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12. Abrindo o jogo


Fic: Labirinto


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco Malfoy voava em sua vassoura fazendo movimentos sinuosos. No estádio, os alunos da Sonserina gritavam seu nome. Ele tinha sido responsável pela espetacular vitória sobre a Corvinal na partida anterior. Agora, disputava um jogo decisivo. Quem vencesse, já poderia ser considerado campeão. Em outra parte do estádio, rugia um leão no chapéu esquisito de Luna. A garota estava torcendo pela Grifinória mais uma vez. Os olhos cinzentos de Draco procuraram a figura esguia de Gina. Como um raio, a ruiva passou por ele. Desviou de dois balaços, escapou de um encontrão de Crabbe e marcou um gol. Vibrou com os companheiros de equipe, mas não perdeu a concentração. Estudava o posicionamento dos adversários, acompanhava de perto as jogadas do time. “Ela é maravilhosa até com esse uniforme”, pensou.

Um zunido o trouxe de volta para o jogo. O pomo de ouro surgiu a sua frente. Mergulhou em sua direção. Precisava alcançá-lo antes que Harry percebesse aquele ponto brilhante. Fez uma curva e, de repente, ouviu os gritos da Grifinória. Harry deveria estar por perto. De esguelha, descobriu o rival se aproximando pela esquerda. Subitamente, o pomo virou para a direita. Draco teve a impressão de ter encostado um dedo na superfície dourada. Girou a vassoura ainda à frente de Harry. O pomo iniciava um movimento em “s”. Draco estendeu a mão. Mais alguns centímetros e venceria. Percebendo o desenho descrito pelo pomo, Harry alterou o rumo de sua vassoura. Saiu da direita do adversário, voando por cima dele. Abaixou-se ao máximo em sua Firebolt para criar menos atrito e aumentar a velocidade. Nesse momento, um vulto com cabelos vermelhos cruzou o ar e se chocou com alguém. No mesmo instante, algo zuniu perto de seus ouvidos. Sabia que o vulto era Gina. Teria sido derrubada? Não olhou para trás: o pomo estava virando para o seu lado. Ouviu Draco soltar uma praga. Agora, era sua vez. Deitou-se sobre a vassoura, esticando-se ao máximo e conseguiu prender o pomo entre os dedos.

Os alunos da Grifinória explodiram em vivas. Harry voou baixo, exibindo o pomo. Ria de orelha a orelha. Rony veio em sua direção, exultante. Gina desceu da vassoura, sorrindo. Gotinhas de suor cobriam seu rosto e alguns fios vermelhos escapavam das trancinhas. Ofegava. Dera uma violenta trombada em Goyle antes que ele disparasse um balaço em Harry. Com isso, o rapaz errara a direção e o balaço não atingira o apanhador por pouco. Gina correu para festejar com o time e os colegas de classe. Rony a abraçou e deu um beijo estalado em suas bochechas coradas. Alguém gritou para Harry que Gina o salvara. O rapaz virou-se para ela. Os olhos verdes brilhando de alegria. Gina tirou a língua para o amigo e riu. A intensidade do olhar dele a aturdiu. “Não vou me animar muito. Melhor sair de fininho.” Deixou os braços de Rony e se dirigiu para o vestiário em meio à balbúrdia da Grifinória. No caminho encontrou Draco, que estava com os cabelos desalinhados.

- Parabéns, Gina. Você me desconcentrou nos segundos finais da partida.

- Não foi minha intenção tirar a sua concentração. Só impedi Goyle de acertar o nosso apanhador.

- É. Ele me contou. Mesmo assim, parte dessa vitória é sua. Saiu ilesa do choque?

- Para falar a verdade, não. Tô sentindo uma dor chata no ombro. Mas não é nada que um gole de cerveja amanteigada não cure – sorriu com desdém – Agora, com licença. Preciso de um bom banho. Tem uma festa me esperando.

A chuveirada foi rápida. O time estava entrando no vestiário quando ela deu o arremate final na roupa. Jogou um beijo para Rony. “Você é o melhor goleiro do mundo!”, gritou, divertida. Desviou de Harry sem dizer nada para ele. Estava com a alma leve e não iria estragar sua paz de espírito pensando no rapaz de olhos verdes. Uma boa partida de quadribol fazia milagres.

- Viajando, Gina? – perguntou Draco, que já estava bem vestido, perfumado e com os cabelos platinados secos, caindo charmosamente sobre os olhos.

- Malfoy, você me chamou pelo meu primeiro nome! Já sabe quem sou eu? – ironizou.

- Venha caminhar comigo pelo jardim e você vai descobrir como sou um cara bem informado.

Ela hesitou.

- Tem medo de mim? – perguntou debochado.

- Até parece.

Andaram por um minuto em silêncio. Para Gina, aquela era a melhor noite dos últimos tempos. Ainda se sentia mal por causa de Harry. De vez em quando surgia a sensação de ter sido rejeitada por ele. Mas hoje estava feliz porque fizera uma partida esplêndida e ajudara o time a vencer o campeonato. E não é que tinha conseguido brincar com ele? Devia estar superando aquele romance dele com a Cho. O coração se contraiu. Não. Era muito cedo para isso. Ao seu lado, Draco resmungava tão baixo que era impossível ouvir o que dizia. Às vezes, olhava para ela e fazia uma careta.

- Está lamentando a derrota? Talvez você não saiba, mas a vida é cheia de altos e baixos.

- Não estou preocupado com o jogo. Essa partida faz parte do passado.

- Já? Até que você se recupera rápido. Ela ainda está bem fresca na minha memória. Mas como você esqueceu a derrota assim tão rapidamente acho que é a minha vez de dar os parabéns – brincou com sarcasmo.
Draco lançou um olhar curioso para ela. E sorriu levemente. Gina não compreendeu a atitude, porém percebeu que algo de diferente pairava no ar. “Ele deve estar querendo me pegar numa armadilha”.

– Bom, acho que vou indo. Você não deve estar disposto a me ouvir tagarelando desse jeito.

- Estou disposto a ouvir, sim. Pode falar à vontade – respondeu calmamente, enquanto ambos caminhavam rumo ao lago.

- Posso mesmo? E se eu quiser comentar os lances que foram decisivos para a vitória de hoje? Por exemplo, o momento em que eu virei o placar. Reparou? A Grifinória começou perdendo e ficou atrás até a hora em que eu empatei o jogo. Depois, nós passamos a frente com outro gol meu.

- Você foi realmente muito boa hoje.

Gina encarou Draco por um instante esperando ver um brilho de sarcasmo nos olhos dele. Mas o rapaz tinha uma expressão incomum. Algo que ela não conseguia definir.

- Heróica a sua postura, Malfoy. Estou quase lamentando ter vencido a Sonserina. Que graça tem te derrotar se você nem se abala com isso? Está tão quieto. Sou obrigada a te dar de novo os parabéns.

Ao ouvir o comentário dela, o rapaz chutou uma pedra. Então, virou-se para a garota com ar resoluto.

- Pare de fazer piadas, Gina. Quero te dizer uma coisa realmente importante.

A garota ergueu as sobrancelhas. Encostou-se numa árvore e cruzou os braços, esperando o comunicado. Tinha um ar de desafio no rosto. “É agora que ele vai tentar aprontar alguma para cima de mim”.

- Vá em frente, capitão!

A atitude instigou Draco. Seus olhos brilhavam.

- Está bem. Pode me provocar. É isso que você tem feito o ano inteiro – respondeu encarando a ruiva.

- Correção: não te provoco. Eu só não fico calada quando você está me provocando ou provocando algum dos meus amigos.

- Insisto: você me provoca. Toda hora estou caindo no seu joguinho.

- Que joguinho? Do que você está falando, Malfoy?

- Esse joguinho de sedução.

- É a minha vez de insistir. Do que você está falando?

- Ok. Não adianta ficar enrolando. Gina, eu tentei resistir a você. Tentei. No começo, queria te perturbar com provocações que fariam qualquer menininha se esconder no banheiro para chorar. Eu sei que essas coisas acontecem porque a Pansy me conta das reações de algumas garotas. Mas você não é fácil. É teimosa, durona. Não se curva. Tem sempre uma resposta na ponta da língua para me dar. Tudo que você faz é mais decidido. Dá vontade de te testar, de saber até onde você vai.

Gina tinha um ar intrigado. Ainda não entendia o que Draco queria dizer. O rapaz prosseguiu.

- E você não é mais uma menininha e nem eu sou mais um moleque. Quando eu te conheci, você ficava até tremendo se alguém te provocasse. Não é? Eu lembro bem. Mas agora você está longe da garotinha frágil do passado. Gina, você virou uma mulher. E não qualquer mulher. Você é bonita, atraente, do tipo que mexe com a imaginação. É sério.

Àquela altura, a garota estava vermelha e trêmula, embora tentasse a todo custo conter a agitação. Esses sinais não foram notados por Draco, que continuava falando sem fazer pausas. “Se eu parar agora, não vou conseguir terminar nunca”.

- Não sei exatamente quando comecei a sentir o que eu estou sentindo. Mas assim que me dei conta, fui enumerando todos os pontos contrários a um possível envolvimento com você. Eu tinha consciência do quanto era errado me interessar do jeito que estava me interessando. Mas você continuou se revelando maravilhosa para mim. A mais maravilhosa garota de Hogwarts. Eu não queria acreditar. Dizia o tempo todo para mim “olha as roupas dela”. Não se aborreça, mas suas roupas não são nada sexies. Para falar a verdade, na maioria das vezes, você está usando algo sem-graça, mal feito ou meio masculino. Se fosse com outra garota, nem olharia para ela. Só que com você foi diferente. Foi... – ele parou um instante, completamente em brasas. – Gina, eu demorei em reparar em você. Depois, demorei para aceitar os meus sentimentos por você. Mas agora não quero te deixar escapar. Estou derrotado. Perdi para você. E não estou falando de quadribol. Você me conquistou. Eu... te amo.

Por alguns segundos Gina permaneceu quieta. Arfava, como se tivesse corrido. Estava com os olhos arregalados quando conseguiu balbuciar uma pergunta em tom incrédulo.

- Você, Draco Malfoy, me ama?

Ele balançou a cabeça afirmativamente. Engoliu em seco e soltou um suspiro de alívio.

- Nossa, conseguir admitir isso levou um tempo enorme para mim. Foi um custo enorme. Você não tem idéia de como lutei contra esse sentimento. A razão me dizia que era loucura me interessar por você, dizia que não fazia cabimento te desejar já que a gente não tem nada a ver. Nossas condições sociais são tão diferentes, nossas famílias, nossos valores, enfim tudo é tão oposto que não queria aceitar de jeito nenhum que eu estava apaixonado por você. Consegue compreender a encrenca em que me meti? É encrenca da boa. A sua família é muito inferior à minha. Isso todo mundo vê. Seus pais e seus irmãos não têm classe, bom gosto e nem são humildes a ponto de reconhecerem que seguem um caminho que não vai dar em nada. Gina, não dá para aceitar! O que seu pai ganha naquele departamento do Ministério? Nem prestígio, nem dinheiro. Se ao menos esse trabalho servisse para te dar condições de se arrumar melhor, de freqüentar ambientes mais refinados, tudo bem. Acho que é por culpa disso, dessa falta absurda de dinheiro e planejamento da sua família, dessa desorganização, que você foi prejudicada. Não é sua culpa se você não recebeu a educação que precisava, se não sabe ainda se comportar como uma moça da alta sociedade. Tem muita coisa errada na vida de vocês. Mas não se preocupe. Eu posso ajudar. Por você eu faço qualquer coisa.

Gina estava cada vez mais vermelha. Mal acreditava no que tinha acabado de ouvir.

- Entendeu por que eu disse que fui derrotado? Não estava mais conseguindo lutar contra o que eu sinto. O tempo inteiro eu me dizia que era impossível estar interessado em você. Que não podia ser verdade. E olha só o que aconteceu comigo: fiquei completamente apaixonado. Tão apaixonado que quero te oferecer um lugar na minha família, que vai te adorar a meu pedido. Acredite-me quando digo que eles vão te adorar. Vou dobrar todo mundo por você. Não vai ser algo simples porque eles vão ficar escandalizados com a minha decisão. Minha mãe, então... Já estou até vendo ela falando “Uma Weasley?!”. Mas pode deixar. Eu farei com que eles te aceitem. Juro – disse Draco, já sem fôlego.

Ele se aproximou da garota e segurou uma de suas mãos, beijando a ponta dos dedos com doçura. Estava se esforçando para conter o nervosismo. Avançou mais um passo. O rosto estava muito perto de Gina. E sua voz saiu rouca.

– Gina Weasley, quer ser minha namorada?

A ruiva retirou a mão. Ainda arfava e dessa vez Draco notou a perturbação da garota. “Ela está emocionada como eu”, extasiou-se. Aproximou os lábios para beijar a jovem. Mas ela se afastou um passo dele.

- Antes de responder a sua pergunta, deixa ver se entendi. Eu te “venci” porque o tempo todo foi difícil para você aceitar que gosta de mim. Quer dizer, você sabia que era um erro se apaixonar por mim. E teve de superar um monte de obstáculos, como a minha família, para finalmente decidir que vai me “amar” apesar de todos os problemas. É isso? O “amor” triunfou, então? – perguntou com a voz entrecortada e a respiração agitada.

Draco murmurou um “sim” enquanto tocava nos cabelos vermelhos da garota. Ele tentou puxar Gina para mais perto. Ela se desviou de seus braços. Lançou um olhar para o rapaz que parecia hostil.

- Que triunfo! Deve ter sido mesmo terrível para você, Malfoy, descobrir que ama uma Weasley. Uma pobretona sem roupas bonitas, sem classe, sem modos, teimosa e durona. Ainda bem que para minha i-men-sa sorte você está disposto a desagradar sua família – ironizou.

O rapaz não gostou do tom do comentário, porém não disse nada. Agora se sentia confuso.

- Vou fazer com que minha família te aceite. Não precisa se preocupar com isso.

A garota não resistiu mais. E liberou a emoção que represara até aquele instante.

– O que é que você tem na cabeça? Acha que me ofendendo assim e ofendendo minha família você vai me conquistar?

- Gina, calma, eu não quis...

- Calma? Qual foi seu objetivo em relatar esse horrível “drama” que você passou? Quer que eu me sinta realmente feliz por ter sido “premiada” com o seu pedido de namoro? Você obviamente está pensando que isso é um prêmio para mim. Parem o mundo. Gina Weasley conquistou Draco Malfoy. É isso? Tudo bem. Aqui vai minha resposta: não, obrigada. Não quero ser sua namorada. E com isso te poupo da humilhação que é um rapaz tão fino como você ficar com uma pessoa tão desqualificada como eu.

Pálido, Draco entendeu que o estado de Gina se devia à raiva e não à emoção de ser amada. Estava chocado com a dureza das palavras da garota. O que mais lhe doeu, no entanto, foi a negativa dada com tanta determinação ao seu pedido. Não estava acostumado com a rejeição.

- Por Merlin, posso ter exagerado, mas nem de longe pensei em te ofender. Lamento por ter mexido num ponto sensível.

- Incrível como você se acha muito bom, Malfoy. Você não tocou “num ponto sensível”. Você me ofendeu de verdade. E ofendeu as pessoas que eu amo. Nós não somos uma ralé. Quer saber mais? Como se atreve a criticar o caminho que minha família escolheu? Por acaso, o caminho do seu pai é o certo?

- Se eu me atrapalhei na hora de me explicar, peço desculpas. Não sou bom de discurso. Meu objetivo foi mostrar que estou totalmente rendido. Que por estar tão apaixonado por você algo aconteceu comigo. Gostaria que você reconhecesse meu esforço dos últimos meses. Eu me transformei. Não provoco mais ninguém, nem mesmo o Potter. Estou quase um santo. Hoje, só para você ver como mudei, fiz com que meu time jogasse limpo. Contra a opinião de toda minha equipe, orientei o time a disputar duro, mas sem deslealdade. Por que fiz isso? Por você. Fiz o que o meu coração mandou. Qualquer um da Sonserina deve estar chateado com a derrota. Eu também não queria perder, mas te ver feliz como te vi no final do jogo compensou tudo. Faz tempo que você não se alegra. Já percebi isso. Eu nem sei a razão da sua tristeza. Só sei que te ver feliz naquele momento foi maravilhoso. E eu garanto que se ficar comigo farei de tudo para te dar alegria, felicidade, amor. Eu estou realmente louco por você. Quero ficar do seu lado. Todo dia, toda hora.

Gina ouviu tudo sem dar palpites. Ainda estava atordoada com a ofensa. Draco interpretou o silêncio como um sinal de aceitação.

- E então? Ficou melhor assim? Agora pensa com mais carinho no meu pedido. Não precisa responder hoje.

- Você é arrogante mesmo, Malfoy. Você acha que não fez nada demais. Bom, aí vai minha resposta: não. Continua sendo não. Aliás, nem insista. Você seria o último homem com quem namoraria.

Os olhos de Draco se arregalaram. Estava mais branco do que nunca.

- Posso saber por quê?

- Porque confio mais em uma cobra do que em você.

O rapaz respirou fundo. Exibia um semblante carregado.

- Parabéns. Esse golpe foi bem violento. Você sabe como bater – disse, fazendo força para prosseguir num tom natural.

Afastou-se aturdido. Olhou de um lado para o outro sem saber o que fazer. Então, recobrou a fala.

– Para provar como sou um cavalheiro, atenderei seu pedido e não insistirei mais.

Ainda atordoado pelo desfecho desastroso de sua investida, começou a caminhar em direção ao castelo. Tinha dado alguns passos quando se virou para Gina para dizer numa voz já sufocada pela mágoa e frustração:

- Pena que você me considera tão repulsivo. Eu teria te transformado em rainha. Satisfaria todas suas vontades. Mas parece que isso é impossível. Até a próxima. Espero não ter estragado o resto da noite. Mas acho que ainda dá tempo de você curtir a festa da Grifinória.

Draco abandonou o jardim. Caminhava de cabeça erguida. Gina tremia. A inesperada conversa tinha roubado sua estabilidade, sua segurança. Teve vontade de chorar. “Quem ele pensa que é falando desse jeito da minha família? Da minha mãe? Do meu pai? De mim? Como se fosse um grande sacrifício gostar de mim? Que droga! Eu não sou um lixo!”, lastimou-se. Olhou para suas roupas. Vestia uma calça velha de Rony que sua mãe reformara nas férias. E a camiseta tinha sido de uma prima distante que era dois anos mais velha do que ela. Sempre que a prima trocava o guarda-roupa (algo que sua família tinha condições de proporcionar), mandava peças que não lhe agradavam mais. Não eram, de fato, vestimentas bonitas. “E mesmo me vendo parecida com um saco de batatas ele ainda se declarou”, suspirou. Estava confusa, sem definir se Draco tentara pregar alguma peça ou se tinha sido apenas sincero.










A história está esquentando. A seguir cenas do próximo capítulo: Harry, Rony e Hermione comemorando a vitória. E mais Gina e Draco. E Gina e Harry. E Gina alone... Ai, ai, a vida não está fácil para a ruiva. Sorry.
K.

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