N/A: Então, esse é o ultimo capitulo que tinha escrito. Daqui pra frente só capítulos inéditos, eeeee!
Beijos, e por favor, me digam o que acharam!
Hermione tinha razão, fazia mesmo um dia lindo no vilarejo. Eles caminharam um pouco e passaram na livraria onde ficaram perdidos entre os livros. Snape percebeu que eles tinham isso em comum: os dois eram amantes dos livros.
–Podemos parar no três vassouras? – Perguntou Hermione sorridente.
–Aquele lugar é cheio de fedelhos piolhentos. Vamos ao cabeça de javali.
–Mas eu prefiro o três vassouras.
–Eu te trouxe pra passear, eu escolho o lugar.
–Ótimo! Se você não gosta de crianças, á troco de quê é professor? – Hermione não percebia, mas rebolava enquanto andava.
–Você quer parar de rebolar? Você é um homem agora esqueceu?
–Desculpe. – Ela riu, e só para provocar começou a remexer mais os quadris do que antes. Um grupo de adolescentes que passava por eles começou a rir por ver Snape andar de forma tão sensual e feminina. O que só fez com que ele ficasse mais irritado com Hermione.
–Se você não parar... – Ele ameaçou. Mas Hermione estava de divertindo com a situação e continuou a andar jogando piscadelas e "desmunhecando" para os rapazes que passavam. Snape a segurou pelos braços, mas percebeu que seu corpo feminino não tinha forças para segura-la por muito tempo. –É melhor você parar. Não esqueça de que eu estou com o seu corpo também!
–Está bem, está bem. – Ela disse por fim. – Que coisa, a gente não pode mais nem fazer uma brincadeirinha inocente com um colega de trabalho. Credo... Bixa má! – Ela se dobrava de tanto rir.
–Hemione, pare de rir! Eu também não faço isso! Maldição!– Mas de nada adiantou as suplicas de Snape. Ela foi rindo o caminho todo até o cabeça de javali.
–Está de bom humor hoje professor Snape. – Comentou o barman. – O que vão querer?
–Whisky de fogo. Duplo. Sem gelo. – Pediu Snape enquanto massageava as têmporas .
–Pra mim uma cerveja amanteigada. – O barman já estava longe quando ela gritou: - Ah, coloque um pouco de canela querido, por favor! – Vários rostos se viraram para Hermione, Snape bateu com a testa na mesa, mas sua vontade era bater em Hermione.
–Você pode se controlar? Por favor?
–O que foi que eu fiz agora?
–Canela? Querido? Olha, eu sou Severo Snape. Eu não chamo ninguém de querido!
– Mas o que tem demais? Eu só fui educada.
–Quando eu recuperar meu corpo, vou querer minha vida do jeito que estava. E aposto que você também, então se você não quer que eu arruíne a sua reputação, não arruíne a minha. Fui claro?
–Cristalino querido. - As bebidas chegaram e terminaram numa rapidez absurda. Eles repetiram a dose.
–Mas me conta, pra quê você precisa de uma orquídea fantasma?- Perguntou Hermione.
–Não é da sua conta, é?
–Só fiquei curiosa. Você pagou tanto por ela... Aliás, como você tem tanto dinheiro?
–Sabe, eu estava errado sobre você. Eu achava que você era muito irritante quando era minha aluna..
–E agora você percebe que eu não sou irritante?
–Não. Você é muito mais irritante agora do que quando era criança. – Hermione deu de ombros, sempre soube que o mestre em poções não nutria nenhuma simpatia por ela. Já estava acostumada a ser para ele a irritante sabe-tudo. Ironia do destino –ou de Minerva- que agora eles tivessem que se tolerar. Dois meses nunca pareceriam tão longos.
– Argh! Você é intragável, sinceramente não dá pra conversar com você.
– Intragável? Eu? Há! Imagine, você odeia um aluno, conta as horas pra que ele se forme e nunca mais tenha que olhar pra cara dele, e quando isso realmente acontece... Ele volta como professor! Adorável não é? – Ele cuspiu as palavras, cheio de ironia.
–Pois saiba você que todo esse ódio é reciproco. E vamos embora daqui de uma vez.
De volta as masmorras Snape se trancou no laboratório, tinha que terminar a poção da paz que preparava todos os meses para Alice Longbottom . No dia seguinte enviaria uma nova remessa ao St. Mungus. Poucos sabem, mas quando Belatrix torturou os pais de Neville, ele estava lá. Sentia-se particularmente mal com o que aconteceu ao casal, ao contrário dos marotos, quando estudavam em Hogwarts eles eram simpáticos com Snape. Não exatamente amigos, mas o respeitavam. O enxergavam. Não o olhavam com nojo e desprezo da maioria. E sim como á um igual.
–O que você está fazendo?
–Poção pacificadora.
–Para o St. Mungus?
–É.
–Hm.
–Fala logo!
–Falar o que?
–O que você quer?
–Vim ver como está a poção.
–e você viu?
–Sim.
–Está tudo bem?
–Aham.
–Então de logo o fora daqui. –Hermione soltou um longo suspiro e se sentou numa bancada. Ela atormentou Snape a tarde toda e agora percebeu que passou um pouco dos limites. Ela sabia que precisava se desculpar, entretanto, não sabia como faze-lo. Eles não pediam desculpas um para o outro, eles se insultavam, criticavam, brigavam e seguiam em frente. Mas agora, eles precisavam conviver um com o outro, precisavam dormir na mesma cama e precisavam trabalhar juntos nas poções. Não podiam se tratar como antes.
–Vou te fazer companhia.- Snape a olhou com o canto dos olhos a fazendo gelar. Ele estava furioso. Mesmo estando no corpo dela ele conseguia ser assustador!
–Eu prefiro o silêncio.
–Eu ficarei calada. Não se preocupe. -
–Duvido muito que você seja capaz disso.- Hermione bufou.
–Argh! Eu não acredito que essas palavras vão sair da minha boca! ... Snape, eu sinto muito.- Os olhos dele cintilaram e ela tinha ganhado sua atenção.
–Como é? Não ouvi direito.
–Eu sinto muito, ta legal? Eu não devia ter agido daquela forma hoje. Você tinha razão, quero minha vida de volta do jeito que era e vou te devolver a sua do jeito que ela estava. É uma promessa.
–Atitude muito inteligente Granger.
–Hermione. Pode me chamar de Hermione a partir de agora. – Ela mordeu os lábios. Não sabia se ele aceitaria uma aproximação.
–Por que raios eu faria isso Granger? E que inferno! Pare de morder os meus lábios!
–Só queria deixar de lado as formalidades...
–Sou um homem muito formal, caso não saiba. Acho que srt. Granger é mais adequado.
–Se o senhor prefere assim...
–Prefiro. – Ele voltou sua atenção para o caldeirão que borbulhava á sua frente. Hermione começou uma expedição pelo laboratório. Era uma sala ampla e mal iluminada. Não havia espaços nas paredes, todas elas estavam escondidas atrás de estantes com todos os ingredientes possíveis.
Ela estava de costas para Snape, quando ouviu vidro sendo estilhaçado e um baque de algo caindo contra o chão de pedra.
Ele havia desmaiado.
Hermione descobriu que não era difícil levantar seu peso, não quando se tinha braços fortes. Ela colocou Snape na cama, um vinco de preocupação se formando em sua testa. Algumas gotas de suor eram aparentes em sua têmpora, ao por a mão ali, percebeu o quão febril seu corpo estava.
–Enervarte! – Bradou. –Enervarte! – Logo Snape abriu os olhos, tonto e confuso.
–O que aconteceu? – Perguntou levando uma mão á cabeça, como se isso tivesse o poder de fazer a dor parar.
–Não se levante. Vou buscar uma poção para dor. – Dizendo isso, ela saiu em disparada do quarto, para voltar minutos depois, com um frasco de analgésico. –Tome, lhe fará bem. – Pediu ela.
Snape, mesmo se sentindo desconfortável por receber cuidados da mulher, obedeceu em silêncio.
–Eu não me alimentei direito, foi isso. – Na verdade, Snape não sentia muita fome desde que estava no corpo de Hermione.
–É, deve ter sido isso. – Concordou. Mas algo nos olhos negros lhe dizia que havia mais. Só que ele não se importava o suficiente para perguntar, então apenas virou o corpo para o lado, deixando que as pálpebras se fechassem. Alguns minutos de sono e tudo ficaria bem.
Quando Snape acordou, já era manhã em Hogwarts. Praguejou mentalmente por ter dormido tanto. Hermione dormia tranquila em seu lado na grande cama de dossel, totalmente perdida no mundo dos sonhos.
Uma conferida rápida no laboratório, lhe assegurou que Hermione tinha cuidado das poções em sua ausência. De modo que, não houve danos ou perdas.
– Pelo menos ela serve para alguma coisa. -Resmungou. Engarrafou a poção de Alice com cuidado, então ordenou um elfo á levar ate o St. Mungus. Quanto antes a poção chegasse, melhor.
Pediu café aos elfos do castelo e tomou o desjejum sozinho, sem animo ou vontade de encarar o salão principal.
–Como está se sentindo? – Sua voz rouca ecoou até seus ouvidos. Era tão estranha ouvi-la sem ter dito nada.
–Bem. – Disse simplesmente. Hermione se serviu uma generosa quantidade de chá com leite, e se sentou de frente para ele.
–Precisamos pensar no que faremos amanha. – Ele precisou de um segundo para entender do que ela falava, amanha seria segunda-feira, tinham aulas á dar.
–Não temos saída. Daremos nossas aulas... Assim. – Ah ! Pobre Minerva, mal sabe ela que recebia todos os pensamentos maldosos de Snape. Á amaldiçoando pela ideia estupida.
–Me diga o que você está ensinando, me passe seus planos de aula da semana... – Eles conversaram algum tempo, tentando passar os detalhes que precisavam saber para ocuparem o lugar um do outro. Hermione estava apenas semiconsciente de que, ironicamente, a princesinha Grifinoria, era agora diretora da Sonserina.
Horas depois, Hermione decidiu que não poderia suportar mais. Ela tinha evitado o chuveiro nas ultimas 48 horas, mas o problema não se resolveria tão cedo, e seu corpo clamava por um bom banho.
Snape estava trabalhando em suas poções, o que lhe dava certa privacidade no grande quarto. Despiu-se, evitando olhar para o corpo, e foi para o banheiro com a cabeça erguida.
Ainda recusando-se a olhar diretamente para o corpo nu de Snape, ela ligou o chuveiro, pondo-se sob a água quente, deixando que ela escorresse por todo corpo, relaxando seus músculos. Pegou shamppo, e lavou os cabelos negros oleosos, demorando-se na tarefa. Quando não pode protelar mais, ela desceu com o sabonete pelo corpo firme de Snape, permitindo-se o olhar pela primeira vez. Mesmo sem algum estimulo, o membro do mestre de poções tinha um tamanho e espessura desejável. E antes que ela conseguisse refrear o pensamento, já tinha imaginado cenas obscenas em sua mente.
Por um breve momento, ela teve um pouco de inveja da tal Ellen.
Ela ensaboou o corpo de forma metódica, apreciando a textura da pele máscula. Tanto tempo sem um namoro estavam fazendo mal á ela, por que depois do banho, seus pensamentos á respeito do seu 'rival' tinham mudado um pouco. Ele ainda era um verme para ela, mas um verme num corpo, totalmente, desejável.
"Ora, Hermione, o que você está pensando? Vai enlouquecer, é isso?"
–O que você pensa que está fazendo? Sua pervertida! – Snape entrara no banheiro, surpreendendo Hermione.
–Tomando banho. Por mais desagradável que seja ter que tocar em seu corpo, ainda prezo por minha higiene.
–higiene? Sei. Tem certeza de que era só nisso que você estava pensando? – O olhar amendoado caiu para o meio das pernas de Hermione. Ela acompanhou o olhar, então viu do que Snape falava. Seu sexo despontava para cima, imponente, numa ereção visível. Os pensamentos á respeito de Snape á tinham excitado e ela não havia se dado conta.
–Oh merda! – Ela corou violentamente.
–Como eu me livro disso? – Perguntou para Snape.
–Teremos que transar. – Falou com um sorriso sonserino. Divertindo-se internamente com o desconforto dela.
–Quê? – Perguntou ruborizando ainda mais.
–Menina tola. – Ele bufou e a deixou sozinha no banheiro. Sabendo que logo, o que quer que á tenha excitado, não teria mais poder sobre ela. Já que foi pega de surpresa.
E para alivio de Hermione, logo não havia mais dureza entre suas pernas. Mas ela temia que nunca mais em sua vida, conseguisse se livrar da cena bizarra.
Snape estava sinceramente irritado com toda aquela situação. Não via como poderia suportar dois meses ao lado dela, pior que isso, dois meses confinado no corpo de Hermione Granger. Apesar de admitir á si mesmo, que a mulher era uma bruxa poderosa e nutrir internamente certa...Adimiração, ela o irritava. Até mesmo sem fazer nada, só por respirar.
Mas não tinha outro jeito.
Sua mente divagou sobre o que poderia tê-la excitado, mas não queria navegar por aquelas aguas. Não quando tinha imagens do corpo nu de Hermione em sua mente. Repassou o banho que tomara naquela manha em sua mente, quando acariciou cada curva deliciosa da mulher. Os seios empinados, a barriga magra, coxas grossas, a intimidade... Antes que ele concluísse o pensamento, batidas frenéticas soaram através da porta.
Sem pensar, ele abriu.
O sorriso de Ellen murchou ao olhar para ele.
–Quem é você? – Perguntou a morena fuzilando os olhos castanhos. "Droga" Como iria escapar dessa agora? Não podia contar a verdade, obviamente, ela não acreditaria.
–Sou Hermione Granger – Balbuciou por fim. – Assistente pessoal de Severo Snape. – Ele tentou parecer tranquilo, seguro, mas falhou miseravelmente.
–Onde está o senhor Snape? – Os olhos verdes queimando os castanhos.
No mesmo momento, Hermione vinha á passos largos para sala. Ouviu vozes, e pensou ser Gina, então saiu do quarto usando apenas calças e esfregando os cabelos com uma toalha. Com medo de que a amiga falasse demais outra vez.
–Óh! Vejo que está terrivelmente doente! – Bradou Ellen cheia de sarcasmo mal contido, entrando na sala efusiva.
–Quem é... – Pelas costas da namorada, Snape pulava e agitava os braços para conseguir atenção de Hermione, quando conseguiu, proferiu as palavras "Minha namorada" sem som, na esperança de que Hermione conseguisse ler seus lábios. –Ow! – Exclamou ao encarar Ellen. A mulher era linda. Ela já tinha visto ela em algum lugar, mas não se recordava onde. – Ellen querida... – Pronunciou cautelosa, feliz por lembrar do nome da mulher.
–Não me venha com querida! Quem é essa dai ? E por que mentiu que estava doente? –
–Se me permite explicar... – Começou Snape.
–Calada! Estou falando com o meu namorado! – Disse dominada pelo sentimento de posse.
–Ei! Não fale assim com Hermione! – Snape á olhou com alguma suplica no alhar, pedindo que ela contornasse a situação. Como ela ainda se sentia culpada por 'desmunhecar' pelo vilarejo, atendeu ao seu pedido mudo. – Ellen meu amor, Hermione só esta aqui para me ajudar com algumas poções. Só isso. Ela trabalha no castelo e temos uma remessa grande á enviar para madame Ponfrey...
–Não tente me enganar Severo! Por que você mentiu que estava doente?
–Menti? – Ela olhou para Snape e ele á estimulou á continuar com história. – Bom, eu não menti realmente. Estou doente. – Ela tossiu teatralmente. – Por isso que a Granger está aqui me ajudando. – Pouco á pouco os ânimos de Ellen foram se acalmando, aparentemente, ela estava acreditando na história do namorado.
–E que vestimenta é essa? Ou melhor, falta de vestimenta? – Seus olhos varreram o peito nu.
–Bom, eu estava saindo do banho, mas ouvi á sua voz. –Ofereceu de maneira convincente. – Por que abriu a porta Granger? Como se atreve á abrir a porta dos meus aposentos sem meu consentimento? Só cabe á você ficar dentro do laboratório, trabalhando! E não... – Ela dizia cheia de rispidez, imitando o tom desdenhoso que sempre ouviu naquela voz rouca. Snape agradeceu mentalmente pela atuação bem sucedida dela.
–Calma querido. – Ellen, que nunca tinha recebido uma palavra ríspida dele, se assustou um pouco com os modos do namorado. – Ela não deve ter feito por mal. – E virando-se na direção de Hermione, completou. – Desculpe por toda essa cena. Mas tendo um homem como Severo, é de se esperar que eu cuide do que é meu. – Mesmo no pedido de desculpas, ela deixou claro que Snape lhe pertencia, avisando de forma subentendida que Hermione não tentasse nenhuma gracinha com o namorado.
–Ellen, infelizmente, - ela tossiu. – Não posso ficar muito tempo com você. Não me sinto muito bem.
–Óh querido, desculpe-me por te cansar. Mas a saudade foi maior. – Ela disse com ternura. – Já vou indo, para que possas descansar. Só queria ver como você estava. – Hermione pulou para trás quando os lábios carnudos de Ellen se projetaram para frente, querendo alcançar os seus. A morena abriu os olhos, desgostosa com a reação do namorado.
–Não quero passar nada para você.. – Snape suspirou aliviado. Isso convenceria Ellen.
–Claro. Mande-me noticias. - E dizendo isso, a mulher irrompeu pela porta meio irritada.
Assim que a porta fechou, os dois suspiraram em alivio.
–Bela atuação Granger. – Ele admitiu.
–Então essa é sua namoradinha? – Ela perguntou com desdém evidente.
–Futura senhora Snape. – Disse ele contente. Uma ameaça de sorriso brincando no canto da boca. Afinal, Ellen era uma linda mulher.
–Nunca pensei que você fosse se casar..- Hermione disse enquanto voltava para o quarto, afim de terminar de se vestir. – Enfeitiçou a mulher ou algo assim? – Havia um 'Q' de ciúmes naquela voz. Mas Snape não percebeu isso, apenas foi atrás de Hermione no quarto, para devolver a provocação.
–Para sua informação, querida, meus encantos não se restringem apenas á uma varinha.
–Um frasco de poção talvez? Deixe-me ver... Hãnnn, amortentia? –Ela riu divertida por conseguir irritar o homem. Sem pensar muito, Snape a empurrou contra a parede. Mesmo com o corpo forte, Hermione arfou diante a pegada que ele tinha. Ele agarrou a cintura dela, puxando levemente de encontro á si.
–Não sou mais seu professor, Granger, mas ainda posso te ensinar uma ou duas coisas sobre o jogo da sedução. – Sua voz era lenta e sedutora, o rosto estava a centímetros de Hermione. Olhando-a em seus olhos, quase que como se a hipnotizasse.
O que era pra ser apenas uma provocação, acabou despertando uma certa curiosidade no mestre. Imaginou, por um breve momento, como seria beijar os próprios lábios, sentir o próprio corpo. E não só isso, como seria o ato sexual no ponto de vista feminino?
Hermione sentiu-se meio tonta. Como ele podia ser sexy quando queria, oh Merlin! Mesmo estando preso num corpo de mulher, ele conseguia atiça-la. O membro ardia em chamas dentro da calça, pulsando. Logo ele sentiria a ereção e ai zombaria dela outra vez. Então, reunindo o pouco de sanidade que ainda tinha, ela o empurrou. Sem parar de andar até chegar ao banheiro, onde se trancou até que todos os sinais de desejo desaparecessem.
Snape ficou parado no lugar, encarando a porta do banheiro, tentando reprimir os pensamentos impróprios.
Afinal, por mais curiosidade que tivesse, não podia se permitir pensar na Granger dessa forma.
"Mas ela não é a Granger... quer dizer, ela é a Granger, mas o corpo é meu."
No momento, resolveu empurrar esse pensamento promiscuo para o fundo de sua mente. Tinha mais o que fazer e ficar pensando em transar com Hermione Granger, não ajudaria a terminar seu árduo trabalho no laboratório.
N/A: Prometo não demorar a postar! Obrigada pelos comentários divos de cada dia!
beijos amourecs.