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1. CAPÍTULO 1


Fic: A Prometida - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Nick Granger Potter: pode ter certeza... confuzão na certa...

**RE**: realmente esse tipo de casamento... mas em alguns países isso é bem comum, neh... qto ao avô, digamos que vcs naum viram da missa a metade...

Hermione.Potter: nem é tanto por dinheiro... acho q é mais por pode...

Bjus a tdas...
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Hermione ouviu sua mãe tossindo e arfando na cozinha enquanto fazia o café. Seu rosto ficou tenso. A tosse estava piorando. Jane fora asmática a vida inteira, mas nos últimos 18 meses a bronquite que pegara no inverno anterior não desaparecera, e seus pulmões estavam mais fracos do que nunca.
O médico, além de manter Jane medicada, aconselhara que passassem o inverno em um local mais quente e seco. Hermione sorrira com educação, e não se importara em lhe dizer que era o mesmo que pedir que levasse sua mãe para a lua. Elas mal tinham o suficiente para cobrir as despesas básicas, quanto mais para passearem no estrangeiro.
O som da caixa de correio do apartamento do conjunto habitacional no qual vivera toda a sua vida anunciou a chegada da correspondência. Ela correu para pegá-la antes de sua mãe. O correio só trazia contas, e cada uma, mais preocupações.
Hermione olhou para as cartas enquanto as pegava no tapete surrado à porta. Duas contas, alguns anúncios e um envelope grosso com seu nome. Ela franziu o cenho. Que seria? Uma ordem de despejo? Uma cobrança?
Desdobrou o papel que estava dentro. Havia um cabeçalho elegante e um parágrafo digitado: "Cara Senhorita Granger..."
Enquanto lia, seu corpo congelou. Releu a breve carta e com um espasmo de raiva amassou-a e a jogou com toda força contra a porta. Ela ricocheteou e foi parar no tapete.
— Desgraçado!
Ela sentiu as mãos se fecharem com raiva. Depois, respirando controladamente, obrigou-se a abri-las e pegou a carta. Não deixaria que Jane a visse.
Durante o dia inteiro o conteúdo da carta, amassada no fundo de sua bolsa, a queimou, o parágrafo seco se repetindo constantemente em sua cabeça.

Solicitamos que a senhorita compareça a um encontro com o Sr. Coustakis no final da próxima semana. Uma passagem aérea estará à sua disposição em Heathrow na sexta-feira.
Consulte o itinerário anexo para a hora do check-in. A senhorita será esperada no aeroporto de Atenas. Telefone para o número abaixo para acusar o recebimento dessa comunicação até as 17 horas de amanhã.


Estava simplesmente assinado "Em nome do Sr. Coustakis".
Emoções sombrias passaram por Hermione. Sr. Coustakis. Aka Yiorgos Coustakis. Fundador e proprietário das Indústrias Coustakis, que valiam centenas de milhões de libras. Um homem que Hermione odiava com cada átomo de seu ser.
Seu avô.
Não que ele jamais tivesse reconhecido isso. Lembrou-se de outra carta. A que fora escrita diretamente à sua mãe. Breve, também, e direta. Informara a Jane Granger que qualquer tentativa futura de se comunicar com o Sr. Coustakis resultaria em ação legal contra ela. Isso fora há dez anos. Coustakis tornara claro que sua neta não existia para ele.
Agora, do nada, ela era convocada à sua presença. Será que ele realmente pensava que ela simplesmente faria as malas e entraria num vôo para Atenas na próxima sexta-feira? Ele morreria antes que ela aparecesse!
Uma segunda carta chegou no dia seguinte, novamente da filial de Londres. Seu conteúdo era ainda mais direto:

Cara Senhorita Granger:
A senhorita não acusou o recebimento da carta de anteontem. Por favor, faça-o imediatamente.


Hermione também a levou para o trabalho. Jane não poderia vê-la. O pai do homem que amara tão desesperadamente e por tão pouco tempo a fizera sofrer demais.
Hermione sentiu-se mal. Como poderia alguém ter tratado sua gentil e sensível mãe com tanta brutalidade? Mas Yiorgos Coustakis o fizera — e com prazer.
Hermione digitou uma resposta adequada, mantendo-se apenas educada, assim como as cartas que recebera. Não devia nada ao remetente. Nem mesmo educação. Nada além de ódio.

Em relação à sua recente carta, saiba que todas as demais que me forem enviadas serão ignoradas.

Ela a imprimiu e assinou com seu primeiro nome — direto e sem rodeios.
De acordo com as suas raízes.

Harry Potter fazia girar o fino vinho, avaliando-o em seu copo.
— Então, quando minha noiva chegará, Yiorgos? — perguntou a seu anfitrião.
Estava jantando com o avô de sua futura esposa na mansão enorme e exageradamente decorada nos arredores de Atenas, que Coustakis considerava adequada à sua riqueza e posição.
— No final da semana — respondeu ele, ríspido.
Ele não parecia bem de saúde, notou Harry.
— E o casamento?
Seu anfitrião deu uma risada dura.
— Tão ansioso assim? Você nem sabe como ela é!
A boca de Harry se arqueou cinicamente.
— Sua aparência não impedirá o negócio — observou, sardônico.
Yiorgos deu outra risada. Menos dura, dessa vez. Mais obscena.
— Durma com ela no escuro, se for preciso! Eu precisei fazer isso com a avó dela!
Harry sentiu-se enojado. Apesar de ninguém ousar dizê-lo em sua frente, o mundo sabia que Yiorgos Coustakis conquistara sua noiva rica e bem-nascida fazendo a pobre moça ficar tão apaixonada por ele, que concordara em encontrá-lo em seu apartamento. Yiorgos, tão ambicioso quanto sem escrúpulos, assegurou-se de que a informação vazasse para o pai de Marina, que chegou a tempo de impedir que Yiorgos passasse pela penitência de seduzir uma moça feia à luz do dia, mas não de salvar a reputação dela.
— Quem acreditará que ela deixou meu apartamento ainda virgem? — Yiorgos desafiara o pai de Marina, e ganhara sua esposa.
Harry fez sua mente voltar ao presente. Será que estava louco, concordando com isso? Casando-se com uma mulher que nunca vira, somente porque, por acaso, ela tinha um quarto do DNA de Yiorgos Coustakis? Perguntou-se se a moça se sentia do mesmo modo por se casar com um total desconhecido. Depois, deu de ombros mentalmente — no mundo dos extremamente ricos, os casamentos de conveniência eram comuns. Com certeza ela sabia desde criança que estava destinada a ser uma peça nas maquinações de seu avô. Com certeza era uma boneca mimada, sendo sua maior habilidade a de gastar a rodo com roupas, jóias e qualquer outra coisa de que gostasse.
Bem, reconheceu Harry silenciosamente, com certeza teria dinheiro para dar à sua esposa! Quando tivesse assumido as Indústrias Coustakis, sua renda seria dez vezes maior do que já era — ela poderia ter o que quisesse! Gastar a manteria ocupada e feliz.
Fez uma pausa. Com uma esposa, obviamente teria que manter sua vida pessoal mais discreta. Não seria um desses maridos, conhecidos demais nos círculos que freqüentava, que se pavoneavam com suas amantes diante de suas famílias. Apesar disso, não tinha a intenção de alterar a vida particular bem agradável que se permitia, mesmo se tivesse que ser mais discreto depois do casamento.
Ele estava bem consciente de que, como homem rico, poderia ser tão velho quanto Matusalém e feio como o pecado, e mulheres lindas ainda se interessariam por ele, mulheres para as quais a riqueza era o maior afrodisíaco. Claro que mesmo quando eram extremamente pobre, elas sempre foram fáceis de conquistar — outro legado de seu pai conquistador, sem dúvida. Uma das muitas predecessoras de Ginny lhe dissera, enquanto jazia exausta e saciada em sua cama, que se ele algum dia ficasse sem dinheiro poderia fazer fortuna vendendo-se como garoto de programa.
Não era uma boa idéia pensar em sexo naquele momento. Seu corpo lhe lembrava que estava privado da costumeira satisfação.
Assim que pudesse, ele sairia naquela noite e telefonaria para Parvati Patil. Era uma amante extremamente complacente — sempre acolhedora, sempre receptiva a suas necessidades físicas. Mesmo tendo sido substituída há três meses por Ginny Weasley, Harry sabia que ela o receberia calorosamente em seu apartamento caro e discreto, confiante de que ele lhe diria pela manhã que fosse a seu joalheiro favorito e encomendasse algo para lembrar-lhe daquela visita.
Será que a manteria quando se casasse com essa neta desconhecida de Coustakis? Ela tinha outros amantes, ele o sabia, e isso não o perturbava. Ginny também deveria estar nesse momento consolando seu ego enorme e ferido com alguém de sua numerosa corte. Como top model, ela sempre tinha homens girando ao seu redor, mas Harry sabia que bastaria estalar os dedos para que ela viesse correndo aos seus pés — e a outras partes de sua anatomia.
Moveu-se, desconfortável, em seu assento. Precisava de algum alívio físico antes da sua noite de núpcias. A moça Coustakis seria uma virgem, é claro, e fazer amor com ela seria mais um dever, não um prazer, e ele seria tão cuidadoso quanto possível. Ele nunca tomara uma virgem — e precisava ter certeza de não estar frustrado sexualmente em sua noite de núpcias, senão ela é que sofreria com isso, mesmo sendo feia.
O quanto era feia?, Harry se questionava, a mente disparando. Pensava que era realmente feia, pela malícia escancarada na expressão de Yiorgos quando ele comentara grosseiramente sobre dormir com ela no escuro. O velho provavelmente achava engraçado um homem que nunca fora visto sem estar de braços dados com uma mulher bonita se ligar a uma fêmea cuja única atração fosse a posse eventual das Indústrias Coustakis.
Outro pensamento passou por sua mente. Quem era exatamente essa neta desconhecida de Coustakis? Uma das atrações em tomar posse das Indústrias Coustakis era o fato de ele não possuir nenhum descendente contra o qual devesse lutar pelo controle. Seu único filho morrera em um acidente há alguns anos. Marina Coustakis tivera um tipo de ataque, e as más línguas diziam que se tornara permanentemente inválida, só morrendo há poucos anos. Isso significava que Yiorgos não ficara livre para se casar novamente e ter mais herdeiros. Mas então, raciocinava Harry, o filho estava realmente casado quando morreu, e a neta já havia nascido, e talvez isso não fosse tão importante para Yiorgos. A viúva do filho presumivelmente se casara de novo e estava fora de cenário, além de ter criado a neta de Coustakis para ser uma esposa grega dócil, bem-comportada e educada.
Sua docilidade certamente facilitaria tudo para ele. Ele não lhe esfregaria sua vida sexual no rosto, mas obviamente sua mãe lhe teria ensinado que maridos gostavam de passear, e que seu papel era ser uma esposa obediente, uma anfitriã imaculada e uma mãe cuidadosa.
Yiorgos estava agora contando sobre um golpe que dera há alguns anos, gozando da lembrança de ter derrotado um rival, levando-o à falência, e Harry só prestava atenção com um quarto de sua mente. O resto pensava em como seria tornar-se pai.
Esse, ele sabia, era o xis da questão. Yiorgos se aproximava do final de sua vida — queria um herdeiro.
E Harry? Estranhos sentimentos o tomaram. O que sabia sobre paternidade? Seu próprio pai nem sabia de sua existência — engravidara sua mãe e partira com a maré ao entardecer. Poderia até mesmo estar vivo, mas isso nada representava para Harry. Sua mãe quase não o mencionara — trabalhava em um bar, quando o fazia, e seus instintos maternos não eram desenvolvidos. A existência do filho não era importante para ela, e quando ele saiu de casa na adolescência, ela quase não notou. Não viveu o suficiente para vê-lo fazer fortuna. Foi atropelada por um táxi 11 anos atrás, quando ele tinha 22 anos. Ele lhe dera um funeral caro.
Harry ergueu o copo de vinho até seus lábios e bebeu. Era de uma safra rara e cara, ele sabia — aprendera sobre vinhos e outras coisas finas ao longo de sua caminhada. Gostava delas, e uma vez no controle das Indústrias Coustakis, todas estariam ao seu alcance. Não teria tomado lugar no meio dos ricos, como agora, mas dos extremamente ricos. E Coustakis queria que ele engravidasse sua neta e lhe desse um bisneto — bem, ele faria isso.
Não importava a aparência dela.

Hermione ficou de pé à porta do apartamento, fitando a carta aberta. Não era das Indústrias Coustakis, mas de uma das lojas de departamentos de mais prestígio de Londres, informando-lhe que em anexo havia um cartão com um limite imediato de crédito de cinco mil libras e que toda cobrança seria enviada ao escritório particular de Yiorgos Coustakis. Uma segunda carta, das Indústrias Coustakis, instruía-a a usar o cartão para comprar um guarda-roupa adequado para quando se encontrasse com o senhor Coustakis no final da semana seguinte. Terminava dizendo que telefonasse ao escritório de Londres para acusar o recebimento dessas instruções.
Os olhos castanhos de Hermione se apertaram perigosamente. O que este velho desgraçado estava querendo?
O que estava acontecendo? Ela não estava gostando nem um pouco daquilo!
Sua cabeça girava. O que aconteceria se fizesse o que queria, cortasse o cartão no meio e o devolvesse ao avô com a ordem de enfiá-lo onde doía? Será que ele compreenderia? De algum modo, achava que não.
Yiorgos Coustakis queria algo dela. Ele nunca reconhecera sua existência antes. Mas era um homem rico. E homens ricos têm poder. E o usam para conseguir o que querem.
O que Yiorgos Coustakis faria para elas, se quisesse? Jane tinha dívidas — Hermione odiava pensar nelas, mais ainda na razão para essas dívidas, mas elas estavam lá, como uma pedra de moinho em tomo de seus pescoços. Mãe e filha trabalhavam sem parar, pagando-as aos poucos, mas levaria uns cinco anos para que elas conseguissem. Ainda faltava muito.
E a saúde de Jane estava piorando.
A angústia apertou o coração de Hermione. Sua mãe sofrerá demais — tivera uma vida podre. Um pequeno e breve clarão de felicidade aos 20 anos, algumas semanas douradas em sua juventude, e depois tudo fora destruído. Totalmente destruído. Passara os 24 anos seguintes sendo a mãe mais devotada, cuidadosa, amorosa que qualquer filho pudesse querer.
Eu só gostaria de sair daqui, pensou Hermione pela milionésima vez. O prédio no qual viviam precisava de manutenção há muito tempo, apesar de ela entender a relutância da cúria em reformar um imóvel, quando metade de seus moradores começaria a destruí-lo assim que a tinta estivesse seca. O pior eram as terríveis infiltrações no banheiro e na cozinha, o que não ajudava a asma de Jane.
Por um breve momento Hermione pensou na imensa fortuna de Yiorgos Coustakis.
Depois afastou o pensamento.
Ela não teria nada a ver com tal homem. Nada. Não importava o que ele tivesse em mente para ela.
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Continua...

PS: alguém ai sabe como é que eu faço pra por en itálico o texto aqui???

PS2: se alguém souber fazer capas e se candidatar...

Bjus....

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