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7. A face mais bela do Terror.


Fic: Um Malfoy entre Três Black


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Frio...está frio...tudo é frio.”
- Por favor não me mate eu implo...
- Avada quedabra...
“ Silêncio em fim”
- Nem deixou que eu me divertisse um pouco Lúcio.
Diz uma mulher de capuz,com voz meiga.
“ Eles são podres...nojentos”
- Estou com pressa.E o objetivo aqui não é diversão.
Lúcio sai daquela casa.Mais uma, entre tantas daquela noite.A Mulher o segue.
- O que procuramos?
- Quando eu encontrar eu te digo.
- Então para que eu tive que vir com você?
- É um teste.Preciso ver sua capacidade.
- Me testar...
A mulher cai numa gargalhada.
Lúcio estava com muita impaciência,mas resolveu parar para olha-la. “ Até onde ela vai?”
- Malfoy...Eu já sou comensal.Não preciso que me testem.E acho que quem deveria fazer isso, deve ser o próprio Lorde, não?
Lúcio sorri.
A moça fica com medo.Ele vai se aproximando dela,ela tenta se afastar,mas esbarra na parede da casa que acabaram de sair.
Lúcio a pressiona contra a parede.A pega pelo pescoço,com a mão esquerda,quase que lhe tirando todo ar.A menina tenta se soltar,mas é em vão,pois ele lhe tira a varinha.
Lúcio se inclina sobre ela,e diz com voz rouca ao seu ouvido.
- Você é muito inocente Aleto.
Ela se debate e começa a arranhar a mão dele que a segura,mas nada o abala.
- Acha mesmo que o Lorde ia perder o tempo dele com você?
Ele aperta mais forte.
- Heim? Acha mesmo.
Diz ele num tom mais alto.
- Claro que não!Você não é nada pra ele.
Ela geme de dor.
- Nada além de um misero inseto.
- Lúcio me sol...me solta...
- Você só vai poder se considerar comensal,quando eu disser que é realmente uma.Não é porque tem essa marca que...
- Luci...Lucio...por favor...eu...
- O que adianta uma marca se você não tem capacidade.Se eu achar que você não é boa,você não será comensal.
- Eu já tenho a marca...
- Mesmo morta você ainda vai ter a marca,mas não vai ser mais comensal...entendeu?
- Entendi...
Diz ela já ficando roxa
- Vai me obedecer?
- Vou...me solte...por fav...
Lúcio a larga.Aleto vai direto ao chão.Fica bem evidente em seu pescoço muito branco,a marca vermelha da mão de Lúcio.Ela fica por alguns instantes no chão,até recuperar o fôlego e voltar a cor normal de seu rosto.
Lúcio a olha no chão,com um certo olhar de nojo.Aleto o olha e diz:
- Bem que dizem que você é o pior de nós.
Ela tosse,pois ainda lhe faltava um pouco de ar.
No seu maior ato de caridade,Lúcio,estende a mão para ela se levantar.A mesma mão que quase a matou,agora era estendida num sinal de ajuda.
Aleto exitou um pouco,por alguns instantes,mas por fim aceitou a ajuda.Ao se levantar,viu o Malfoy mais de perto,e percebera como seu olhar mudara.Antes,enquanto a enforcava,era o olhar de um animal,agora,enquanto a abraçava,era o olhar de uma pessoa calma e serena.
- Vamos ainda temos muito o que fazer.
Lúcio andava decididamente,deixando Aleto para trás enquanto pegava sua varinha,que fora tacada longe por ele.
Ela o segue.Não para de observa-lo.Lindo,um homem muito lindo,determinado,poderoso.Estava obvio porque se tornara o preferido do Lorde das Trevas.Lúcio era mais do que um simples comensal,era amigo dele.O Malfoy era um dos membros mais teimosos de todo aquele grupo,mas mesmo assim,Voldemort,não negava nenhum pedido seu.As vezes Lúcio abusava desse poder.Torturava até outros comensais,caso o desobedecessem,ou o irritassem demais.Porém de todos que já sofreram com a ira inconseqüente do loiro,nenhum fora mulher.
- Você é diferente dos outros Lúcio.Ao mesmo tempo que vejo ódio e maldade no seu olhar,vejo paixão e piedade.Como pode?
Lúcio a ouvia,mas não respondia
Womanizer. Lúcio era um homem mulherengo,mas não como a maioria.Lúcio não judiava das mulheres,não as humilhava.Seu método era outro.Ele as enlouquecia.As levava de paixão a ódio em um segundo,porém o ódio que as mulheres tinham pelo Lúcio e de não conseguirem odiá-lo por muito tempo.Esse era seu castigo.Ser de todas e não pertencer a nenhuma.Mas isso acabara,agora,ele teria a sua,e só sua,esposa.
- Rodolfo anda espalhando por ai que você voltou da Alemanha casado.
- Não estou casado.Estou noivo.
- Também disse que era de uma menina que nem parecia ter chegado aos seus 15 anos.
- Hum...
Lúcio ri de canto.
- E isso te incomoda Aleto?
- Então é verdade.
- Ela tem 16.
Aleto fica surpresa e enciumada.Antes,quando Lúcio ainda não havia ido para a Alemanha.Eles tinham um caso,algo sério,no qual ela tinha esperanças de retornar.
- Você é cruel Lúcio.
Ele se vira para ela de novo.Se aproxima , e a beija na boca.Com força e brutalidade.Aleto não reage contra,na verdade;vai o abraçando , e se entrega a aquele beijo.
Lúcio para de beija-la e diz com voz aveludada:
- E quem lhe disse ao contrário?
Ele a larga e volta a sua trajetória.
- Você nunca vai mudar Lúcio.
Começara a chover.Aleto se encolhe um pouco,mas Lúcio continua o mesmo.
A noite estava mais escura do que o de costume,como se soubesse.Como se até ela fosse cumplice dele.Sentia-se os ventos fortes,que fazia a capa de ambos esvoaçar,mas nem assim ele se desvia de seus objetivos.Ele nem se abala.
“ Preciso ser rápido e sem muito alarde.O Lorde quer que sejamos discretos”
Lúcio apertava os olhos.Queria se concentrar no que procurava.
“Ele escondeu no jardim...infeliz...só pra dificultar as coisas...porém tornou tudo mais interessante”
Ele parou em frente á um campo cheio de flores.
“Lindas...mas na chuva e no escuro perdem seu brilho”
Lúcio foi andando por cimas das flores.Tateava o solo com o pé.Até que parou.
- Aqui esta mais fofa.Então é mexida com freqüência.
Aleto o observava atentamente.Lúcio não era apenas lindo e cruel.Também era de uma percepção e inteligência notável.
Ele pegou a varinha.Sacudiu-a . E a terra daquele local foi removida.Se fez um buraco.Lúcio olhou para dentro dele com um certo ázigo.Depois usou mais uma vez a varinha e de dentro do buraco saiu um baú.
- Achei o que estávamos procurando.
- Agora va...
Lúcio fez um movimento com as mãos para que Aleto ficasse em silêncio.Seus olhos se mexiam rapidamente.Indo de um lado a outro.Avaliando o local.
Ele se voltou para o baú e o fez levitar.
- FIQUE LONGE...ISSO É DO MEU PAI...
Gritou uma mulher do outro lado do jardim.Ela tinha uma varinha apontada para Lúcio.Lançou-lhe um expeliarmos e fez a varinha dele ir longe.
Aleto ia reagir,mas Lúcio segurou-lhe a mão.
Ele foi se aproximando da moça.A olhava nos olhos.Ela tremia,mas continuava a apontar a varinha para ele.
- NÃO SE MEXA.
Ele sorriu,mas continuou a andar.
- VÃO EMBORA...
Lúcio para e a olha mais uma vez.
- Não vou feri-la.
Diz ele em voz baixa.
- VAI EMBORA.
- Está sozinha não esta?
A moça não lhe respondeu.Estava claramente amedrontada e tremia de frio.Lúcio parou bem na sua frente,a varinha estava espetando o seu pescoço.
- Diz pra aquela outra largar a varinha longe.
Lúcio fez apenas um sinal para Aleto,e ela,meio receosa,jogou longe sua varinha.
Ele encara a menina com seriedade.
Lúcio tira o capuz e deixa seu longos cabelos loiros e seu rosto para fora.Ela o olhou hipnotizada.Ele sorriu.
- O que vai fazer agora?
- Nada.
- Ótimo.
Lúcio a abraçou e a segurou.Segurando-a pelo punho.Lúcio cheira os cabelos da moça e sussurra no ouvido dela:
- Mas eu vou...Avada quedavra.
Com a própria varinha dela,Lúcio lança o feitiço final.A menina estremece e cai morta aos pés do loiro.
Ele se vira para Aleto com os braços abertos e um sorriso sarcástico.Um raio ilumina o céu,deixando o loiro ainda mais assustador.
- Voala.
Ela lhe devolve o sorriso e diz:
- Você é medonho.
Ele se dirige até ela,com seus passos de felino,e a pega pela cintura.
- Sou mais que medonho...sou um pesadelo vivo.
Ela o beija nos lábios e o abraça.
- Você é o pior Lúcio.
Ele ri e pega o baú.

Lúcio estava sentado em uma cadeira e apoiando os pés em outra.Estava plenamente a vontade.Seus olhos estavam se fechando lentamente,até que ouviu passos.Passos pesados e arrastados.Mesmo assim Lúcio não abriu os olhos.Era plenamente estranho,mas ali,onde qualquer pessoas se sentiria ameaçada.Lúcio se sentia seguro.A casa de Voldemort,para ele, era o lugar ideal.Lúcio adora ficar ali.Era silencioso e escuro,perfeito para ele.
Lúcio sentiu alguém jogar algo na mesa.Abriu os olhos e viu seu mestre.Olhou para a mesa e viu uma espada.
- O que é isso?
- É o que você trouxe pra mim.
Lúcio levanta uma sobrancelha e não entende a importância daquele objeto.
- É de Grifindor.
Lúcio fecha novamente os olhos.
- Ainda colecionando troféus mi lorde?
- São mais que troféus Lúcio.Mas ainda é muito cedo para compartilhar meus planos com você.
Lorde Voldemort senta na mesa,no lugar principal,e olha para Malfoy,sentado calmo e a vontade.
- Quem estava lá?
- O dono da casa e a sua filha.
- Mortos?
- Sim.Tudo como sempre.
O loiro abre os olhos.Reflete sobre a noite.Estava acostumado com as mortes.Na verdade,já a via como uma parceira.Uma amiga de trabalho,na qual ele tinha muito respeito.Uma coisa que aprendeu com ela,fora,que as pessoas mudam quando sentem a morte chegar.
- Percebe Lorde.As mulheres geralmente são mais corajosas que nós.Talvez por terem um instinto protetor mais forte que o nosso.
- Ele implorou não é?
- Como a maioria.E ela se arriscou para defender o que queria.
- Uma tentativa em vão não ?Ela não resistiu a você.
- Fácil.
- Pelo visto ainda esta em forma.
- Duvidava?
- Não.
Lúcio adorava esse método.Legiliments.Para conquistar o contato visual ele apenas mostrava o seu rosto.Claro que essa tática não funcionava com homens,por isso ela também não era sua única.
Com homens ele usava uma mais agressiva.Lúcio valorizava um método antigo,mas muito eficaz,o medo.O medo era sua melhor arma.As pessoas se acovardam e agem impulsivamente,quando estão com medo.Porém dominar o medo e usa-lo como arma não é fácil.Precisou de anos para ser perfeito.Porém teve um grande mestre.
Lúcio só tinha 15 anos quando matou pela primeira vez.Um ano depois de conhecer Lorde Voldemort.Fora uma mulher sua primeira vitima.Uma mulher comum,sem nada a oferecer,a não ser mais um dos troféus de seu Lorde.
“Mate-a” Ele disse.E Lúcio o fez.
Antes de conhecer Voldemort,Lúcio já se destacava por sua singularidade .Menino muito calado,porém sedutor.Não havia uma menina em Hogwart a qual Lúcio quisesse, que ele não teria.Ele sempre teve tudo que quis.
Outra coisa que sempre preocupou o Sr e Sra Malfoy,fora a capacidade que Lúcio tinha para inventar feitiços ruins.Lúcio sempre gostou de coisas estranhas,mas sempre para implicar com seus colegas,nunca por pura maldade.
Antes de Lúcio conhecer Voldemort,ele era mal.Mas não sabia o que fazer com tantas habilidades.O lorde da trevas o moldou.O treinou.Aproveitando ao máximo das suas capacidades.E fez Lúcio ser o que ele é hoje.O mais cruel dos Comensais.

- Vai realmente se casar Lúcio.
Dizia Voldemort enquanto bebiam um pouco de vinho.
- Até você duvida de mim.
- Não.Apenas acho que não faz o seu modo de viver.Simplesmente me surpreendeu.
- Hum.Também fui pego de surpresa
- Então ardiloso amigo.Aprenda uma coisa que aprendi ao observar você.Nem tudo é como esperamos.As pessoas sempre nos causam surpresas.Principalmente se uma dessas pessoas for Lúcio Malfoy.
Lúcio o olha de canto.Sabia que ele não aceitara bem sua partida dos Comensais.
Antes de Lúcio voltar para a Inglaterra.Uns 3 anos antes.Ele havia deixado de ser comensal.Não por valores,ou por coisas do gênero .Mas sim, por si mesmo.O Malfoy,queria curtir bem a vida,antes de se comprometer de vez com Lorde Voldemort.Viver sem responsabilidades.Mas foi só por os pés de novo na Inglaterra,que enviara uma carta aos seu chefe,dizendo que voltaria ao clã,e que dessa vez ficaria para sempre.Lúcio apenas se esqueceu de dizer que voltara a Londres e que iria se casar.Mas isso era o de menos.Sua presença novamente aos comensais da morte tinha mais significado.

- Espero que o casamento não o enfraqueça.
- Nunca.Pelo contrário,precisarei ser mais forte.
- Certo.Espero que não se esqueça disso: “ Os fracos morrem em combate e os fortes,ganham a guerra”
Voldemort saiu da sala e deixou Lúcio com seus próprios pensamentos e seu Uísque de fogo.

“ Sempre o mesmo ditado chinês.Parece seu slogan.Desde de novo que escuto o mesmo.”
Lúcio olhava para o copo cheio de uísque distraidamente.
“ Hum...É estranho pensar que aprendi mais coisas com ele do que com meu próprio pai...Se é que aquilo pode ser chamado de pai.Até coisas tolas como bebê e jogar quadribol foi ele quem me ensinou.”
Ele olha para o teto,como sempre faz nesses momentos naquela casa.O loiro simplesmente amava olhar para aqueles desenhos de criaturas celestes.Gostava por causa da ironia que havia naquilo tudo.Logo onde eles faziam planos tão macabros, havia desenhos de seres tão bondosos.Ele riu consigo mesmo.
“ Sei que essa casa tem um significado para ele.Afinal,como ele mesmo diz.Um filho sempre volta para casa de seu pai.”
Lúcio se levanta.Pega a espada que esta em cima da mesa e a segura firme.A segura em sua frente e vê seu reflexo nela.Era linda,guardada em ótimo estado.
“ Pelo menos o fundador da Grifinória tinha um bom gosto.”
Quando Lúcio eleva mais a espada,repara em seu próprio braço,mais precisamente naquele assustador símbolo, que chamam de Marca Negra.
“ Maldita”
Lúcio simplesmente a odiava.Marcara seu corpo,como se fosse um gado.E agora,ainda por cima,ela doía.
“ Ele não tem um modo mais criativo ou discreto de nos chamar não?
Pelo menos ele me deu a regalia de esconde-la quando necessário.
Aposto que quem deu essa idéia estúpida a ele,fora aquele animal do Lextranger.”
Lúcio colocara sua varinha contra ela,para esconde-la.Ela ia desaparecendo,e aos poucos sua pele voltava ao normal.Porém,mesmo com essa regalia,Lúcio tinha um castigo.A dor para esconde-la,era muito maior do que quando ele queria os chamar.
Seus olhos ficaram vermelhos,mas ele agüentava firme,sem um gemido.
Como Voldemort o ensinara.Ele não demonstrava sua dor.Nenhuma dor.
- Eu também não gostei dessa idéia.Ninguém gostou,mas nenhum de nós questiona as idéias dele como você.
Dizia Aleto entrando devagar na sala.
Duas coisas que Lúcio detestava.Ser tirado dos seus pensamentos,e que alguém os adivinhasse.

- Só você pode fazer isso, não?
Diz ela entrando em sua frente.Ficando entre ele e a mesa,bem próximos.
- Claro.
Ele empresa seu corpo contra o dela,colocando suas mãos na mesa.
Cada fio de cabelo de Aleto se levanta com a proximidade de Lúcio.
- Você ainda é o mesmo.
Ela se apóia mais na mesa e abre levemente as pernas.Lúcio entende o pequeno sinal e se posiciona entre elas.
- Não sei se tenho mais medo de você,quando você é feroz ou sedutor.
- Não sei qual você tem mais medo,mas sei que ama quando sou os dois ao mesmo tempo.
Diz ele soltando os cabelos castanhos da moça e sentido seu aroma.
- Isso é tortura.
Fala ela com o corpo mais mole,efeito do pequeno afago.
Lúcio sabia como quebrar barreiras com as mulheres.Ele sabe exatamente o que dizer,o que fazer e como fazer com elas.Um talento natural do loiro.Um talento perfeito.Usado para paixão ou medo.Mulheres estremecem em apenas ouvir seu tom de voz.
Lúcio encara Aleto e lhe sorri maliciosamente.
- Canalha viciante.
Ela o beija com veracidade.Ele a abraça e depois a coloca sentada na mesa,sem parar de beija-la.
Ele a pega pelos cabelos da nuca e a puxa.
- Como tem vivido esses anos sem isso heim?
Diz ele a beijando novamente com mais desejo,e com uma de suas mãos subindo-lhe a perna,tirando o vestido que a moça vestia.
- Você não devia chamar isso de viver.
Responde ela entre um suspiro e outro,quando o loiro beija seus ombros.
Lúcio abre mais as pernas da moça,para poder ficar mais próximo.Ela desvia do afago e se deita na mesa.
Ele ri. “Ou Aleto esta como muitas saudades minhas,ou com muita falta de caricias,para ter a coragem de fazer o que ela quer fazer aqui.”
Ele sobe na mesa e começa a beija-la com desespero e tira a parte de cima do vestido dela com brutalidade.
- Ai Lúcio...
Diz ela o provocando.
Ele a beija de olhos fechados,desce para seu pescoço e diz:
- Agora você vai ter o que merece Bellatrix.
- Quem?
Lúcio para surpreso.Se levanta assustado.
Aleto se levanta também.
- Quem é ela?É sua esposa?
Ele não a escuta,esta atordoado.Nunca troca o nome de nenhuma mulher por outra.Muito menos numa situação como aquela.
A moça fica chateada e quase deixa uma lágrima rolar de seu rosto,mas Lúcio vai a seu socorro.
- Não é nada.Ela é minha cunhada.Só pensei nela porque fiquei com ela e minha futura esposa o dia inteiro.
- Tem certeza que não é nada.
Odiava ter que se explicar,mas entendia que fora nescessário,já que queria depois continuar de onde parou.
- O problema é que me lembrei de algo.Reúna os outros comensais.Vamos para minha casa.Tenho a solução para podemos entrar no ministério.
- Mas Lúcio...
Diz ela fazendo biquinho.
Ele a beija e a puxa novamente pela nuca.
- Veste-se que depois nós continuamos nossa. Ele sorri ao sentir o estado de euforia da moça. – Conversinha.

Ela foi animada.Não conseguira o que queria,mas sabe que Lúcio cumpre com suas promessas.Ela o deixa com seus pensamentos.
“O que foi isso Malfoy?Esta ficando caduco já?A loucura de seu pai não é contagiosa.Pelo menos continua saindo bem das situações.Vai ser bom adiantar a reunião,pois pelo menos fica mais do que claro que voltara e já ocupara seu lugar de direito.Mas...”
Lúcio pega a espada que havia deixado na mesa e olha o reflexo da metade de sua face ser refletida nela. Vê sua expressão fria, e seus olhos azul acinzentados única coisa que iluminava o local,na espada.
“...porque não paro de pensar naquela morena?”





Palavra da Autora:



Olá para todos...
Sei que prometi,que nesse capitulo iria dizer como Lúcio e Voldemort se conheceram,mas tive uma idéia melhor,e vou deixar que Lúcio mesmo,conte como isso aconteceu em outro capitulo que já esta todo na minha mente.Porém este capitulo não será o próximo,será o que vira depois dele.Estou muito ansiosa,pois este mesmo capitulo será.Como direi?...Picante...
Espero que tenham gostado deste cap e das pequenas oscilações de humor de Lúcio Malfoy.Se preparem,pois essas oscilações só vão piorar.
Mudando de assunto.O próximo capitulo será mais romântico.Voltaremos a valorosa casa dos Black ,e em homenagem a minha prima.Farei um capitulo todo SB,porém vou logo avisando, SB não é o objetivo da fic. Vivam um romance conturbado com “ Entre os Black’s.”
Beijos para todos...Bye.




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