FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

4. Capítulo 4


Fic: Second Life. SS-HG. NC 18.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Second Life
escrito por Lariope
Capítulo 4
N/A: Tudo é JKR. Abraços para minha beta, Shellsnapeluver.


As palavras dele demoraram algum tempo para penetrar em sua consciência. Ela se deitou na cama sem refletir sobre sua nudez, ou a singularidade de estar no dormitório de Snape, ou sobre o próprio Snape, a cabeça dele deitada impossivelmente na coxa dela. Sua mente estava tão deliciosamente vazia que seu corpo acabou pulsando e contraindo. Por um momento, tinha parecido que ela entendera alguns pontos muito bem, ou tinha corrido mais rapidamente do que jamais correra. Agora, ela se deliciava com os efeitos e tentava se lembrar de respirar.


Mas, lentamente, as palavras dele começaram a registrar. "Você está pronta para continuar, Senhorita Granger?"


Continuar. Haveria mais? Ela sabia que eles não tinham consumado o matrimônio ainda, mas parecia impossível que pudesse haver mais prazer no mundo do que ele há pouco tinha dado a ela.


A voz dela já parecia enferrujada com o desuso, mas ela conseguiu ofegar, "Sim."


Sim.


Snape removeu-se das pernas dela e moveu-se devagarinho para cima, para o lado dela. Quando ele se inclinou para beijá-la, ela pôde sentir seu próprio cheiro secar no rosto dele. Era doce, vivo, muito mais agradável do que pensara. Isso é como cheiro do júbilo deve parecer, ela pensou absurdamente, quando ele capturou a boca dela na sua, separando seus lábios com a língua dele.


Ela correu as mãos ao longo do corpo dele, notando que a camisa dele foi tirada, ela supôs, durante esses 15 minutos perdidos, dos quais ela registrou nada mais que mãos e língua e respiração. A pele dele era mais macia do que ela tinha imaginado, mais maleável e morna. Avidamente, ela registrou, com as mãos, alguns dados sobre ele: os pêlos felpudos de seu tórax, um ponto saliente em um dos ombros, a curva suave do traseiro dele.


"Toque-me," ele sussurrou.


Ela gelou. Não tinha idéia de como tocá-lo. Nenhuma idéia de como retribuir o que ele tinha feito, de como reduzi-lo a alguns estremecimentos límbicos (indefinidos), à sua essência, apenas o humano, com todas as terminações nervosas em carne viva com o calor. E ela teria que fazer isto sem magia, só com alguma habilidade com as mãos ou boca que ela não tinha aprendido. Ela não agüentaria desapontá-lo, mas não poderia negar isso a ele.


Ela o olhou com os olhos arregalados, amedrontada, e ele inclinou seu rosto para longe dela. O olhar nos olhos dele era… resignado? Ele pensou que ela não quisesse, que não tentaria? Ela fincou seus dedos na pele dele, enquanto se imprensava tão completamente quanto possível contra ele. Ela ergueu a cabeça dele e roçou os lábios nos dele.


"Mostre-me," ela inspirou na boca dele.


O beijo dele tornou-se feroz e ávido, e seus lábios prenderam os dela enquanto ele descia a mão do braço para a mão dela. Uma vez lá, ele a guiou à ereção, que estava pressionando insistentemente o quadril dela, envolveu os dedos dela ao redor de seu membro. Ele fechou seus dedos sobre os dela, apertando-os para indicar ligeira pressão. Lentamente, começou a mover a mão dela para cima e para baixo do comprimento dele, apertando embaixo, afagando, rodando para cima. Quando ele libertou a mão dela, ela não tinha mais ajuda, mas continuou a explorá-lo, traçando a textura das bolas dele, a pele mais grossa à base dele e o aveludado da carne macia da cabeça dele. Ela observou sua expressão quando o tocou: os olhos fecharam-se e os lábios enrugaram-se. Ela poderia pensar que ele estava com dor se não sentisse o tremor da resposta dele em suas mãos. Quando ela retomou a carícia, ele deixou escapar um suspiro irregular, e ela se maravilhou com o efeito que estava provocando nele. Professor Snape à sua mercê. Ela via que ele estava indefeso agora, aberto ao toque dela, permitindo-lhe controlar os sentidos dele. Era um pensamento inebriante.


Timidamente, ela desceu da cama. Ele a olhou asperamente, e ela retribuiu seu olhar com uma mistura de medo e determinação. Quando a face dela estava nivelada com o membro dele, ela o olhou de relance e sussurrou, "Você terá que me ajudar," e ele acenou com a cabeça.


Ela arrastou seus lábios pela pele absurdamente macia da cabeça dele, deslizando a língua para prová-lo, e ele gemeu. Ela sorriu quando ela o lambeu, aprendendo o gosto almiscarado, salgado da pele de lá. Movendo para baixo, a língua dela tremulou nas dobras apertadas entre as bolas dele e acariciou mais uma vez para cima o membro dele.


"Você pode… na sua boca…?" Ele ofegou.


A mão dela continuou o movimento que ele tinha lhe ensinado enquanto ela levava a cabeça dele entre os lábios dela. Os músculos das coxas dele apertaram quando ela timidamente começou a chupar. Lentamente ela começou a mover, guiada somente através de instinto e o som denteado da respiração dele. Ela o levou na boca tão completamente quanto pôde, sem apertá-lo. Senti-lo bater na parte de trás da garganta dela não era completamente agradável, mas a visão dele, repentinamente silencioso e rígido, era o encorajamento necessário para continuar. Ela rodou a língua dela ao redor o membro dele, retirou-se e chupou novamente a cabeça inchada dele. Enquanto trabalhava, o cheiro dele prendeu-se nela, algo maravilhoso, desconhecido e completamente masculino. Esse cheiro estava impregnado e era lançado pelo trecho rijo e grosso de cachos de pelos pretos que cercam o membro dele, e ela usou sua mão livre para esfregá-los, imergindo-se no cheiro grosso da estimulação dele.


Repentinamente, ele, um pouco corado, tocou o ombro dela. Os olhos dela se dirigiram ao rosto dele.


"Pare."


"Parar?" Ela respondeu incerta. Ela acreditava que estava fazendo bem. A respiração dele-


"Você estava indo bem, Senhorita Granger," ele disse, depois de muitas respirações estremecidas, e ela relaxou. "Mas está na hora da lição final."


Uma emoção transpassou por seus pensamentos. Ainda havia medo, mas foi enterrado debaixo das camadas de prazer; agora mesmo ela desejou sentir a fricção da pele morna dele contra a sua, sentir o recheio do membro dele nela, contemplar seus insondáveis olhos negros e saber que o desejo que estava ali era para ela. Ela voltou à cama, sentando-se nas solas dos pés, meio envergonhada de estar assim, lascivamente exposta, meio que desfrutando do modo como ele observava seu corpo: com um olhar feroz de um predador que tinha achado sua presa.


"Venha aqui," ele disse. Fazendo-a lembrar da voz 'acadêmica' dele e dos comandos que a deixavam impotente para desobedecer.


Ela engatinhou até ele, aninhando sua cabeça na curva do ombro dele. Quão estranho que ela parecia se encaixar lá, quão impossível que ele estava usando aquele nariz ridículo para cutucar a face dela em uma posição em que ele pudesse juntar a boca dela com a sua, quão inconcebível que a pressão dos lábios dele parecia despertar uma fome insaciável nela. Ela deslizou a mão pelo pescoço dele até a base do couro cabeludo, cravando os dedos entre os fios, segurando a boca dele na sua, implorando-lhe silenciosamente que passasse para a próxima lição.


Ele virou quando a beijou, levantando seu quadril, assomando ligeiramente sobre ela, e ela ficou com medo. Mas era bom, também, ver o candeeiro iluminado brincando pelo tórax dele; ver a face dele, negligentemente faminto, coberto pelo cabelo preto longo; e a ereção dele, sobressaindo-se orgulhosamente para ela. Ela aproximou-se e tocou o ombro dele, puxando-o para cima dela e separando suas pernas para dar espaço para ele entre elas. Ele acomodou suas mãos e joelhos acima dos dela e ela olhou nos olhos dele, tentando o impossível. Ela estava tremendo, mas era muito mais de antecipação do que de medo.


Ele equilibrou-se em uma mão, e a outra desapareceu por um momento. Então ela o sentiu posicionar o membro inchado dele em seu âmago; a pressão a fez gritar, justamente aqui.


"Você está pronta?" Ele sussurrou, e ela acenou com a cabeça.


Quando ele empurrou sua cabeça para dentro, seu rosto se contorceu, e ele soltou as palavras, "Oh sim, oh fuck," sem perceber que ele tinha falado. Havia dor, muita - ela sentia como se ele estivesse rasgando sua abertura - mas as palavras dele eram um bálsamo que aliviou a lesão, e ela as jogou novamente em sua mente, "Oh sim, oh fuck". E em sua memória, ela via a doce careta na face dele, e ela soube que, finalmente, agradara-o além do limite. Este era poder; este era triunfo. E se não havia ainda prazer, havia um tipo de êxtase mental no fato que ele estava dentro dela, movendo-se lentamente agora, e ela arqueou os quadris para deixá-lo ocupá-la mais completamente. Ele inspirou profundamente quando a preencheu, ela lhe sorriu ferozmente e ele achou que ela finalmente descobrira o que todos sabiam sobre a profundidade daquilo. Reduzir um homem como Snape a suspiros e gemidos, que magia maior poderia existir?


Ele balançou seus quadris contra os dela com um ritmo que ela poderia sentir em suas paredes. Gradualmente, a fricção entre eles cresceu até que ultrapassou a dor, e ela cedeu e o seguiu para aquele lugar entre as mentes deles onde a única coisa que existe é o prazer dolorido de seus corpos unidos. Ela fechou os olhos e elevou os joelhos, enganchando suas panturrilhas na parte de trás dele, dirigindo-o a aprofundar-se nela com as solas dos pés. Ele deslizou seus braços para baixo dos dela e agarrou-lhe os ombros, puxando-se contra o empurrão dela, e o movimento de sua pélvis estava devolvendo o calor que ela tinha perdido para a dor.


Ele desceu seu rosto para aproximar-se do dela e suas bochechas se juntaram. Suor correu astutamente entre eles, e a pele dele estava febril e apertada contra a sua. O cabelo dele tinha feito seu espaço em sua boca; ela poderia provar a fragrância picante dele. Ela correu as mãos pela parte de trás dele, pelas cicatrizes que eram perceptíveis agora, mas nunca vistas, e memorizou os contornos da espinha dele.


Ele se apoiou novamente em suas mãos quando o ritmo deles hesitou, e ela abriu os olhos. Os lábios dele estavam úmidos e separados, os olhos dele estavam fechados, a respiração dele consistia em suspiros rasos.


"Hermione!" Ele gritou, e o coração dela explodiu.


Não havia nenhuma onda de prazer, não como antes, mas ela sentia que ele tinha chegado lá, porque ele estremeceu sobre ela; naufragou por algo que ela não pôde ver. O tato dele, inacabado em seus braços, e o som do nome dela, tinham trazido um tipo diferente de satisfação para ela. Ela tinha feito isto; ela tinha feito!, e era melhor que magia, melhor que vitória, melhor que qualquer coisa.


Ela assistiu com tristeza quando ele voltou a si e rolou para fora dela. A face dele era agora pálida, mas não com o tipo de brancura única que ela notara quando estavam juntos, mas a brancura estudada que ela sempre conhecera. Ela fechou os olhos novamente e apertou-se contra ele, determinada a resgatar a doçura, o que conseguisse. Ele comprimiu um braço ao redor dela, e ela se deitou quietamente, amedrontada de que um som o fizesse lembrar o que ela estava começando, como eles tinham terminado ali, e insistisse que ela fosse.


Ela escutou o som da respiração dele e pensou sobre o que eles tinham feito. Ela era dele agora. Não havia nenhum modo que pudesse reverter isto. Ela aguardou, esperando sentir o retorno do pânico, mas ele não veio. Tudo que ela sentia era um tipo de esgotamento mental e físico que a impedia de pensar. Está terminado, ela refletiu, e então, brevemente, dormiu.


Quando despertou, ela viu que ele estava deitado exatamente como antes, fitando o teto... com raiva? Ela o olhou curiosamente. Seu cabelo preto foi agrupado no travesseiro; o corpo longo e pálido, completamente estendido; o membro murcho descansando contra a pele da coxa. Quem é este homem com quem eu me casei? Para onde ele vai e o que o faz amar? Ela pensou, e sentiu, para seu próprio assombro, desejo borbulhando novamente, morno e efervescente, por seu corpo.


"Bem vinda de volta, Senhorita Granger," ele disse uniformemente, e então ela se preocupou. Como eles falariam agora um com o outro?


"Senhor," ela disse.


"Você está bem?"


Ela estava bem? Ela não tinha idéia. "Sim."


"Você acha que precisará de uma poção curativa?"


"Senhor?"


"Você está com dor? Você se sente… machucada? Eu não posso mandá-la de volta à Torre da Grifinória coberta de marcas."


Mandá-la de volta a Torre da Grifinória. As palavras feriram-na, mas isso era insensato, para onde mais ela iria? Claro que ela voltaria para Torre da Grifinória. Este não era um matrimônio; este era um plano, e eles tinham completado o primeiro passo disso sem matar um ao outro, graças a Deus.


"Eu estou bem, senhor. Mas talvez eu devesse levar alguns comigo, no caso de qualquer coisa surgir?"


Ele acenou com a cabeça e saiu, e ela agradeceu por isso, assim não teria que se vestir na frente dele. Ela abotoou a camisa, vestiu a calcinha e foi à sala de estar onde encontrou sua saia e as roupas escolares dobradas ordenadamente no sofá. Ela estava abotoando seu uniforme há algum tempo quando ele voltou misericordiosamente vestido. Ele lhe deu dois frascos.


"Beba o primeiro agora. É uma poção anticoncepcional," ele disse. "O outro é uma poção curativa geral."


Ela acenou com a cabeça e desarrolhou o frasco, inclinando o conteúdo pela garganta abaixo. Era viscoso e desagradável. Ela virou e comprimiu o outro frasco na maleta escolar que estava ao seu lado como uma relíquia de alguma vida anterior.


"Que horas são?" Ela perguntou.


"Onze horas," ele disse, seco. "Eu tenho certeza que o Potter e o Weasley estão espumando pela boca. Você terá de ir por Flu para seu dormitório. Um Monitor não deve ser visto vagando pelas masmorras depois do horário."


Então os quartos dos sonserinos eram nas masmorras. Ela sempre tinha pensado assim, mas não tinha sentido por ser frio e úmido, assim como proibido, ela acreditava.


"Mas como posso ir por Flu?" Ela disse, "A rede não faz -"


"Nossos votos, Senhorita Granger. Ou você não estava prestando atenção? Você prometeu seu lar a mim. Seu quarto é agora uma extensão do meu. O Flu a levará lá."


"Sim, senhor", ela disse. Parecia irreal o quão depressa eles haviam voltado ao tratamento anterior - e oh, Deus, Harry e Ron! Como, em vida, ela explicaria onde tinha estado? E a aula! Amanhã era a Defesa Contra as Artes das Trevas. Como ela poderia se sentar ao lado de Harry e olhar para Snape sem…


"Professor?"


"Sim?"


"Eu posso… quer dizer, seria certo se eu faltasse à Defesa amanhã?"


"Eu acredito que um Monitor não deve matar aulas. E você não parece o tipo de quem o faz."


Ele estava sendo deliberadamente obtuso? Ela precisava deste tempo para deixar isto se tornar uma memória, para absorvê-lo e seguir em frente antes que ela pudesse retornar para a classe e ficar com seu papel anterior de estudante apavorada. "Eu sei senhor, mas dadas as circunstâncias -"


"Dadas as circunstâncias, não há nada mais necessário do que estar na sala de aula. Você disse que tem que aprender a caminhar na linha entre a Luz e as Trevas. O Dark Lord ergueu-se e -"


"Oh, essa não!" ela exclamou. "Ninguém sabe que melhor que eu, e entretanto você nunca admite isto, eu poderia vencer todo mundo daquela sala de seis modos diferentes até domingo. Não há nada que você ensinará naquela maldita aula amanhã que eu já não tenha aprendido e você sabe disto."


"Cinqüenta pontos da Grifinória por uso de linguagem imprópria," Snape ronronou. "Eu ainda sou seu Professor, Senhorita Granger."


Isso foi mau. Isso foi verdadeiramente mau, dado tudo que eles -


"Está certo, você é," ela estalou enquanto agarrava o jarro de pó de Flu dele e arrancava a tampa fora.


"E eu apreciei bastante suas lições sobre sexo, Professor Snape."


"Ainda não ocorreu em sua mente que tem de aprender a esconder seus sentimentos? O resto de nossas vidas será regido por esta farsa, e você tem que saber lidar com isso. Começando com Defesa Contra as Artes das Trevas amanhã -"


Ela lançou o pó nas chamas e observou quando ele cintilou verde. A última coisa que ela percebeu quando pisou na lareira foi o sorriso sádico de Snape ao dizer, "Mais cinqüenta pontos - e eu pensei que tinha lhe dado lições sobre fazer amor."
 
 



Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.