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2. CAPÍTULO 2


Fic: A Prometida - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Danny Evans: Vlw... relamente ela tem o mesmo temperamento forte, mas é só isso...

Nick Granger Potter: FDP msm... e muito mais... vcs ainda vaum chingar muito ele... mas a Mione vai contar com a persuasão de alguns amigos...

**RE**: é, ele vai ter uma boa surpresa com a sua futura esposa... ashashashashasha... mas o encontro jah vem neste capítulo...

Hermione.Potter: Vlw... vai ser uma surpresa e tanto para ele... mas o qrido vovô da Mkione ainda tem umas quantas cartas na manga...

Bjus...
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Harry levantou a manga do paletó e olhou para o relógio em seu pulso elegante. Com que intenção o velho Coustakis o chamara? Esperara no terraço mais de dez minutos — o que era muito para um homem tão ocupado quanto Harry Potter. Ele não gostava de esperar — era um homem apressado. Sempre o fora.
O criado se aproximou, vindo da ampla porta que dava para uma sala opulenta, e respeitosamente perguntou se ele queria outro drinque. Harry balançou a cabeça bruscamente e perguntou — novamente — quando o Sr. Coustakis o receberia. O criado respondeu que perguntaria e saiu silenciosamente.
Irritado, Harry virou-se e fitou os jardins que se espalhavam abaixo. Eram muito ornamentados, claramente desenhados para impressionar. Harry teve a súbita visão de um menino pequeno tentando brincar ali e só encontrando exemplares caros, caminhos elaborados e plantas demais. Sua boca se comprimiu inconscientemente. Se ele se tornasse pai precisaria de um lugar decente para criar seus filhos...
Sua mente viajava. A realidade do que estava por fazer — casar-se com a neta feia e mimada de Coustakis, que nunca vira — começava a aparecer. Será que realmente conseguiria fazê-lo? Mesmo que fosse para tomar posse das Indústrias Coustakis?
Afastou as dúvidas da mente. Claro que conseguiria! Além disso, não era como se entregasse sua vida. O velho Coustakis não viveria para sempre. Em poucos anos provavelmente morreria, e eles poderiam chegar a algum tipo de divórcio civilizado, seguir caminhos diferentes; seria só isso.
E seu filho? O que pensaria sobre seu divórcio civilizado?
Ele afastou também esse pensamento. Quem sabe? Talvez a neta fosse estéril, tanto quanto feia como o pecado.
O barulho de passos o fez se voltar.
E congelar.
Os olhos de Harry se apertaram quando viu uma mulher desconhecida entrar no terraço em que estava. A nuvem de cabelos castanhos com mechas douradas farfalhava em seus ombros, fazendo com que se notasse seu pescoço longo e fino. Depois, como se um simples olhar fosse suficiente para essa característica específica, seus olhos se voltaram para o rosto dela.
Theos, ela era linda! Sua pele era mais pálida que a de uma grega, mas ainda assim queimada. O nariz era delicado e curto, as faces esculpidas e a boca ampla e generosa. Os olhos eram cor de nozes, as pestanas extremamente longas e escuras.
Ele sentiu o seu corpo saltar de prazer ao fitá-la. Como se por vontade própria, seus olhos abaixaram-se novamente, passando do pescoço elegante para seus seios cheios, soberbamente modelados pela jaqueta justa que vestia, estreitando-se na cintura deliciosa e depois se espalhando pelos quadris arredondados, antes de descer por suas longas pernas.
Ele ergueu as sobrancelhas. Ela usava calças compridas. Essa visão o ofendeu. Com estas pernas poderia estar vestindo uma saia justa e curta, envolvendo as coxas esplêndidas, e apertada no traseiro arredondado que ele tinha certeza de que essa mulher possuía...
Quem era ela afinal?
Seu cérebro interrompeu a contemplação visceral dos atributos físicos da fêmea. O que fazia uma mulher tão linda, tão maravilhosa, tão sexy, ali, na casa de Coustakis?
A resposta veio como um golpe no estômago. Só havia uma razão para uma mulher com tal aparência estar na casa do velho Coustakis — era uma hóspede particular. Muito particular.
Toda Atenas sabia que ele gostava de manter um harém. Era conhecido por isso, mesmo antes de sua esposa ter se tornado inválida.
E sempre eram jovens — mesmo agora, aparentemente.
Harry sentiu nojo. A idéia de um homem de 78 anos mantendo uma mulher que não poderia ter mais que 25 como sua amante era repugnante.
Hermione piscou, momentaneamente cega pela luz após a sombra do interior da casa onde fora deixada há apenas cinco minutos pela limusine luxuosa que a esperava no aeroporto.
Então, enquanto sua vista clareava, viu alguém que já se encontrava no terraço. Ficou impressionada com sua altura e morenice. Cabelos negros, um terno de aparência macia e poderosa, uma gravata imaculadamente amarrada — e um rosto que a deixou boquiaberta.
O tom da pele era mediterrâneo, sem dúvida. Mas o que lhe marcou foi o par de olhos verde-esmeralda que a fitava. Sentiu o estômago virar e piscou novamente. Continuou a fitá-lo, captando, quando pôde tirar os olhos dos dele, o nariz forte e reto, os malares altos e uma boca ampla e firme.
Balançou levemente a cabeça, como se para se assegurar de que o homem que fitava estava realmente lá.
Subitamente Hermione viu sua expressão mudar. Endurecer-se com desaprovação. E mais que desaprovação. Desprezo. Algo flamejou dentro dela — e nada tinha a ver com o tremor inconfundível que a tomara como um choque diante dessa avaliação aberta a que o homem de tirar o fôlego a submetera há poucos minutos. Ela precisaria ser cega para não notar o olhar de atração sexual imediata no rosto do homem quando ele colocara os olhos nela alguns minutos atrás. Era mais irritante que outra coisa, e a vida toda ela aprendera a se vestir discretamente, escondendo sua beleza sob roupas largas e sem forma, confinando seu cabelo brilhante em um coque ajuizado e raramente se preocupando com maquiagem. Além disso — e ela o sabia bem demais — qualquer atração que os homens sentissem por ela não duraria — não quando vissem o resto de seu corpo...
Ela pensou em outra coisa, afastando a amargura com uma onda mais familiar de gratidão, crua e desesperada — à sua mãe, ao destino, a algum poder providencial, a todos os que a ajudaram durante os longos e dolorosos anos, até que tivesse emergido para tomar seu lugar como uma adulta útil ao mundo. Considerando as outras possíveis alternativas, ela não tinha razão para amargura — absolutamente nenhuma.
E se ela se sentia ressentida com o pai de seu pai — bem, não era por causa de si mesma, mas pela sua mãe. Somente por causa de sua mãe ela estava ali, agora, de pé naquele terraço, a mais de mil milhas de casa, sendo observada com desprezo por um homem do qual não conseguia tirar os olhos.
Fora uma decisão difícil. Seus amigos Rony e Luna a ajudaram a tomá-la.
— Mas por que ele está fazendo isso? — ela perguntara a eles, pela décima vez. — Ele está tramando algo e eu não sei o que é — e isso me preocupa!
— Talvez ele só queira conhecê-la, Mione — disse Luna, pacificadora. — Talvez ele esteja velho e doente, e queira consertar o mal que lhe fez.
— Oh, então é por isso que eu tenho recebido cartas me ordenando que vá e dance conforme a música dele! E nem um pio sobre mamãe! Não, se ele quisesse fazer as pazes, teria escrito mais educadamente — e para a mamãe, não para mim.
— Se você quer minha opinião, eu acho que você deve ir — disse o marido de Luna, Rony. — Como Luna disse, ele pode estar procurando uma reconciliação, mas, se não, acho que pode estar precisando de você para alguma coisa. O que a coloca em uma posição vantajosa. Já pensou nisso?
Hermione franziu as sobrancelhas. Rony continuou:
— Se ele quer você para algo, então, se ele não quiser que você o recuse, precisará fazer algo que você queira.
— Como, por exemplo? — retrucou Hermione. — Ele não tem nada que eu queira!
— Ele tem dinheiro, Mione — disse Rony, tranqüilamente. Hermione estremeceu. Rony continuou, inclinando-se para a frente.
— E se ele abrir mão do suficiente para ela pagar suas dívidas e se mudar para a Espanha?
A respiração de Hermione pareceu se apertar no peito. Tanto quanto a de sua mãe, a cada dia. Ouviu instantaneamente a sua tosse seca e asmática, viu-a parar junto ao tanque, respirando lenta e dolorosamente, o corpo frágil dobrado.
— Não posso — disse —, não posso pegar esse dinheiro!
— Pense bem — disse Rony. — Não será para você mesma, mas para sua mãe. Ele está em dívida com ela, você sempre disse isto! Ela a criou sozinha sem nada dele, exceto insultos e abuso! Ele vive no cúmulo do luxo, tem centenas de milhões, e a sua neta mora em um conjunto habitacional. Faça-o por ela, Mione.
Isso, afinal, a convencera. Apesar de cada fibra de seu ser nunca ter querido nada com o homem que tratara sua mãe tão terrivelmente, no momento em que Rony dissera "Espanha", uma visão tão maravilhosa se abriu em sua mente que ela soube que não poderia recusar. Poderia conseguir que seu avô comprasse para sua mãe um pequeno apartamento em algum lugar quente e seco o ano todo...
Fora por isso que Hermione agora estava de pé no terraço do palacete de seu avô em Atenas.
Conseguiria para sua mãe tudo o que lhe era devido.
Sorriu enquanto olhava novamente para o homem impressionante de pé à sua frente. Um pequeno sorriso, rígido e desafiador — um sorriso de despedida. Então, ele sabia quem ela era, não, Sr. Maravilha? Ele parecia tão elegante, tão rico em seu terno maravilhosamente costurado, com seu cabelo escuro imaculadamente cortado, o brilho de ouro em seu pulso enquanto olhava as horas — sem dúvida, ele devia pertencer ao círculo de seu avô. Um de seus associados, parceiros — não importa como os ricos se chamassem uns aos outros nesse mundo em que o preço da eletricidade era irrelevante e nunca havia limo nas paredes dos banheiros...
Ela pensou com agradecimento sarcástico na odisséia de compras com Luna e Rony naquela loja ultra chique de Londres, cortesia de seu cartão dourado! Pensou que o conjunto de calças extremamente caro que escolhera serviria — e faria com que qualquer um que a visse não pensasse que era uma moça comum de Londres, saída de um conjunto habitacional!
E Luna até fizera seu cabelo e maquiagem naquela manhã, antes de ela partir para o aeroporto, fazendo-a parecer esbelta e rica, combinando com a nova roupa fantástica com a qual viajara.
Obviamente ela não precisava ter se preocupado com isso.
O homem que a fitava com tanto desprezo sabia perfeitamente bem o que ela era — quem era. A pobre e nojenta neta bastarda de Yiorgos Coustakis.
Levantou o queixo. Bem, o que importava? Tinha suas próprias opiniões sobre Coustakis — e elas não eram generosas. Se aquele homem de pé ali do alto de seu nariz forte e reto, a boca apertada com desprezo, achava que ela não se adaptaria a um palacete daqueles, o que lhe importava? Ele que se danasse. Assim como Coustakis não representava nada para ela — nada exceto o preço de alguma modesta reparação para a mulher que tratara como lixo... Seus olhos se endureceram.
Harry viu a expressão mudar, viu o sorriso escarnecedor, o elevar insolente do queixo da mulher. Claro! Ela não se envergonhava de seu negócio! O nojo que sentia por Coustakis manter uma amante dessa idade passou para nojo pela mulher. Tomou consciência do tremor de seu próprio corpo, ocupado em reagir naturalmente quando na presença de uma fêmea atraente.
Então, quando a mulher veio em sua direção, o sorriso em seu rosto foi incapaz de compensar a dureza em seus olhos. Ele retribuiu do mesmo jeito.
Hermione viu a aversão em seus olhos, e subitamente, como uma nuvem passando em frente ao sol, sentiu um arrepio partindo dele. De repente ele não era somente um homem de tirar o fôlego, de parar o trânsito, com a aparência de um milhão de dólares, alto e elegante — era um grande industrial frio e formidável, de olhos duros, de ascendência nobre, olhando para o resto da humanidade como se fossem partículas inferiores...
Bem, então! Ela levantou a cabeça, quase coquetemente, deixando seu cabelo glorioso cair sobre os ombros. Foi tomada por um intenso desejo de irritá-lo.
— Olá — disse, rouca. — Nós ainda não nos conhecemos, não é? Eu me lembro, eu sei — deixou que um raio de apreciação passasse por seus olhos brilhantes. Isso o irritaria ainda mais, ela o sabia instintivamente.
Ela estendera a mão, que estava perfeita — Luna lhe fizera as unhas na noite anterior, colocando um lindo esmalte que combinava com seu cabelo. Harry ignorou a mão. Sentiu repulsa em tocar a pele de alguém que, por dinheiro, acariciara um velho rico, apesar de a metade de seu corpo ter registrado uma excitação renovada ao som de sua voz suave e a fragrância estonteante de seu corpo quando ela se aproximou dele. Ele a dominou sem misericórdia. Além disso, acabara de notar que a mulher era inglesa. Por isso a cor dourada de seus cabelos. Provavelmente, pensou, para uma mulher de sua profissão, aquela cor era excelente em terras onde o cabelo escuro era a norma.
A rejeição do homem a sua mão estendida fez com que Hermione vacilasse. Deixou-a cair. Ainda assim, apesar da rejeição, ela se recusou a ser intimidada. Afinal, se falhara no primeiro teste — ser desprezada por um completo estranho por ser a neta bastarda de Coustakis — estaria destinada a falhar em sua missão. A intimidação era, sabia pelas reminiscências dolorosamente tiradas da expulsão brusca de sua mãe da Grécia há 24 anos, o forte do homem que a convocara até ali como uma empregada. Ela não devia, acima de tudo, ser intimidada por Yiorgos Coustakis, como sua mãe o fora. Deveria resistir a ele — tanto quanto pudesse. As palavras de Rony ecoavam em sua mente — se ele a convocara até ali, era porque queria algo. E isso tornava a sua posição vantajosa. Precisava lembrar-se disso. Devia lembrar-se disso.
Estava em território inimigo. A autoconfiança era tudo. Então, em face do óbvio desprezo neste estranho estonteante, ela se recusava a se acovardar. Em vez disso, deu um pequeno sorriso sarcástico novamente, elevou a cabeça e, dando-lhe um olhar de troça, passou por ele para tomar conhecimento do território. Colocou a mão na balaustrada de pedra, tirando um pouco do peso das pernas. Elas doíam um pouco, provavelmente por tensão mais que por outra coisa, porque ficara sentada quase o dia todo — primeiro no assento da linha aérea luxuosa, depois no carro de luxo dirigido por um motorista. Ainda assim, precisava fazer seus exercícios à noite — logo depois de telefonar para Rony, como combinado.
Sua mente corria, pensando nos dispositivos de segurança que ela e Rony haviam planejado. O homem atrás dela estava totalmente esquecido. Não importava o quanto ele fosse belo — o quanto desprezasse a neta de Coustakis — ele não era importante. Importante era lembrar-se, pela milésima vez, de tudo que ela e Rony fizeram para se assegurar de que seu avô não a enganaria. Deixaram alguma lacuna? Algo a descoberto?
Sabendo que Coustakis não tinha escrúpulos em obter o que queria, ela e Rony planejaram medidas elaboradas para se assegurarem de que Hermione teria uma rota de escape se precisasse. Primeiro, combinaram que ela ligaria todas as noites para Rony do celular que ele lhe emprestara. Se ele não recebesse seu telefonema até as 23 horas, deveria alertar o cônsul inglês em Atenas e dizer que uma cidadã britânica estava sendo mantida em cativeiro. E, se isso não adiantasse, o segundo telefonema seria para um tablóide popular inglês, passando toda a história de como a neta de um dos homens mais ricos da Europa vivia em um conjunto habitacional da cúria. Yiorgos Coustakis podia ser imune à publicidade negativa, mas ela se questionava se seus acionistas seriam tão indiferentes em relação à sujeira que ela poderia levantar se quisesse...
Depois, se seu avô ainda assim não quisesse deixá-la ir, ela deixara o passaporte, 700 euros e seu bilhete de volta em um armário no aeroporto de Atenas — cuja chave estava em sua maleta de maquiagem. Também havia comprado um segundo bilhete sem data fixa para Londres ainda em Heathrow, que não pegara na companhia aérea. Ela o pagara de seu próprio bolso.
Hermione sorriu tristemente enquanto olhava para os jardins espalhafatosos. Apesar de não ter podido comprar a passagem à vista com suas magras economias, tivera uma brilhante idéia e comprara, junto com Rony e Luna, na joalheria da loja de departamentos, um lindo colar de pérolas com o troco das cinco mil libras, depois de comprar o conjunto e os acessórios, e imediatamente o levaram a uma outra joalheria e o venderam, recebendo dinheiro vivo. Com esse dinheiro compraram a passagem, um talão de cheques de viagem, e dividiram o resto em libras, dólares e euros. Isso seria o bastante para assegurar sua partida no momento em que desejasse.
Atrás dela, Harry se enrijeceu. A mulher simplesmente passara por ele como se não fosse ninguém! E aquele sorriso sarcástico e o olhar de troça fizeram uma onda de raiva passar por ele! Nenhuma mulher o tratara assim antes! E com certeza não alguém que se rebaixava a ganhar a vida daquela maneira.
Uma discreta tosse chamou sua atenção. O criado voltara, murmurando educadamente que o Sr. Coustakis o veria naquele momento, se ele o seguisse.
Com um último olhar irritado para a mulher que se debruçava despreocupadamente na balaustrada, ignorando-o totalmente, o cabelo como um pôr-do-sol glorioso em seus ombros, Harry dirigiu-se apressadamente para o interior da casa.
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Continua...

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