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30. Respire


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá pessoal, estamos ai a dois capítulos de chegarmos ao fim da história de Snape e Hermione. Espero que gostem então dessa reta final.

Thaiana: Finalmente os dois deixaram de ser burros e aprenderam que devem ficar juntos. E agora vamos descobrir como será que eles farão para salvar a pequenina Dayra.

 


Capitulo 30 – Respire.


 


Hermione se xingava a cada segundo, Dayra lhe falara tantas vezes daquele lugar. Contou-lhe detalhes que somente quem foi saberia onde é, e agora a verdade estava em sua cara, jogada de qualquer forma. Dayra fora reptada por ele e levada para o lugar em que via em seus pesadelos. Quantas vezes a menina acordara assustada e fora até seu quarto para lhe contar que mais uma vez sonhara com o homem que a levava embora para uma grande sala que tinha um palco e várias cadeiras, um local sombrio e escuro.


Ela estava paralisada na frente da televisão, mas quem estava mais surpreso era Snape, ele não precisara ler a mente de Dayra nem de Hermione, a menina lhe contara tudo sobre seus pesadelos e ele sabia que aquele era o local que ela tanto temia.


O ex professor de poções estava paralisado assistindo o noticiário urgente. Jamais pensou que ouviria esse nome de novo.


“Aidan Evan Laine.”


Era ele, novamente ele. Aquele inseto que atrapalhara sua vida uma vez, que roubara a mulher que ele amava, que ainda ama. A menina que se transformara, que sofrera, que ele fizera sofrer. Voltara dos mortos como o próprio Voldemort fez tantas vezes antes.


- Laine.


As palavras saíram de sua boca com raiva e repulsa, uma palavra dita sem vontade, sem coragem, com ódio.


Ele olhou para os olhos castanhos de Hermione, só havia um sentimento explicito: Medo.


Aquele era um sentimento tão intenso que Snape conseguia tocá-lo no ar, estava impregnado em cada partícula de poeira, no oxigênio que estava inspirando. Hermione tremia de medo, mas ele também sentia. Dentro de si ele sentia o medo afetar seu corpo fazendo-o se arrepiar com o simples pensar sobre o que poderia acontecer à menina, à filha de Hermione. Uma menina que ele pensara estar sonhando ao ver de tão idêntica que é à própria Hermione no primeiro dia em Hogwarts.


Um flash de sua ida ao hospital passou por sua mente. Ele dissera a ela que a protegeria, prometeu que ela não estaria em perigo enquanto ele estivesse ao seu lado. Mas ele não estava lá essa noite, foi chamado para o evento e não negara. Ele disse que iria embora, que não mais voltaria e ele foi. Foi e a deixou sozinha, naquele quarto. Uma presa fácil para alguém que estava tão perto como Laine, disfarçado de seu médico.


Foi então, quando lembrou-se do sorriso da menina, que ele tomou a decisão. Decisões sempre fizeram parte de sua vida. Morrer, viver, proteger, fingir, matar, maltratar, torturar, cuidar, procurar, resgatar, mentir.


Tantas coisas que teve que fazer, sendo mandado por todos. Agora ninguém o mandava ir, ele sabia que teria que ir. Proteger o que era seu. O que sentia que pertencia à ele. Pois Dayra era sua. Sua filha, sua menina, sabia disso desde o dia em que a viu entrar em sua botica. Dumbledore passara tantos anos tentando lhe ensinar o poder do amor e, no entanto, somente naquele momento ele entendera que o amor acontecia inexplicavelmente com as pessoas mais improváveis, pois na verdade ele nem ao menos sabia se amava a menina, mas sabia que daria sua vida por ela. Isso era amor, não era?


Ele deu um singelo e quase imperceptível sorriso ao se lembrar o dia em que a viu pela primeira vez.


Estava linda, um verdadeiro anjo. Imaginou primeiramente que ela era uma ilusão de sua mente cansada pelo trabalho. Era ela, menor, mas era ela. Hermione. Os cabelos volumosos, a expressão de interesse e curiosidade que somente sua ex-aluna sabia fazer. A pele de pêssego brilhando com as gotículas da chuva rasa da rua. Seus dentes avantajados, as mãos pequenas. Era ela exceto pelos olhos, não eram os olhos de Hermione, eram os olhos dele. Dourados. Sabia que de alguma forma ela mexia com ele. Sua alma era bela, ele podia ver. Sentia que sua voz o chamava, o fazia sentir necessidade de estar ao seu lado, protegê-la. E ele nem ao menos sabia por quê.


Então era isso que tanto tentou entender quando Dumbledore lhe dizia que Sirius, Lupin, Arthur, Hagrid e outros tantos tinham um sentimento paterno muito forte com Potter mesmo o vendo uma única vez, ou nem mesmo conhecendo-o.


Ele sentiu, pela primeira vez na vida, o que um pai sente ao ver seu filho, ao sentí-lo perto de si, sentiu conforto. Em outro instante ele se lembrou do desespero que bateu em sua alma ao vê-la tomar aquela poção, a urgência de levá-la para o hospital. Como eram confusos esses sentimentos, tão difíceis. Ele sempre tivera uma vida simples, odiar e não sentir nada era muito mais simples. Amar era mil vezes mais complicado e doloroso.


Ele sabia que sentir aquilo tudo era loucura. Aquela menina não era sua filha, era dele, era de Laine, mas era tão profundo o que sentiu ao vê-la. Era tão dolorido aquela sensação de perda de uma coisa que não lhe pertencia.


Era estranho até. Muito confuso.


Era louco e delirante, mas era o que sentia. Sentiu que ela fora criada sendo sua, e ele iria protegê-la como um pai faz com um filho, como o seu próprio pai não fez com ele.


Hermione o olhava dizer que precisava ir, que precisava fazer o que era necessário. Em nenhum momento seus olhos desgrudaram dos dela, e ela o olhava sabendo o que iria fazer, mas não o impediu. Ela precisava daquilo, mesmo receando as consequências.


- Eu prometi. – Disse antes de aparatar.


Snape foi embora e nem ao menos dera uma satisfação para os representantes do evento que acontecia no hotel. Os seguranças do lado de fora já sentiam-se apreensivos. O senhor Accer deveria estar fazendo seu discurso à 10 minutos atrás e até agora continuava dentro daquela sala com aquela estranha e misteriosa mulher.


- Onde ele está? – Perguntou o diretor do evento. Anfitrião da festa.


- O senhor Accer pediu que não fosse incomodado, ele está com uma convidada dele.


- Eu não quero saber com quem ele está. Deveria estar naquele palco, a mulher que espere.


- Senhor, tenho ordens de não deixar ninguém entrar.


O diretor olhou para o salão de onde as pessoas, arrumadas com suas melhores roupas, vestidos caros e ternos muito bem alinhados, o olhavam não sabendo o que estava acontecendo. No palco um grupo cantava tentando distrair a todos e os garçons ofereciam seus aperitivos. Havia muita conversa nas mesas, pessoas não se conformavam com essa demora do grande ganhador da noite.


Morgan Whiter era um renomado homem de negócios na indústria farmacêutica. Seus ralos cabelos castanhos tentavam esconder seus cinqüenta e nove anos que carregava muito bem no corpo malhado que tinha. Seus olhos verdes escuros sabiam ver uma grande oportunidade quando uma se apresentava. E em uma noite a grande oportunidade estava sentada a apenas três cadeiras de distância da sua.


Conheceu Accer em uma conferencia no Alasca, há três anos. Era uma palestra sobre uma rara doença que atingia a população local. Idéias foram apresentadas e a que mais chamou a atenção de Whiter foi a simplicidade da fórmula médica que aquele “novato” apresentava. Era simples, mas genial.


A partir desse dia os dois fizeram grandes negócios, mas Whiter percebeu que Accer não era uma pessoa que se mirava na ganância do mercado financeiro do grande sucesso e dinheiro que ganharia com suas fórmulas. Ele simplesmente queria trabalhar e fazer aqueles medicamentos cada vez melhor, como se ajudando as pessoas doentes estivesse também ajudando a si próprio.


Accer era reservado, mas qualquer um que o olhasse saberia que o homem havia passado por algumas tragédias e dificuldades em sua vida. Seus olhos azuis eram frios e vazios. Nada o fazia sorrir. Sempre enfiado em seu laboratório particular. Dizia que queria achar um modo de recompensar tudo que fizera.


- Mas o que fizera?


Uma profunda pesquisa sobre o homem foi feita. Nada. Simplesmente nada. Era apenas Leon Accer, renomado cientista e farmacêutico. Primeiro aluno no seu tempo de escola e ganhara todos os prêmios de química e física da escola secundária. Fizera duas faculdades e era um bom homem.


Ele só não imaginava que era tudo mentira.


- Quem dá as ordens aqui sou eu. – Disse Whiter – Abram essa porta senhores. O tempo está correndo.


Os seguranças entreolharam-se como se pensando a quem obedeceriam, mas a resposta era clara. Três policiais chegaram para verificar o que estava acontecendo e rapidamente o Sr Whiter lhes passava as informações. Pelo que o segurança via, os policiais iriam tratar de um caso de sequestro.


- Abram!


As chaves fizeram barulho na mão do homem loiro, seu uniforme impecável assim como o restante do lugar e dos funcionários, assim com Whiter queria, mas algo tinha que dar errado e no momento o errado era Leon Accer.


O segurança primeiro bateu três vezes na porta, mas não houve resposta. Sua chave encaixou-se na fechadura e ele tentou abri-la, estava presa, a porta não se mexia. Tentou novamente, mas nada se mexeu de novo. Os policiais pediram espaço e quebraram a porta entrando um atrás do outro


- Senhor Accer? – Chamou ao entrar, mas não era Accer que estava ali.


A sala reservada para Leon Accer era a mais bonita daquele hotel. Ampla e arejada por grandes janelas por onde se via a cidade inteira. Suas paredes eram da cor creme com texturas diferentes em cada uma.


Havia quadros muito bonitos de oceanos e animais. No alto, o lustre de cristal iluminava todo o ambiente com suas varias lâmpadas. Havia uma lareira de enfeite, apenas um luxo que os mais ricos desejavam ter para lembrar-se de como suas belíssimas e caras casas eram. O tapete persa estendia-se por toda a sala. Tinha uma mesa de centro, uma belíssima televisão e um conjunto magnífico de sofás de couro branco. O jovem segurança teria ficado mais um tempo admirando o ambiente se não tivesse que se preocupar com quem estava nele.


A mulher que encontrara a pouco estava sentada no sofá, sua mão tapava sua boca e lágrimas desciam de seus olhos molhando o couro branco. Ela parecia não estar ali. Parecia não ver nada a sua volta, nem ouvir, pois a chamavam e ainda assim ela não respondia.


- Senhora? – Chamou novamente o policial.


- Onde está o senhor Accer, senhorita?


A pergunta foi em vão, nenhuma resposta saiu da boca dela. Ele tentou de novo um pouco mais alto.


Nada


Dessa vez sua voz quase gritou naquela sala. Lá fora muitas cabeças viravam para ver o que acontecia. A mulher se assustou a principio, mas logo levantou-se e sua expressão mudara de uma forma que fez o policial segurar a arma com mais força. Era determinação e ódio que se encontravam naquele momento nos belos olhos da esbelta mulher.


- Sinto muito senhor.


Ele não entendeu o que ela queria dizer. Mas logo não entendeu nada quando sua arma misteriosamente voou da sua mão para a dela.


- O que vai fazer senhora? – Perguntou quase tremendo.


- Vou salvar minha filha.


Estava louco, sabia que estava. Era o que pensava depois de vê-la sumindo, do nada, simplesmente sumindo.


Estava ali, depois não estava.


- Senhor Whiter? Tem um médico por aqui? Acho que estou delirando. – Perguntou, mas sabia que o próprio senhor Whiter iria querer ver um depois disso.



 



 


Snape desejava ter mais tempo para pensar, para planejar, para ter com o que se apoiar caso tudo desse errado, mas sabia que já se encontrava no local antes mesmo de abrir os olhos, por isso ele sabia também que não tinha tempo.


Permaneceu um tempo parado, apenas ouvindo a confusão de sons das pessoas ao redor gritando enquanto tentavam correr para longe do prédio.


Tanto medo naquelas vozes que se perguntou onde estava o seu. Não o sentia dentro do peito fazendo o coração bater mais forte, as pernas tremerem e o corpo suar. Não o viu em seus olhos ao olhar seu reflexo no espelho do corredor.


Ali estava apenas uma carcaça velha e negra. Apenas um homem tentando acreditar que iria trazer aquela menina de volta.


- Cadê você Severus?


Perguntou a si mesmo vendo que era apenas um vazio inútil. Que jamais conseguiria trazê-la de volta, jamais, pois ele mesmo não voltaria se continuasse a ser quem se tornara.


Ele era Severus Snape, tinha que ser Severus Snape.


Parecia tão piegas ver o filme de sua vida em sua mente, mas ele via. Cada olhar seu, cada palavra sua, cada injustiça, tristeza, angustia e magoa.


Cada corte em seus braços procurando a libertação da dor, os machucados da infância, o buraco em seu peito.


Os olhares de Lily, o amor de Lily.


As palavras de Voldemort, o erro, o arrependimento, a obrigação e o dever.


A dor que causara nos outros, a raiva e o ódio.


Ele.


Era tudo ele.


Como demorara a entender, sentiu-se uma criança que conseguiu decifrar o enigma dado pela professora no jardim de infância.


Ele era ele. Completo.


Professor, injusto, amável, cuidadoso, triste, amargurado, odioso, lindo, sujo, livre, comensal.


Não podia fugir dessa verdade.


Na verdade nunca pôde.


Respirou fundo sentindo, depois de muito tempo, que estava livre. Livre de suas próprias dúvidas.


Abriu os olhos e viu, refletido no espelho, rindo para ele, a única pessoa que poderia realmente salvar Dayra.


Aquele de quem sentia saudades.


Severus Snape.


O vento do saguão de entrada do prédio era gelado e cortava seu rosto como navalhas afiadas. O alarme de incêndio fora ativado e os esguichos de água inundavam o local fechado. Os passos de Snape eram abafados pelo barulho da água já em seus tornozelos. Sua capa arrastava-se molhada enquanto ele subia as escadas a caminho do andar de entrada para o teatro.


Ali do canto escuro, uma recém chegada Hermione o observava. Sabia que aquele que ela via andar pela água esguichada por causa do fogo que subia aos poucos pelas paredes do prédio, aquele ódio negro era Snape, aquele Snape por quem se apaixonou e tão idiotamente negou.


Seus olhos castanhos acompanharam cada passo duro dele, seus músculos rígidos, seus olhos odiosos, sua máscara negra.


O comensal.


Seu comensal.


Snape.


Ela o ama também, pois são um só.


O comensal subia para seu destino, não olhava para o lado nem parava para pensar. Apenas seguia em frente. Snape parecia um fantasma de tão branco que estava devido ao frio da água e do vento que entravam pelas janelas quebradas. Ele subia rápido como um demônio farejando sua presa, sentindo o seu odor, seu pulsar, sentindo o magnetismo de seus pêlos eriçados.


Era uma caça e ele era o caçador, um animal letal em busca da satisfação plena, do prazer assassino que se libertara de sua alma.


Matar.


Matar.


Matar.


Seus olhos vermelhos de sangue o viam no antigo teatro, no final do belo corredor de carpete vermelho. Os lustres no alto falhavam, seus cristais em forma de flor balançavam ameaçando cair eletrocutando a água.


Ele não ligava, nem ao menos percebia as fagulhas caindo em sua capa dando um choque leve em seu braço


Ele não sentia


A grande porta dupla do teatro estava perto. Era a mais bonita, branca com ornamentos dourados, tipicamente burguês. Típico lugar que jamais teria vontade de ir, mas que no momento era o único lugar que queria estar, que precisava estar.


- Dayra! – sussurrou.


A água que tentava inutilmente apagar o fogo que consumia aos poucos os andares do prédio, começando pelo térreo, alagava o tapete que revestia o corredor por onde Snape andava. A gota d’agua ameaçou cair da ponte do seu nariz quando colocou sua mão na maçaneta de ouro. Ele a apertou e girou sentindo-a abrir as portas de seu destino. O ar que veio de dentro inflou suas narinas.


Sangue


Seus olhos se fecharam enquanto inalava aquele odor de sangue fresco misturado na água que enchia os copos devidamente colocados nas mesas redondas e abandonadas, manchando o tapete branco da entrada do grande e antigo teatro.


Havia algo mais no ar.


Algo que o paralisava.


Algo que o fazia tremer.


A presença dela o arrepiou e por um momento ele se virou e encontrou o seu olhar assustado, surpreso ao vê-lo depois de tanto tempo.


Ele devia estar morto, enterrado nos confins daquele corpo, esquecido por sua mente insana.


O comensal maldito.


Mas estava ali, olhando para ela, penetrando em sua alma, fazendo-a queimar por dentro, sentir vergonha e malícia, medo e vontade.


Era ele.


A essência de Severus.


O seu Severus.


O olhar duro não demorou muito a se desviar.


- Espere! – Gritou Hermione, mas ele já se foi.


As portas se fecharam e o medo tomou conta se seu corpo que tremeu, molhado e frio. Suas mãos seguravam a arma travada como se fosse uma bomba que explodiria a qualquer momento.


Ela pesava cada vez mais


O cano prateado e o canhão com as balas estavam molhados com as gotas que caiam do rosto dela enquanto chorava paralisada no último degrau da escada.


- Dayra, Severus.


As últimas palavras saíram com dificuldade de sua boca antes de seu corpo cair tremendo no chão alagado.


“Respire”


Ela mandava, mas seu corpo não reagia, não obedecia ao seu cérebro. Ela tinha que se levantar, tinha que ir atrás de sua filha, de seu amor.


Mas ainda não respirava.


A arma pesava cada vez mais, parecia querer se fundir ao chão.


“Respire”

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Comentários: 2

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Enviado por Ceci96 em 12/03/2013

Essa fic estar indo de ótima para maravilhosa!!! 

Nota: 5

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 11/03/2013

Você está me deixando agoniada, molier. E olha que já li a fic antes kkkk

Nota: 5

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