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6. Amortentia.


Fic: Meu eu em você - Snamione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: boa noticia é que eu acabei de reescrever a fic 'Infinito' então agora só me faltam uns dois capitulos de 'Creep' e pronto, vou poder me dedicar á essa daqui de forma integral.
eeeeeee!


Bom,espero que gostem!


Boa leitura!


Ele passou o resto do dia no laboratório, e estranhamente, Hermione não aparecera ali nem uma única vez, o que era uma benção. Pois preferia trabalhar sozinho. E dai que ele sentiu falta do tagarelar despreocupado dela, isso não significa que simpatizava com a moça, não é?


Hermione queria que o chão se abrisse sob seus pés. Como ela podia ter alucinações com Snape? Ver o corpo nu do mestre de poções foi erro tremendo! Essa imagem não saia de sua cabeça.


Por isso resolveu ficar longe dele pelo tempo que conseguisse, afim de acalmar seus ânimos.


Ela queria o corpo de volta, precisava disso, sua sanidade mental se esvaia a cada minuto. Além do mais, o desmaio de Snape a tinha deixado preocupada. Significava que seu problema estava se agravando...


Ao anoitecer, ela foi até os próprios aposentos, pegar algumas roupas para que Snape se vestisse com alguma decência no dia seguinte. Ela ignorou os rostos chocados dos alunos, que á olhavam com desgosto, por ver 'o diretor da Sonserina' na torre da Grifinória.


–Onde você estava? – Snape perguntou quando ela voltou.


–Fui buscar umas roupas pra mim... quer dizer, pra você! – Ela ergueu a pequena bolça com roupas, para que Snape visse.


–Não saia de perto de mim Granger! – Ele disse irritado.


–Eita! Tudo isso é amor Snape? – Ela disse num tom debochado. – Sentiu saudades de mim?


–De você? Não. Do meu corpo? Sim!


–Claro. Claro. –


–O que é essa coisa atrás de você? – Hermione olhou para trás, mas não viu nada. Ela apenas sentiu quando Bichento passou por entre suas pernas e saltou para o colo de Snape.


–Bichento! O que você faz aqui? – O bichano tinha seguido ela até ali, pois tinha sentido o cheiro da dona.


–Seu saco de pulgas! Me solta! – Snape tentava se desvencilhar do gato, mas a bola de pelos estava agarrada em seu vestido, querendo caricias da dona.


–Seja gentil com ele! – Ralhou Hermione, ligeiramente despontada por Bichento não a reconhecer. Animais não tinham um sentido extra? Ela tentou desgrudar Bichento das roupas de Snape, mas o gato cravou as unhas na mulher. Quando, finalmente, conseguiu, o gato arranhou seu rosto, deixando a marca das unhas afiadas ali. Bom, pelo menos ele tinha largado Snape. O bichano correu para o quarto e se aninhou bem no meio da cama deles.


–De um jeito de tirar essa coisa daqui! – Vociferou Snape, com os cabelos revoltos e roupa rasgada. –Olha só o que ele fez no meu lindo rostinho! – Ele pegou o rosto de Hermione com as duas mãos, para examinar os cortes feitos ali por bichento.


–Não chame ele de coisa! Ele só está carente, com saudades de mim. – Ela se desvencilhou de Snape e foi para o quarto atrás de bichento, assim que o gato á viu, lhe mostrou os dentes e chiou ameaçadoramente. Hermione bufou. Até Bichento ficaria longe dela agora.


...


No dia seguinte, os dois acordaram cedo demais. Ambos apreensivos com as aulas que tinham que dar.


Nem Hermione, nem Snape conseguiram tomar café da manha.


–Tudo bem, o que você vai ensinar ao primeiro ano?- Snape perguntou para testá-la, querendo saber se ela tinha decorado suas instruções.


–As propriedades do acônito. – Ela respondeu prontamente. Eles andavam pelos corredores lado á lado, até que não foi mais possível.. Pois Hermione tinha que dar aulas ali, nas masmorras. E Snape, história da magia, no primeiro andar. – O que os setimanistas estão aprendendo? - Ela quis testa-lo também.


– Guerra dos gigantes. – Ele cuspiu. - Não se esqueça: Não rebole, não sorria, não seja...


–Eu sei, eu sei. Agir como um crápula sem coração. – Ela fez uma pequena mesura. Hermione ofereceu a mão direita ao professor e ele, relutante, a apertou. – Boa sorte.


–Boa sorte. – Ofereceu também, e cada um foi para suas salas... Que não eram suas salas... Mas eram a sala do outro... Que agora eram eles... Socorro!


–Boooooom dia aluninhos! – Uma Hermione sorridente começou a falar. –Hoje nós vamos aprender sobre as propriedades do acônito. Alguém pode me dizer pra que o acônito é usado? – Ela encarou os aluninhos do primeiro ano. Todos á olhavam como se ela fosse explodir á qualquer momento. Nenhum deles ousou falar nada, pois estavam estranhando, e muito, a atitude do homem á sua frente. Snape nunca os chamou de "aluninhos", ou foi gentil ... Ou sorriu...


...


Quando Snape entrou na sala de história da magia, quase teve uma sincope ao se deparar com a sala toda decorada de maneira infantil. Cartazes feitos pelos alunos do primeiro ano adornavam as paredes de pedra, o lugar era colorido demais, feliz demais. Quem conseguiria se concentrar num lugar assim?


–Professora? – Um garoto de lindos olhos azuis se aproximou dele, com uma bela maça em sua mão. Ele beirava seus 17 anos, e se Snape tivesse prestado bastante atenção, teria notado o olhar de cobiça que ele lhe dirigira.– Trouxe isso para senhora.


–Ora, seu malacabado! Tá pensando o que? Que eu não tenho o que comer?- Snape berrou com o menino. Todos os alunos o encararam incrédulos. Alguns se encolheram nas carteiras e outros, começaram a cochichar entre si. Estranhando a atitude ofensiva, já que Hermione era sempre tão calma e boazinha. – Maldição. – Snape murmurou entre os dentes. Numa tentativa de contornar sua atitude rude, ele pegou a maça da mão do garoto. – Obrigado. – Ofereceu com uma voz melosa. O aluno andou de costas até a própria cadeira.


–Abram o livro na pagina 589. Quero um resumo do capitulo em minha mesa, até o fim da aula.


Dito isso, ele se sentou na mesa que era de Hermione. Decidido a falar o menos possível com qualquer aluno, em qualquer aula. Ele só queria poder voltar para suas masmorras, para suas poções.


Um livro estava largado sobre a mesa e ele, por não ter o que fazer, o pegou. Uma tentativa de fazer o tempo passar mais rápido.


Ao abrir na pagina marcada por Hermione, seus olhos se depararam com o seguinte titulo:


"Capitulo trinta e seis – Tornando-se íntimos."


Ele rolou os olhos, ao que parecia, o livro era uma daquelas obras melosas. Criado para ludibriar jovens bruxas, com promessas de romances tediosos.


Mas mesmo assim, ele começou a ler.


"Penelope caminhou á passos largos pelos corredores vazios da escola. Seus passos ecoavam pelas paredes, e sua respiração era ofegante. Ela sabia que não podia ser pega fora da cama, afinal, já passavam das três da manhã e uma aluna não deveria se encontrar com um professor á essa hora."


– Romance entre aluna e professor? Que mente poluída Granger!- Ele murmurou de forma inaudível, antes de voltar a se concentrar na leitura.


"Logo que chegou ao quarto do professor Michael, sentiu toda sua coragem abandoná-la. E se ele a destratasse? Se á mandasse embora? Não. Ir até ali tinha sido uma ideia absurda, ela só tinha que girar nos calcanhares e voltar para o dormitório. Mas antes que ela o fizesse, a maçaneta se moveu e Michael apareceu por trás da porta de carvalho.


–Srta. Pure, em que posso ajuda-la? – Um sorriso brilhante apareceu no rosto do bruxo.


Ele já sabia onde a noite acabaria: Com a jovem em sua cama. Gemendo seu nome, enquanto ele a penetrava profundamente."


–#$¨## %#$¨%&#¨$&$%&¨#$¨#$&%! – Um dos alunos falou algo, mas Snape não entendeu.


–Fale nossa língua, srta. Brunette. – Ordenou ríspido. Irritado por ter que abandonar a leitura, logo agora que tinha ficado interessante.


–Eu só perguntei, quantos rolos de pergaminho a Sra. vai querer...


–Três. E volte ao trabalho. – Houve um leve muxoxo dos estudantes, pelo trabalho extensivo.


Mas Snape não se importava com isso, ele voltou a leitura:


" ... Sem o menor pudor ou hesitação, ele a despiu. Penelope se deitou na cama, com as pernas abertas de forma convidativa, e tremendo em antecipação. Não demorou muito para que Michael se colocasse entre suas pernas..." Snape sentiu as bochechas corarem furiosamente ao ler a descrição de uma cena de sexo ardente.


Se sentiu úmido entre as pernas, e sorriu por isso. Pois se fosse o corpo dele, provavelmente, teria problemas com uma ereção no meio da sala de aula. Distraído com a leitura, ele acabou por pegar a maça e mais por instinto, do que qualquer outra coisa, ele deu uma generosa mordida.


Hermione tinha feito tudo o que Snape pedira. Os alunos agora, escreviam uma redação que ajudaria a compor a nota do semestre. Por isso ela se sentou, e deixou que a mente vagasse.


Se perguntou sobre como Snape estava se saindo em seu lugar.


O sétimo ano era uma turma fácil, silenciosa. Ele não teria grande problema com eles. A não ser é claro... O'conner.


Daniel O'conner, era um aluno brilhante. Muito inteligente e esperto. Só tinha um problema... Ele era apaixonado por Hermione.


Ela já tinha perdido ás contas de quantas vezes ele tinha investido nela. Quase toda aula, lhe presenteava com chocolates ou suco de abobora, completamente recheados com amortentia.


"Droga! Esqueci de avisar Snape sobre isso!"


–Continuem o bom trabalho, eu volto num instante. – Ela disse rapidamente e irrompeu porta a fora.


Merlin sabe o que poderia acontecer se Snape comece algo que O'conner lhe dera.


...


Snape se sentiu aquecer-se por dentro, um fogo subindo pelas pernas, fazendo-o arfar.


As letras no livro deixaram de fazer sentido e tudo que ele via em sua frente era uma pessoa: Daniel O'conner.


Os lábios rosados e juvenis, os cabelos desalinhados e as sardas nas bochechas. Tudo parecia terrivelmente... Sexy. Seu baixo ventre se contraiu, e era uma sensação maravilhosa, como quando ele pensava em Hermione nua. Um desejo desenfreado se apossou do mestre de poções e tudo parou de fazer sentido. Ele queria aqueles lábios. Sentia que poderia morrer se não tivesse!


Ele se levantou de forma abrupta, tinha que saciar esse desejo incontrolável de beijar os lábios do aluno... Quando a porta se abriu.


Ele mal registrou Hermione entrando pela porta. Ele só conseguia ver os cabelos claros de Daniel, e com esse fogo de baixo da saia, ele se atirou na mesa do aluno, beijando-lhe nos lábios.


–NÃÃÃO!- Ele ouviu Hermione gritar. Os alunos o olhavam chocados, alguns caíram na gargalhada e outros, só tinham as bocas abertas, estupefatos. O'conner mal acreditava em sua sorte! O professora nunca comia nada que ele lhe dera, e justo uma simples maça a fez cair em tentação.


Malicioso, ele escorregou a língua pra dentro da boca de sua paixão platônica, chupando e mordendo de forma desajeitada.


Hermione agarrou Snape pelos ombros e usou de toda a força para arranca-lo dos braços do aluno.


–Todos fora daqui! – ordenou. – E você, O'conner, me espere na sala da diretora. Agora!- Todos obedeceram


imediatamente, afinal, ninguém queria afrontar Snape.


–Me solta! Eu o amo! Não podes ficar entre mim, e o amor da minha vida! – Snape clamava, tentando se soltar do aperto de Hermione. Mas só quando a porta se fechou, ela o soltou. Um aceno de varinha, e Hermione tinham selado e silenciado a porta magicamente.


–Snape! Fique calmo.- Ela gritou.


–Calmo? Calmo? Eu quero ele! Sua bruxa idiota!- Hermione puxou os cabelos negros com força, tentando se controlar para não estuporar o próprio corpo. E agora? Todos a viram beijando um aluno na boca! O que podia ser pior?!


Ela tinha que pensar num jeito de fazer Snape ouvi-la. Ela tinha que lhe dar o antidoto, mas para isso, tinha que tirá-lo da sala e leva-lo até a masmorra.


–Snape, se você se acalmar, eu te levo pra ele. Tudo bem? – Mentiu.


–Me leva? E então eu vou poder comer aquela doçura?. – Snape perguntou. Ele se sentou com as pernas abertas e começou a levantar a barra do vestido, tentando se refrescar.


A poção não deve ter sido preparada de forma certa, pois era pra ela deixa-lo apaixonado, mas não com tanto... Fogo.


Ela pegou Snape pela mão, destrancou a porta e desatou á correr pelos corredores. Snape ria de forma sorridente e sonhadora, enquanto ela o puxava.


...


–Tudo bem, me conta de novo. – Snape pediu á Hermione. Eles estavam rumando para o escritório da diretora.


–Você comeu uma maça que o O'conner lhe deu. Ela estava batizada em amortentia, ou algo do tipo, e você... Você agarrou um aluno!- Hermione tinha conseguido lhe dar o antidoto, mas Snape não se lembrava direito dos acontecimentos. Ele tinha apenas flashe's de memória sobre o evento. Ele pulando sobre a mesa, beijando o menino, fugindo de Hermione quando ela quis força-lo a entrar nos aposentos...


–Como isso aconteceu? – Eles estavam na frente da gárgula. – Bola de pelos. – Ele murmurou, e as escada apareceram.


–Bom, ele sempre tenta isso. Mas a culpa não é toda dele! Você devia ter notado que o cheiro da maça estava diferente, afinal, você é mestre em poções! – Ela sussurrou exasperada.


–Ora sua... Como ousa por a culpa em mim? Eu estava...- Ele se lembrou da leitura que estava fazendo no momento. – Ligeiramente distraído.- Hermione revirou os olhos e bateu na porta do escritório de Minerva.


–Entrem. – A diretora gritou e eles entraram. O'conner estava sentado na frente da diretora, com um sorriso brincalhão nos lábios.


–Severo, Hermione, sentem-se. – Ela conjurou uma poltrona pra cada um.


–Não é necessário Minerva. – Desdenhou Snape.- Apenas expulse o garoto da escola e nós poderemos voltar ao nossos afazeres. – Ele lançou um olhar assassino ao aluno.


–Não é para tanto Sev.. Hermione.


–Como não é para tanto? Ele tentou se aproveitar de uma professora!


–Não me diga que não gostou- O menino lhe dirigiu uma piscadela. Hermione viu Snape ficar vermelho de raiva. E depois, tudo aconteceu muito rápido.


Snape se lançou sobre o garoto, jogando-o no chão e lhe segurando pelo pescoço. Hermione se lançou sobre Severo, para tentar tirá-lo de cima do garoto e Minerva se lançou sobre Hermione para ajuda-la.


Nesse momento, Hagrid abriu a porta. Ele tinha uma reunião coma diretora, mas ela se esqueceu de cancelar,já que tudo tinha acontecido tão rapidamente. Quando ele viu os quatro no chão, o meio gigante abriu um enorme sorriso, pois aquilo só podia significar uma coisa:


–MONTINHO! – Gritou feliz e se jogou sobre eles.


...


Não foi uma tarefa fácil conseguir se livrar de Hagrid. Hermione sentia dor em todo corpo, Minerva parecia que tinha morrido, mal conseguia respirar. Mas Severo e Daniel eram os piores.


Daniel tinha um braço quebrado, e foi levado para enfermaria, já Severo... Bom, ele sobreviveria, ele estava com roxos e marcas de dentes pelo corpo.


Daniel tinha o mordido. E não foi por raiva! Eram apenas...Mordidas de amor.


Agora estavam apenas Hermione, Severo e Minerva no escritório, já que Hagrid estava com Daniel na enfermaria.


–Isso é tudo culpa sua! – Severo esbravejou, apontando o dedo para a diretora.


–Minha?


–Se você não tivesse feito isso com a gente, isso nunca teria acontecido! –


–É!- Hermione concordou.


–Mas vocês estão loucos? Eu não teria que ter feito o que fiz, se vocês não agissem como babuínos! Sempre brigando e se engalfinhando sem motivo! Eu tive que tomar medidas extremas! – Ela massageava o estomago. – E agora, o que nós fazemos? Os pais do garoto não vão gostar disso, vocês sabem...


–Que se fodam os pais do garoto... – Hermione gritou.


–Olha o palavreado Granger!- Repreendeu Snape. – Minerva, querida... Que se fodam os pais do garoto! Aquele pivete enfiou a língua na minha garganta! – Ele socou a mesa.


McGnogall fechou os olhos e fez uma breve prece, pedindo á Merlin, que lhe desse discernimento. Pela primeira vez, ela se arrependeu do seu plano.


–Ao que parece, severo, você gostou e retribuiu! E quebramos o braço dele! Isso não pode ficar impune!


–Pera aê! – Hermione agitou as mãos. – Quer dizer que você quer nos punir?


–Eu não tenho opção. – Ela suspirou. – Acho que vou ter que afastar vocês da escola... até... Até que vocês estejam em seu estado normal. – Ela contou mentalmente para a explosão dodóis. -1...2...3...4...5 e...


–Você não pode fazer isso...


–Você é louca...


–(*&¨&%$¨#¨%%¨*(*&)(*...


–(*&(*&%$%&*()_


Severo e Hermione falavam sem parar, xingavam e se acotovelavam em frente á ela.


–Silêncio! – Ela disse com a voz magicamente ampliada, mas demorou até que os dois decidissem escuta-la. Hermione parou primeiro, mas a última frase de Snape ainda pôde ser ouvida:


– ...Tudo por que eu estava lendo aquela cena de sexo!


N:A/Me digam oque acharam, o que não acharam,o que precisa ser melhorado... Enfim, tudo!


Beijos, até mais.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 14/12/2013

asuhaushuahsuahsua! Pego em flagrante! kkkkk

Nota: 5

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