Gui estava abraçado à Fleur, a Sra. Weasley e o Sr. Weasley sentados ao lado de Jorge que não conseguia parar de chorar. Percy e Harry estavam consolando Gina e Hermione abraçada ao Rony e havia mais alguns amigos dos gêmeos.
Por mais triste que fosse aquela cena e a situação Hermione agradecia mentalmente que Rony ainda estivesse ao seu lado, vivo.
– Por favor, Jorge, pare de chorar. Seu irmão não ia querer vê-lo chorar. - o Sr. Weasley dizia numa falha tentativa de consolar Jorge.
A Sra. Weasley já não estava mais ao lado do marido e do filho, estava acariciando os cabelos ruivos do filho morto. Chorava tanto quanto Jorge e Gina, os quais eram muito ligados ao irmão.
Passado o enterro Hermione deixou seu futuro namorado ficar um tempo com a família e foi conversar com Harry.
– Como você está se sentindo? - Harry perguntou, abraçando-a.
– Nada bem, vou sentir muita falta do Fred. E é horrível ver todos os Weasleys assim, principalmente o Jorge, ele não para de chorar! - respondeu a morena.
– É compreensível o Jorge estar tão triste.
Do nada um frio e uma tristeza ainda mais dolorosa se instalaram dentro de Hermione que instintivamente puxou sua varinha e se virou e viu que um grupo horripilante de dementadores deslizando em direção à Toca. O que eles têm pra aproveitar aqui? pensou Hermione, ela viu Rony correr até ela e os outros Weasleys passarem à frente dos três. Jorge no ápice de sua raiva tentou defender os outros, mas quando gritou Expecto Patronum não saiu nada, nem mesmo um mínimo fio prateado.
Harry invocou seu Patrono, em forma de cervo, que espantou todas as figuras encapuzadas, Harry retornou ao seu lugar ao lado de Rony e Hermione. Jorge foi até eles.