CAPÍTULO MEIO PORN, OU TOTALMENTE, ABSOLUTAMENTE SAFADO E CHEIO DE PALAVRAS FEIAS, ENTÃO QUEM SE OFENDE COM O GÊNERO EU PULE A PARTE M-RATED, QUE TEM ALGUMA COISA DE HISTÓRIA POR AQUI.
Hermione sentiu Snape se levantar no meio da noite e virou-se para ele, sabendo o que era, mas desejando acima de tudo que estivesse errada. Entretanto, a capa escura e pesada que ele acabava de vestir não desmentia seu pior presságio.
- Ele chamou você tão cedo... – murmurou ela pesarosa.
Snape teve um sobressalto ao se virar para ela e encontrá-la acordada.
- Eu não quis acordar você.
- Severo, tenha cuidado.
- Não há por que me preocupar hoje, Hermione – ele abotoou a capa. – O máximo que vai acontecer é ele querer dar uma festinha. Eu o deixei satisfeito com a minha lealdade, e assim volto para ele. Vou contar que a Ordem começou a fazer planos de ataque e coisas que pareçam importantes. Com sorte não vou demorar.
Hermione se levantou e beijou os lábios dele.
- Estou te esperando – sussurrou ela.
Snape suspirou.
- De coração, eu preferia que você dormisse, sua criaturinha irritante, mas já percebei que isso não vai acontecer.
Ela sorriu.
- Que bom. Vai.
Snape assentiu e aparatou do quarto. Hermione se deitou na cama, com o coração apertado em apreensão.
- Meu senhor – Snape desaparatou aos pés de Voldemort.
- Acho que exagerei na encenação do seu castigo, Severo, uma enfermeira de St. Mungus me informou que você passou uma semana lá – a voz de Voldemort vinha cheia de malícia, e Snape soube que tinha de pisar em ovos.
- Tanto melhor, milorde – disse Snape. – Convenceu a todos. Principalmente a sangue-ruim. Ela não largou do meu pé durante todo o tempo que fiquei no hospital.
- É o que ouvi dizer.
- A hora que acordei e a vi ali... Nossa, eu fiquei impressionado com a estupidez dela. Eu tive de encenar um medo de ela sair. Foi ridículo. E aquele médico imbecil, achando que estava mesmo temeroso de deixá-la sair. Eu me senti a criatura mais patética do mundo.
- Assim você diz.
Snape ousou ergueu o olhar.
- Milorde?
- É difícil crer em você... A enfermeira que vigia St. Mungus para mim falou da sua conversa com a sangue-ruim e sobre as aventuras de vocês na cama de hospital.
Snape deu um sorrisinho infame.
- Quase não consegui andar depois daquilo.
Voldemort fitou-o brevemente.
- Você é mesmo muito bom ator para um dos lados. Mas é que você parece tão convincente para ambos que acredito que só você sabe por qual deles você está realmente lutando.
- Minha mente é um livro aberto para o senhor verificar o que quiser a qualquer momento, milorde.
Voldemort fez que não com a cabeça.
- Você é um dos melhores oclumentes e legilimentes que já conheci. E o único, salvo Dumbledore, que não matei, porque você é um mestre de poções habilidoso e sempre me pareceu fiel...
- Existe então, alguma maneira de provar minha lealdade?
- Há várias. Eu poderia mandá-lo matar a sangue-ruim e me trazer a cabeça dela num prato... E que após isso você assumisse sua posição de comensal da morte, sem mais espionar.
- Se milorde acha prudente eu o farei – disse Snape sobriamente. – Já cansei dela mesmo.
Voldemort fitou-o com um semblante curioso e pensativo e duvidoso. Snape se manteve neutro, esperando o outro bruxo entrar em sua mente, mas ele não o fez.
- E o que ficou sabendo?
- Bem, a sangue-ruim não pôde fazer muito durante esta semana em que ficou no hospital, aliás, estava horrível quando acordei. Mas ela me contou que Dumbledore dividirá várias equipes para começar a destruir alguns dos comensais da morte, os que eles sabem que são comensais, ao menos. Ela e Potter estarão na mesma equipe, pelo que ela disse, porque Dumbledore não confia nas habilidades de raciocínio do Potter, praticamente inexistentes. Se bem que ele está duelando melhor. Lupin e McGonagall o estão ensinando. E desconfio que Dumbledore esteja ensinando oclumência para ele, porque está cada vez mais difícil ver a mente dele.
Voldemort ouvia o relato que Snape fazia em tons monótonos. Snape era tão convincente.
- Até onde sei, o trio de ouro da Grifinória mais a menina Weasley não matarão ninguém, embora eu não duvide da capacidade delas, em casos de necesidade. O Potter recebeu a missão de matar Nagini, então espero que ela fique segura se precisar dela, milorde, porque o merdinha do garoto é incapaz de ver os riscos das missões dele; está desesperado para ser útil. É tudo o que sei. Ainda não tenho datas e horários, só sei que não passa do fim do mês. Também acredito que haverá alguma coisa no primeiro dia da primavera, porque Dumbledore é cheia dessas coisas de amor e sei lá que porra mais.
E Voldemort assentiu em silêncio. A mente de Snape tocava uma sirene que gritava mal sinal, mal sinal, mal sinal, mas ele conseguiu se manter calmo.
- Bem, você deve estar cansado de fingir... Capturamos alguns trouxas para você brincar.
Snape deu um sorrisinho mau e seus olhos brilharam com fascínio. Voldemort quase se deixou convencer.
- Será que... aquela... qual é mesmo o nome da vagabunda? Era... Lizzy Adams. Ela está por aqui?
Agora Voldemort de fato sorriu.
- Está sim, e esperando para vê-lo outra vez, seu canalha.
Snape deu um meio sorriso.
- Temos que cumprir as promessas que fazemos às damas, não?
- Dificilmente uma dama.
- Alguém aqui a teve antes de mim?
- Não até onde eu saiba, mas sei que tentaram.
Snape deu um sorrisinho e desdém.
- Essa minha voz as deixa malucas.
Voldemort concedeu outro sorriso.
- O que vai ser primeiro?
- Eu poderia fazer os dois ao mesmo tempo e não me sentiria nada rebaixado – disse Snape com um suspiro, traçando o lábio inferior com o indicador.
- E por que não?
Snape estreitou os olhos.
- Eu já disse que não ia ensinar Malfoy a foder direitinho, porque eu sei que ele é um fracasso, apesar daquele cabelinho loirinho e sedoso.
Voldemort de fato riu.
- É, a gente ouve histórias.
- Nada como as histórias que Narcisa conta às amigas... Eu realmente adoro ouvi-las. Mas creio que vou aos trouxas primeiro. E quero que a menina veja. Ela parece ter algum fetiche por um comensal de verdade.
- Mas é bem o que parece.
Snape fez uma reverência e saiu da sala. Ele caminhou com altivez até a sala os prisioneiros. Sacou a varinha com uma espécie de brilho demoníaco faiscando nos olhos. Entrou na sala. Havia homens e mulheres trouxas vendados, aterrorizados.
Ele sorriu.
- Boa noite. Vocês vão conhecer um pedacinho do inferno agora. Crucio.
Snape saiu da sala deixando todos mortos, e um peso em seu coração que ficava difícil continuar com aquela expressão de ódio e alegria malévola.
Quando saiu da sala, viu a platéia de comensais que havia se formado do lado de fora. Lizzy sorria para ele, com os olhos pesados de luxúria. Ele ofereceu um sorrisinho cafajeste para ela, e fez uma curta reverência em agradecimento aos aplausos dos mais novos e o olhar de inveja dos mais velhos.
- Que maravilhoso espetáculo, Severo – sibilou Voldemort com seu sorriso mais cruel. – Você vai nos dar outro agora?
Snape olhou para Lizzy.
- Estou dependendo a dama em questão.
Lizzy se aproximou dele e a mão dela desceu para seu membro.
- Contanto que você não pare de falar, eu já disse – sussurrou ela.
Alguns comensais assobiaram. Snape deu outro sorrisinho e segurou o braço dela.
- Vamos para a sala de reuniões. Já comentei que eu adoro a mesa de lá?
Ela sorriu. Entraram na sala, além dos dois, mais uns vinte. Voldemort não estava entre eles, mas Snape sabia que ele veria mais cedo ou mais tarde. Snape encostou na mesa.
- Não quero ninguém no meu caminho, e juro que se eu vir alguém se masturbando será o fim desse alguém na Terra, e não quero saber quem é.
Ele se apoiou na mesa e inclinou a cabeça, fitando a sedutora srta. Adams. Teria que ter estômago para dar um show daqueles.
- Dispa-se, srta. Adams.
Ela retirou a varinha da parte interna das vestes e foi como se a cortasse de alto a baixo. As vestes caíram, deixando-a apenas de corpete vermelho e cinta-liga, sem calcinha. Ela pôs as mãos nos quadris. Snape fitou-a e logo se aproximou para desfazer manualmente os laços do corpete dela.
- Você parece uma vadia desse jeito – ele sussurrou no ouvido dela.
- Eu estava te esperando... – gemeu ela, quando ele tocou seu seio.
- Eu notei... – ele tinha uma das mãos entre as pernas dela. – Mas olhe só o estado disso.
Ela gemeu; ele se afastou e voltou a se apoiar na mesa, abrindo a braguilha e libertando seu membro ereto.
- De joelhos – ele disse.
- É enorme...! – ela exclamou.
- Pois é; relaxe a garganta, que você vai engolir tudo.
Ela se ajoelhou; Snape emaranhou uma das mãos nos cabelos dela e tentou se esquecer de onde estava, de quem estava fazendo aquilo para ele, que havia gente assistindo àquilo.
- Está trabalhando muito direitinho... eu vou gozar, e se prepare para engolir tudo... Ah! Porra! Puta merda, menina...
Snape chegou lá e ela fez como ele havia dito. Ele suava. Ela o olhou de baixo.
- Eu posso me levantar, sr. Snape?
Snape inspirou.
- Eu sei o que você está querendo, querida, porque você está pedindo para ser arrombada desde que colocou os olhos em mim...
- Eu posso esperar uns minutos... – sussurrou ela.
Snape arqueou a sobrancelha, com uma expressão assassina.
- O que você está insinuando, sua vadiazinha?
Ela pareceu atordoada.
- Eu... eu apenas... achei que... uns minutos para... ahn... se recompor.
Snape segurou nos cabelos dela e a fez levantar e a virou conta a mesa, deixando-a de costas para ele, e pressionando sua nova ereção contra as nádegas dela.
- Oh... – murmurou ela, surpresa.
- Aha, você não acha que merece ser castigada? – sussurrou ele perigosamente, mordendo o lóbulo da orelha dela.
- Sim... Perdoe-me, meu senhor... Não quis ofendê-lo... Nunca antes tinha conhecido um homem tão...
- Potente? Grande? Violento? Gostoso?
- Oh, SIM! – ela gritou; ele a penetrara fundo, urrando com o contato da umidade dela.
Ele segurou os quadris dela, puxando-a de encontro a seus próprios, num ritmo forte que encheu a sala de um barulho de impacto e um outro melado, fora que a mesa balançava mais que as ondas do mar em tempestade.
- Agora você está me apertando... Você vai gozar tão rápido...?
- Sim... – murmurou ela, entre gemidos.
Ele puxou os cabelos dela e urrou:
- Diga mais alto, que é para mus colegas ouvirem...
- Estou gozando, Snape... você é tão gostoso...!
Ele se despejou no fundo dela e se retirou, fechando a braguilha das calças e recompondo-se, deixando-a em cima da mesa. Ela escorregou e sentou-se no chão, completamente nua, satisfeita, com as pernas tremendo. Ele se abaixou ao lado dela e sussurrou no ouvido dela:
- Você grita e geme como uma cadelinha no cio, sua putinha.
Ela olhou para ele.
- Quando vamos fazer isso de novo? – ela tinha um olhar feroz de excitação e a respiração acelerada. – Isso ou qualquer outra coisa que queira?
Ele deu um meio sorriso.
- Hum... Quando eu voltar aqui... nós podemos arrumar um tempo – disse ele. – Agora está amanhecendo e tenho de voltar à Ordem, então até breve.
Ele olhou com indiferença para os outros comensais embasbacados e saiu dali. Ninguém pelos corredores, e ele presumiu que todos os comensais que estavam na sala eram os que estavam na sede de Voldemort.
Ele aparatou dali, mas não foi para o Largo Grimmauld. Tinha traído a promessa feita a Hermione, mesmo sabendo que era um caso de extrema necessidade, e não conseguiria contar a ela, não conseguiria encará-la até pôr seus pensamentos em ordem.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. CACAU ROSA PEDE PORN, CACAU ROSA GANHA PORN.
ROSY SS, MINHA LINDA, ADORO A SUA INSISTÊNCIA, MAS EU JURO QUE TERIA POSTADO ANTES SE TIVESSE CONSEGUIDO.
EU VOU CONTAR UMA COISINHA PRA VCS, OK?
ESTOU ESCREVENDO MAIS DUAS FICS QUE NÃO POSTEI AINDA, QUE SÃO DE TEMAS QUE TODA AUTORA DE FANFICS SSHG TEM DE ESCREVER: SEVIE VAMPIRO E LEI DE CASAMENTO.
E COMO ESTOU TRABALHANDO NAS DUAS COM AFINCO, POIS É CLARO QUE QUERO ARREBENTAR A BOCA DO BALÃO E NÃO QUERO ESCREVER MAIS UMA FANFIC SOBRE O TEMA, EU ACABO ATRASANDO A BEM OU MAL, QUE JÁ ESTÁ ENCAMINHADA E QUE JÁ SEI O QUE VOU ESCREVER, ENTENDEM?
TENTAREI NON ATRASAR MUITO O PRÓXIMO.
BJOKASSSS
AMO VCS!
|