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11. Ataque ao Castelo


Fic: A Ordem de Merlim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Lucius chega aos seus aposentos, derrotado e possesso, e, ainda na ante-sala, chama pela mulher:


– Mulher! Prepare o meu banho, que já comi ao passar pela cozinha – ordenou enquanto arrancava a capa que vestia. – Prepare o meu banho e deite-se. Há muita energia e raiva para descarregar. Tomá-la-ei hoje a noite.

Sem resposta da esposa, seguiu para o dormitório, abrindo a porta com um estrondo:

– Não ouviu o que falei, mulher? – fez, mas logo percebeu que o aposento estava vazio e retornou à ante-sala. Foi quando percebeu que a portinhola que dava para as escadarias da torre estava escancarada.

Subiu até a torre e percebeu que nada havia ali. Estava vazia a varanda. Sem mais, desceu ao pátio e ordenou que fosse feita uma busca em todo o castelo e no vilarejo, mas guardou ameaça:

– SE MINHA MULHER NÃO FOR ENCONTRADA, ESTEJAM AVISADOS: ENCONTRAREI O MALDITO QUE A LEVOU E ARRANCAR-LHE-EI A CABEÇA!

Depois de algumas horas buscando por lady Narcisa em todo vilarejo e fortaleza, pois os soldados não tinham coragem de adentrar a floresta, um deles se apresenta para Lucius trazendo consigo uma camponesa.

– Senhor, essa senhora diz ter visto algo saltando do telhado – fala o soldado arrastando a mulher pelo braço. – Vamos, diga a ele, mulher!
– Eu vi uma criatura enorme – diz a mulher, deslumbrada. – Parecia um leão, mas tinha asas e ele trazia um cavaleiro.
– Um leão com asas – Lucius comenta, pensativo.
– Sim, e o cavaleiro entrou na torre e saiu de lá pouco tempo depois. E então, alguém mais deixou o castelo, carregando o que parecia ser uma trouxa.
– MALDITA! – esbraveja Lucius. – Ela FUGIU com aquele maldito priminho aventureiro desgraçado dela. – Urra Lucius Malfoy de ódio – PREPAREM MEUS HOMENS, IREMOS HOJE MESMO ATACAR HOGWARTS E MATAREMOS TODOS, INCLUSIVE OS DOIS TRAIDORES QUE EU CHAMO DE MULHER E FILHO.

                                                           † – † – †

Cedrico andava pelas muralhas de Hogwarts, o arco estava em sua mão e ele observava o horizonte. Viu Sirius pousando em um pátio com seu grifo, mas não prestou atenção.

Dino vendo o jovem comandante sozinho, se aproximou.

– Olá, Diggory – cumprimenta Dino.
– Olá, Thomas – devolve o comandante. – Deseja alguma coisa?
– Acho que você deveria ficar de olho no nosso companheiro Malfoy – Dino responde como quem confidencia algo a alguém.
– O que esta querendo me dizer? – Cedrico pergunta, direto, e exige o mesmo do outro: – Seja direto.
– Eu vi o nosso amiguinho traidor se encontrando as escondidas com alguém – Dino insinua. – Toda noite ele se encontra com alguém.
– Com que você acha que pode ser? Gina? – faz Diggory já meio irritado, pois todos no Castelo conheciam o hábito do casal de se esgueirar durante os turnos de Gina pela propriedade.
– Eles estão noivos, acha mesmo que precisa ser às escondidas? – Dino diz com veneno.
– Qual seu interesse nisso tudo? – Cedrico devolve, rude.
– Apenas não quero que a profecia de lady Luna se concretize, afinal, ele é um traidor – envenena mais ainda Dino. – E tem frequentado muito a enfermaria.
– Com licença, Thomas, esta na minha hora de ir – desconversa o arqueiro. – Depois continuamos essa conversa.

Cedrico deixa seu posto, furioso, em direção a enfermaria de Hogwarts.

                                                    † – † – †

O grifo pousa no pátio e Gina logo vê que Sirius não está sozinho. A guerreira, que está em seu turno, desce rapidamente de uma das torres de vigilância e se aproxima, como quem não quer nada. Não é a única a vir para o pátio. Ronald e Simas, que travavam um duelo de espadas no ginásio também se fizeram presentes ao ouvirem o assobio de Sirius instantes antes de ele pousar.

– Ah! Isso não vai prestar – Ronald fez, resmungando para si mesmo, enquanto Gina corria Castelo adentro.

                                                      † – † – †

Quando Cedrico chegou à enfermaria, Draco estava sentado em uma cama, sem camisa, onde Cho trocava a faixa de seu ombro, ferimento que conseguiu no ataque à fortaleza. Ele lhe agradecia pelos cuidados, apesar das caretas de dor.

– Cho – chama o jovem Lufa-Lufa. – Precisamos conversar. Agora mesmo.
– Comandante Diggory, como vai? – a moça o cumprimenta formalmente.
– Não me venha com gentilezas – responde o comandante. – O que ele faz aqui?
– Eu estou apenas trocando o curativo – intervém Draco. – Fui ferido e preciso evitar que infeccione.
– E precisa visitar tanto assim minha noiva e ficar de conversinha com ela? Acaso não tem a sua própria mulher a cuidar? – explode Cedrico.
– Se acalme, Diggory – Draco diz, levantando-se. Seu tom é sério. – Sir Potter está aqui e precisa descansar.
– Eu o desafio a um duelo – propõe Cedrico. – Até a morte.

Gina estava procurando por Draco, ouve a discussão e adentra a enfermaria.

– Eu vou lhe ensinar a não ficar se encontrando as escondidas com mulher dos outros – ameaça Cedrico, furioso – E não negue, eu vi.
– Eu não estou me encontrando com sua mulher – defende-se Draco. – Eu... eu... eu...
– Ele se encontra comigo todas as noites – intercede Gina. – E o senhor não tem nada haver com isso, estamos noivos.
– Mas... – Cedrico iria replicar.
– Mas nada, Comandante – Draco o interrompe. – Eu e a Capitã Gina nos encontramos, sim, as escondidas, mas é apenas porque não conseguimos nos ver durante o dia. Eu apenas a vejo por uns momentos, não a desonrei em momento algum. Mas meu amor por ela me impede de ficar longe.
– Agora, Comandante Malfoy, é melhor vir comigo até o pátio – Gina apela, encerrando a discussão. – Precisa ver uma coisa

E então eles deixam a enfermaria, rumando para o pátio.

– O que há? – Draco questiona a ruiva.
– Deixarei que veja com seus próprios olhos – respondeu Gina, seu tom de voz grave, no momento em que fizeram a curva para descer as escadarias que davam para o pátio.
– MÃE? – Draco reconheceu e parou de andar ainda a certa distância da mulher loira.
– Draco, meu filho! – Narcisa abriu um sorriso sofrido ao vê-lo.

Largou a trouxa que trazia no chão e levou as mãos à boca, os olhos cheios de lágrimas. Então correu para os braços do guerreiro, jogando os próprios braços em torno dele, que parecia sem ação. Quando a mulher se afastou, levou alguns instantes para que ele, enfim, demonstrasse alguma reação.

– QUE RAIOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? – Draco fez. – E... COM SIRIUS?

Desconcertado, Sirius ergueu a mão, abriu a boca para falar algo, mas fechou-a, desistindo. Levou, então, a mão que havia erguido à nuca e coçou, como se nada daquilo fosse com ele.

Ron, que se aproximara sorrateiramente do padrinho de Harry, disse, baixinho, para que só ele ouvisse:

– Se Harry não estivesse em cima de uma cama ainda se recuperando, você seria um homem morto.

Sirius fez uma careta de deboche para o ruivo, que arqueou as sobrancelhas, como se isso ratificasse o aviso.

– Não está feliz por me ver? – Narcisa disse, olhando com carinho para o filho. – Faz tantos meses...
– Decerto estou! Mas... Você tem noção do que isso significa? – fez o loiro, exasperado. – AH, DIABOS! – esbravejou e subiu as escadarias de pedra, Gina em seu encalço. Pisando forte e a passadas largas, ele iniciou o seu desabafo: – Eu quero estar bem longe quando Potter ou Granger descobrir.
– Ah, eu também – Gina disse, fazendo uma careta. – Vai haver mortes quando Hermione descobrir, e Harry ficará inteiro tão rápido quanto o bater de asas de um beija-flor. – Gina parou de andar ao ver que o rapaz subia as escadas para uma torre. – Aonde vai?
– Ver meu padrinho – foi tudo o que Draco disse antes de sumir na primeira curva.

Antes mesmo que Draco alcançasse a metade da escadaria para o primeiro salão da torre, ouviu uma explosão e o grito de Gina:

– ATAQUE SE APROXIMANDO!

Ele voltou alguns degraus e, através de uma janela mínima, percebeu a movimentação pelo Castelo mudar.

Retornou ao pátio às pressas, juntando-se aos demais guerreiros.

                                                           † – † – †

Lucius ordenara que o ataque acontecesse naquela noite mesmo e, sem nem ao menos consultar seu Lorde, lá estava ele, parado no topo da colina de frente para os portões de Hogwarts. Seu pequeno contingente de homens, reunido às pressas, já estava em formação aguardando as ordens para atacar.

– Atacar – ordena Lucius. – Derrubem esse portão!

E os soldados começam a investir contra o portão de Hogwarts.

                                                       † – † – †

Mais uma batida no portão estava acontecendo quando Gina ordenou aos arqueiros que se posicionasse e disparassem. As flechas derrubaram os homens que tentavam derrubar o portão. Hermione, agora ao seu lado, já havia convocado seu dragão.

– Gina, proteja o Castelo – fala para a ruiva. – Não deixe que nenhum soldado transponha nossas muralhas.
– Certo – concorda a jovem. – Mas o que você pretende, Hermione?
– Irei chamar Tempestade e acabar com isso o mais rápido que puder – a morena diz, séria. – Com Harry acamado, Lance por aqui e nossas tropas dispersas, não posso me dar ao luxo de ficar esperando eles adentrarem o Castelo.
– Onde está Lance? – pergunta Gina.
– Deve estar dormindo – responde Hermione, pegando a flauta. – Pedi a Remus que o encontrasse e o protegesse.

E então o enorme dragão aparece e Hermione salta para seu dorso. Ela monta e sai voando com a espada em punho.

Tempestade cuspia fogo nos guerreiros que tentavam adentrar o Castelo escalando as muralhas. Mas, com as sombras da noite, não era fácil ver todos e, assim, aqueles que conseguiam entrar, tinham a cabeça cortada pelas espadas de Gina ou de algum de seus comandados.

Ronald liderava seus homens por túneis que iam para fora do Castelo. Esses túneis não eram muito usados, mas, naquele momento, pareceram a melhor opção e, assim, as tropas do jovem comandante apareceram de surpresa por trás do pequeno grupo de Lucius e atacou. O tilintar de espadas começou a ser ouvido e a verde grama do castelo passou a se tornar vermelha.

Cedrico agora havia assumido o comando de seus arqueiros e ajudava de cima das muralhas combatendo os arqueiros que lançavam flechas de fogo contra o Castelo.

Hermione continuava combatendo com Tempestade, mas percebia que seria difícil fazê-lo sem que destruísse o castelo, então resolveu desmontar e partir para o ataque. Ela corria por terra e manchava sua espada de sangue a cada homem que aparecia a sua frente.

No momento em uma segunda explosão ocorreu, todos se voltaram para o castelo. O portão havia caído e Lucius avançava a toda pressa. Ele viu Hermione a sua frente e, quando a espada estava em posição de matá-la, o corpo do guerreiro cai sem vida sobre a grama. Um garotinho estava sobre a muralha com os olhos semicerrados e as mãos cerradas em punho. Hermione apenas olhava para a quantidade de mortos que havia ao seu redor. Ela baixara a espada, não havia mais porque segurá-la. O combate estava acabado.

Continua... 

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Comentários: 4

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Enviado por Amigo Leitor em 20/07/2014

HOHOOOOO! OPS! Lucius morreu. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nota: 5

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Enviado por Amigo Leitor em 20/07/2014

Eu disse que não ia prestar! Pelo menos o ataque deu errado... Morreu alguém? Primeiro momento m*rda já foi. Quero ver o que Voldemort vai fazer com Lucius... Eu arrancava-lhe a cabeça, mas...

Curti a chegada de Sirius com Narcisa, porém. Muito boa. E a forma como o ataque começou também. Parece até cena de filme.  

Nota: 5

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Enviado por Toddynho em 19/07/2014

Que confusão o Sirius causou.. Harry vai matar ele.. kkkkkkkkkkkkkkkk

Lance é poderoso.. medo dele!!!!! 

Nota: 5

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Enviado por Ingrid D. em 16/07/2014

Sirius acabou causando a maior confusão até agora. E aposto que os leitores vão se deliciar com isso... 

Nota: 5

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