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8. Um dia no castelo


Fic: A Ordem de Merlim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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– Não se dorme mais nesse Castelo? – Sirius fez ao adentrar a sala de refeições, onde alguns guerreiros estavam presentes.
– Creia, Sirius, quem menos dorme sou eu – Hermione brinca. – Nos últimos dois dias não devo ter dormido o suficiente para uma noite.
– Ela não dorme e não deixa ninguém dormir – Harry diz, tomando um assento de frente para a morena com um prato cheio de comida em mãos. Ronald Weasley chegou alguns instantes depois, também já pronto para comer.
– Buscando comida na cozinha de novo? – fez Hermione para os dois.
– Aprendeu com o melhor – Sirius se gabou.
– Se eu for esperar servirem, morro de inanição – Harry retrucou, dando de ombros, já pegando uma coxa do pernil com as mãos e dando uma boa mordida. – Sem pimenta – observou, dando um sorriso amarelo para Hermione, que retribuiu da mesma forma. – Quando quer encontrar o menino para entregar-lhe a espada? Com o ataque logo ao amanhecer seus planos desceram pelo bueiro e ainda deram tchau.
– O ataque não deveria ter desestruturado as coisas aqui no Castelo – Hermione disse, seu tom severo. – A falha foi minha e eu reconheço. Não deveria ter deixado o Castelo novamente, mas o número de harpias no ataque era maior do que no episódio de Easting e eu tive que tomar minhas providências quanto a isso.
– Não se preocupe, Hermione. O menino passou parte do dia com Gina e o restante comigo – Remus Lupin disse, tomando um lugar à mesa. – Levei o garoto para caçar.
– Ele é bom nisso – Sirius comentou. – Pegou dois pernis.
– Deus o abençoe. Isso está bom demais – Ronald fez, arrancando risos de todos.


A refeição foi servida não muito depois e correu tranquila. Lancelot juntou-se a eles, bem como Gina e Draco Malfoy. Sirius e Remus logo o receberam o garoto na mesa que dividiam com Harry, Hermione e Ronald.


Gina foi a primeira a se retirar, pois estava em meio ao seu turno e não podia se demorar. Levou Lancelot consigo, garantindo a Hermione que o deixaria nos aposentos.


– Está na minha hora também – Hermione se pôs de pé. – Entregamos a espada de Lancelot amanhã – acrescentou para Harry, que assentiu.
– Espero que esteja em seus planos me deixar dormir esta noite – o moreno fez.
– Está nos meus planos dormir, não se preocupe – ela rebateu, ao que Harry ergueu a caneca de cerveja em sua direção, como se brindasse àquilo.


† – † – †


Quando todos aparentemente já haviam se recolhido, Harry deixou o castelo. Vestia-se tradicionalmente, mas adotara uma manta negra. Montou o seu cavalo e disparou fortaleza a fora, rumo à vila.


Seu destino fora a Taverna, onde muitos homens ficavam até altas horas bebendo e falando alto, divertindo-se com as mulheres da vida que por vezes ali apareciam.


– Seja bem-vindo, comandante – um senhor o cumprimentou enquanto esfregava uma das canecas com um pano sujo.


Não foi o único a notar a entrada do guerreiro de Excalibur, que foi cumprimentado diversas vezes, muitos reverenciando-o em sinal de respeito. Harry somente acenava brevemente. Seguiu para o fundo do ambiente, que tinha um odor característico, uma mistura de cevada, vinho em processo de fermentação, peixe fresco e suor.


– Boa noite, Wally – Harry cumprimentou um dos rapazes que encabeçava a última mesa.
– Ora, ora, se não é sir Harry Potter – o homem que respondia pelo nome de Wallace Zoleiman. O homem crescera com Sirius Black. Era um comerciante e, nas horas vagas, também visava recompensas, tal como o padrinho de Harry. – A que devo a honra? – fez uma exagerada reverência ao levantar-se.
– Sem deboche, Zoleiman – Harry pediu. – Preciso de um favor.


Sério, Zoleiman fez um gesto para que os homens que estavam à mesa se retirassem, o que foi prontamente atendido.


– Sou todo ouvidos – Zoleiman tornou a sentar-se e apontou o banco à frente para que Harry fizesse o mesmo.
– Você já ouviu falar em Amis Edgan?
– Não é como se eu conhecesse todas as pessoas nas redondezas, Harry – Zoleiman respondeu.
– Ouviu ou não ouviu? – Harry insistiu, impaciente.
– Falo sério. De nome, não consigo me lembrar. O que sabe sobre ele?

Não era por acaso que todos eram identificados por nome, sobrenome e toda a sua linhagem masculina por ali. A referência era a honra da família, não o simples indivíduo.


– A questão é exatamente esta, sei apenas que o velho morreu no ataque que ocorreu na aldeia, quatro noites atrás. Aparentemente tinha uma filha, que também foi morta, bem como o seu marido.
– Nomes?


“Diabos!”, Harry pensou. “Deveria ter passado mais tempo com o moleque, assim teria essas informações.”


– Ele tem um neto, Lancelot Scath.
– Filho de Byron Scath, filho Caleb, filho de Onrico – Zoleiman especificou.
– Deve ser – Harry fez, dando de ombros. – Mas eu preciso saber mais sobre Edgan.
– E por que se interessa pelo morto? Está morto! – o comerciante fez.
– Eu não posso falar as razões, apenas preciso que me consiga todas as informações sobre o velho Edgan. Tudo o que conseguir.
– A aldeia em que o velho vivia foi massacrada pelo que sei. Presumo que todos aqueles que poderiam fornecer qualquer informação tiveram o mesmo destino que esse tal Edgan.
– Apenas consiga essas informações – Harry insistiu. – Guarde o nome: Amis Edgan.
– Como quiser – Zoleiman assentiu.
– Seja discreto e não deixe que meu nome se envolva – instruiu. Zoleiman acenou em sinal de entendimento. – Encontro-te aqui, daqui a três noites. – Levantou-se e disse, antes de sumir de vista: – Obrigado, Wally.


                                                           † – † – †

– Padrinho – Draco Malfoy adentrar o pequeno aposento onde Severo Snape o aguardava.
– Alguém o viu? – Severo questionou.
– Não – Draco negou. – Mas que problema haveria em eu encontrar o meu padrinho?
– Certo – Severo fez, sem responder ao rapaz. – Sua ruiva tem passado bastante tempo com o garoto...
– Lancelot.
– Sim. Ele fala sobre o avô?
– Hum – Draco hesitou. – Não, não. Gina não me falou nada sobre o avô do menino.
– Potter e Granger?
– Com os ataques também não têm passado muito tempo com o menino. Imagino que Granger pretenda retomar o treinamento ao amanhecer. Ela esteve fora boa parte da manhã hoje. Quanto a Potter, ele esteve forjando uma espada para o garoto ontem, hoje pela manhã já resfriou a lâmina. Deve ajudar Granger. Todos têm ajudado, embora ela seja a mentora do menino.
– Veja o que consegue descobrir sobre o avô.
– Sim, senhor – Draco assentiu e deixou o aposento.


Severo parecia inconformado com as poucas informações que se tinha sobre o menino. Até então, pelo que percebia, tratava-se de um menino como qualquer outro. E se Dumbledore estivesse equivocado e treinando o menino errado? Como diabos ele seria aquele de quem a profecia falava?


Ouviu passos apressados atrás da porta e, curioso, a entreabriu. Potter vestia uma manta, o que significava que estivera fora do Castelo e agora retornava. Granger também havia passado algumas horas fora... Onde estariam indo esses dois?


                                                                 † – † – †


Já era dia quando alcançou a masmorra antiga, que mais parecia uma caverna subterrânea, fracamente iluminada por archotes de chama fria.


Desceu as escadas de pedra em caracol. O ar ali era sufocante, úmido e fétido.


– Severo – Peter Pettigrew cumprimentou, sua voz esganiçada e irritante.
– Verme – Snape retribuiu o cumprimento, impassível, e recebeu um olhar ofendido do outro antes que ele desaparecesse por um corredor comprido.
– O lorde o aguarda – Pettigrew disse ao retornar.


Severo Snape seguiu pelo mesmo corredor, alcançando o aposento sombrio onde o Lorde das Trevas o aguardava, sentado no enorme trono, sua cobra repousando em suas pernas, a cauda passando por trás de seu pescoço. Acarinhava a cabeça da serpente, que sibilava na direção do recém-chegado.


– Meu lorde – Snape cumprimentou.
– Severo – o lorde fez, um sorriso cruel formando-se em seus lábios. – Imagino que tenha algo a me dizer.
– Não há muito, senhor – Snape disse, e seu tom era de quem se desculpa por antecipação. – Granger tem saído do Castelo, pelo que me consta. Esteve fora por um tempo significativo após o ataque que o senhor enviou a Evora. Ninguém sabe dizer onde ela foi – contou. – Durante a noite foi a vez de Potter deixar o Castelo.
– Têm se ausentado sozinhos? – o lorde pareceu interessado na informação.
– É o que parece, senhor – Snape assentiu. – E há uma nova profecia.
– É claro que aquela maldita profetisa lunática não ia manter a língua quieta por muito tempo – esbravejou Voldemort. – O que diabos diz essa nova profecia?
– Não me parece ser um problema para o senhor, meu lorde – Snape observou. – Ela fala sobre um traidor.
– É claro que não é problema para mim... – Voldemort ironizou. – Ela fala sobre um traidor! E QUE INFERNO VOCÊ É, SEVERO? Se por acaso aquele velho BABÃO sonhar que pode ser você, estou certo de que terminará COM A ESPADA DE HARRY POTTER ATRAVESSADA EM SEU PESCOÇO! E eu fico sem as minhas informações.
– Senhor, estou certo de que não fala sobre mim. A profecia prevê a queda de Hogwarts por um traidor que corromperá um bom guerreiro.
– DIGA-ME EM QUE ISSO MELHORA A SITUAÇÃO! O verme do filho de Lucius faria qualquer coisa pelo padrinho... E não é ele que vem bancando o bonzinho PARA LEVAR A ARQUEIRA CABEÇA DE FOGO PARA SEUS LENÇÓIS?
– Senhor...
– VOLTE E DESCUBRA SE HÁ OUTRO TRAIDOR! E cuide para que não seja descoberto – ordenou o Lorde das Trevas. – VÁ!



                                                            † – † – †

Ainda não havia amanhecido quando Harry adentrou o ginário. Hermione já os aguardava.

– Sem armadura? – ele fez.

Hermione trajava uma roupa muito parecida com as que Gina costumava vestir em seus turnos. Calças justas, botas de couro acima do joelho, corpete justo de couro trançado e ombreiras de metal. Calçava luvas de couro sem dedos para proteger os punhos e as palmas das mãos. Do ombro, presa nas ombreiras de metal que muito lembravam a estrutura de uma armadura, partia uma longa capa negra, com direito a capuz. O cabelo estava completamente solto.

– Sou capaz de desviar da espada de uma criança – Hermione garante.
– Não quer dizer que a lâmina não faça estrago – Harry disse.
– Pensei que você fizesse questão de treinar o menino – a morena retrucou. – Por que razão, então, eu deveria vir de armadura?
– Bom dia, lady Granger – Lancelot se fez presente. – Bom dia, sir Potter.
– Bom dia, Lancelot – Hermione cumprimentou. – Hoje será iniciado no treinamento com espadas.
– Sério? – o menino não conseguiu esconder o entusiasmo.
– Sim, garoto – Harry respondeu, mostrando-lhe um pacote comprido com amarras de barbante. – Eu mesmo forjei a sua espada. A primeira.

Harry desenrolou a espada que fizera para o garoto e lhe entregou.

– Cuide bem dela.
– Eu cuidarei – Lance prometeu.
– Muito bem, acho que podemos fazer uma demonstração antes de começarem? – Hermione sugeriu.
– Mas, lady Granger, a senhorita está sem armadura – Lance fez.
– Conte-me, Lancelot, quantas vezes já viu Gina usar armadura, mesmo quando trava duelos de espadas com os rapazes? – Hermione voltou-se para o menino.
– Nenhuma, eu acho – Lance respondeu.
– Pois deixe-me contar por que eu uso armadura quando duelo com sir Potter. – Ela se aproxima do menino e abaixa o tronco, de modo a ficar com o rosto mais ou menos na altura do rosto do menino. – Ele sempre estará pronto para tentar me atingir e não lamentará por isso.

Lance esticou o pescoço e o torceu, de modo a encarar Harry. Lançou-lhe um olhar reprovador que o moreno não entendeu bem.

– Eu defenderei a senhorita – o pequeno garantiu a Hermione, que arqueou uma sobrancelha, um sorriso satisfeito escondendo-se no canto de seus lábios.
– Não se preocupe. Hoje ele não tentará nada – disse, e puxou a própria espada, erguendo-a em direção a Harry.

Ouviu-se o pio alto do falcão de Harry, Orba, que pousa no ombro de seu dono. Ele não vinha por acaso, era o que o pergaminho que trazia seguro em sua pata alertava.


- Receio que não poderemos demonstrar nada hoje, Hermione - Fala Harry - O conselho nos aguarda.



                                                                † – † – †


O conselho de guerra de Hogwarts havia sido convocado. No grande salão estavam reunidos todos os conselheiros, além de Sirius e Remus.


– Não podemos esperar para sempre – fala Harry. – Chegou a hora de atacarmos.
– Organizaremos um ataque à fortaleza de Greyback e retomar aquelas terras – sugere Hermione.
– E como faremos isso? – pergunta Dumbledore.
– Diggory levará seus arqueiros para lá, enquanto Ronald o auxilia em um ataque frontal, e Draco irá com seus homens e atacará por aqui. – Hermione mostra em seu mapa o posicionamento dos homens. – Eu e Harry atacaremos por aqui e invadiremos a fortaleza para matar o Lobo Greyback.
– E o castelo? – pergunta Gina.
– Dino irá retornar – Harry responde. – Já enviei meu falcão, Orba, para avisá-lo do regresso.
– Simas, fique também para auxiliar Gina e Dino a protegerem Hogwarts – instrui Hermione. – E, Mestre Dumbledore, o senhor pode cuidar de Lancelot?
– Será um prazer, Hermione – Dumbledore assente, calmo.
- Eu e Remus iremos também, Lady Granger - Fala Sirius
- Certo, peguem seus grifos e ataquem pelo alto quando Draco invadir por terra. - Fala Harry

E assim, o conselho discutia como se daria o ataque, dali a uma semana.


                                                             † – † – †


– Vejo que finalmente retornaram – fala Voldemort.
– Milorde – Bella cumprimenta com breve reverência. – Nós...
– Nem me fale que fracassaram de novo – faz Voldemort, vendo Rodolfo pálido e ferido, de modo que, para andar, precisava da ajuda de um cajado.
– Eles estavam esperando – Lucius se adianta. – Diggory, de Lufa-Lufa, estava lá.
– Ele é um só – Voldemort diz. – E EU MANDEI HARPIAS COM VOCÊS, MUITAS HARPIAS! COMO VOCÊS OUSAM RETORNAR SEM UMA BOA NOTÍCIA PARA MIM? – esbraveja.
– Senhor, havia muitos arqueiros lá, Diggory não estava sozinho e milorde sabe como eles podem ser mortais – Bella argumenta.
– CALE A BOCA, SUA BRUXA INÚTIL – Voldemort rebate. – EU CANSEI DE DESCULPAS, VOCÊS SÓ DESONRAM A CASA DE SONSERINA. E DESSA VEZ, GRAÇAS A VOSSA INCOMPETENCIA, IRÃO PASSAR A NOITE NAS MASMORRAS. AGORA VÃO, OU MANDO MEU ADORADO BICHINHO LEVÁ-LOS – encerra com um sorriso sádico nos lábios, ao se referir ao monstro que estava escondido no covil.
– Perdão, senhor – implora Bella.
– SAIAM – grita Voldemort.


                                                                  † – † – †


Hermione estava no pátio, junto com Gina, treinando pontaria. As duas guerreiras eram consideradas as melhores daquelas terras devastadas.


Ver uma exibição delas era considerado, por muitos, uma das melhores diversões naqueles tempos.


Ron, Draco, Cedrico, Harry, Lance e Sirius estavam vendo as duas se prepararem.


– Aposto 10 moedas em Hermione – fala Sirius.
– Aposto 50 em Gina – fala Harry com um sorriso de canto.
– Eu aceito, sir Potter – Cedrico diz. – 50 moedas em Hermione.
– Tudo bem, eu coloco 50 em Hermione – fala Sirius.
– Hermione leva hoje – Cedrico sorri.
– Pois eu estou com Harry – é a vez de Draco se colocar. – 50 moedas que minha comandante leva.
– Eu também aposto em Hermione – Ronald se adianta.
– Posso apostar também, sir Potter? – pergunta Lance.
– Quem você acha que irá vencer? – Harry sorri para o garoto.
– As duas ganham – fala o garotinho, dividido entre o afeto que tinha por Gina e o respeito por Hermione.
– Você tem 50 moedas para apostar? – pergunta Harry.
– Não – responde o garotinho, triste.
– Lance, tome aqui – fala Gina, jogando um saco de moedas para ele. Piscou e acrescentou: – Aposte em mim.
– Obrigado, Gina – Lance sorri. – 50 moedas na Gina.


Hermione só observava as apostas. Lançou um olhar enviesado para o garotinho.


– Vamos começar, Gina – Hermione diz, sorrindo de lado.
– Sim – responde a ruiva, confiante.


As duas então se posicionam e preparam suas flechas. Quando puxam os arcos, a flecha de Gina atinge bem o centro do alvo. A de Hermione, porém cai no chão.


E assim, após disparar mais três flechas, Hermione interrompe o pequeno torneio que estavam fazendo.


– Você venceu, Gina – faz Hermione, derrotada, vendo sua flecha novamente cair ao chão. Ela se retira sem nem olhar para trás. Não conseguia entender o que havia acontecido consigo, nunca deixara flechas caírem de suas mãos antes. Foi então que ela olhou para suas mãos. A mão direita estava suja de graxa. Ela parou de súbito e se virou para a pequena multidão que as assistia.
– Seu maldito – faz Hermione, armando o arco e apontando para Harry.
– O que foi, Hermione? – pergunta Harry com sarcasmo.
– Você engraxou meu arco – Hermione retorquiu, furiosa.
– EU? – o moreno fez, cínico.
– Oras, quem mais teria tanta coragem para fazer isso?
– Não sei – Harry novamente se faz de inocente.
– Humpf! – Hermione então se vira para sair. – Senhores, acho que a aposta foi uma furada. – E gargalha ao ver que Harry estava sendo encarado por olhares raivosos de seus colegas.
– Feche os olhos, Lance – fala Gina se preparando para dar uns bons cascudos em Harry pela brincadeira.


                                                              † – † – †


Depois do treino de flechas, o pequeno Lance passeava pelo castelo com Gina.


– Gina, por que lady Granger não gosta de mim? – questiona o menino.
– Lance, Hermione não é como as outras mulheres. Ela não é como sua mãe. Desde muito cedo, teve de se provar uma guerreira poderosa para ficar aqui – explica Gina. – Ela gosta de você, mas não se permite mostrar a ninguém.
– E sir Potter? – pergunta Lance. – Por que eles se odeiam?
– Harry gosta de você – Gina garantiu. – Mas quando o assunto é Hermione, as coisas complicam. Ninguém sabe por que eles se odeiam tanto.
– Eu queria minha mamãe aqui – Lance diz.
– Na falta de sua mãe, sempre que quiser, pode vir me procurar – Gina se compadece. – Eu não serei tão boa quanto ela, mas podemos sempre nos divertir juntos. O que acha? – Bagunça o cabelo do menino.
– Eu adoraria – o pequeno sorri.


Nesse momento, Sirius aparece:


– Ola, capitã – cumprimenta. – Posso roubar o garoto de você um pouquinho? – pergunta.
– Para? – devolve Gina.
– Quero levar ele para um passeio – o maroto responde, sorrindo.
– Tudo bem, Sirius, eu realmente tenho que ir ver como estão as coisas nas torres de vigilância. E, depois, encarar a fera – fala Gina.
– Imagino que ela esteja furiosa hoje – Sirius comenta, se referindo a Hermione.
– Harry aprontou feio dessa vez – Gina faz, séria. – Será uma sorte se ela se acalmar até amanhã.
– Boa sorte, Capitã.
– Obrigada – agradece a ruiva.
– Vamos, Lance? – pergunta Sirius.
– Para onde vamos, senhor? – Lance quis saber.
– Voar em meu grifo.
– Verdade? – Lance faz, empolgado em voar naquela criatura magnífica.
– Sim, vamos.


E os dois então vão para os estábulos, onde Remus os aguardava já com os grifos prontos para voar. Sirius subiu no seu, e colocou o menino à frente. Remus subiu no dele e assim eles alçaram voo.


Lance ficou deslumbrado com aquele voo, vez ou outra, segurava firme o braço de Sirius, mas na maior parte do tempo, o jovem rapazinho se sorria como há muito não fazia.


O voo fora maravilhoso para ele. Tanto que só retornaram quando a noite já havia encoberto o Castelo.


 


Continua...
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N/A Coveiro: Esse capitulo foi escrito em parceira com minha amiga Ingrid D. Quem gostou, comenta.


N/A2 : Gostaria de agradecer aos comentários que temos recebido.


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Comentários: 2

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Enviado por Amigo Leitor em 20/07/2014

Dois faniquitos de Voldemort no mesmo capítulo... São cenas fantásticas, devo dizer. E haja criatividade para não repetir as falas, porque se fosse eu já teria soltado meia dúzia de palavrões em uma só frase. 

Gosto também da implicância entre Harry e Hermione. Eles se superam.


Agora deixa eu continuar lendo que eu sumi por 5 dias e me apareceram 8 capítulos. ‘Té já. 

Nota: 5

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Enviado por Toddynho em 16/07/2014

Adorei o voo do Lance com Sirius e Remus.

Hermione confabulando com Lance foi genial.. tenho dó do Harry no futuro

Voldemort é o melhor, amo as cenas dele.

Vocês estão mandando muito bem com essa fanfic.. eu adorei e espero que continuem. 

Nota: 5

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