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2. CAPÍTULO II


Fic: O Caubói Milionário - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Nick Granger Potter: realmente, a fic promete boas risadas...
**RE**: é, pelo menos por enquanto ele vai conseguir...
camila de sousa: brigadaum... o post tah ae...
Hermione.Potter: Vlw...

é sempre ótimo saber q vcs estão gostando... brigadaum os comentários...
mas vamos ao post...
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Hermione prendeu o fôlego e esperou, pelo que pareceu uma eternidade, a reação de Harry. Sabia que pusera o homem numa situação difícil. Porém, apesar de não conhecê-lo bem, sabia que era solteiro e amante da diversão. Páli¬da, pressionou ainda mais forte o rosto contra o dele, rezando que não a traísse.
Um pequeno sorriso curvou os lábios de Harry.
— Bem, isso é uma surpresa — ele olhou para Hermione e então voltou-se para o irmão dela: — Muito prazer em conhecê-lo — ele estendeu a mão, deixando-a cair em seguida quando Charles não a apertou.
Uma expressão de dúvida surgiu nas feições aristocratas de Charles.
— Você não está casada com ele.
— Estou, sim — ela fechou os olhos e desejou que Harry a ajudasse. Quando seu irmão se convencesse de que ela não iria voltar, sairia dali e levaria as novidades do casamento para Minerva. E então, conhecendo o preconceito da família contra uniões com pessoas de fora do seu círculo social de elite, ela seria deserdada. Aleluia! Livre, finalmente. — Conte-lhe, querido — pediu ela, es¬perando que o senso de humor de Harry não fracassasse. Não fracassou.
A sensação das covinhas que se formavam no rosto dele contra sua face e o leve raspar da barba malfeita era curiosamente prazeroso.
— Casados? Oh, claro. Estamos casados há muito tempo. Vamos ver... — ainda sentado no banco, ele puxou Hermione para seus joelhos e passou um braço em volta da cintura dela. — Sou ruim com datas. Quanto tempo faz, meu amor?
— Hum, bem, agora, uns...
Ela não esperava que Harry colocasse aquilo nas mãos dela, mas não ia esquivar-se. Ele estava tentando ajudar e ela lhe seria eternamente grata por isso.
— Não faz quase um mês?
— Vocês estão casados há um mês? — perguntou Charles com ar de descrença.
— Já faz tanto tempo assim? — Harry fingiu surpresa. — Nós nos casamos em junho...
— Julho. Estamos em agosto — disse Hermione, corando e mor¬dendo o lábio. Estar sentada tão próxima a ele era enervante. Ele exalava um aroma masculino e sensual, difícil de ignorar. E, em¬bora tivesse a constituição física típica de um caubói, os braços que circulavam sua cintura eram gentis.
— Certo. O que eu estava pensando? Nós nos casamos em julho.
— Dia trinta e...
— Dois.
Dia trinta e dois? O que ele estava dizendo? Ela o cutucou com o cotovelo no braço. Se quisessem se livrar de Charles, teriam que ter credibilidade. Hermione sorriu.
— Como você pode ter esquecido, querido? Foi em vinte e dois de julho.
— Foi o que eu falei.
— Não foi.
— Foi
— Não, você disse...
— Querida — ele lhe deu um sorriso sedutor — você sabe que detesto brigar.
Hermione enrubesceu e conteve a vontade de rir da expressão cômica dele.
— Eu também.
— Foi um lindo casamento, Charles. Que pena que você não pôde comparecer — Harry pareceu incorporar o imaginário.
— Você não poderia ter vindo, pois não convidamos ninguém — acrescentou Hermione. — Foi um matrimônio só para nós dois.
Harry entrava cada vez mais no papel.
— E Elvis.
— Elvis? — ela o cutucou um pouco mais forte dessa vez.
— Sim, apenas Elvis Presley como testemunha naquela igreji¬nha em Las Vegas. Foi isso que uniu a estrela de sua irmã à minha.
— Sim. Apenas você, eu e... — ela pigarreou e avisou-o com os olhos para não ir longe demais. — Elvis.
— E o nosso amor.
— É claro — ela virou-se do abraço de Harry e sorriu para o irmão. — Nosso amor.
Charles bufou em zombaria.
— Amor? Ah, por favor.
Ela franziu o cenho.
— Harry, querido, acho que Charles não acredita em nós.
— Você está tentando dizer que nosso casamento é uma farsa? — Harry fingiu uma expressão chocada. — Isso magoa, não é, meu amor?
— Sim, muito.
Embora Charles não admitisse, Hermione podia jurar que as sementes de dúvida tinham sido plantadas na mente do irmão. Afinal, se ela tinha aberto mão de uma fortuna e fugido para tra¬balhar numa espelunca, por que fugir com um caubói seria tão absurdo?
Na verdade, aquela situação toda viera a calhar.
Por que ela não pensara nisso antes? Estar casada com um ho¬mem como Harry provavelmente a deserdaria mais depressa do que todas as outras estratégias que vinha tentando durante muitos anos. Podia ver que Charles estava reparando no jeans desbotado, nas botas gastas, no corpo musculoso e bronzeado pelo trabalho árduo sob o sol escaldante. Ele estava julgando Harry exatamente como Minerva o faria. Ambos o dispensariam sem nem mesmo conhecê-lo melhor. Só porque ele pertencia à classe trabalhadora.
Charles olhou para Hermione com uma expressão desconfiada.
— Vocês não podem ter se conhecido há muito tempo. Se estão casados, não é por amor. Atração, talvez...
— Charles, tenho a impressão de que você está tentando insi¬nuar que me casei com sua irmã por dinheiro.
Um músculo se contraiu no maxilar de Charles.
— Deixe-me afastar seus temores, cunhado. Posso não ter uma bolsa chique como a sua...
Charles o interrompeu:
— Todos os homens de negócios atualmente carregam um laptop. Qual é o problema? É um meio de comunicação.
— Que seja. Mas tenho uma situação financeira razoável. Minha caminhonete está paga e tenho um bom emprego na fazenda de meu tio. Antes de me casar com sua irmã, eu já tinha meu próprio dinheiro.
Hermione tentou exibir uma expressão serena de mulher casada e feliz, enquanto Harry explicava o relacionamento deles para seu irmão.
— É óbvio que você nunca se apaixonou na vida, Charles, ou seria capaz de entender que o que sua irmã e eu temos não é algo que se pode pendurar uma etiqueta com um preço. Certo, amor?
O tom de Harry foi tão intenso que Hermione de repente amo¬leceu em seus braços.
— Admito que no começo eu a achei irresistível fisicamente. Quis beijá-la desde o primeiro momento em que a vi — ele segurou o queixo de Hermione, forçando-a a virar o rosto para ele. — Mas depois que a conheci, não demorei para perceber que ela era a mulher com quem eu queria passar o resto da minha vida.
Hermione suspirou. Aquele caubói merecia um Oscar de melhor ator! Se ela não soubesse de tudo, juraria que ele estava sendo sincero. O modo como a fitava, com aqueles olhos verdes pro¬fundos, faziam seu coração disparar. Um zumbido estranho soou dentro de sua cabeça e parecia que seu corpo inteiro estava encos¬tado numa cerca elétrica. Seu olhar cruzou com o de Harry, en¬quanto Charles parecia desgostoso.
— Está bem, Hermione. Você já se divertiu. Agora pode anular esse erro. Ronald vai perdoá-la. Ele ainda quer se casar com você — Charles, avisou, irônico.
— O quê? — perguntou Harry.
— Charles, você não entendeu ainda? Eu não posso — disse Hermione.
— E eu não posso ser responsável pelo que isso provocará na saúde de Minerva.
— Ela é muito mais forte do que você imagina, Charles.
— Engano seu. Desde que você partiu, ela anda muito deprimi¬da. Fraca.
Hermione cerrou os dentes. Por que aquilo sempre lhe acontecia? Justamente agora que pensara que havia encontrado um jeito de ser independente, a família queria puxá-la de volta para suas gar¬ras. Charles ainda sabia como fazê-la se sentir culpada.
— Hermione, no mínimo, você deve uma explicação a Minerva. Pessoalmente. Corra e arrume suas coisas para voltar a Dallas comigo e esclarecer tudo. Antes que seja tarde demais — completou ele em tom dramático.
Charles levantou-se, e Hermione olhou para Harry e depois para ele. Sentia-se novamente manipulada por sua poderosa famí¬lia e ressentia-se disso. Mas como poderia dizer não? E se Charles estivesse falando a verdade e Minerva estivesse mesmo morrendo? Apesar do fato de a avó querer dirigir sua vida, Hermione a amava e se arrependeria de ter perdido a oportunidade de despedir-se dela.
Mas e se fosse apenas mais uma trama para levá-la de volta à prisão que todos chamavam de lar? Não seria a primeira vez.
— Charles, não posso largar tudo e ir com você hoje — argu¬mentou, tentando ganhar tempo, procurando desesperadamente uma maneira de libertar-se. Não podia ser arrastada de volta como uma criança rebelde.
— Por que não?
— Porque tenho obrigações. Com meu emprego. Com meu... — ela pegou no braço de Harry — meu...
— Seu marido — completou Harry, sorrindo. — Seu príncipe encantado — ele enterrou o rosto nos cabelos dela, a respiração quente, a voz rouca. Estava claro que estava se divertindo mais do que o necessário. — Seu amor.
— Hum, sim. Obrigada, querido — Hermione apertou-lhe o po¬legar com força suficiente para que ele soubesse que, se não paras¬se, ela começaria a rir e estragaria tudo.
— Esta é uma emergência familiar, Hermione. Tenho certeza de que seu chefe irá entender.
Harry a abraçou com mais força pela cintura.
— Ela não irá a lugar algum sem mim.
— Que comovente! — Charles preparou-se para partir. — Devo avisar vovó para aguardar vocês dois?
O coração de Hermione quase parou. Charles tinha jogado a isca e Harry a mordera.
— Bem, obrigado pelo convite, cunhado. Irei, sim, com prazer.
Hermione afastou-se e encarou Harry. Ele estaria brincando? Blefando? Teria enlouquecido? Ah, não! Desta vez ele fora longe demais. Dizer a Charles que estava casada com Harry era uma coisa. Levá-lo para casa para conhecer Minerva era arriscar demais.
— Querido, você tem que ir para o leilão de gado, lembra-se? É importante para sua carreira. Posso perfeitamente ir sozinha.
— Por você eu perco o leilão, meu amor.
Com os olhos arregalados, ela forçou as palavras por entre os dentes, na tentativa de transmitir a ele seu desespero:
— Isso não lhe criará problemas, querido? Não quero que você seja despedido.
— Eu sou o chefe, lembra-se? Posso ir ao leilão em qualquer outro dia.
— Mas, querido, e quanto àquelas... coisas na fazenda que você tem que fazer? Sabe, o veterinário vem de longe para vacinar os animais. E a castração dos cavalos?
Harry franziu a testa, confuso.
Charles assistiu atentamente a toda a conversa e então falou:
— Certo, vou esperar vocês dois para que viajem comigo.
— Se Hermione decidir ir, eu a levo — disse Harry.
— Como quiser — Charles deu de ombros.
— Ei, rapazes, esperem um pouco. Tenho que ver com Tom se ele tem alguém para me substituir amanhã.
Antes que Charles pudesse responder, Tom pôs a cabeça pela janela e gritou:
— Hermione, os hambúrgueres estão prontos.
A voz grave de Tom trouxe Hermione de volta ao presente e ela desencostou-se de Harry com um sobressalto, notando que a clien¬tela havia aumentado.
— Tenho que voltar ao trabalho.
Consultando o relógio, Charles pegou a bolsa e os óculos.
— Direi a Minerva que você estará em casa por volta das oito. Esperaremos vocês para o jantar.
Hermione suspirou e assentiu:
— Está bem.
Pensaria naquilo mais tarde, quando estivesse longe de Harry.
Meia hora depois, Harry observava Hermione limpando as úl¬timas mesas do almoço. Restavam apenas poucos clientes, tomando café e lendo jornal.
Ele suspirou e empurrou o prato. O que lhe dera na cabeça quando se oferecera para acompanhá-la a Dallas naquele fim de semana? Ajudá-la com o irmão no restaurante de Tom era uma coisa, mas ir com ela, como marido, para conhecer a família era... bem, uma insanidade.
Era porque Hermione mexia demais com ele. Ele fora capaz de perceber a situação difícil desde o momento em que o irmão entrara no recinto, e quisera ajudá-la. Infelizmente, tornara as coisas ainda mais complicadas.
Era óbvio que Hermione tinha suas razões para não querer que ele a acompanhasse. Harry se moveu no assento. O que fizera? Ela provavelmente o estava odiando por aquilo. Agora é que nunca mais conseguiria sair com ela.
Com certeza fora ótimo tê-la nos braços. Ter passado alguns momentos inesquecíveis como seu marido. Ter tido uma sensação real do que seria o futuro com o qual ele vinha sonhando com tanta freqüência.
Tom tirou o avental, pendurou-o num prego e saiu do restau¬rante para fumar um cigarro.
Hermione mudou a estação da rádio sertaneja para outra de música popular, aproximou-se do balcão e lhe lançou um olhar de desculpas enquanto começava a limpar os porta-guardanapos.
— Ouça, Harry, sobre o que aconteceu com meu irmão, sinto muito ter envolvido você nos meus problemas familiares. É que estava tão desesperada para me livrar dele... e dizer que estava casada com você me pareceu uma boa idéia no momento.
— Claro — embora aquilo não fosse exatamente um elogio, Harry sorriu. Ela era linda.
— Eu não queria criar problemas para você — Hermione limpou a fórmica com um pano molhado. — De qualquer forma, obrigada por ter me ajudado. Foi muito gentil da sua parte.
— De nada. Espero não ter ido longe demais prometendo a ele uma série de coisas... bem, que você não queria.
— Não, não. Você foi perfeito.
Harry relaxou um pouco. Talvez não estivesse tudo perdido.
— Você acha que nós o enganamos? — perguntou ela.
— Não sei. Você queria isso mesmo? Ou estava só tentando se livrar dele?
— As duas coisas, suponho.
Ele riu.
— Então, se posso lhe perguntar, o que está acontecendo?
— Claro que pode — ela suspirou e torceu o pano nos dedos. — Estou tentando deixar de fazer parte do testamento de minha avó.
Harry franziu o cenho.
— Por quê?
— Sei que parece loucura. É uma longa história, mas para re¬sumir, ela quer me controlar e acha que o dinheiro que tem é a chave para me manter sob controle. O problema é que, ela baixou o tom de voz para um sussurro e fez uma careta — eu odeio dinheiro.
O fato de Hermione não ser interesseira era uma ótima notícia. Porém, talvez aquele não fosse o melhor momento para contar-lhe sobre a vasta fortuna de sua própria família. Contaria mais tarde, quando ela estivesse mais calma.
— De qualquer forma — continuou ela —, durante anos tentei de tudo para fazê-la me deserdar. Recentemente, tentei provocar um escândalo na família. Pensei que seria bem-sucedida vindo para cá dois meses atrás, alugando um pequeno trailer para morar so¬zinha e arranjando um emprego de garçonete numa espelunca. Mas, aparentemente, não adiantou — ela olhou para Harry e sorriu. — Espero que meu recente casamento com você resolva isso.
— Por que dizer a sua família que você se casou comigo seria um escândalo?
Hermione enrubesceu.
— Porque você é tudo que minha família odiaria em um homem para ser meu marido.
Harry mordeu o lábio. Ela realmente não tinha idéia de quem ele era. Ela lhe tocou o braço num gesto de desculpas e falou:
— Não me entenda mal. Eu acho você ótimo do jeito que é. Na verdade, você está vivendo a vida que eu sempre quis viver, na fazenda, com cavalos, vacas e moscas. Por favor, não se ofenda.
— Não estou ofendido — ele balançou a cabeça. Aquilo era definitivamente um começo. Geralmente, quando ia para casa com uma garota para conhecer a família dela, sentia-se como um troféu conquistado. O fato de que a família de Hermione não estaria in¬teressada nas suas posses era maravilhoso.
— Não estou pronta para me comprometer ainda — declarou ela com veemência. — E quando chegar a hora, quero escolher meu marido, eu mesma. Não estamos mais na Idade da Pedra. Com exceção de meus pais, casamentos arranjados têm feito todos os meus parentes infelizes. E não serei persuadida a cometer o mesmo erro — Hermione explicou.
Aquilo era encorajador.
— Vai dispensar Ronald?
— Com certeza — respondeu ela, sorrindo. Harry riu.
— E o que planeja fazer agora?
— Não pensei tão longe ainda. Talvez me atirar pela janela, mas estamos no piso térreo.
Ele riu novamente.
— Ir para casa seria tão mau assim?
— Bem, vamos apenas dizer que minha família me conhece — bufando, ela começou a encher os porta-guardanapos, agora bri¬lhantes.— Minerva acha que pode simplesmente anunciar que está à beira da morte e eu irei correndo. E claro, ela está certa.
Harry sentiu por ela. Não conhecia todos os detalhes, mas aquela família parecia muito complicada. A família Potter era excelente e amorosa, e ele era próximo, não apenas dos pais e dos irmãos, como de tio Paizão também. Era difícil imaginar querer fugir da família. Só podia supor que a situação deveria ser muito ruim para que Hermione desejasse tal coisa.
— Espero que não tenha estragado as coisas para você, dizendo a Charles que iríamos juntos até lá.
— Não, não, eu... eu vou... — ela sorriu e deu de ombros. — Ouça, Harry, estive pensando. Sei que isso vai parecer meio louco, mas você gostaria de ganhar um dinheiro extra neste fim de semana?
Ele assumiu uma expressão bastante interessada e imaginou o que estava por vir.
— Um dinheiro extra sempre é bom. O que você tem em mente?
Respirando profundamente, Hermione sugeriu:
— Gostaria de contratá-lo para ir comigo à casa de minha avó, como meu marido.

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Continua...

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