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10. Cerco


Fic: O Mistério de Starta - por Livinha e Pamela Black - Último Capítulo no AR!


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Capítulo 10

CERCO


Assim que aparatou na Toca naquela manhã de domingo, o dia seguinte ao que finalmente pedira Gina em casamento, Harry sentiu uma estranha contração no estômago.

- Certo... É mais fácil pensar a fazer - murmurou para si mesmo antes de passar pelos portões da casa.

Ele foi rapidamente recepcionado por Gina. A moça estava na cozinha, atenta a todo barulho que se podia ouvir dos jardins de sua casa, apenas esperando ouvir o som de alguém aparatando.

- Meus pais estão na cozinha - ela falou depois que eles se beijaram e avançaram em direção à entrada da casa.

- Oh. Ahm... Certo, então.

Gina olhou para ele com as sobrancelhas erguidas, um meio sorriso brincando em seus lábios.

- Algum problema, Harry?

- Claro que não - ele respondeu muito rápido. Logo entraram na cozinha da Toca.

A Sra. Weasley lhe sorriu do fogão, vindo cumprimentá-lo.

- Oh, Harry, que bom tê-lo em casa hoje - falou animada, (até demais, na opinião de Harry), enquanto o abraçava.

- Bom dia, Sra. Weasley - ele retribuiu, um pouco aliviado. Quando Harry virou-se para o Sr. Weasley, entretanto, sentiu suas faces começarem a queimar constrangedoramente. - Bom dia, Sr. Weasley.

- Olá, Harry. - Arthur se levantou, apertando a mão do rapaz.

E depois todos ficaram em silêncio. Harry não sabia onde enfiar suas mãos, então colocou-as nos bolsos da calça.

O Sr. Weasley olhou para a esposa, atrás de Harry, ao que Molly gesticulou, indicando Harry com ambas as mãos, obrigando o marido a fazer alguma coisa. Arthur pigarreou, dobrando desnecessariamente o jornal em cima da mesa. Gina revirou os olhos.

- Então, Harry - ele começou -, não quer se sentar?

Harry puxou a cadeira ao seu lado, que pareceu fazer um grande barulho ao ser arrastada, mas acabou desistindo, voltando-a para o lugar.

- Bem, acho... Melhor em pé, não?

Gina apertou levemente a mão dele, encorajando, o que o ajudou.

- Sr. Weasley... Sra. Weasley - ele falou quando Molly ficou ao lado do marido -, vocês sabem que Gina e eu... bem... que eu... nós nos amamos, certo? E ontem eu perguntei a ela e ela aceitou, embora a tradição e educação me mandasse falar com o senhor primeiro, Sr. Weasley, então não pense que...-

- Harry, Harry! - interrompeu o Sr. Weasley quando o jovem nervoso à sua frente falou desenfreada e confusamente.

- Sim?

- Você não tem que me perguntar uma coisa? - Arthur retorquiu solícito.

Harry sorriu constrangido. No entanto, respirando fundo, começou novamente e mais calmo.

- Sr. Weasley, Sra. Weasley - ele olhou a ambos nos olhos -, eu amo Gina. - Olhou para a ruiva ao seu lado, sorrindo. - Ela foi a melhor coisa que aconteceu em toda minha vida. E eu quero muito viver e compartilhar o resto da minha vida com ela.

Voltando a olhar os pais de Gina, Harry perguntou:

- O senhor me daria a mão de Gina?

- Você só quer a minha mão? - murmura Gina ao lado dele, como se o repreendesse, ao que os pais dela reprimiram o riso.

Muito vermelho - como nunca estivera em toda sua vida -, Harry pigarreou e olhou de novo os senhores Weasley, que ainda disfarçavam seus enormes sorrisos. Respirando fundo, falou:

- O que eu quero dizer é que... Sr. Weasley, o senhor permite que nós, Gina e eu, nos casemos e construamos nossa própria família? Os senhores dariam sua benção?

- Harry - começou o Sr. Weasley, o sorriso dele não incomodando mais Harry -, eu não poderia, em toda a minha vida, dar a minha benção a outra pessoa que não fosse você. Bem vindo à família mais uma vez, meu rapaz.

Harry achou que poderia sorrir mil vezes daquela maneira que nunca se cansaria. E enquanto cumprimentava um efusivo Sr. Weasley, pensou que, afinal de contas, não fora tão difícil assim.

Ele apenas não contava com a reação dos outros Weasley: os seis cães de guarda de Gina.

Já estavam todos sentados à mesa, nos jardins da Toca, apreciando o delicioso almoço que Molly e Monica Granger haviam preparado para aquele domingo.

- Se fizer algo a nossa irmãzinha, Potter...

- Não nos queria como inimigos, Harry.

- Só falta você comprar mais uma cama de solteiro.

- Ou um sofá espaçoso...

- Ou uma poltrona mesmo. Para quê conforto?

- Calem a boca - Gina falou, revirando os olhos.

Contudo, Harry não se importou com a implicância. Para ele, a pior parte já havia passado, e agora tudo estava maravilhoso.

- Eu já tenho tudo isso, se vocês querem saber - ele falou sorrindo.

- Ah, então já tem lugar para dormir depois de casar - Jorge falou parecendo mais tranqüilo.

- Não, ainda não. Mas vi uma cama enorme e excelente no centro de Londres, esses dias, e... -

Harry não pôde continuar, pois Fred já lhe lançava a colher que estava no prato de batatas.

- Fred! Ora essa! - repreendeu a Sra. Weasley. - Vocês têm é que parabenizar a Gina e o Harry pelo casamento. Desculpe, Philip - Molly disse, pois espirrara um pouco de batatas no Sr. Granger.

- Tudo bem, Molly.

- Só os parabenizo se o casamento for daqui dez anos - retorquiu Jorge.

- Eu também - murmurou Rony, mas, em seguida, ele praticamente pulou da cadeira, fazendo uma expressão como se estivesse com dor. - Quero dizer... Acho até que demorou demais.

Os Weasley se olharam e Fred sorriu perversamente.

- Por que a mudança de idéia, Roniquinho?

- A perna está doendo, Rony? - completou Gui.

- Calem a boca - Rony resmungou, mas lançou um olhar aborrecido para Hermione, sentada ao seu lado.

- Harry queria pedir Gina em casamento faz tempo - Hermione falou.

- Como você sabe? - Gina e Harry perguntaram ao mesmo tempo.

- Eu o vi guardando uma caixinha no bolso. Isso foi há um mês, Harry. Percebi na mesma hora o que era - Hermione falou, óbvia.

- Mas isso não impede que eles se casem daqui dez anos - insistiu Jorge.

- Jorge, se você não se calar, a próxima coisa a voar atingirá você no meio da sua cara - Gina falou, irritando-se.

- Com medo que Harry escute nossos sábios conselhos, Ginevra? - falou Gui.

O olhar que Gina lançou aos irmãos foi o bastante como resposta.

- Não pense que se livrou de nós, Potter - sorriu Fred.

- Vocês já sabem quando irão se casar, Gina? - a Sra. Granger perguntou, tentando amenizar a situação.

- Na verdade, ainda não. Mas talvez na próxima primavera.

- Oh, mas dará tempo? Um casamento precisa de tempo para ficar tudo nos conformes. Certo que o de Hermione e Ronald foi em cima da hora, mas...

- Mamãe - constrangeu-se Hermione.

- Preferimos algo simples, Sra. Granger - falou Gina. - Então, não precisamos de muito tempo, pois não será algo grandioso.

- Bem, Jorge - falou Fred, pesaroso -, nosso tempo para planejar o sumiço de Harry diminuiu. Acho que devemos começar a trabalhar nisso hoje mesmo.

- Agora chega - repreendeu a Sra. Weasley. Os pais de Hermione se olharam e sorriram, divertindo-se com a discussão. Querendo mudar de assunto, Molly perguntou: - Hermione, querida, como está a gravidez?

A gravidez de Hermione então entrou em questão, fazendo com que Gina e Harry fossem deixados em paz.

O almoço na Toca seguiu-se rapidamente, e logo os Granger foram embora. Rony foi embora com Hermione, dizendo que tinham assuntos a tratar sobre o casamento. Harry ainda continuou na Toca, mas, não agüentando os olhares e os “hem, hem” ora de Gui, ora de Fred ou Jorge, resolveu ir embora.

- Nos vemos amanhã - ele falou para Gina aos portões da propriedade.

- Tudo bem.

Eles se beijaram e então Harry se foi.

Enquanto Gina seguia para dentro da casa, falou, mas não parando de andar:

- Você não tinha que ver a Fleur, Gui?

- Droga - praguejou Gui, saindo de trás do galpão. - Estou de olho em você, Ginevra!

- Eu estou noiva, Gui - ela retorquiu, sentindo um prazer em dizer a palavra “noiva”. Mostrou o anel brilhando em seu dedo para o irmão. - Coisa que, aliás, você deveria estar finalmente com a Fleur. Quando você vai parar de enrolá-la?

Sem ouvir a resposta do irmão, entretanto, Gina entrou e foi direto para seu quarto. Ao deitar-se na cama, o sorriso não havia deixado seus lábios, pelo contrário, só fez aumentar. E, como uma adolescente, ela virou-se e, abraçando o travesseiro, soltou um gritinho enquanto batia os pés na cama, extasiada de tanta felicidade. Podia estar sendo boba ao comportar-se daquela maneira. Mas era muito bom estar bobamente apaixonada.

xxx---xxx


“Nos vemos amanhã”.

Essas palavras martelaram na cabeça de Syndia durante toda aquela noite. Hoje, corrigiu-se em pensamento, enquanto andava pelo átrio do ministério.

- Syn?

A moça se sobressaltou ao ouvir seu nome e ser tocada no ombro.

- Ah, Gui... É só você - respirou aliviada.

- Sim, sou eu - retorquiu Gui estranhando. - Quem deveria ser? Ou melhor: quem não deveria?

- É que não sei mais o que fazer com Draco Malfoy - exasperou-se.

- Mas o que ele...?

No entanto, Syndia não permitiu que ele continuasse, cutucando-o fortemente na cintura com o cotovelo, uma vez que entravam no elevador. Gui gemeu, recebendo um olhar de desculpas da amiga.

Somente quando as portas finalmente se abriram, eles saíram no andar de sempre e começaram a andar, que Gui continuou:

- Agora eu posso saber o que o Malfoy tem a ver com seu nervosismo?

Syndia lançou um olhar reprovador para Gui, não gostando do tom petulante dele. O amigo apenas ergueu as sobrancelhas e sorriu, não se importando.

Como ambos estavam mais concentrados em si mesmos, não repararam em um rapaz a frente deles oscilar os passos.

- Você fala como se eu fosse confessar um crime - Syndia reclamou.

- Levando em consideração o que você fez...

- Tudo bem, eu não digo, então - irritou-se.

- Como se você agüentasse - sorriu Gui.

Syndia mais uma vez censurou o amigo com o olhar. O sorriso de Gui, completamente presunçoso, aumentou. Ambos se conheciam bem para saber que aquilo não levaria a nada.

- Eu odeio que você me conheça tão bem.

Gui apenas gargalhou por estarem sozinhos no corredor. No entanto, como a amiga respirou profundamente e a irritação deixou seu rosto, Gui achou melhor colaborar. Ainda não sabia concretamente o que tanto inquietava o olhar de Syndia como ele via naquele momento, e não agüentava isso.

- Vamos, me diga. O que aconteceu para o Malfoy deixá-la tão nervosa?

- Ontem, ele disse que fará de tudo para me ver hoje - Syndia falou, não olhando para o amigo.

- E onde você o viu ontem? - inquiriu Gui automaticamente com um esgar, recebendo outro olhar reprovador da amiga. - OK, vou colaborar.

- Eu não o vi ontem. Estava escrito no cartão.

- Cartão?

- Das flores. Ele tem me mandado flores desde domingo retrasado, o dia seguinte ao nosso jantar. Todos os dias.

Gui fez uma expressão admirada.

- Certo, até que ele não é tão burro quanto pensei - falou praticamente consigo mesmo. - Você está assim apenas porque vai ver o Malfoy hoje?

Syndia resmungou um “É” em resposta. Gui arregalou os olhos, parando de andar.

- O que foi? Por que você está me olhando assim?

- Você está gostando de Draco Malfoy?! - Gui quase gritou.

- Não! Claro que não! - Syndia respondeu imediatamente. Para Gui, rápido demais.

- Você está gostando de Draco Malfoy. Ah, Syn...

- Não é isso, Gui - ela retorquiu, corando, mas tinha certeza sobre o que estava dizendo. - Não estou gostando dele.

- Então, por que o nervosismo? E por que você está corando?

- Estou corando porque você me constrangeu com esse berro, seu tonto - falou quase irritada. - E estou nervosa, porque...

Syndia hesitou, suspirando. Cruzou os braços na altura do peito quase protetoramente, desviando o olhar do amigo, o início de irritação esquecida imediatamente. Somente depois de ter a certeza que não havia ninguém naquele corredor em que estavam, que ela continuou com a voz mais calma, mas também levemente desconfortável:

- Eu não estou pronta ainda, entende? Ainda não dá, eu... Eu não sei, Gui. Não posso - finalizou com um suspiro em seguida.

A expressão indignada e desafiadora de Gui se desfez na hora; uma resignada lhe tomando conta.

- E você não vai me explicar melhor do que isso, não é? - falou suavemente.

Syndia baixou mais ainda o olhar, sua franja fazendo sombra em seus olhos. Sentindo o rosto esquentar ainda mais, murmurou:

- Desculpa. É que eu ainda não...

- Não consegue. Eu sei.

- Desculpa - repetiu Syndia.

Gui não disse nada, mas tinha quase certeza do que tanto atormentava Syndia. E se ele pegasse o infeliz que fizera isso com ela...

- Vamos trabalhar. É melhor - Syndia falou por fim, voltando a andar.

- Claro.

Syndia olhou para Gui ao notar a leveza na voz do amigo, e não pode deixar de sorrir, mesmo que levemente.

- É o que sempre digo - Gui continuou -: nada como se enfiar numa sala cheia de poeira para melhorar significativamente o seu dia - piscou para Syndia.

- Sempre diz? - ela retorquiu, o sorriso mais sincero.

- Claro, você quem não escuta.

- Acho que puxei isso ao meu pai.

- É... Sei do caso de surdez em sua família.

- Infelizmente não tem cura. É hereditário.

- Tenho pena dos seus filhos - Gui falou, fingindo secar uma lágrima.

- Dos meus filhos? Tem que ter pena dos meus netos, Gui.

- Esses vão nascer sem orelha.

- Que horror!

- A família é sua mesmo - Gui deu de ombros.

- Não sei por que te dou corda, sabia? - Syndia rolou os olhos, embora sorrisse.

- Eu alegro sua vida, Syn. Sou insubstituível - Gui sorriu presunçoso.

Já entrando pela porta da sala de arquivos do Ministério da Magia, Syndia murmurou para si mesma com ar de riso:

- E eu me pergunto o que você diria seu eu o chamasse de “arco-íris”.

- O quê? - perguntou Gui, pois não ouvira o que a amiga dissera.

- Nada, Gui. Vamos trabalhar.

xxx---xxx


Que Elliot Short não gostava de seu chefe, Draco Malfoy, não era novidade, mas ainda lhe mantinha certo respeito. Entretanto, tudo o que ele pensava de bom sobre Malfoy - o que não era muito -, foi-se no momento em que recebera sua última ordem: praticamente grudar em Syndia Vechten enquanto ela estivesse no Ministério da Magia e avisar a Draco quando ela se encontrasse sozinha.

Não que a ordem em si tenha sido ruim, até que tinha um lado bom: Elliot não precisaria olhar para a cara mal-humorada de Draco, a qual foi causada pelos muitos memorandos à mesa do chefe e que envolviam trouxas, uma vez que Draco realmente não conseguira se livrar desse “transtorno”. O problema para Elliot era a conseqüência da ordem.

Ver tão de perto os olhos verde-mel de Syndia não era nada satisfatório. Nunca vira tanta raiva em sua vida, e aquilo não era nada, nada bom.

Elliot conseguira fazer seu trabalho despercebido durante um bom tempo. Mas, obviamente, depois de certo tempo Syndia o notou.

A moça dissera a Gui que iria ao banheiro. Assim que virou um corredor, entretanto, já esperava por seu guarda particular. O susto que perpassara rapidamente pelos olhos de Elliot foi o bastante para que Syndia conseguisse prensá-lo na parede, e o fato de ela ser praticamente da mesma altura dele também deu a ela certa vantagem.

- Quem é você e o que quer, me perseguindo?

- E-eu? - gaguejou Elliot. - Olhe, moça, não é o que parece e...

- Não? - cortou Syndia. - Então me deixe repensar: estou nesse ministério há...quantas horas? Duas, talvez três horas. Todas as vezes que eu ia a uma prateleira, um homem me seguia. Primeiro achei que fosse coisa da minha cabeça, mas depois também percebi que esse mesmo homem ficou estático quando fui na direção dele, e praticamente fugiu da sala de arquivos. Então, do nada, vejo o mesmo homem me olhando como se eu fosse alguém muito perigoso.

“O que não é mentira”, pensou Elliot.

- Por acaso o senhor também iria ao banheiro, senhor...?

- Ah...Short. Elliot Short. Olhe, Srta. Vechten, eu não fiz isso...

- Não? - Syndia o cortou novamente.

- Eu não fiz porque quis - enfatizou Elliot. Aquela moça realmente o estava assustando.

- Então posso saber o motivo de eu estar sendo seguida contra a vontade de meu perseguidor? - inquiriu Syndia cruzando os braços; seus olhos, entretanto, não se desviaram dos de Elliot. Não que fosse atacá-lo a qualquer momento, mas aquela situação realmente a irritou. Lembrava-lhe da época em que era seguia por Karl, antes de namorarem - o que ele dissera ser apenas para que conseguisse conquistá-la. Segurou um arrepio ruim que lhe subiu à espinha.

- Eu estava seguindo ordens, moça. Só isso. Não queria fazer isso, juro! - apressou-se Elliot ao ver os olhos de Syndia parecerem fendas.

- Ordens? De quem?

- Eu sabia que não deveria ter dito a ele...

- Ordens de quem?

- Foi sem querer - Elliot se desculpou mais uma vez. - Eu a ouvi dizer uma coisa sobre meu chefe, entende, e acabei dizendo a ele, pois ele me perguntou se eu a tinha visto. Não sou de fazer mexericos, mas é que foi tão espontâneo.

- Você me ouviu dizendo coisas sobre seu chefe? - Syndia perguntou devagar. Ah, não! Não, não, não! Ele não fez isso!, exasperou-se em pensamento.

Elliot suspirou. Ele e sua boca grande.

- Isso mesmo. Você dizendo que estava... Bem, estava nervosa - Elliot disse a contra gosto.

Primeiro, Syndia sentiu que seu rosto perdia a cor, enquanto sua boca se abria num espanto. Depois, sentiu seu rosto esquentar e percebeu que aquilo nem lhe era tão surpreendente. Já sentia que Draco Malfoy tinha algo a ver com aquilo desde que o rapaz à sua frente abrira a boca. Então, de constrangimento por ter sido flagrada por Short, ela começou a sentir raiva.

- Draco Malfoy mandou você me seguir? - Syndia falou entre os dentes.

- Olha, eu não queria. Ele me ordenou e...-

- Por quê?

- Por que o quê? - Elliot retorquiu confuso.

- Por que ele o mandou me seguir?

Essa perguntou pegou o rapaz desprevenido. Como assim, ela não sabia por quê? Elliot considerou se seria prudente responder a essa pergunta verdadeira e diretamente. Ele achou que não.

- Ah, moça - começou incerto -, não faça pergunta difícil, ’tá legal? Se você não sabe, não serei eu a te dizer. Desculpe-me, mas não.

A reação de Syndia às suas palavras deixou Elliot mais confuso ainda.

Ela entendera imediatamente o que estava implícito naquela resposta receosa, por isso mesmo que ela deu um passo para trás como se tivesse levado um choque forte.

- Ah... Oh! O q-? Como assim?

- Senhorita... - Elliot quase gemeu, desviando os olhos e não querendo realmente ter que explicar alguma coisa a Syndia. - Você não vai me fazer dizer, não é? Draco Malfoy é meu chefe e eu não queria ter que falar disso sobre ele, mesmo ele não tendo me dito nada explicitamente. Mas a gente sabe quando um homem está... Quero dizer... Além do mais, ele me mataria se eu sequer abrisse a boca e... Aonde ela vai?

Assim que Elliot desviou os olhos, não percebeu que Syndia saíra de sua frente.

Primeiramente, a intenção dela era voltar para a sala cheia de papéis onde Gui a aguardava. No entanto, mal percebeu que seus pés seguiam outro caminho. Porém, um caminho ainda desconhecido a ela. Deu meia volta e quase topou com Elliot, que vinha atrás dela.

- Você vai me levar até lá, nem que eu precise usar magia para isso.

Mas magia não seria necessária. Embora Elliot estivesse receoso com o que pudesse acontecer, achava que seu chefe bem que merecia aquele furacão em sua sala. Quem sabe assim ele não baixaria aquela crista? No entanto, querendo proteger-se de qualquer coisa, falou enquanto andavam:

- Srta. Vechten, por favor, não faça nada muito ruim. O Sr. Malfoy pode me demitir e...

- Fique quieto, Short - Syndia falou num rosnado. - Malfoy vai receber o que merece. E você fique fora disso, caso não queria que sobre para você.

- Mais do que já sobrou? - murmurou Elliot.

Portanto, assim que estavam de frente à sala de Draco Malfoy, Elliot apressou-se apenas o necessário para dizer o nome de Syndia a seu chefe. Draco apenas teve tempo de erguer os olhos dos papéis que mexia enquanto Syndia adentrava sua sala.

- Draco Malfoy, o que significa tudo isso? - exasperou enquanto gesticulava na direção de Elliot, mas se controlando para não gritar.

De início, Draco sentiu-se um pouco irritado com aquela intromissão. No entanto, a figura de Syndia praticamente enraivecida só o fez imaginar situações nada propícias para o momento: em como acalmar devidamente aquela mulher.

Dispensando seu assistente com um aceno, Draco levantou-se.

- Bom dia, Syndia - ele cumprimentou suavemente.

Syndia precisou fechar os olhos e contar até dez, caso contrário, faria algo realmente estúpido. Ou simplesmente algo pior do que estava fazendo naquele momento. Ou quem sabe tirar aquele sorrisinho irritante do rosto de Malfoy com um belo feitiço? Sim, isso seria interessante.

- Bom? - ela conseguiu dizer mais controlada. - Eu posso saber o que há de bom?

Draco sorriu mais ainda, passando por ela e fechando a porta de sua sala. Syndia acompanhou seus movimentos.

- Você em minha sala, à minha frente. Essas são coisas que realmente tornam um dia bom.

Syndia precisou recontar.

Merlim, como ela permitira que Draco Malfoy a tirasse do sério daquela maneira? Naquele momento, ela sabia que a pequena semelhança entre ele e Karl já não tinha mais nada a ver! Ela não conseguia se lembrar da última vez em que agira dessa maneira tão tempestuosa. E, sinceramente, não faria o menor esforço para conseguir entender por que reagia assim a Malfoy.

- Responda a minha pergunta, Malfoy.

- Mas eu já respondi. O que há de bom é você em minha sala, à minha frente. - “E a menos de três passos de mim”, completou em pensamento.

- Você sabe muito bem que eu me refiro ao fato do seu subordinado estar me seguindo.

- Ele não estava te seguindo - Draco falou naturalmente. E diante do olhar cético e irritado de Syndia, continuou: - Ele apenas queria te passar um recado meu.

- Que seria? - perguntou Syndia sarcasticamente. Não estava acreditando em um A que Draco lhe falava.

- Eu queria conversar com você, e já que estamos em horário de almoço, achei interessante convidá-la para almoçar. Tenho uma reserva em um restaurante realmente bom, mas de comidas bruxas.

Syndia riu.

- Você acha que sou o quê, Malfoy? Uma idiota?

- Pelo contrário. Você é a mulher mais inteligente que conheci. Para não dizer a mais bonita.

- Não tente me comprar com elogios, Malfoy - retorquiu Syndia, sentindo o rosto esquentar. De raiva, com certeza.

- Nunca tentaria isso, Syndia. A propósito, o que aconteceu com o “Draco”? Achei que já tivéssemos passado dessa fase de apenas sobrenomes.

- Pois pensou errado.

Syndia respirou fundo, tentando se controlar. Sentia-se como se fosse uma mulher descontrolada, e a maneira que estava agindo naquela sala era quase imperdoável. Merlim, ela não tinha mais quinze anos!

Bem mais calma, falou:

- Eu não gosto de ser seguida, Malfoy.

- Perdoe-me. De verdade. - Syndia não quis acreditar, mas ele parecia realmente sincero. Draco sorriu, parecendo constrangido. - É a segunda vez que lhe peço desculpas.

- Certo. Tudo bem - Syndia disse com uma careta nos lábios e dando de ombros.

Agradecendo mentalmente pela mulher estar mais calma, Draco falou:

- Então? Você aceita meu convite para almoçar? - ele lhe sorriu querendo ser encantador.

- Desculpe, mas vou ter que recusar. Como eu disse, não gosto de ser seguida, Malfoy. E embora eu o tenha desculpado, isso não retira a raiva que senti quando percebi que seu assistente me seguia sob suas ordens. Caso você queira falar comigo novamente ou queira me convidar para alguma coisa, sugiro que você mesmo me procure ou mande uma coruja.

- Você não me perdoou - Draco lamentou.

Syndia cruzou os braços e rolou os olhos.

- Você não precisa disso, Malfoy. Eu lhe disse que o desculpei.

- Não verdadeiramente. - Draco avançou a pequena distância que havia entre eles. Descruzou vagarosamente os braços de Syndia e segurou suas mãos levemente. - Se tivesse me desculpado, não estaria de braços cruzados. E voltaria a me chamar de Draco, e não pelo meu sobrenome.

- Isso não é verdade. Você nem sequer me conhece para afirmar algo assim - ela falou, puxando suas mãos. Draco as manteve no lugar.

- Você está mentindo - ele falou com um meio sorriso, apreciando as maçãs de Syndia ficando levemente vermelhas.

Como a situação mudara tão intensamente? Num momento ela estava irritadíssima, querendo acertar a cara do homem que estava à sua frente com um belo feitiço. Em outro, lá estava ela, corada até as raízes dos cabelos, permitindo uma situação que ela jurou a si mesma inúmeras vezes que não se permitiria estar novamente.

- Quem disse que estou mentindo? - retorquiu Syndia, embora não com tanta ênfase quanto gostaria.

Draco sorriu.

- Você não é tão difícil de ler, Syndia Vechten.

Por que ele estava tão perto? Por que, mesmo com sua cabeça apitando “perigo” de maneira tão ensurdecedora, ela não o impedia de se aproximar ainda mais? E por que seu corpo todo se arrepiava enquanto as mãos dele deixavam as suas e deslizavam por seus braços, na direção dos ombros, nuca...

No entanto, embora realmente se sentisse tentada em ceder àquelas sensações, conseguiu se livrar dos braços de Draco que, ela nem sabia como, lhe pareciam uma prisão, mas que ela não queria estar naquele momento.

Ainda à porta, falou sem conseguir olhá-lo:

- Não me siga mais, Malfoy. Da próxima vez, posso não ser tão compassiva.

E saiu.

xxx---xxx


O dia estava mais gelado que o normal. Aquele início de inverno não estava tão agradável, não estava da maneira que ela gostava. Olhou tentadoramente para o balcão do Caldeirão Furado, desejosa por uma cerveja amanteigada. Antes que se decidisse, entretanto, Gina apareceu.

- Desculpe o atraso, Mione - falou um pouco esbaforida. - Mas é que fui deixar um bolo na casa do Harry, que mamãe havia feito.

Hermione sorriu.

- Tudo bem. Vamos logo, Gina? Espero que essa seja a última compra que faço. Não agüento mais entrar em tantas lojas.

Desde que se descobrira grávida, Hermione estava fazendo compras periódicas, tanto para ela quanto para o bebê. Ela sabia que dali alguns meses estaria imensa e não caberia em suas roupas. Então, não querendo comprar roupas para gestantes na última hora, iniciou esse trabalho há alguns dias. Sempre ia com sua mãe. Entretanto, Monica estava muito ocupada com os preparativos do casamento - pois ela fizera questão de cuidar disso -, portanto, Hermione decidira chamar Gina.

Entre risos por se depararem com roupas esdrúxulas, e suspiros por não conseguir comprar uma bela peça que não lhe caberia dali uma semana, Hermione conseguiu sair com quatro sacolas de roupas de uma loja para gestantes.

- Agora, as roupas do meu sobrinho. Ou sobrinha - falou Gina.

Contudo, antes que entrassem em uma loja especialista em moda infantil, Hermione parou na rua do Beco Diagonal.

- Hei, aquela não é a Syndia? Syndia! - chamou.

Syndia, que estava saindo da Madame Malkins, avistou as amigas. Com um sorriso, aproximou-se rapidamente delas.

- Pelo visto não sou a única que decidiu fazer compras - falou divertida, depois de se cumprimentarem, ao vislumbrar as sacolas de Hermione e Gina.

- Tudo da Mione. Não há nada meu, aqui.

- Não sabia que você gostava de fazer compras, Hermione.

Hermione rolou os olhos.

- Não gosto. Mas preciso. - E indicou a barriga que, devido à blusa justa, mostrava-se levemente arredondada.

- Oh, é verdade. Gui havia me dito. Não consegui lhe dar os parabéns. - Abraçou a moça levemente. - Desejo uma gestação bem tranqüila para você. E que o filhote cresça forte e bem saudável.

- E que não pareça com o Rony - implicou Gina, ao que as três riram.

- Gina! - Hermione ainda repreendeu. Virou-se então para Syndia. - Você estava indo embora?

A moça deu de ombros.

- Hoje é sábado. Não tenho nada para fazer. Estava pensando em dar uma volta a esmo. Por quê?

- O que acha de nos ajudar com as compras?

- Mais compras?

- Agora é para o bebê - falou Hermione, sorrindo.

- Nunca vi Hermione não consumista - completou Gina.

- Tudo bem. Vou adorar.

A tarde, então, decorreu tranquilamente. A companhia de Hermione e Gina fez Syndia sorrir mais àquele dia e esquecer alguns pensamentos que viviam importunando-a desde que saíra da sala de Draco.

Como ela pedira, Elliot Short não a seguiu mais pelo ministério. E ela também quase não vira Draco Malfoy naqueles dias. Não entendia por que ele se afastara dessa maneira. Nem as flores ele lhe mandara, como fizera na semana anterior. Não que ela estivesse sentindo falta das flores ou do olhar perscrutador que ele lhe lançava. Já era ruim demais quando eles se viam - embora de longe - no átrio do Ministério da Magia.

Perdida em pensamentos que não conseguia controlar, Syndia suspirou, frustrada.

- Você também notou, não é?

- Como?

Syndia levantou os olhos, deparando-se com os castanhos de Gina brilhando em uma leve irritação.

- Malfoy. Já faz um bom tempo que ele não pára de olhar para cá. Aposto que ele está planejando alguma coisa.

Também olhando na direção que Gina olhava, Syndia deparou-se com Draco a poucos metros delas. O que ele fazia em uma loja de roupas infantis?

- Aposto que sei muito bem o que ele está aprontando - disse Syndia entre os dentes. - Eu avisei a ele.

E foi na direção de Draco, deixando Gina para trás. Hermione nem sequer notara o que estava havendo, mais preocupada em admirar um belo vestidinho cor-de-rosa.

- Eu disse para você não fazer isso.

Draco mostrou-se surpreso quando Syndia o abordou.

- Oh, Syndia! Não a tinha visto aqui. O que faz numa loja como esta?

- Não se faça de bobo, Draco - sibilou. - Sei muito bem o que o trouxe aqui. E eu disse que não seria tão compassiva caso isso acontecesse novamente.

- Desculpe, mas do que você está falando? - Draco perguntou com um sorriso.

Syndia não respondeu, apenas cruzou os braços e lhe lançou o olhar mais zangado que conseguiu.

- Ah, isso. Sinto decepcioná-la, Syndia, mas não a estou seguindo. Verdade - completou ao vê-la erguer as sobrancelhas ceticamente.

- Então posso saber o que você faz numa loja dessas?

- O mesmo que você, talvez. Comprando roupas para uma amiga.

Rindo baixo e sarcasticamente, Syndia falou:

- Claro. Acredito em você.

- Que bom. O que acha desse vestido? Ou seria melhor comprar algo mais neutro? - Draco ergueu um vestido verde-claro à sua frente. - Ela ainda não sabe se é menino ou menina. Se eu aparecer com um vestido e for menino, ela me mata.

- Então leva o vestido.

Draco olhou para Syndia, com um meio sorriso.

- Tem certeza?

- Como você é ridículo - ela retorquiu, rolando os olhos.

- Posso ajudar?

Ambos olharam para a atendente que surgiu do nada.

- Talvez possa - Draco falou. - O que acha desse vestido?

Syndia rolou os olhos e se preparou para sair dali, quando ouviu a atendente:

- Não gostou da cor, senhora?

Syndia estacou, surpresa. Virou-se e se deparou com a atendente da loja a olhando com curiosidade.

- Como?

- A cor do vestido. Não gostou? Temos de outra cor, se preferir.

Aquilo só podia ser uma piada. Olhou para Draco, mas isso provou ser um erro, pois o sorriso que ele tinha no rosto a fazia querer ter vontade de socá-lo. E depois enfiar a cabeça em algum buraco.

- A cor é linda - retorquiu Syndia entre os dentes. Olhando para a atendente, continuou, tentando se acalmar: - Mas ainda não sei se é menino ou menina.

- Claro, ainda está cedo, não é? Está de quantas semanas?

- O quê?

- A senhora - falou a atendente. Syndia percebeu pelo olhar dela que a mulher achava estar falando com alguém muito retardado. - Está de quantas semanas? Desculpe se eu estiver sendo indiscreta.

- Não, não sou eu que estou grávida. É uma amiga.

- Oh, me desculpe.

- Não há problema - Draco falou, divertindo-se com a situação. Syndia o fuzilou com o olhar. O que ele pensava que estava fazendo? - Então você acha essa cor bonita, Syndia? Acha que ela vai gostar?

Talvez o olhar que Syndia deu a Draco tenha forçado a atendente a deixá-los sozinhos.

- O que você pensa que está fazendo? - ela verbalizou, aproximando-se dele para que ninguém ouvisse o que quer que ela fosse dizer.

- Compras? Vamos, me dê sua opinião.

- Eu prefiro te dar outra coisa, Draco Malfoy - retorquiu Syndia ameaçadoramente, e não vendo o sorriso dele oscilar, completou: - Mas saiba que você não vai gostar nada quando receber.

Foi muito rápido. Num instante, ela estava ameaçando Draco, seus pensamentos inteiramente homicidas já fazendo milhares de planos. Já no outro segundo, os pensamentos haviam sumido completamente.

Draco aproximara-se rapidamente, murmurando em seu ouvido:

- Eu duvido que não goste.

Em seguida, ela só conseguiu sentir os lábios dele sobre os seus num beijo rápido. Talvez, não tão rápido quanto ela gostaria. Ou não tão leve. Ele não a tocou em nenhuma outra parte de seu corpo. Apenas os lábios.

Sem reação, ela apenas assistiu chocada Draco Malfoy deixar a loja com um sorriso presunçoso.




N/B: EU ME DIVERTI PAMPAS NESTE CAPÍTULO!!!! – Muito mesmo! =D – Desde o gaguejante Harry Potter e a matilha de Rotweillers ruivos, gostosos, ciumentos e superprotetores cercando a Gina, (eu lembro de vocês me falando que fariam o Harry sofrer para pedir a Gin, mas tanto assim???? Tadinho!!!! Rsrsrsrsr...), até as manhas do Malfoy. O dito cujo tem jogo de cintura, quadris, pernas e sabe-se lá Merlin o que mais! A Syn nem terá chance! – Principalmente quando vocês O COLOCAREM DESPIDO ENTRE LENÇÓIS DE SEDA, não é? >D – Ou será que o pedido de uma beta não tem relevância, mais? (*fazendo bico) - ;D – Parabéns, meninas! Mais uma jóia de capítulo! MUUUUITOOOOOOO BOOOOMMMM!!!! – *aplaudindo* - Beijos muitos!!! Nos vemos no próximo!!! – E se demorarem tanto... SSSSSHHHHTÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!! =D

N/A: E finalmente, eis que aparecemos! :D Tomara que essa mania de capítulo bimestral não seja repetitivo..rs.. Bem, o capítulo fala por si só, então não temos nada muito a acrescentar. Só esperamos que vocês tenham gostado!

Sonia Sag, amada! Agradecemos sempre seus elogios, que são muito valiosos, assim como suas sugestões. Beijos muitos pra você também.

Paty Black: mana nossa sumida!! (igualzinha a Pam! - Liv vira pro lado e assovia) Que bom que gostou do Harry fofo! E agora? Xonou de vez?rsss.. Ainda não teve nenhum loiro rolando em lençóis de seda, mas...aguarde! Esperamos que tenha gostado ao menos da cena do nosso Draco - o arrepio foi compensado?? Beijos, mana!

E a quem apenas deu uma passadinha básica: Beijos e, por favor, deixem review! Elas são deveras importantes para nós.

Beijos a todos e até o próximo.

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