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7. Intrigas


Fic: A Ordem de Merlim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Acordou com batidas à porta. Automaticamente seus olhos voltaram-se para a janela. Ainda era noite. Pulou da cama às pressas, já imaginando que o ataque que eles previam estava acontecendo. Vestiu-se rapidamente, colocando a armadura e abriu a porta, dando de cara com Hermione.

Ao vê-lo, o seu rosto tranquilo se transfigurou em uma careta:

– Certo, onde é a batalha e por que eu não fui avisada? – fez.
– Não há batalha? – Harry fez.
– Não – Hermione negou, confusa. Só então Harry observou que a morena usava um pesado vestido de veludo verde escuro, os cabelos soltos ondulando até a cintura, as delicadas mãos enfeitadas com joias que pareciam escolhidas para combinar com a tiara fina que usava, coroando-lhe a cabeça. O vestido tinha mangas compridas, mas o decote, somado ao corpete muito justo, evidenciava os seios e o colo da morena. Ele não soube se admirava a visão ou se lidava com a raiva crescente que o acometera por ter sido tirado da cama. – Eu não achei que já estivesse dormindo.
– É claro! Por que eu estaria dormindo NO MEIO DA NOITE, não é? Quem dorme no meio da noite...
– Deixarei o castelo por algumas horas, mas retornarei antes do amanhecer. Dumbledore designou o ginásio para treinarmos o menino. Esteja lá antes de o primeiro raio de sol penetrar o castelo – avisou, o seu tom sério e inabalável, ignorando a explosão do moreno de olhos verdes, e deu-lhe as costas, afastando-se.

                                                                  † – † – †

Faltava mais de um par de horas para amanhecer, quando uma jovem trajando sua armadura deixava o castelo sorrateiramente. Ela ia em direção a floresta, no rosto, um olhar apreensivo, mas um discreto sorriso nos lábios.

Ao chegar à clareira, ela começa a tocar sua flauta e um jovem dragão pousa perto dela.

– Bom dia, Tempestade – Hermione cumprimenta, doce. – Que tal somente darmos um passeio hoje?

Tempestade se aproxima e faz uma reverência, de modo que Hermione consiga montá-la facilmente.

– Obrigada, garota – disse, montando em seu dorso. – A noite está tão bela quanto a de ontem. Espero que não guarde más surpresas – murmurou antes de ganharem os céus.

† – † – †


– Lance – Gina chamou, cutucando o garoto. – Ei, garoto! Vamos – insistiu e o menino abriu os olhos. Ao reconhecê-la, Lance levantou com um sorriso no rosto. – Troque-se. Esperarei lá fora.

Lance acenou em sinal de entendimento e observou a guerreira ruiva deixar o aposento.

Encontrou-a do lado de fora e esperava estar vestido corretamente. Observou as vestes da guerreira. Vestia uma calça justa de camurça e botas de couro. Usava também um blusão marrom amarrado com um cinto de couro na cintura. As mangas curtas do blusão eram também de couro e preenchidas com tachas. Nos punhos, munhequeiras de couro trançado. Nas costas, o cilindro de flechas estava cheio e cruzava com a sua espada. Metade dos cabelos ruivos estava presa em uma longa trança, a outra metade caía em cascata por suas costas.

– Venha, vou lhe mostrar o Castelo com os olhos de uma guerreira – ela prometeu e estendeu a mão para ele.

Correram juntos, desbravando cada canto do Castelo. O pequeno Lancelot ficou encantado com as estátuas de pedra e a arquitetura de Hogwarts.

– O Castelo de Hogwarts é um castelo muito antigo, data desde o século V – Gina contou. – Grandes guerreiros já viveram nessas construções, e morreram protegendo-a.
– Eu também serei um guerreiro de Hogwarts – Lance disse.
– Sim, será. O maior deles – Gina sorriu. – Vamos ao meu lugar preferido agora: a torre dos arqueiros!

Ao chegarem lá, Lance não escondeu seu entusiasmo e encanto.

– Uau! Dá para ver tudo daqui – ele exclamou.
– Sim, e é por isso que é o meu lugar preferido na fortaleza. Daqui eu posso ver tudo, ordenar os ataques e preparar as defesas. E posso também fazer o que eu faço de melhor – Gina fez, disparando uma flecha que parou a muitos metros dali, acertando o centro de um alvo desenhado em uma árvore.

                                                                † – † – †

Harry levantara antes de o dia amanhecer. Mal conseguira pregar os olhos aquela noite.

– Ora, ora – Sirius Black se fez presente. – Alguém andou entortando espadas por aí? – brincou.
– Bom dia, padrinho – Harry fez, cumprimentando-o.
– Para você é quase ‘boa madrugada’ – Sirius provocou. – Não respondeu à minha pergunta. Caiu da cama?
– Agora são duas perguntas – Harry retrucou.
– Acaba de responder a segunda – o padrinho disse. – Com esse humor, só pode ter caído da cama ou ter acordado com Granger.
– Quando coloca nesses termos, não parece tão ruim – o jovem moreno fez uma careta. – Quero dizer, ela é mulher e é bonita. Ela é, não é? Mas ainda é preferível dormir abraçado ao capeta a acordar com ela.

Sirius riu do afilhado.

– Vejo que ela acordou você em algum ponto da noite.
– Você realmente precisa ficar tentando adivinhar as coisas? – Harry bufou. – De todo modo, me ofende por achar que entortei espadas. Trato-as melhor do que trato as mulheres com que me deito.
– Devo dizer, inclusive, que é um hábito estranho de sua parte.
– Sirius! – Harry deu um soco no peito do padrinho. – Quer competir com Hermione para ver quem consegue me tirar do sério mais rápido?

Sirius riu novamente e ergueu as mãos, como se isso o redimisse.

– Quer dizer que eu passo duas semanas longe e quando volto o Castelo está de ponta cabeça?
– Por que diz isso? Malfoy continua se encontrando às escondidas com Gina, Luna continua sinistra como sempre...
– Você e Hermione continuam se engalfinhando...
– Isso também – Harry concorda. – Vê, está tudo exatamente como estava antes de você sair em suas aventuras.
– É claro. Hermione pegou um menino para criar e você está acordado antes do amanhecer. Tudo está em seus devidos lugares! – ironizou.
– Hermione corta a sua cabeça se ouve você dizer que ela pegou o menino para criar – Harry avisou. – Ele é parente dela, membro do clã de Gárgula. Mas Dumbledore já deve ter posto você a par da situação.
– Oh, sim, antes de ele assumir a própria parcela na criação do moleque – Sirius confirmou. – Ele parece ter feito disso um hobby. Salvar crianças em aldeias destruídas e treiná-las para salvar o mundo.
– Na verdade, no meu caso e no de Hermione, ele teve que nos treinar também para não nos matarmos.
– Bem observado – Sirius riu. – O que tem aí?
– Hermione pediu que eu forjasse uma espada para o garoto.
– E você ainda quer que eu acredite que nada está errado neste lugar... – Sirius suspirou. – Tem uma boa lâmina aí. Presumo que tenha iniciado o trabalho ontem.
– Sim, estou resfriando a lâmina. Encontrar-me-ei com Hermione e o garoto no pátio. Vou ajudá-la no treinamento.
– Ora, que maravilha! Quer dizer que você também pegou o menino para criar? Que família mais simpática...
– Sirius...
– Acho que viver nesse Castelo nunca foi tão interessante. Quase me faz desistir de ir caçar as recompensas.
– Você não tem jeito! – Harry balança a cabeça negativamente. – Quantas vezes esteve na cama da mulher de Lucius Malfoy enquanto ele baba o ovo do Lorde dele?
– Cuidado, rapaz – Sirius o repreende em um sussurro. – E se o garoto dela ouve?
– Malfoy está na enfermaria, e aposto que não consegue ouvir o que falamos a tal distância – Harry minimizou. – Presumo que isso confirme que andou se esgueirando por aí com a priminha.
– Você sabe que aquela priminha é um pedaço de mal caminho, meu caro afilhado. A perdição de seu velho – Sirius fez, sorrindo.
– Quero ver como vai receber a recompensa pela própria cabeça – Harry provocou, arrancando gargalhadas do padrinho.

                                                                     † – † – †

– Eu só tenho inúteis me servindo – esbraveja Voldemort. – Eu te dei uma missão simples, Bella, me trazer a cabeça de Regulus Black! E o que você me traz? NADA, absolutamente NADA.
– Não pegamos Regulus, porque Remus e Sirius aparecendo voando em grifos. Draco Malfoy já estava ferido, eu o atingi com uma flecha nas costas – fala Rodolfo sorrindo de canto. – Ele não sobreviverá para ver um novo dia nascer.
– Meu senhor, destruímos o convento de Erabon como pediu – Bella se adianta ao ver que o rosto de Voldemort estava mais sombrio que nunca.
– Eu não ligo para aquele maldito convento – retruca Voldemort. – Eu quero Regulus Black morto, me entenderam?
– Sim, milorde – Bellatrix assente, de cabeça baixa.
– Eu darei a vocês uma chance de se redimirem porque hoje estou generoso – faz o vilão acariciando sua cobra.
– O que desejar milorde – se prontifica Bella.
– Mandei Lucius atacar o vilarejo de Evora – começa Voldemort. – E quero que você vá junto e leve minhas meninas. Tomem o vilarejo e, Rodolfo, fique lá para garantir que não perderemos o território conquistado – ordena o Lorde já dando como certa a conquista de Evora.
– Como desejar, meu senhor – assente Rodolfo.
– Vão logo, seus inúteis – esbraveja Voldemort novamente.
– Sim, milorde – Bella diz, sem pestanejar, e se retira.

                                                             † – † – †

Cedrico estava observando o vale a sua frente, de cima das muralhas que cercavam o vilarejo de Evora. Tudo parecia calmo, exceto por uma nuvem negra que ele avistava ao longe. Observando melhor, ele percebeu se tratarem de tropas das trevas.

– Dê o sinal – ordena Cedrico para seus homens. – Eles chegaram.

E o sino toca. Mulheres e crianças se recolhem para suas casas. Os homens que estavam no vilarejo e sabiam manejar uma espada, correram para vestir seus trajes improvisados de batalha e buscar suas armas. Eles iriam ajudar a defender seu lar.

– Arqueiros, preparem-se – novamente Cedrico se impõe. – Nosso inimigo vem pelos céus – fala, observando. – São HARPIAS – grita.
– Senhor, os homens estão prontos no vilarejo.
– Ótimo, tropa, FORMAÇÃO – fala Cedrico para os arqueiros se posicionarem. Imediatamente, os arqueiros se arrumam sobre as muralhas – PREPARAR... – E os arqueiros preparam os arcos. – APONTAR... – Os arqueiros puxam os arcos com as flechas mirando as harpias que à essa altura já estavam muito próximas. – FOGOOOOOOOOOO! – grita quando elas se tornam seu alvo. Uma chuva de flechas é disparada em direção as harpias. Algumas são atingidas, mas a maioria desvia.

A partir deste momento, Cedrico começa a dar ordens com mais frequência para seus homens dispararem as flechas. Algumas harpias mais atrevidas passavam voando pelo meio das flechas e pegam com suas garras um arqueiro pelos ombros e o eleva nos céus para então arrancar-lhe a cabeça.

Os homens do vilarejo lutavam com suas espadas contra os poucos soldados que estavam com Lucius.

Lucius Malfoy observava de longe suas tropas lutarem com camponeses. O massacre estava acontecendo.

Cedrico, vendo a rápida baixa que estava sofrendo, mandou que seus arqueiros atingissem o maior número de adversários possível. Ele desembainhou a espada e saltou no meio do combate e começou a abater um comensal apos o outro. Lucius, vendo as harpias caírem e seus homens sendo massacrado pelo Comandante Arqueiro, gritou:

– RECUAR – gritou.
– Esta louco – Bella argumenta. – O lorde irá nos matar se perdermos!
– Se ficarmos aqui, todos morremos – fala Lucius. – Eu prefiro recuar e lutar depois, bancar o burro valente e morrer! Não vê que eles nos esperavam?
– Sim, estou vendo, mas eu vou matar o moleque – diz Rodolfo cavalgando para cima de Cedrico.

Quando Rodolfo chegou perto de Cedrico, um arqueiro o acerta no vão da armadura entre o ombro e o braço, de modo que é obrigado a deixar a espada cair e não pode decepar a cabeça do comandante pelas costas. Cedrico se vira neste momento e desfere um golpe contra o cavaleiro, mas Rodolfo é mais rápido e o golpe morre na sua armadura, que apenas ganha nova mossa. No entanto, Cedrico foi mais rápido ainda e lhe acertou um golpe na perna. Com extrema agilidade, ele sacou o arco e atirou novamente em Rodolfo, acertando-lhe o rosto, mas provocando apenas um corte. Rodolfo então recuou, pois o ferimento na perna sangrava muito.

– Recuar – gritou Lucius novamente e o pouco do exército que sobrou e das harpias que ainda estavam vivas obedeceu.

                                                                    † – † – †

Após o combate, Cedrico recebeu de Harry uma mensagem através do fiel falcão dele. Cedrico abriu a mensagem e quando leu, sorriu.

– John, preciso retornar ao Castelo – diz a um subordinado. – Você ficará no comando dos arqueiros em minha ausência. E o comandante Weasley irá enviar alguns homens para ajudá-lo
– Sim, senhor – assente John, o braço direito de Cedrico. E Cedrico então se prepara para partir.

                                                               † – † – †

Chegando ao castelo, Cedrico vai direto para a enfermaria. Iria ver sua amada, pois a reunião do conselho seria apenas no dia seguinte.

Mas quando se aproxima da enfermaria, ele ouve vozes e para para ouvir a conversa.

– Obrigado, lady Chang – agradece Draco. – Você foi muito gentil ontem.
– Não há o que agradecer, Comandante – Cho diz. – Apenas fiz meu trabalho.
– Mesmo assim, obrigado – Draco insiste. – Graças aos seus cuidados, poderei retomar minhas atividades mais cedo que o esperado. Se não fosse por você, eu poderia ter morrido.
– Estou ficando sem graça, senhor.
– Não há porque se envergonhar, estou apenas sendo agradecendo pelo ótimo tratamento que recebi.
– Neste caso, obrigada – Cho torna a agradecer e faz pequena reverência.
– Não há de que – Draco sorri. – Agora, se me dá licença...

Enquanto Draco deixava a enfermaria, Cedrico tinha os olhos semicerrados mirando as costas dele. Em sua cabeça, a fala de Dino e as palavras de Luna. Seria possível mesmo que Draco o apunhalaria pelas costas? Mas naquele momento, ele resolveu deixar aqueles pensamentos de lado e se afastou. Não iria mais ver Cho aquela noite. Estava muito furioso para isso.

                                                                   † – † – †

– Demorou Comandante – diz Gina, encostada ao muro, escondida pelas sombras da noite.
– Estava com saudades, capitã – fala Draco sorrindo.
– Como te sentes? Estás melhor?
– Estou bem sim, lady Cho, apesar da mão pesada e do jeito pouco delicado, cuidou bem da ferida e lady Lilá a ajudou a fechar a ferida quase por completo – responde o guerreiro abraçando sua amada.
– Ainda assim, calma, senhor comandante – Gina ri. – Teremos todo o tempo do mundo, mas eu realmente preciso ir. O turno da noite é meu. Eu apenas o estava esperando para saber como você está.
– Agora que sabes que eu estou bem, gostaria de desfrutar de seus lábios por um momento – faz Draco, galante. – Posso?
– É claro – Gina sorri e o beija.

Findo o beijo, Gina se separou de Draco, despediu-se dele e retornou para seus afazeres com um lindo sorriso nos lábios.

                                                                 † – † – †

Assim que soube do retorno de Cedrico, Harry pôs-se a procurar por Hermione. Temia que os Comensais da Morte insistissem no ataque e talvez fosse o caso de reforçar a segurança no vilarejo de Evora. Quem sabe ela tivesse alguma ideia útil.

– Diabos! A mulher consegue me sumir dentro do Castelo – Harry resmunga. – Só me falta ela ter saído novamente na calada da noite... – Ele para de andar e seu rosto se contorce em sinal de confusão. – Será que tens um amante? – supõe. – Hermione? NAH! – faz cara de desprezo e volta a caminhar apressado.

Ao passar pelo salão onde Dumbledore se recolhia para as refeições, ouviu a voz daquela que procurava:

– Talvez seja o caso de enviarmos mensageiros aos vilarejos para colherem informações – ela dizia. – Se Amis não nasceu no vilarejo de Gárgula, pode ter nascido em qualquer outro vilarejo. Talvez até tenha parentes distantes vivos!
– Hermione, você ouviu o menino...
– Eu sei, senhor, sei que ele disse que eram só ele, os pais e o avô, mas alguém deve ter visto alguma coisa. As histórias correm por essas terras como correm os rios por essas mata – ela insistiu. – Mais do que nunca temos que descobrir quem é a mãe de Amis Edgan! Só assim saberemos quem é esse menino a quem estamos dando abrigo.

Harry, que estivera encostado à porta entreaberta, ouvira o suficiente. Hermione não era o tipo que perdia tempo com questões inúteis. Se ela estava interessada na identidade da mãe de Amis Edgan, havia mais ali. E ele descobriria.

Continua...
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N/A Coveiro: Esse capitulo foi escrito em parceira com minha amiga Ingrid D. Quem gostou, comenta. 

N/A2 : Gostaria de agradecer aos comentários que temos recebido.  

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Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Toddynho em 15/07/2014

Concordo com o amigo leitor, o Voldemort esta demais nessa fanfic.

Hermione e Harry são um show a parte.

Mas eu adoro mesmo o Sirius, o cara tem uma sacada certa pra cada cena. Sensacional.

Quem irá ser o traidor?

Lance passeando com a Gina, foi muito legal mesmo. Adorei o modo como ela trata o garotinho.

Falando em Lance, ele cativa todo mundo. Será que até Hermione irá amolecer? Porque o Harry ja amoleceu com toda certeza. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Amigo Leitor em 14/07/2014

DOIS CAPÍTULOS! Sobre Hermione, só tenho uma coisa a dizer: que criatura fascinante! Exemplo de mulher forte e completa. Bonita - e Harry percebendo isso e tendo as suas dúvidas foi uma sacada fantástica -, inteligente, com uma agilidade mental impressionante... Ela saca tudo de tudo. Sem mais.

Coitado de Harry. Duas noites seguidas. ‘Não tem batalha?‘ me arrancou boas risadas, mas Sirius Black ainda é o campeão! Que dupla é essa? STAND UP COMEDY JÁ!

E essas mulheres se vestem bem demais. Visualizar as roupas delas é de tirar o fôlego.

O que é isso, meu caro amigo Potter, ciúme? HÁÁÁÁÁÁ

Sobre os ataques: perfeitos. Cenas muito bem elaboradas e reais (exceto pelas criaturas mágicas, mas vocês entendem o que quero dizer, certo?)

Sobre Voldemort: COMO NÃO AMAR? O cara mete o rolo compressor e sai derrubando todo mundo. Se bem que Hermione tá no mesmo nível. Gina, segura a cabecinha ruiva no lugar aê, colega, que o bicho tá pegando. E por falar em Gina, ela está dando show na fic. Sensível e forte ao mesmo tempo. F*DA!

Tem mais ou acabou por hoje? Hehe.

No aguardo. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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