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37. Ronda Noturna


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-O que você acha da Sala Precisa? Rony perguntou baixinho enquanto andava pelo corredor do segundo andar com Hermione, checando as salas de aula vazias para terem certeza que não haviam estudantes não autorizados depois da hora de recolher. 


 


-Muitas pessoas sabem sobre ela, ela replicou, entrando na sala de Feitiços e segurando sua varinha sobre sua cabeça como uma tocha, iluminando os espaços escuros. -Incluindo Malfoy.


 


-Um ponto interessante, Rony concedeu. 


 


Ele estava ansioso para começar a Poção da União, mas entendia por que Hermione estava tomando tantas precauções. Se alguém a achasse por acaso antes que tivesse terminada; se eles fizessem-na rápido de mais ou a alterassem de algum modo, poderia ser desastroso. Eles não iriam conseguir outra chance. Os ingredientes necessários para preparar aquela porção em particular eram tão difíceis de conseguir. Eles simplesmente não podiam prepará-la antes de encontrar um local privado para fazê-lo; o problema era que as opções estavam se esgotando. 


 


-O banheiro da Murta-que-Geme? Rony sugeriu a despeito do fato dele já saber o que ela iria dizer. 


 


-Mesmo problema, Hermione respondeu, quando eles já se aproximavam de outra porta e ela perscrutava dentro da sala de aula deserta. -E nós não podemos entrar na Câmara Secreta sem o Harry, ela lembrou-o. 


 


-Isso é ridículo, Rony suspirou, afundando de costas contra a parede, não se importando mais em tentar esconder sua frustração. -Esse castelo é gigantesco. Aqui deve ter toneladas de lugares secretos que ninguém mais pode achar. Exceto a Casa dos Gritos, ele adicionou antes que Hermione pudesse sugerir isso de novo. 


 


Ele já tinha rejeitado aquela sugestão uma vez, alegando que seria muito difícil também. Ele não se incomodou em contar a ela que isso também o deixava apreensivo. Não só porque ela teria que passar por baixo do salgueiro Lutador para conseguir entrar cada vez que quisesse verificar a poção ou adicionar um novo ingrediente, mas porque ela teria que cruzar os jardins tarde da noite para fazê-lo. E se alguém a visse pela janela? E se decidissem segui-la, ou pior, esperá-la? Ela podia ser atacada, ou sequestrada, ou dragada para dentro da Floresta proibida e ninguém seria capaz de perceber que ela estava desaparecida até de manhã. Não tinha meios de ele deixar que isso acontecesse. A Casa dos Gritos estava fora. Ponto. Fim da discussão. É claro que Hermione ainda não tinha percebido exatamente isso ainda. Ela não aceitava prontamente ter suas ideias destruídas e Rony sabia que ela continuaria a argumentar sobre seu ponto de vista se ele não surgisse com uma solução melhor.


 


-Eu nunca pensei em dizer isso.  Ele suspirou enquanto corria os dedos de uma mão pelos próprios cabelos, irritado, mas eu desejaria que Fred e Jorge estivessem aqui. Aposto que eles saberiam dúzias de lugares que poderíamos usar. Eu poderia escrever pra eles, sugeriu, recobrando-se um pouco, - e perguntar. Eu só teria que dizer a eles que nós precisamos de um local privado para uns amassos. Algum lugar que ninguém mais pudesse nos encontrar, porque nós somos monitores e tudo mais. Eles iriam nos provocar um pouco até me deixar bravo, mas eu aposto que eles iriam ajudar. É, ele disse, animando-se além da conta. -Eu aposto que eles iriam adorar isso realmente. Isso é perfeito. Eles iriam corromper dois monitores e os ajudariam a quebrar regras e a conseguir um local escondido para namorar.


 


-Preparar a poção, Hermione corrigiu-o.


 


-Isso também, Rony concordou. -A questão é que seria um local que somente nós saberíamos. Eu escreverei a eles tão logo voltarmos ao salão comunal.


 


-E Harry?


 


-O que tem ele? Rony perguntou, falhando em perceber qual seria possivelmente o problema. -Não é como se ele lesse minhas cartas ou coisa assim, mas eu posso esperar até que ele vá dormir se você tiver preocupada.


 


-Não, não é disso que eu estou falando, Hermione tentando esclarecer. -É só que...ele tem aquele mapa. Se ele olhar pra lá e ver nós dois sozinhos, especialmente num lugar que ele desconhecia, ele ficaria mais que desconfiado. Ele ficaria furioso, Ron. Eu acho que poderíamos contar pra ele.


 


-Sobre a poção? Ele perguntou, baixando a voz a um sussurro rouco. -E sobre a Oclumência dele? Eu pensei que você quisesse esperar até que ele a melhorasse por causa...


 


-Não, sobre nós.


 


-Você viu o modo como ele reagiu quando você me contou o porquê de irmos para a detenção, Rony declarou, olhando para ela como se achasse que ela pudesse estar levemente confusa. -Ele tentou fingir que isso não o incomodou, mas nós vimos o olhar em seu rosto quando ele fez aquele comentário sobre isso ser só para nós dois. Ele não só se sentiu deixado de lado, Rony relembrou-a, -ele ficou bravo com isso, só que direcionou a raiva para Snape em vez de nós.


 


-Se nós não contarmos a ele, ele irá perceber por si mesmo, Hermione argumentou, - e então ele irá ter mesmo mais uma razão para ficar com raiva.


 


-Você pensa que eu não sei disso?


 


-Ele ainda continua desconfiado, Hermione insistiu.


 


-Ele falou algo pra você?


 


-Não, ela respondeu. -Para Gina. Ele esteve questionando-a sobre nós. Por que nós paramos de brigar durante o verão e coisas assim. Ela esteve nos acobertando, mas não é justo colocá-la no meio. E isso não vai funcionar. Ele sabe que alguma coisa está diferente, ele só não percebeu ainda o que é. Isso somente irá tornar as coisas piores. Ele certamente irá perceber isso, eventualmente. Nós temos que contar a ele.


 


-Não temos não, Rony replicou com uma quantidade de convicção surpreendente. -Eu estive pensando sobre isso. Não, espere, disse quando Hermione olhou como fazia quando ia objetar. -Só me escute. Eu realmente acho que isso pode funcionar.


 


-Certo, ela murmurou, cruzando os braços em frente ao peito e olhando ceticamente para ele. -Qual é esse seu plano brilhante?


 


-Bem, Rony começou, desencostando-se da parede e ficando de pé novamente, - Eu tenho certeza que Harry sabe que eu gosto de você. “Ele e todos que dormem no meu dormitório”, ele pensou. -E se ele não sabe, suspeita. Então eu estive pensando, e se eu parar de tentar esconder isso. Você sabe, encarar você e essas coisas, quando estivermos na aula? Como eu fazia antes, mas agora deixando óbvio de propósito. Mesmo se ele não perceber, Simas vai e ele vai trazer à tona, acredite em mim.


 


-E eu supostamente ficarei sentada ali enquanto você me seca e finjo que não percebo? Hermione questionou. 


 


-Você pode perceber, Rony devolveu. -E você não percebeu onde quero chegar.


 


-Que é?


 


-Se Harry não perceber, Simas ou Neville irão. Inferno, você pode perceber se quiser. Só pergunte ao Harry qual é o problema comigo quando eu não estiver por perto.


 


-E você só irá admitir?


 


-Não desse jeito, Rony respondeu. -E não em frente a mais ninguém. Eu irei admitir isso mais tarde quando só estivermos eu e Harry. Eu posso perguntar para ele o que ele acha que eu devo fazer e ele não poderá ficar bravo se nós ficarmos juntos depois disso, porque terá sido ideia dele ou pelo menos ele irá pensar que foi.


 


-E o que acontece quando ele descobrir que não foi isso? Ele irá saber que nós o enganamos de propósito. Ele irá se sentir como se nós o tivéssemos ludibriado e estará certo. Ele terá então uma legitima razão para ficar bravo conosco.


 


-Eu não pensei sobre isso desse modo, Rony admitiu. -Eu só tentei fazer...


 


-Fazer isso mais fácil para ele, Hermione terminou. 


 


-É.


 


-Eu penso que a verdade seria mais fácil, ela respondeu, - Para todos nós. Eu contarei a ele se você quiser. Você não precisa nem mesmo estar lá.


 


-Eu não vou deixar você encarar essa sozinha, Rony retorquiu. -Além do mais, é comigo que ele vai ficar furioso, não com você.


 


-Por que você?


 


-Porque eu sou o homem.


 


-O que isso tem a ver com o caso? Nós dois escondemos isso dele.


 


-Você já me viu explodir com a Gina por causa de um encontro? Rony perguntou. -Não, ele respondeu antes que Hermione tivesse a chance de fazê-lo. -Eu posso criar um pouco de tempestade num copo d’água com ela, eu posso mesmo dizer diretamente que não confio no cara, mas eu não vou gritar com ela por causa disso. Qual é o ponto? Ela irá fazer o que quiser sem levar em consideração o que eu penso. Eu não sou capaz de intimidá-la, mas eu posso ameaçá-los com o inferno.


 


-Você grita comigo, Hermione declarou.


 


-Isso é diferente, Rony informou-a. - E eu continuo dizendo que Krum queria tirar vantagem de você.


 


-Oh pelo amor de Deus, ela suspirou, rolando os olhos para o teto. -Ele foi um perfeito cavalheiro.


 


-Viu, isso só prova o meu ponto de vista, ele retorquiu. -Você não vê isso e nem Gina. Só porque um cara mantêm suas mãos em si mesmo quando outras pessoas estão por perto, não significa que ele não pense em tirar vantagem de você. Só porque ele age como um cavalheiro não quer dizer que ele não queira tomar liberdades se ele conseguir o menor encorajamento.


 


-Você não faz isso.


 


-Sim eu faço, Rony admitiu. -Eu tenho pressionado você. Merlin sabe que eu tento não fazer, mas às vezes eu não consigo me conter. Eu sou um cão no cio assim como qualquer outro garoto nesta escola. A única diferença é que eu sei que minhas intenções são nobres então está ok. Mas só porque eu ainda não empurrei você para dentro de uma dessas salas vazias e ataquei você, não significa que eu não tenho pensado sobre isso A NOITE TODA ou que eu não estive planejando fazer isso assim que nós terminarmos nossa ronda, porque eu estive. Eu ainda estou de fato, ele admitiu sem a menor vergonha, - porque eu sou um estúpido pervertido e Harry sabe disso.


 


-E não importa que eu tenha contado a você o que estive planejando, Rony continuou rapidamente, temendo que Hermione tentasse se intrometer. -Porque eu não estava tentando ser nobre ou prevenir você numa forma indireta de pedir sua permissão. Eu não teria contado a você exceto por querer que você percebesse sobre o que eu estava falando. Nós estivemos sozinhos por mais de uma hora e eu não tentei toca-la nenhuma vez. Não porque nós somos monitores e temos um trabalho a fazer ou qualquer outra besteira, mas porque eu sabia que você não iria deixar. Eu sei que minhas chances serão melhores se eu esperar, então é isso o que eu estive fazendo; esperando o momento certo. Você pode pensar que eu estou agindo como um ‘perfeito cavalheiro’ mas eu não estive e não sou. Nenhum de nós é. Nós somos todos cães no cio. Alguns piores que outros.


 


“Como eu”, Rony pensou, tentado empurrar para baixo a culpa que foi se formando na boca de seu estômago. “Eu apareço exatamente acima, no topo, junto com aqueles repugnantes bastardos Sonserinos. Não só eu não contei a você que iremos essencialmente nos casar se bebermos aquela poção, como eu fui e apanhei aquele talismã do Largo Grimmauld porque eu não quero esperar um mês até você prepará-la. Eu sou desprezível”. 


 


-Se algum outro cara tentar fazer as coisas que eu tenho feito..., ele continuou, - Eu irei acabar com ele. Maldição, eu socaria ele incansavelmente até mesmo por considerar isso. Eu não quero ninguém pensando coisas como esta sobre você ou minha irmã, nem mesmo Harry. Não importa que eu ou minhas intenções sejam boas. Eu continuo sendo um pervertido e Harry sabe disso.


 


-Você está tentando me dizer que eu não devo confiar em você? Hermione perguntou, -Porque eu confio.


 


-Algumas vezes você é muito confiante, Rony replicou. -Só porque você é uma boa pessoa não significa que todo mundo seja.


 


-Você é, ela disse, olhando diretamente nos olhos dele enquanto dava um passo atrás e apanhava a mão dele. 


 


“Não, eu não sou”, ele pensou, deslocando seus olhos para o chão enquanto tentava esmagar a vergonha que nascia em seu corpo.


 


-Você é, Hermione insistiu, colocando seus dedos embaixo do queixo dele e levantando seu rosto até que ele estivesse olhando para ela novamente. -E você não tentou tirar vantagem de mim, ela informou-o. -Nenhuma vez. Você não fez nada que eu não queria que você fizesse. De qualquer modo, você foi aquele que nos parou quando estávamos perdendo o controle.


 


-Eu te amo, Hermione, Rony falou, com uma expressão sombria que imediatamente a deixou ansiosa. -Eu preciso que você saiba disso. As coisas que eu faço... mesmo as coisas que você não gosta. Eu as faço por você... Eu só quero... cuidar de você.


 


-Você cuida, ela respondeu um pouco confusa pela repentina mudança no humor dele. -Você sempre cuidou.


 


-E eu sempre irei, Rony assegurou-a. - Eu gastarei o resto da minha vida cuidando de você se você deixar. Você pode nem sempre gostar do modo como eu faço isso, mas você tem que saber que eu nunca magoaria você intencionalmente.


 


-Isso tudo é sobre o que? Ela perguntou, olhando para ele com crescente preocupação. -Não importa o quanto Harry ficará bravo. Ele não irá pensar isso de você. Ele sabe tão bem quanto eu que você nunca faria nada para me magoar.


 


“Você está errada”, ele pensou miseravelmente. “Caras corretos não ficam em volta, prendendo garotas a eles. Eles não as forçam a se casarem, embora eu esteja mais enganando do que forçando você a isso, não que isso importe realmente. Isso continua sendo de fato, uma coisa desprezível. Isso é imoral e traiçoeiro e eu sei disso, mas eu vou fazer de qualquer modo. Harry irá me matar quando descobrir, se você ou minha mãe não se anteciparem a ele nos socos. Não vai importar por que eu fiz isso. Tudo que irá importar é que eu fiz. Eu irei merecer cada palavra rude e cada uma das dores que ele me infligir”.


 


-Eu só... Eu..., Rony balbuciou. -Eu não quero... que mais ninguém machuque você ...perder você.


 


-Você não vai, Hermione respondeu enquanto jogava seus braços em volta do pescoço dele e puxava-o para um abraço. Ele parecia tão desesperado que aquilo na verdade despedaçava seu coração. Não importava que eles estivessem fazendo as rondas ou que eles estivessem parados no meio do corredor onde qualquer um poderia vê-los. Também não importava que ela não compreendesse o porquê ele estava chateado. Tudo que importava era que ele estava sofrendo e até aquele momento tudo que ela queria fazer era envolvê-lo em seus braços e dissipar aquela dor.

 


-Promete? ele sussurrou, puxando-a para mais perto e enterrando seu rosto nos cabelos cheios dela. 


 


-Eu prometo, Hermione respondeu, ouvindo o ritmo frenético do coração dele batendo contra seu peito. -Eu te amo, ela disse, afastando-se dele só o suficiente para ficar na ponta dos pés e pressionar seus lábios nos dele. Isso foi a única coisa que ela pôde pensar em fazer que poderia fazê-lo se sentir melhor e mostrar a ele o quanto ele significava para ela ao mesmo tempo.


 


Ela teve a intenção de que o beijo fosse gentil e amoroso, mas ele rapidamente se transformou inteiramente. Os lábios de Hermione apenas tocaram os dele quando Rony segurou seu rosto com ambas as mãos e beijou-a tão violentamente que seus joelhos quase se dobraram. Não tinha nada doce ou terno ali. Era quente, profundo e totalmente ardente. Antes mesmo que ela tivesse tempo de registrar o que estava acontecendo, Hermione se encontrou presa na parede pelo corpo de Rony enquanto ele se agarrava a ela. 


 


Não era somente paixão ou luxúria que o abastecia agora, ali estava desespero também. Um pouco do desespero que ela não experimentava desde a noite que ela desaparatara dentro do quarto de Rony e eles trocaram o primeiro beijo. Ela tinha gastado o dia anterior inteiro se convencendo que não o veria nunca mais novamente; que ela nunca teria a chance de contar a ele o quanto ele significava para ela. Uma vez que eles ficaram cara a cara; uma vez que ela jogou seus braços em volta dele, ela temeu que ele sumisse se ela soltasse. O modo como ele a estava beijando agora, como se ele estivesse com medo que ela desaparecesse no instante que ele se afastasse e abrisse os olhos. 


 


Felizmente para Rony, Hermione não tinha intenções de abandoná-lo e ela estava somente feliz consigo mesma de encontrar os beijos famintos dele, mesmo que eles estivessem parados no meio do corredor. Não era mais só sobre o que ele precisava, mas sobre o que ela precisava também. Ela queria devorá-lo completamente ali mesmo onde ele estava e nada nem ninguém iria ficar em seu caminho. Exceto ela mesma. Porque por alguma estranha razão ela continuava imaginando o que eles deviam parecer grunhindo e gemendo enquanto se pressionavam e apalpavam tentando que suas mãos entrassem por baixo das roupas um do outro. Qualquer um que fosse azarado o bastante para topar com eles iria parecer que foi atingido por feitiços atordoantes. E o que foi que finalmente fez isso; a imagem mental de Filch parado ali com a boca aberta em choque, olhando embasbacado um par de monitores tentando despir um ao outro no meio do corredor. 


 


“Eu terei que modificar sua memória”, Hermione pensou um momento antes de começar a rir. 


 


Ela podia ter chutado a si mesma por isso depois de tudo, porque isso pegou Rony desprevenido e ele se afastou para olhar para ela, o que quebrou o encanto que parecia existir sobre eles. 


 


-O que foi? Ele perguntou enquanto olhava para baixo até sua mão esquerda, que tinha terminado de forçar a entrada quando um dos botões centrais da blusa dela se soltou. -Desculpe, ele murmurou seu rosto corando um pouco enquanto ele tentava retira-la depressa.


 


-Se nós pegássemos alguém fazendo o que nós estávamos fazendo, Hermione matraqueou, -eles teriam recebido detenção na mesma hora. 


 


-Bem sim, não tem ninguém mais por aqui não é? Rony perguntou, aliviado em ver que ela estava sorrindo. -E é sorte que você não pode dar detenção a você mesma.. 


 


-Eu posso dar uma a você, ela retorquiu com um sorriso cínico, divertidamente apertando a bunda dele quando percebeu que sua mão direita ainda estava descansando ali. 


 


-Você é a única que ainda me põe pra cima, ele disparou com um de seus encantadores sorrisos tortos. 


 


-Oh bem, Hermione suspirou mordendo seu lábio inferior intencionalmente, porque ela sabia que isso o tentaria. -Eu suponho que é levemente impróprio, não é? Ela perguntou, dando nele outro apertão antes de remover sua mão. -Eu creio que nós teremos que punir um ao outro.


 


-Inferno sangrento, Hermione. Rony grunhiu seus olhos arregalados em surpresa. -Você está tentando me matar de propósito? Espere, ele adicionou enquanto um novo pensamento lhe ocorreu. -Isso não é a minha punição, é? Porque seria cruel demais me provocar desse jeito. Eu não posso só fazer algumas cópias ou algo assim? Ele curvou-se para frente e sussurrou em seu ouvido. -Eu as entregarei a você logo pela manhã, ele prometeu logo antes de colocar seus lábios contra a área sensível no pescoço dela. -Eu não irei agarrar minha namorada durante as rondas, ele sussurrou antes de empurrar os cabelos dela para o lado e descarregar uma trilha de pequenos beijos para baixo no pescoço dela. -Eu não irei agarrar minha namorada durante as rondas.


 


-É isso que eu sou? Hermione perguntou, tremendo quando sentiu sua língua deslizar sobre sua pele sensível. -Sua namorada?


 


-Não, Rony respondeu, afastando-se dela e olhando-a muito sério. -Você é muito mais que isso. Você é meu tudo. A primeira coisa que eu penso quando acordo de manhã. A última coisa que eu penso a noite quando adormeço. A única com que eu quero passar meu tempo. Você é meu coração. E em breve você será minha alma e eu serei a sua. Contanto que você precise de mim, em todo caso.”


 


-Oh Rony, Hermione suspirou antes de lançar a si mesma contra ele e apertar seus lábios nos dele. 


 


-Isso significa que você precisará de mim? ele perguntou, quando eles foram forçados a buscar ar.


 


-É melhor você acreditar nisso, Hermione respondeu logo antes de arremessar-se sobre ele novamente.


 


-E nossa ronda? ele perguntou, embora muito relutantemente. 


 


-Nós terminamos com nossa ronda, ela informou-o, pegando a mão dele e puxando-o em direção a sala de aula mais próxima.


 


-E o primeiro andar?


 


-Ao inferno com ele, ela replicou, empurrando-o para dentro da sala que tiveram suas aulas de Feitiços e fechando a porta com força atrás deles. 


 


-Merlin, eu amo você, Rony grunhiu enquanto observava Hermione pegar sua varinha e imperturbar a porta para que eles não fossem interrompidos. 


 


-Isso é bom, ela falou divertida, empurrando sua varinha de volta para o bolso e então removendo suas vestes. -Eu suponho que temos cerca de 40 minutos mais ou menos antes que Harry comece a se perguntar o que aconteceu conosco. Você acha que pode me mostrar o quanto me ama nesse meio tempo?


 


-Definitivamente, Rony respondeu com um sorriso malicioso enquanto ele arrancava suas próprias vestes fora e lançava-as sobre a carteira mais próxima. -Talvez duas vezes, ele adicionou, removendo sua gravata.


 


-Um pouquinho ambiciosos, não somos? Hermione caçoou ao se apoiar em uma das mesas. -Eu gosto disso. Esse tipo de pensamento deve ser recompensado. Então por que você não vem até aqui, ela falou enquanto acenava para ele com a ponta de seu dedo indicador, -e reivindica seu prêmio?


 


                                ***


 


-Se você não parar de sorrir assim, Hermione advertiu Rony enquanto eles andavam de mãos dadas de volta para a Torre da Griffinória, - Harry irá saber que algo aconteceu. Ninguém aprecia tanto assim as rondas de monitores.


 


-Eu não posso evitar, Rony respondeu quando alcançaram o topo das escadas e começaram a descer o corredor que os levaria até o retrato da Mulher Gorda. -Isso foi brilhante. Eu acho que podemos fazer isso toda quinta à noite. Er... não somente isso, ele emendou, suas orelhas ficando num reluzente tom de vermelho quando ele percebeu que havia sugerido a ela que o que tinha acontecido com eles fora o ponto principal da semana. -Eu quero dizer, foi... er... realmente maravilhoso... brilhante mesmo, mas você... ah... não tem que fazer isso de novo ou qualquer outra coisa se não quiser. Eu acho... eu realmente, realmente, realmente apreciei aquilo, ele continuou sem nexo. A suavizada do século, Weasley. -Obviamente. Mas... uh... bem, você não tem que fazer aquilo de novo... se você achar aquilo nojento ou algo assim. Aw inferno, Rony murmurou, quando Hermione virou a cabeça e então ele não pode ver o seu sorriso. -Eu deveria provavelmente somente dizer obrigado e me calar, certo?


 


-Isso pode ser uma boa ideia, Hermione respondeu com uma risada. -Isso é quase um pensamento agradável. Saber que eu posso transformá-lo num idiota que fala sem coerência.


 


-Cale-se, Rony lamentou, seu rubor ficando ainda mais pronunciado, se isso fosse possível. -Eu não estou falando besteiras. Então... uh... você acha que aquilo foi nojento?


 


Foi a vez de Hermione corar. -Um... não exatamente, ela respondeu, sendo pega de surpresa e incerta sobre como responder. -Não, nojento não é bem o termo que eu usaria.


 


-E qual seria o termo que você usaria?


 


-Eu posso pensar em vários na verdade.


 


-Qual é o primeiro que vem à sua mente?


 


-Interessante, Hermione mentiu. A primeira palavra que surgiu em sua mente foi quente, ela só não estava certa de poder admitir isso. Isso parecia algo que uma prostituta diria e sinceramente toda aquela experiência havia pegado ela de surpresa. Ela tinha esperado que ele gostasse daquilo, mas ela nunca pensou que gostaria. Não desse jeito. Na verdade, tinha sido desajeitada no começo e ela tinha ficado preocupada que tivesse feito errado, a despeito do fato dela ter lido tudo a respeito da técnica apropriada. Mas os livros não avisaram a ela que estimularia a si mesma. Eles não mencionaram como convertendo seu namorado a uma massa trêmula pudesse estimular seu próprio corpo também. Uns poucos gemidos roucos e a ansiedade dela tinha sido totalmente esquecida; substituída por um desejo de fazer o que fosse preciso para trazer à tona mais daqueles sons sensuais. Sim, aquilo tinha sido quente. Apimentado e inebriante e extraordinário e um pouco assustador, tudo ao mesmo tempo, mas interessante parecia uma palavra, tão boa quanto qualquer outra, para descrever aquilo.


 


-Interessante? Rony disse, olhando-a firme e cuidadosamente enquanto se esforçava para interpretar a resposta dela. -De um modo bom ou ruim? ele finalmente perguntou.


 


-De um jeito bom, Hermione respondeu, seu rosto corando novamente. Definitivamente de um jeito bom.


 


-Oh, ele falou, baixando seus olhos para o assoalho por alguma razão desconhecida. -Um... bem está bom então. E sobre a próxima quinta?


 


-RON! Hermione exclamou, socando-o no braço. -Nós não iremos escapulir das nossas rondas e ficar de agarramento TODA quinta à noite.


 


-Todas as outras quintas? Ele perguntou esperançoso enquanto dava a ela sua melhor versão de um olhar de cachorrinho. -Uma quinta por mês? Ele continuou quando ela não respondeu imediatamente. -Oh qual é, Rony guinchou quando ela soltou a mão dele e seguiu na direção do buraco do retrato sem ele. -Você vai me reservar pelo menos uma quinta ao mês, ele disse, alcançando-a rapidamente. -Essas são as únicas noites que nós temos para estarmos completamente sozinhos. Eu trabalharei como um cachorro nas outras três, eu prometo. Serei um monitor exemplar; darei detenções e tudo mais. Só uma quinta por mês. Você sabe que também quer.


 


-Não, eu não quero, Hermione informou-o enquanto parava em frente à Mulher Gorda.


 


-Senha.


 


-Eu quero ficar com você todas as noites de quinta, ela explicou rapidamente, ignorando a Mulher Gorda que olhava levemente contrariada quando não respondiam o que ela requeria, -mas eu não posso. Eu tenho um trabalho a fazer. Nós dois temos. E gostando ou não, nós temos que fazê-lo.


 


-Hermione, Rony choramingou. -Você vai me matar assim.


 


-Nós temos um trabalho a fazer, Hermione reiterou, -e nós vamos fazê-lo. É claro que isso não significa que nós não podemos procurar outras formas de nos ocuparmos se nós terminarmos cedo adicionou com um sorriso discreto. -Se você puder descobrir um meio de fazer isso acontecer, ótimo. Caramelo Incha-língua, ela falou, falando à Mulher Gorda antes que ele tivesse a chance de responder. O retrato abriu instantaneamente e ela passou pela abertura, deixando Rony parado sozinho no corredor, tentando achar a melhor maneira de resolver aquele problema. 


 


Hermione é claro que já sabia a resposta. Eles precisavam pegar o Mapa do Maroto nas noites de quinta. Ele não só mostraria a eles quem estava do lado de fora depois do toque de recolher e onde estavam se escondendo, tendo-o com eles poderia prevenir que Harry viesse a descobrir onde eles estavam acidentalmente, podendo concluir que eles mesmos estavam se escondendo. Isso provavelmente tomaria de Rony um tempo até que ele descobrisse por si só, mas em algum momento ele iria conseguir e até lá isso iria manter sua mente ocupada e assegurar que Harry não percebesse o sorriso largo que ele trouxe depois da ronda dos monitores como um tolo idiota. 


 


                                   ***


 


-OH! Aquelas duas... Hermione gritou raivosa ao entrar feito um furacão no dormitório feminino do quinto ano e fechar a porta com um estrondo atrás dela.  


 


-O que o idiota do meu irmão fez agora? Gina perguntou indiferente.  


 


-Não foi ele, Hermione sibilou, perscrutando o quarto rapidamente para ter certeza de que elas estavam completamente sozinhas. Felizmente era o começo da noite de sábado e todas as colegas de quarto de Gina estavam no salão comunal. -Parvati e Lilá... você sabe que elas... elas são... OH!!! Maldição, elas têm muita audácia!


 


-Acalme-se, Gina respondeu, tentando entender o discurso de sua amiga. -Você não está falando coisa com coisa. O que exatamente elas fizeram? Elas não continuam a implicar com você por causa do seu cabelo, não é?


 


-Ron e Harry insistem em jogar Snap explosivos, embora eu esteja tentando terminar meu ensaio de DCAT, por isso subi para terminar o trabalho, Hermione explicou andando de um lado para o outro em frente a cama de Gina. -Quando cheguei ao meu quarto vi que Lilá e Parvati estavam lá com as cabeças juntas, conversando uma com a outra em voz baixa e dando risinhos.


 


-Nada de novo, Gina cortou, fazendo com que Hermione parasse de andar e a olhasse brava.


 


-Não, isso não tem nada de novo, a garota de cabelos cheios concordou irritada. -A nova parte foi que elas pararam quando eu entrei no dormitório. A princípio eu pensei que talvez elas estivessem falando sobre mim, mas ao contrário era sobre...


 


-Harry, Gina terminou a frase por ela.


 


-É, como você sabe?


 


-Você tinha que ser cega para não perceber os olhares que Parvati tem dado a ele desde que nós voltamos.


 


-Que olhares? Eu não notei nenhum olhar.


 


-Bem, você tem estado um pouco concentrada no idiota do meu irmão no momento, Gina retorquiu, rindo quando o rosto de Hermione enrubesceu. -Ok, então elas estavam... Falando sobre Harry, continuou, tentando não revelar que ela achava aquela novidade perturbadora. Você é mais que ele, lembra-se? Agora se foque no problema de Hermione. -E isso chateou você?


 


-Não, Hermione admitiu. -E eu disse a elas tão logo percebi sobre quem elas estavam falando. Quer dizer, honestamente, eu já devo ter falado a elas milhares de vezes que Harry e eu somos apenas amigos. Por alguma razão dessa vez, quando eu falei, elas se recobraram e agiram como se acreditassem em mim.


 


-Isso porque dessa vez elas quiseram acreditar, Gina suspirou. -Vamos lá. O que aconteceu depois?


 


-Bem, você sabe como elas ,são Hermione respondeu. -Elas começaram a falar ao mesmo tempo e isso me tomou um minuto até descobrir o que as estava deixando tão excitadas. Isso realmente só aconteceu depois que Lilá mencionou algo sobre eu ser a melhor amiga deles e que se alguém sabia o que eles procuravam numa garota seria eu. E então ela começou a tagarelar sobre como seria muito legal... ‘melhores amigas namorando melhores amigos’,” Hermione resmungou, forçando-se a dizer as últimas palavras. 


 


-Ela não disse isso! Gina exclamou, tentando fortemente não rir.


 


-Oh, mas ela disse...


 


-Lilá está interessada no Rony?


 


-Aquela completa e absoluta vaca! Hermione gritou furiosa. 


 


-O que você disse? Gina perguntou, incapaz de impedir-se de rir dessa vez.


 


-Nada, sua furiosa amiga admitiu, seu rosto ficando cada vez mais vermelho. -Eu só fiquei parada lá olhando-as horrorizada.


 


-Por que você somente não conta pra elas que Rony já tem uma namorada?


 


-VOCÊ ESTÁ MALUCA? Hermione guinchou. -Eu não posso fazer isso. Elas iriam saber quem era e mesmo se eu me recusasse a contar a elas, haveriam rumores sobre isso flutuando por toda a escola de manhã e então Harry iria descobrir e isso seria um pesadelo. MALDIÇÃO! Eu falei pro Ron que nós não podíamos continuar assim. Eu falei pra ele que nós tínhamos que contar pro Harry. EU ODEIO ISSO!


 


-Certo, eu entendo a sua posição, Gina disse, agarrando as mãos dela na frente de si mesma numa tentativa vã de acalmar Hermione. 


 


-Gina! Hermione ganiu. -O que eu devo fazer? Eu não posso voltar pra lá. Se ela me perguntar sobre ele de novo eu sou capaz de puxar minha varinha e azará-la ali mesmo onde está.


 


-Você sempre pode se voluntariar para fazer parceria com ela na sua próxima aula de DCAT. Então você pode azará-la como manda o seu coração.


 


-GINA! Hermione lamentou miseravelmente.


 


-Oh, tudo bem. O que você me diz disso, então? Se ela perguntar pra você de novo, só conte a ela a verdade, a jovem ruiva sugeriu. -Que ela pode dançar nua pelo salão comunal e Rony nem irá notá-la. Certo, ele irá notar, ela concedeu, quando os olhos marrons de sua amiga dardejavam fogo em sua direção num olhar cético, - mas ele ainda não a convidaria pra sair. Eu tenho certeza, entretanto que um monte de outros caras desejariam isso. Nesse caso ela não lhe incomodará mais.


 


-Não, a menos que eles tenham um melhor amigo disponível para Parvati, Hermione zombou. -Melhores amigas namorando melhores amigos, lembra? adicionou, olhando como se ela fosse vomitar. 


 


-Isso soa como um plano pra mim, Gina murmurou. -Elas só têm que descobrir, elas mesmas, outra dupla de melhores amigos. A dupla que elas querem já está reservada.


 


-Oh sério? Hermione perguntou, arqueando uma sobrancelha e estudando atentamente sua amiga. -Alguma coisa que queira me contar, Gin?


 


-Não, a jovem ruiva respondeu rapidamente, suas bochechas ficando num rosa brilhante. -Eu só estou falando da sua parte, só isso.


 


-Um hum, Hermione concordou, usando um tom que dizia claramente que não havia comprado nenhuma palavra do que Gina tinha dito. -E eu devo acreditar que essa é a razão de seu rosto estar da cor de seus cabelos.


 


-Cale a boca, Gina grunhiu mortificada. 


 


-Harry é um tolo imbecil quando o assunto são garotas Gin, então você tem que ser paciente com ele, Hermione disse enquanto se jogava na cama ao lado de sua amiga. le é quase tão estúpido quanto seu irmão. Verdade. Eu não estou exagerando. Você vai ter trabalho para separá-lo para você, mas eu vou te ajudar com Parvati. A menos que você não queira se exibir e mostrar pra ele como algum prêmio que ele tenha ganhado. -Ela não terá chance contra nós duas, Hermione insistiu. -Só tem uma coisa. Quando a luta começar realmente, Lilá é minha. 


 


-Eu já estou até vendo, Gina riu. -Lilá com a palavra ‘piranha’ escrita em sua testa com espinhas.


 


-Eu não vou fazer nada tão drástico, Hermione protestou.


 


-Hermione? Você está ai? Uma voz suave perguntou logo antes de uma batida na porta. -Se você está tem que saber que Rony tem estado gritando das escadas tentando chamar sua atenção pelos últimos dez minutos. Algo sobre você fazê-lo se atrasar pra detenção.


 


Hermione murmurou algo entre os dentes antes de virar-se para a porta e olhar para Gina desculpando-se. -Eu esqueci completamente, ela disse com um suspiro.


 


-Você pode planejar sua vingança mais tarde, Gina falou baixinho. -É melhor você ir ou ele é capaz de tentar subir aqui e pegar você.


 


-Ele já tentou isso uma vez, Hermione relembrou sua amiga enquanto se levantava da cama e cruzava o cômodo rumo à porta. -Ele não é burro o suficiente para tentar novamente.


 


-Oh, por favor, Gina gargalhou quando Hermione abriu a porta e ficou cara a cara com Parvati. -É claro que ele é burro o bastante.


 


-Obrigada, Hermione disse, mal olhando para Parvati quando ela se moveu pelo corredor e foi descer as escadas na direção ao salão comunal.


 


-Sem problema, Parvati respondeu.


 


-Se você não se importa, Gina falou polidamente, agarrando o livro que ela estivera lendo antes de Hermione entrar sem pedir licença e tirá-la da cama e olhando para ele em vez de Parvati. -Você podia fechar a porta. Eu preciso ler esse livro inteiro até quarta, adicionou. 


 


-Certo, Parvati disse, dando a Gina um sorriso simpático enquanto fechava a porta. Tendo ela mesma acabado de terminar o quinto ano, Parvati sabia o quão trabalhoso era, particularmente no final. Mas aquela era a primeira semana de aula, pelo amor de Merlin. Parecia um pouco demais esperar que alguém lesse um livro inteiro em cinco dias. -Graças a Merlin, eu não fiz nenhuma das aulas que ela está fazendo.


 


-Eu vou dar a ela mais cinco minutos, Hermione ouviu a voz de Rony ecoando pelas pedras da escada enquanto ela se aproximava. -E então eu vou pegar minha vassoura e voar até lá para encontrá-la por mim mesmo.


 


Hermione congelou no instante que escutou Lilá Brown falar, - Eu estou certa que ela irá descer num minuto. Por que nós não nos sentamos no sofá e eu te faço companhia enquanto você espera?


 


-HER-MI-OOOOO-NEEEEE! Rony berrou na direção das escadas impacientemente.


 


“Oh não você não vai”, Hermione pensou, descendo lentamente pelos degraus da escada e inclinando-se no canto só o suficiente para poder olhar atentamente e ver o que Lilá estava fazendo. 


 


-Eu ainda não acredito que você tenha pego todas essas detenções, ela ouviu Lilá dizer enquanto se posicionava no segundo degrau da escada, onde Rony seria forçado a olhar para ela, enquanto obstruía a visão dele da escadaria. -E nas noites de sábado. Isso não é justo. Eu ouvi Malfoy se alegrando sobre isso nessa manhã no Salão Principal. É verdade que você quase perdeu seu distintivo de monitor? Lilá perguntou aproximando-se e tocando o broche vermelho e dourado preso em sua blusa.


 


-Não, Rony respondeu bruscamente, afastando a mão dela antes de olhar para baixo para seu relógio. -HER-MIIII-OOOO..., ele começou a gritar, mas parou no instante que ela virou a esquina e apareceu em seu campo de visão. -Já estava na maldita hora de você aparecer. Nós iremos nos atrasar, sabia? ele perguntou enquanto ela descia rapidamente os degraus. 


 


-Não se nos apressarmos, Hermione respondeu, segurando no braço dele no instante que atingiu o salão comunal, arrastando-o para longe de Lilá e na direção do buraco do retrato. -Nós teremos que correr até lá.


 


-Nós temos três minutos para chegar ao segundo andar, Rony devolveu enquanto a seguia para fora do salão comunal. -Só lembre-se de quem é a culpa quando McGonagall começar a brigar conosco.


 

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Comentários: 2

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Enviado por Amandazeni em 09/07/2013

Olá! Eu também acho ela maravilhosa, uma vez que se começa a ler, é impossível parar!

Nota: 1

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Enviado por Pessoa em 08/07/2013

Essa fic eh realmente muito boa.
continue a posta-la, pq eu nao consigo parar de ler.
 

Nota: 5

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