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5. Com Draco Malfoy?


Fic: Mais que inimigos // D/Hr // Cap 5 on \ô/ (Aeluia)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Amourás, descupem pela demora, é que eu estava sem net e tal's...
Mas agora já está tudo bem, então vamos ao que inporata, né??

Bjos!!

Um novo dia começara. Mione abriu os olhos tentando lembrar-se da noite anterior. Quando conseguiu mal pôde acreditar. O que acontecera com Draco Malfoy? Esta era a grande pergunta. O difícil era achar a resposta. “Não ir embora é um ato para demonstrar confiança e amor.”, lembrou-se das ultimas palavras que ela escutara do loiro. Seria verdade? Hermione Granger estaria realmente criando um laço com Draco Malfoy? Estava pensando nisso quando viu o garoto entrar no quarto. Sua mente esvaziou. Nada mais, nada menos por causa da visão deslumbrante que teve. Ele estava voltando do banho, com a toalha presa na cintura, seu peitoral definido levemente molhado, e os cabelos. Ah... os cabelos. Meio embaraçados, molhados, pingando em seu rosto, que passava para seu corpo. [N/Beta: fiu-fiu! Gostosoo \õ uhuull! *baba eternamente pensando nessa imagem*]
Tentou não demonstrar que estava completamente “babando” por ele. Fingiu estar desinteressada.
O loiro demonstrou surpresa ao entrar no quarto e ver que a castanha já havia acordado. Fingiu não perceber o modo como ela o olhava e apenas lhe deu um radiante ‘Bom Dia’, que foi igualmente repetido pela castanha.
- Você não ia me acordar?
- Você estava tão linda dormindo que não tive coragem. – confessou com seu sorriso encantador.
- Não adianta Malfoy. Não vai funcionar.
- Já disse para me chamar de Draco.
- Era sério? – ele andou em direção à castanha, que estava nervosa, sentada na cama, controlando-se para não falar. Talvez estivesse com um mau-hálito matinal, e não estava nem um pouco afim de que Malfoy sentisse. Só não sabia o por que. Ele chegou perto o bastante para a garota sentir seu hálito de menta pinicando em seu rosto. E sussurrou:
- Eu sempre falo sério, Mione. –“Por que ele tem que ficar sussurrando o tempo todo perto de mim?”, perguntava-se entorpecida pela linda visão que estava tendo e o sussurro musical que escutara.
- Mas... – continuou, levantando-se e caminhando pelo quarto, procurando algo, que provavelmente seria sua roupa. Como se não tivesse acabado de deixar a castanha hipnotizada. – Se prefere assim, tudo bem, Granger.
- Não é que eu prefira assim. Eu já falei, é difícil de me acostumar... – o loiro assentiu, com um sorriso de lado.
- Bem, eu vou... tomar banho. E deixar você se trocar... Er... Tchau? – o garoto riu.
- Você é hilária. – a castanha saiu.

• • •
- Você vai ou não vai me contar? – perguntou Gina à Hermione enquanto andavam pelo corredor, indo em direção ao salão principal.
- Contar o que?
- O motivo de você não parar de sorrir, oras... – falou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. E o pior: era a coisa mais óbvia, não do mundo, mas estava bem óbvio para todos, que havia algo de diferente com Hermione Granger.
- Não estou sorrindo. – afirmou, sorrindo. Gina a olhou, incrédula.
- Está sim. Vamos, me conte. Quem é ele?
- Não existe ele.
- Eu conheço este sorriso, Mione. Não posso acreditar que você está escondendo isto de mim! Sua melhor amiga. Que sempre lhe conta tudo, lhe ajuda, lhe ama. E o que ela recebe em troca? Nada. Uma amiga ingrata! – “Isso que dá ter uma melhor amiga dramática. Agüenta Mione!”. Respirou fundo antes de falar.
- Você não iria acreditar de qualquer jeito.
- Para de enrolar e conta logo!
- Promete não dar ataque de histeria? – perguntou, mesmo sabendo que era impossível.
- Não posso lhe prometer nada. Isso vai depender de quem é o garoto.
- Então é melhor nem contar...
- Tá bom. Você venceu. Sem ataque de histeria.
- E nada de contar para o Ron nem pro Harry, nem para ninguém!
- Ta, ta... Mas, e o Ron? Pelo que eu saiba, até ontem ele era ‘O amor da sua vida’. O que aconteceu?
- Não faço idéia. Acho que nunca gostei de verdade dele... Sabe quando achamos amar uma pessoa e depois descobrimos que o que sentimos é apenas... Amor de irmãos?
- Nossa, você descobriu isso ontem?
- Acho que sim, antes de dormir, fiquei pensando nisso. Não me sentia nem um pouco culpada por estar me sentindo atraída por outro... De qualquer jeito, não deveria mesmo. Ron nunca olhou para mim. E além do mais, eu apenas dormi ao lado dele... – Gina parou subitamente, com a boca aberta.
- VOCÊ DORMIU COM ELE? – a castanha colocou sua mão rapidamente na boca da amiga, sem graça por conta dos olhares que se dirigiam a ela.
- Sem histeria! E, não. Eu não dormi com ele. – e pensando melhor, resolveu reformular sua resposta, fazendo outra pergunta. – O que você define como ‘dormir com ele’?
- Ah, você sabe... Tipo, você... – fez uma pausa significante. – Com ele??
- NÃO! – agora fora a vez de a castanha gritar. – Claro que não! Eu apenas dormi ao seu lado...
- Você não dormiu no salão comunal dos monitores?? Onde foi que você dormiu?
- Bem... Foi no salão comunal, sim... – a ruiva parou novamente, desta vez, pela sua cara, estava prometendo o maior dos ataques de histeria. Prevendo isto, a castanha jogou-se contra ela, com as mãos em sua boca.
- O que você tem? Eu nem falei nada! – a ruiva respondeu, mas não deu para entender nada, pois a mão da castanha estava empatando sua voz de sair. Ela retirou.
- EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ DORMIU COM DRACO MALFOY! – não fora um grito tão alto. Hermione agradeceu mentalmente por isso. No rosto da garota estava um misto de curiosidade, ansiedade, surpresa e um pouco, talvez 0,0001%, de repreensão.
- Eu não dormi com ele do jeito que você quer dizer. Não foi nada demais...
- Rolou beijo? – Virou o rosto. Não sabia mentir. – E ainda diz que não foi nada demais? Mione! Hermione Jane Granger! Você beijou e dormiu ao lado do cara mais gato e gostoso da escola! Tudo bem que ele é um cafajeste, mas isso não importa. Você é a garota mais sortuda do mundo!
- Não vejo nada de sorte nisso. E já pedi para ele não me beijar de novo...
- É, realmente há pessoas que não sabem apreciar a sorte... – a castanha fingiu não escutar.
Foi na hora do almoço que aconteceu. Ninguém pôde acreditar. Aquilo só podia ser sonho... ou pesadelo.
Estava conversando animadamente com seus amigos na mesa da Grifinória, jamais passara por sua cabeça que chegaria a esse ponto. Nunca imaginou que Malfoy fosse tão... louco, abusado, imprevisível?
Ele sabia que para conseguir o que queria, teria que fazer coisas que odiaria, mas era o último ano. E para quê ligar para o que os outros pensam, se você é o ‘mais gostoso’ da escola e todas as garotas querem você? Bem... nem todas, mas a que estava faltando ia querer. E ele conseguiria realizar o primeiro passo de seu plano hoje. Era uma promessa.
Entrou no salão principal, não se dirigiu à mesa da Sonserina, primeiro sinal de que algo está acontecendo. Foi na direção da mesa da Grifinória, segundo sinal. E por último, mas não menos importante, parou atrás de Hermione, este é com certeza o maior sinal de que algo de errado está acontecendo. Apenas ficou parado, fingindo não notar os olhares curiosos em sua direção. No início, Hermione não notara nada de errado, estava concentrada em seu almoço, com os pensamentos longe, imagens da noite anterior vagando por sua cabeça. Loiro, cinza, gelo, sussurros, sorrisos... Finalmente percebeu que ninguém mais comia, todos estavam olhando para algo que estava atrás dela. Virou-se lentamente. “Pra quê tudo isso? Fala sério... Parece até que o fantasma de Voldemort está parado atrás de mim...!”, resmungava para si. Ao ver, percebeu que era pior. Se Voldemort em carne e osso estivesse parado atrás da garota, seria menos chocante que isso. Tudo bem que tinham se entendido até bem demais na noite anterior, mas... O que ele estava fazendo ali?
Mione abriu a boca para falar, mas não conseguiu emitir som algum, estava completamente chocada e hipnotizada por aquele olhar, aquele sorriso, aquele cheiro somente dele, que ninguém mais tinha.
- Bom dia, Mione. – falou sorridente, com sua cara de cínico, mas Mione não percebeu, estava entorpecida pela presença do loiro. [N/Beta: como não ficar maluca com ele por perto?! (6) quem souber a resposta, me avise, pq eu preciso saber como fazeer pra se controlar perto delee \õ] – Posso me sentar ao seu lado?
A garota não conseguiu responder, mas nesse momento Ron, que já estava furioso, tentou levantar-se para dar uma boa lição no loiro, mas foi impedido por Luna. Harry não precisou ser impedido por Gina, tentou controlar-se e ver o que a castanha responderia. Mas ela não respondeu. Não tinha palavras. Vendo isso, Gina falou:
- Claro que sim. – Malfoy tentou evitar um olhar de desprezo para a garota, não iria conseguir nada fazendo isto com a melhor amiga de Hermione. Harry olhou, enfurecido, para a namorada. Ela fingiu não ver. Malfoy sentou-se ao lado de Mione. Que continuava sem palavras.
- OLHA AQUI, SEU IDIOTA! – explodiu Rony. – QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA VIM AQUI NA MAIOR CARA-DE-PAU E SE SENTAR AO NOSSO LADO?
- Bem... Sei que não lhe devo satisfações, mas não faço a mínima questão de sentar ao seu lado... Estou aqui por causa da Mione.
- MIONE? MIONE? QUEM LHE DEU PERMISSÃO PARA CHAMÁ-LA DESSE JEITO, HEIN? SEU IDIOTA!
- Ela mesma, não foi Mione?
- NÃO DIRIJA UMA PALAVRA, SEQUER, A ELA! – o ruivo estava quase em cima de Malfoy. Finalmente a castanha recuperou sua voz, vendo que um desastre estava prestes a acontecer.
- Calma, Rony. – Ron olhou para a garota, incrédulo.
- CALMA? CALMA? É SÓ ISSO QUE VOCÊ FALA? VOCÊ SABE QUEM É ESSE AO SEU LADO? É O DRACO MALFOY, AQUELE QUE, SE VOCÊ NÃO LEMBRA, LHE ODEIA E ADORA LHE CHAMAR DE SANGUE-RUIM!
- Eu sei... – “Como falar isso?”.
- Pelo visto não contou a eles, né, Mione? – a castanha não teve tempo para responder.
- CONTAR O QUE? MIONE NÃO ESCONDE NADA DA GENTE! NÓS SOMOS OS AMIGOS DELA AQUI! O QUE VOCÊ PODERIA SABER QUE NÓS NÃO SABEMOS SOBRE ELA?
- Nós estamos ficando... – agora foi a vez de a castanha reclamar.
- Nós? Quando? Gente, pelas barbas de Merlin, nada está acontecendo. E Rony, pare com seu escândalo, Draco tem minha permissão para sentar-se aqui.
- DRACO? ERA SÓ O QUE ME FALTAVA!
- Hey, Ronald, dá para abaixar seu tom de voz? As pessoas estão olhando. – brigou Luna, que já não estava suportando o ataque de seu namorado. Envergonhado o garoto se sentou, e perguntou. Agora sua voz estava baixa.
- Mione, você vai ou não vai explicar para a gente?
- Bem...
- Cara, eu já lhe expliquei, você não consegue parar de ser burro? Quer que eu desenhe? Nós es-ta-mos fi-can-do. – explicou como se fosse para uma criança de cinco anos, e pela atitude, Rony estava parecendo uma. Enquanto o ruivo falava até demais, Harry não pronunciou, sequer, uma palavra.
- Não. Não estamos Draco. Ou já esqueceu da sua promessa?
- Que promessa? Vocês fizeram uma promessa? Ah, isso só pode ser o fim do mundo!
- Pare de ser dramático, Ron. – foi a vez de Gina falar.
- Eu não prometi nada, Mione... Você pediu, eu não respondi. – uma onde de pavor subiu pelo corpo da garota. Ela o olhou. Aqueles olhos que faziam o tempo parar.
- Mas você não fará de novo, eu não vou deixar...
- Se eu quiser faço agora mesmo!
- Hey, gente... Hello! Fazer o que? – Gina, curiosa como sempre. A única que não estava boiando completamente na conversa. [N/Beta: cena inspirada em mim, obrigada!]
- Nada, não, Gin... – Hermione não terminou sua frase, pois Malfoy não deixou. Sim, ele fez. E Ela impediu? Não. Ele a dominava, sabia disso. Ela não gostava dele (pelo menos tentava converse-se disso), era somente atração. Mas o beijo não durou, Malfoy parou ao levar um soco em sua cara. Mione? Não... Ron.
- Quem você pensa que é? – indagou o loiro antes de partir para cima do ruivo. Depois não dava para entender nada da cena, apenas via loiro, ruivo, loiro, ruivo e vermelho. Sangue. Se alguém não parasse com aquilo eles iriam se matar. Olhou para Luna, que estava igualmente pasma. Gina parecia estar se divertindo, nem parecia que seu irmão estava na briga, talvez achasse legal o fato de dois homens brigarem por uma garota. E o pior de tudo foi quando a castanha olhou para Harry, o olhar do amigo a feriu, não havia raiva, nem ódio, havia algo pior... Havia mágoa. Quando seus olhos se encontraram a garota não soube o que fazer. Como pudera fazer isto? Como permitira que Malfoy se sentasse ao seu lado? Malfoy, aquele que sempre lhe desprezou, que humilhou ela e seus amigos. Mas... ele parecia tão mudado, seria verdade dele? Ou seria apenas mais um plano para humilhá-la? Como pôde ser tão besta, nem pensou em seus amigos... O olhar de Harry a feriu mais do que qualquer palavra que ele poderia ter dito. E com um último olhar ele se levantou e foi em direção à porta do salão principal. A garota foi atrás, sem perceber que Filch havia chagado e estava reclamando da desorganização, sem ligar para os olhares que nela estavam grudados, sem escutar os chamados de Malfoy. Apenas foi atrás de seu amigo.
- Harry! Harry! – já estavam fora do salão principal, o garoto não parou, ela o seguiu.
- Volte para lá, Mione.
- Harry, espera! – segurou no braço do moreno. – Eu sinto muito. Me desculpa, eu não pensei nas conseqüências...
- O que ele fez com você? Você sempre pensa em tudo, Mione. Como pode acreditar nele?
- Desculpa Harry, eu não sei onde estava com a cabeça... Eu... Eu... – abaixou o rosto, encarando seus pés, que pareciam bem interessantes no momento. O moreno levantou o rosto de sua amiga, em seus olhos não havia mais mágoa.
- Está tudo bem, Mione. Nós não decidimos com quem você fala. Eu só quero o seu bem, você sabe. Mas tome cuidado com o Malfoy, nunca confie em um Sonserino... – a castanha balançou a cabeça em afirmação.
- Eu sei que estou errada. Vou terminar com isso hoje, Harry. – e abraçou o amigo.
• • •
A garota não voltou para as aulas, não sentiu vontade, ficou em seu quarto lendo alguns livros que tinha lá, tentando esquecer de tudo. Principalmente de um certo loiro...
Finalmente escutou alguém entrar, só podia ser ele. Estava na hora de deixar as coisas bem claras. Cristalinas.
- Malfoy, precisamos conversar. – o garoto, que estava indo em direção ao seu quarto, virou-se para encarar a castanha, que estava com metade do rosto à amostra pela porta.
- Sim? – tentou controlar-se, a vontade que tinha no momento era de xingá-la de todos os nomes possíveis. Mas ainda queria completar seus planos, não passara por aquilo no almoço para desistir.
- Olha, é que... – ela abriu a porta e saiu. – Eu não posso acreditar em você.
- E por que não?
- Por que você sempre me odiou. Como vou saber se isto não é mais um planinho seu?
- E desistindo de mim você jamais vai descobrir se isto é ou não um plano.
- Desistindo de você? Desistindo de quê, Dra...Malfoy?
- Do que nós poderíamos ter!
- O que nós poderíamos ter? NADA! Nós somos inimigos, sempre seremos!
- E por que isso, Mione?
- Malfoy, você odeia meus amigos! Eles jamais iriam me perdoar se eu tivesse algo com você!
- Era só o que me faltava... Olha, seus amigos não pediram sua opinião para escolher as namoradas deles! Por que você teria que pedir?
- Acontece, Malfoy, que nó não somos namorados, nem ficantes e muito menos amigos!
- E por que não, Mione? Por que o testa rachada e o pobretão não querem? É isso? Você só pode ser deles? Eles ficam com quem quiserem e você tem que obedecer apenas a eles??
- Não fale assim dos meus amigos...
- EU FALO DO JEITO QUE EU QUISER! NUNCA VOU MUDAR COM SEUS AMIGUINHOS, MIONE! NÃO DÁ PRA ENTENDER ISSO? - explodiu, mas tentou acalmar-se ao ver que a garota chorava.
- Por que você tem que falar as verdades assim? Isso dói. – ele aproximou-se e a abraçou. A castanha encostou seu rosto no peito do loiro, e inspirou o delicioso perfume que ele tinha.
- Eu não queria lhe machucar. – as palavras soaram verdadeiras até para ele. – Me desculpe. – ela não respondeu. – Me dê uma chance. Só uma, por favor.
- Chance para quê? – o loiro afastou a castanha e a segurou longe, com um braço de cada lado.
- Para eu te fazer feliz. Namore comigo. – a castanha assustou-se com o pedido.
- Ah, qual é, Draco... Se você não lembra, eu sou a sangue-ruim. – e deu uma risada nervosa, era para ter saído sarcástica, mas não deu. – Agora pare com as suas gracinhas. Já estou cansada disso, tenho mais o que fazer. – tentou sair, mas as mãos do loiro apertaram mais.
- Eu lhe fiz uma pergunta. E quando faço uma pergunta, espero ser respondido. – o garoto estava sério.
- Ah, era sério? Há há... – fingiu achar graça, como se aquilo fosse uma ótima piada. Mas a risada saiu falsa até para seus ouvidos.
- Hermione, - era a primeira vez que o garoto lhe chamava pelo nome completo. – Eu estou aqui, me... declarando, e você resolve dar uma de sarcástica?
- Bem, é que eu... eu... Isso é muito estranho. – completou por fim a frase, sem ter idéia de como terminá-la civilizadamente.
- Então é isso que você tem a dizer? Eu tentei, Granger. – e virou-se, deixando uma Hermione completamente sem reação para trás. As cenas pareciam estar passando em câmera lenta. “Por que não?”, perguntava-se a castanha, “ Por que não dar uma chance à ele? Harry e Ron não se incomodaram em perguntar para mim sobre as namoradas deles, se bem que elas não são “inimigas”, mas... E daí? Eu sou amiga deles e eles vão ter que se acostumar com minhas decisões.”. O loiro somente deu as costas à castanha por que sabia que ela iria atrás dele. Era tão inacreditavelmente fácil.
- Draco. – chamou com sua voz abafada. Havia se decidido. O garoto permitiu-se dar um sorriso de canto e virou-se, com uma cara de quem não fazia idéia do que a garota iria falar. Claro que ele sabia.
- Sim? – e esperou pela resposta, a garota era tão óbvia. Só que Hermione não lhe respondeu, pelo menos não disse nada, ao invés disso foi em sua direção, andando lentamente, mantendo o contato dos olhos. Cinza, tão frio e castanho, tão quente. A combinação perfeita. O loiro estava imóvel, ao chegar bem perto a garota colocou sua mão na nuca de Draco e o puxou para perto lentamente, até seus lábios se chocarem em um beijo. Esta era a resposta. Draco jamais imaginara que Hermione fosse fazer isto. Ela não era tão óbvia.

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Comentários: 2

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Enviado por Camila Krum Malfoy em 17/05/2012

Otima fic! quando vc vai tirar da pausa???

Nota: 5

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Enviado por Déborah Rogers Poynter Potter em 08/01/2012

 Tô PASSADAA  !!! Amei essa fic bju bju.

Nota: 5

Páginas:[1]
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