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7. CAPÍTULO VII


Fic: O Caubói Milionário - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Andréa Pismel da Silva: Vlw... mas naum superestime o Ronald... hehehe...
naum tem como resistir ao Harry, neh... ele é td de bom... hehehe...

Nick Granger Potter: calma, calma... tah ae...

**RE**: tah ae...

Bjus a todas...

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Hermione estremeceu quando adentrou a sala de convenções do hotel e ouviu o burburinho da mul¬tidão agitada. A melodia da música clássica ao vivo revelava a sensação de cultura refinada que permeava o ambiente.
Harry estava em pé atrás dela, observando em volta com in¬teresse. Ela procurou pela mão dele e segurou-a forte.
O salão era elegante e majestoso. Os lustres de teto deixavam o ambiente aconchegante e centenas de pequenas lâmpadas ilumi¬navam o jardim, visível através de imensas janelas por toda a volta. No palco, um palanque laqueado com o tampo de vidro esperava para ser usado por ela. Altos vasos pretos sustentavam buquês de lírios brancos. O chão de vidro era iluminado por uma suave luz roxa, que, quando misturado com gelo seco, dava ao palco uma atmosfera mágica. Para qualquer parte que se olhasse, havia um logotipo da Lindon House colocado com extremo bom gosto.
Minerva se superara dessa vez. Cada detalhe transbordava clas¬se, dinheiro, serenidade.
As pessoas ainda estavam chegando, guardando bolsas e casacos e seguindo ao longo do tapete vermelho para a sala de convenções. Harry soltou a mão de Hermione e abraçou-a pela cintura.
— Hermione...
— O que foi?
— Não podemos ficar aqui em pé para sempre.
— Por que não?
— Ora, vamos. Isso vai ser divertido.
— Se você acha — ela teve uma vontade repentina de fugir, mas sabia que não podia. Charles iria persegui-la e culpá-la, como sempre fizera. Bem, não mais. Ela precisava enfrentar aquilo. Prin¬cipalmente porque seria a última vez.
Novamente estava muito grata pela presença firme de Harry. Ele estava incrivelmente bonito aquela noite. Embora o fraque de Charles estivesse um pouco apertado, Harry parecia muito mais encantador do que seu irmão jamais parecera. Era quase como se ele tivesse nascido para aquela vida. A faixa de cintura roxa com¬binava com o vestido roxo que ela estava usando e eles até pareciam o casal perfeito. Qualquer um que olhasse para Harry o conside¬raria mais um playboy rico.
Ele a conduziu para a chapelaria, e antes de deixar seus per¬tences ali, Hermione pegou da bolsa a lista de tarefas de Minerva e a estendeu para ele.
— De acordo com isso, devemos dar início ao programa em meia hora.
Ele sorriu, mostrando as covinhas.
— Certo.
— Então você e eu nos apresentaremos ao público e iniciaremos a demonstração dos produtos. Acima de tudo, pense na imagem — ela o relembrou.
— E margem de lucro.
— Isso — Hermione respirou fundo e olhou para as expressões sombrias das pessoas na fila da chapelaria. Colocar o plano em ação seria um pouco mais assustador do que ela imaginara. —Você começa.
Ele sorriu e virou-se para o casal atrás deles na fila.
— Muito prazer! — disse ele, apertando com força a mão de cada um de modo excessivamente entusiasmado. — Sou Harry Potter e esta é minha cara-metade. Sou capataz da Fazenda Círculo BO e ela é garçonete no Restaurante Caldeirão Furado. Hoje esta¬mos aqui para prestar um pequeno favor para a avó de minha garota.
— Como vão? — veio a resposta contida.
— Ótimos. Vocês dois me parecem gostar de uma boa carne, estou enganado? — comentou ele, fazendo Hermione sorrir, apesar do nervosismo. — Se algum dia forem a Hidden Valley, têm que dar uma passada pelo Caldeirão Furado. Os hambúrgueres são um pouco gordurosos, mas têm um sabor maravilhoso — Harry não deixou que a expressão confusa deles o assustasse. — Olhem, agora que somos amigos, talvez possamos sentar juntos para o bufe de sobremesas depois da apresentação.
Os estranhos olharam como se preferissem beijar uma cascavel.
E ele continuou assim, conforme a fila da chapelaria andava e depois, já na sala, no meio da multidão. Hermione o seguia, observando-o.
— Ensinei minha pequena aqui a limpar peixe hoje. Tripa para todo lado. Mas ela é uma iniciante, então temos que lhe dar um desconto, certo? Embora engasgando, nossa caminhonete veio rá¬pido até aqui. Bem, sem nenhum gado na caçamba, o veículo logi-camente fica mais ágil... Quando ela herdar a Lindon House da avó, será divertido. Quero comprar um rodeio para nós.
Não demorou muito para que todos os presentes estivessem co¬mentando sobre os dois, e Hermione sentiu-se satisfeita por estar abalando a imagem sagrada da Lindon House.
— Ai, ai, ai! — o sorriso dela esmoreceu quando viu Charles vindo na direção deles, seguido por Ronald.
— O que houve?
— Charles vem vindo. Com Ronald.
— Nesse caso, vamos começar a festa — o sorriso de Harry era tão auto confiante que ela quase se esqueceu do que tinha medo. Havia uma coisa interessante sobre Harry Potter. Quando ele estava a seu lado, a família dela perdia a capacidade de intimidá-la, e Ronald parecia mais uma inconveniência do que algum tipo de ameaça.
Com ombros largos e pescoço atarracado, Ronald parecia um robô comandado por controle remoto. A pele avermelhada fazia com que parecesse constantemente irritado.
Charles foi o primeiro a falar quando eles alcançaram Harry e Hermione:
— Ronald, eu gostaria de apresentá-lo. Este é Harry Potter, o... atual marido de Hermione.
— Atual e único, Charles. Não se esqueça disso. Ei, amigo, como vai? — Harry pegou a mão frouxa de Ronald e apertou-a com toda força.
— Como vai, Potter? — respondeu Ronald formalmente, com expressão de raiva — Charles me falou muito sobre você.
— Coisas boas, espero.
Ronald riu alto.
— Ouvi dizer que você é um vaqueiro — o comentário tinha a intenção de ser humilhante, mas em vez disso, apenas enfatizou o quanto Harry era másculo em comparação a ele.
— Aprendi tudo que sei pelos currais da vida e tenho orgulho disso. Sei castrar animais como ninguém — ele cruzou os braços sobre o peito num gesto que, Hermione percebeu, fez todas as mu¬lheres da sala o olharem.
A ameaça sutil não passou despercebida por Ronald e ele he¬sitou ao aproximar-se de Hermione.
— Olá, Hermione — ele a beijou no rosto. — Fiquei arrasado ao saber que você fugiu e se casou antes que pudéssemos dar uma chance ao nosso amor.
Aproximando-se, ela pegou a mão de Ronald e alisou-a.
— Oh, Ronald... Você sabe que sempre foi homem demais para mim.
Antes que Ronald pudesse analisar o significado daquelas pa¬lavras, as luzes piscaram, sinalizando que a apresentação estava prestes a começar.
— Devemos ir para trás dos bastidores — murmurou Harry, olhando para o relógio. — De acordo com a lista da vovó, está na hora do seu papel de anfitriã.
— Minha nossa! — nervosa, ela girou a aliança no dedo. Estava tudo em ordem para executar o plano. Era um pouco ousado de¬mais, porém com alguma sorte, daria certo.
Na ilha, quando eles tinham deitado na praia, comido peixe assado numa fogueira e articulado o plano, parecera brilhante. Ago¬ra ela não estava tão certa.
— Não decepcione Minerva, Hermione — avisou Charles quando Harry a conduziu para o palco.
— Não decepcionarei — ela o assegurou, falando sério. Permitir que Minerva ditasse seu estilo de vida seria decepcioná-la. O que ela estava prestes a fazer libertaria todo mundo.
Nos bastidores, sob a fraca iluminação de uma única lâmpada, Hermione e Harry rapidamente trocaram as roupas pelas que ele achara no baú, e outras peças que haviam alugado numa loja de fantasias no caminho para o hotel aquela noite. Em poucos minutos estavam vestidos como caubói e vaqueira, esperando o portão se abrir e o toque de alarme de início.
— Como estou? — ela passou as mãos sobre a franja do colete e depois na calça de couro com franjas coloridas de um mau gosto gritante.
— Como uma verdadeira vaqueira do velho oeste. Adorei o cinto. É quase tão grande quanto o meu — Harry elogiou.
— Obrigada. Você também está um perfeito caubói.
— Obrigado — os dentes brancos dele brilharam na escuridão. — Você trocou a música?
Ela assentiu.
— Acha que vamos conseguir fazer o novo discurso?
— Fique tranqüila, pequena. O que não pudermos lembrar, im¬provisamos na hora.
Ela emitiu uma risada baixinha e nervosa.
— Gosto de sua confiança.
— Onde estão os produtos?
— No palco. Em uma mesa pequena. Você logo vai ver.
— Certo, estou pronto.
— Então vamos. Antes que eu perca a coragem.
Hermione apertou o botão do aparelho de CD conectado ao sis¬tema de som da sala e, de repente, o ambiente foi invadido por uma música country que teria enchido os olhos do Paizão de lágri¬mas. Após vários minutos de música alta, ela abaixou o volume e fez um sinal para Harry. Juntos, entraram no palco, pisando con¬fiantes sobre as passarelas de veludo preto, ao som estridente de esporas e chicotes.
Embora ela não esperasse ser recebida com uma grande salva de palmas, o total silêncio da platéia era quase tão ensurdecedor quanto a música tocada alguns momentos antes.
— Olá, pessoal. Sou Hermione Granger Potter. Neta de Minerva Granger. Minerva me pediu para vir aqui esta noite e lhes falar sobre uma nova linha de artigos masculinos que ela de¬senvolveu para... — ela olhou para Harry — homens comuns.
Com a dica, Harry esfregou o peito nu, exceto pelo colete jeans e um lenço no pescoço. Então arremessou longe o palito de dente que segurava no canto da boca.
Ela não podia ver bem toda a platéia, mas se as expressões das poucas pessoas que podia enxergar fossem uma medida, eles esta¬vam alcançando o objetivo com sucesso. Uma explosão de adrena¬lina a assolou, e Hermione continuou representando:
— A nova filosofia da Lindon House é de que os produtos para os cuidados com a pele devem ser acessíveis a todos os homens, mesmo os que não têm dinheiro sobrando para o que poderia ser considerado uma... extravagância, digamos assim. Certo, querido?
O sorriso irreverente de Harry indicou que não poderia opinar sobre cuidados com a pele. Ele piscou para a socialite da primeira fila, e fez uma pequena rotação com a pélvis, despertando um mur¬múrio da platéia.
— Isso mesmo, pequena.
— Pessoal, eu gostaria de lhes apresentar Harry Potter, meu marido. Quando nos conhecemos, não sabíamos nada sobre produtos de beleza para homens. Certo, querido?
— Certo, pequena. Eu não achava que os merecia. Sendo capataz de uma fazenda, achava que os peões nem se dariam conta se eu tivesse as mãos macias ou usasse uma colônia. Quando comecei a usar os produtos da Lindon House, foi incrível como minha auto-estima aumentou. Certo, pequena?
— Certo, querido.
A platéia estava em silêncio, atônita.
Harry pegou um vidro de loção pós-barba da mesa.
— Eles iam chamar essa coisa de Bilionária — ele tirou o rótulo, amassou-o e jogou no chão. — Mas esse nome e um pouco inadequado para um homem simples como eu. Então, decidimos mudar nosso plano e chamá-la de Nada, porque isso desliza tão gostoso, é quase como não usar nada de roupa — ele encheu a mão de loção e passou no peito.
Hermione foi até as cortinas de veludo pretas e aumentou o volume da música.
Entrando no ritmo, ele tirou o lenço, o colete e jogou-os para a multidão, então começou a rasgar os rótulos de vários artigos mas¬culinos, jogando os potes para a platéia.
— E a melhor parte de usar o Nada? — ele girou o chicote. — Conte a eles, pequeninha.
— É o preço! É... — ela fez uma pausa para um efeito dra¬mático —, nada. Isso mesmo, pessoal — Hermione levantou o tom de voz para sobrepor a música alta. — É o nosso presente para o homem que não é nada!
Ele pegou o microfone da mão de Hermione.
— E antes de acabarmos a apresentação de hoje, vamos distri¬buir muitos Nada para todos. Depois disso, vamos entregar a nosso melhor cliente, Ronald Wealey, da loja de departamento Mônaco, o prêmio Obrigado por Nada.
As mulheres da primeira fila começaram a se abanar com o folheto do evento. Os ruídos da multidão começaram a aumentar. Harry sorriu para Hermione.
— Acho que está dando certo. Charles está indo embora — co¬mentou ele.
Ela viu o irmão sair furioso da sala, e teve emoções mistas. Por mais que desejasse desesperadamente libertar-se para viver sua própria vida, não gostava de tê-los colocado naquela situação.
— Não acredito nisso! — exclamou ela.
Ela desviou os olhos de Harry e olhou chocada para a multidão enlouquecida que subia ao palco com braços estendidos para pega¬rem os frascos de Nada. Em algum momento durante a demons¬tração, a platéia tinha relaxado completamente e juntado-se a eles na insanidade.
Dezenas de pessoas estavam sob o brilhante efeito da propagan¬da e adorando aquilo. Uma incrível salva de palmas explodiu em alta escala. Repentinamente, senhoras dignas e seus maridos de camisa engomada estavam em cima do palco, no meio de uma con-fusão, solicitando um vidro de Nada.
Compradores de grandes lojas de departamento apressavam-se em fazer os pedidos, não apenas do Nada, mas de todos os artigos complementares que acompanhavam a coleção. Nunca antes se ou¬vira falar de uma estratégia de vendas tão interessante.
Na manhã seguinte, os jornais proclamariam o grande sucesso do evento da Lindon House.
Deprimida e confusa, Hermione agradeceu ao público pela pre¬sença. Atrás do palco, trocou de roupa e, sem esperar por Harry, saiu correndo para o jardim lateral da sala de convenções.
Harry a seguiu e encontrou-a sentada na beira de uma fonte. Vagarosamente, ele aproximou-se da fonte e se sentou ao lado dela. Sem uma palavra, Hermione inclinou-se sobre ele e aninhou a ca¬beça em seu ombro. Ele entregou-lhe um lenço e a abraçou. Em silêncio, ficaram ouvindo o barulho da água da fonte.
Finalmente ela se afastou e o encarou.
— Por que tudo que toco se transforma em ouro?
Era uma pergunta retórica, mas ele procurou por uma resposta que a satisfaria. Então pensou na sua própria fortuna. Felizmente, ela não tinha idéia da ironia de suas palavras.
— É uma praga — brincou ele, tentando manter o clima leve.
— Engraçadinho — ela suspirou. — Por mais que eu tente, parece que não consigo me livrar do dinheiro. Não tem idéia de quanto isso é frustrante. Você é que tem sorte. Nunca terá que se preocupar com os aborrecimentos que a riqueza causa. Ele estudou a expressão triste de Hermione.
— Você quer mesmo tanto assim se livrar do dinheiro?
— Sim! — respondeu ela, veementemente. — Apenas olhe para aquelas pessoas lá dentro. Todas enlouquecidas por um perfume. Parece que não têm coisas mais importantes na vida para conquistar.
— Não sei. Acho tudo isso um pouco atraente.
— Você percebeu que acabamos de provar que Minerva tem ra¬zão? Ela vai ficar radiante quando descobrir o que fizemos pela imagem dela e também pela margem de lucro. Agora será pior do que antes. Nunca mais serei capaz de ir contra ela.
Harry teve que se controlar para não beijá-la. Ela ainda não estava pronta, lembrou a si mesmo. Estava muito preocupada com problemas passados e presentes para encarar um futuro a dois. Tinha que esperar que as coisas se clareassem para ela. Mas era difícil.
O medo o estava deixando desesperado. O que aconteceria quan¬do ela descobrisse seu segredo? Será que o odiaria? Fugiria, assim como fugira de sua própria família? Aquilo estava ficando compli¬cado demais.
Ele a olhou, memorizando os detalhes daquele lindo rosto que já conhecia de cor. O brilho suave da lua dava a ela uma beleza mística que lhe tirou o fôlego. Com o polegar, ele traçou o contorno do lábio inferior de Hermione. Uma incrível sensação de posse o consumiu, enquanto absorvia a essência da mulher encantadora. No fundo da alma, ele sabia que aquela mulher era sua alma gêmea. Sem ela, seu futuro não teria significado algum. E até que ela descobrisse aquilo por si mesma, ele estava confinado a uma vida de incertezas.
Ela riu contra o polegar dele, tirando-o de seus pensamentos.
— Qual é a graça?
Ela deu de ombros.
— Tudo. Eu realmente achei que o plano daria certo quando você pegou o microfone da minha mão e falou aqueles absurdos. Minerva o mataria, se soubesse.
Eles riram juntos por um longo momento, liberando tensões e aproveitando a companhia um do outro.
O som das portas de vidro da sala de convenções chamou a atenção de Harry e ele olhou por cima do ombro de Hermione. Então levantou os olhos para o céu e suspirou aborrecido.
— Ronald está nos observando.
A risada dela se transformou num lento sorriso:
— Então o que você está esperando, meu marido? Beije-me.
Não precisou pedir duas vezes. Embora aquele beijo fosse só um teatro, ele atirou-se no papel de corpo e alma. Pegando o rosto dela com ambas as mãos, ele a beijou com ardor.
Harry gemeu de prazer quando ela envolveu seu pescoço com os braços. Então ele lhe acariciou o pescoço, deslizou as mãos pelas costas e puxou-a contra seu peito, massageando-lhe os cabelos.
Por um breve momento, ele quase sentiu um pouco de pena de Ronald. Mas os sentimentos de pena logo o abandonaram. Ronald tivera sua chance.
Hermione era sua agora, pensou possessivamente. Não importava que não fosse sua esposa legal. Aquilo era uma simples questão burocrática. Muito em breve, estariam casados de verdade. Mesmo que para isso tivesse que renunciar a sua própria herança e viver o resto de seus dias como um homem pobre.

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Continua...

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