derramo


 


To be part of


Pra ser parte da


 


The wave can‘t stop


Onda que não pode parar


 


Ever wonder if it‘s all for you


Sempre me perguntando se isso tudo é por você


 


Joey se juntou na segunda parte do refrão. As seis do lado de fora quase não respiravam, ouvindo os garotos cantarem.


 


The world I love


O mundo que eu amo


 


The trains I hop


As ordens que eu não obedeço


 


To be part of


Pra ser parte da


 


The wave can‘t stop


Onda que não pode parar


 


Come and tell me when it‘s time to


Venha e me diga quando for a hora


 


Terminando o refrão, Daniel começava o próximo verso. Sua voz soava doce, fazendo Loren espiar pela fechadura. Ela pôde ver o garoto sorrindo entre os versos, com seu cabelo bagunçado caindo em seus olhos.


 


Sweetheart is bleeding in the snowcone


A queridinha está caminhando para o desastre


 


So smart she‘s leading me to ozone


É tão esperta que ela está me levando ao êxito


 


Music the great communicator


Música, a grande comunicadora


 


Use two sticks to make it in the nature


Uso dois bastões para criá-la na natureza


 


I‘ll get you into penetration


Eu vou te colocar por dentro


 


The gender of a generation


O gênero de uma geração


 


The birth of every other nation


O nascimento de qualquer outra nação


 


Worth your weight the gold of meditation


Vale o seu peso o ouro da meditação


 


Foi a vez de Joey começar a segunda voz para Danny nessa segunda parte.


 


This chapter‘s going to be a close one


Esse capítulo vai ser um encerrado


 


Smoke rings I know you’re going to blow one


Anéis de fumaça, eu sei que você vai soltar um


 


All on a spaceship persevering


Todos na espaçonave perseverando


 


Use my hands for everything but steering


Uso minhas mãos pra tudo menos pra dirigir


 


Can‘t stop the spirits when they need you


Não pode parar os espíritos quando eles precisam de você


 


Mop tops are happy when they feed you


Os "mop tops" estão felizes quando alimentam você


 


J. Butterfly is in the treetop


J. Borboleta está cortando uma volta


 


Birds that blow the meaning into bebop


Com pássaros que escrevem o significado para o Jazz


 


Assim, Danny terminava e James começava mais um refrão junto.


 


The world I love


O mundo que eu amo


 


The tears I drop


As lágrimas que eu derramo


 


To be part of


Pra ser parte da


 


The wave can‘t stop


Onda que não pode parar


 


Ever wonder if it‘s all for you


Sempre me perguntando se isso tudo é por você


 


Joey se juntou a James na segunda parte do refrão.


 


The world I love


O mundo que eu amo


 


The trains I hop


As ordens que eu não obedeço


 


To be part of


Pra ser parte da


 


The wave can‘t stop


Onda que não pode parar


 


Come and tell me when it‘s time to


Venha e me diga quando for a hora


 


Eles terminaram a música dessa maneira. Ramon ergueu a sobrancelha.


— Acaba assim? - perguntou estranhando o final repentino da música.


— Acontece que a letra só vai até ai. - Joey tentava se explicar. As garotas lá fora decidiram que era melhor voltar ao trabalho antes que alguma coisa queimasse. - Eu até tinha começado a escrever a parte final, mas acabava concentrando em outras músicas.


— É e quando começamos com esse negócio de banda, eu pedi pra ele terminar... O que nunca aconteceu e a gente acabou esquecendo dela. - Danny riu. Jay concordou com a cabeça.


— Vamos passar ela na guitarra, no baixo e na bateria, tive uma ideia pra intro. - o moreno pegou o caderno de Joey e começou a decorar a cifra. - É, acho que vai dar.


— Ok. - James guardou o violão e se posicionou com sua Gibson SG cor cereja atrás do microfone no lado direito à frente da bateria. Joey pegou seu Strinberg CLB branco e fez o mesmo indo para o outro lado. Ramon pegou sua Gibson Les Paul preta e foi para o microfone principal. Eles praticaram essa música durante algum tempo e finalmente conseguiram termina-la. E, enquanto Ramon ensinava a outra nova música para eles, Carly bateu na porta, interrompendo o ensaio.


— Entra. - James disse com a voz arrastada, ainda concentrado na sequência que Ramon o havia passado.


— Meninos... - ela abriu a porta - A comida tá pronta, depois vocês continuam com isso. - ela sorriu pro moreno. James nem sequer se virou pra olhá-la.


— Já vamos descer. - Thomas respondeu. Carly confirmou com a cabeça e saiu de lá, fechando a porta. Thomas jogou uma almofada em James. - Mané.


Os seis não demoraram para descer até a sala de jantar, encontrando a mesa arrumada com Loren, Carly, Robbie, Rock, Midori, Dorothy, Draco e Hermione sentados conversando animadamente sobre coisas aleatórias.


— Ah, finalmente. - Hermione disse ao ver os seis parados na entrada - Andem, sentem pra podermos começarmos. - ela pediu e logo todos comiam na enorme mesa de jantar da família Malfoy. Hermione falando sobre livros com Dorothy, Draco conversando com Danny, Ramon e James sobre Quadribol, Loren e Midori falando sobre a festa e Carly explicando como o micro-ondas funciona pra Robbie e Rock que ainda pareciam bem surpresas. Assim a noite passou e mais um dia estava para chegar, muita coisa ainda estava pra acontecer.

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Comentários: 2

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Enviado por Naylla em 13/07/2016

Lehleh Potter, o próximo capítulo vem esse mês ainda kkkkkk prometo.

Nota: 5

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Enviado por lehleh potter em 09/07/2016
ainda bem que você conseguiu atualizar, otimo capitulo, continua logo!
Nota: 5

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