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4. Capitulo


Fic: Gina a Bruxa


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Ele estava furioso. Gina podia sentir o ódio. E, embora Harry tentasse disfarçar, sabia que a desprezava. O que Draco dissera? Bem dotado como um touro e tão resistente quanto o animal... Um arrepio gélido percorreu sua coluna. Aquele normando raivoso não seria gentil com ela. O corpo musculoso pesava sobre si. Imagens da filha do leiteiro, toda ensangüentada, resvalaram-lhe a mente. Como suportaria aquele homem? E como conseguiria impedi- lo? Correr seria inútil. As duas primeiras tentativas lhe mostraram isso. Mas que escolha tinha?

— Deixe-me em paz, seu normando maldito! — Gina avançou para socar-lhe o peito. Mas seus golpes não surtiram efeito. Harry a jogou sobre o ombro, como um saco de grãos e subiu a escada. Gina ficou estonteada. Sentia o ombro poderoso a esmagar-lhe o ventre. Quando enfim foi colocada novamente no chão, precisou se agarrar a algo firme para não cair. Ao perceber que segurava o braço de seu algoz, pulou para trás, apavorada. O riso sonoro foi tal qual uma ferroada. Indignada, Gina desviou o olhar. Foi então que se deparou com uma cama gigante, coberta de peles. Um escudo e uma espada jaziam na parede oposta. O quarto era totalmente masculino. De súbito, percebeu que Harry a levara ao próprio cômodo. Lutando para manter a compostura, Gina se aproximou da lareira, cujo fogo aquecia o ambiente. Virou-se quando repentinamente a pesada porta de carvalho bateu. Notou que Harry agora a supervisionava com sua arrogância habitual.

— Ainda não se satisfez com as saxãs que escravizou, normando? — Enfrentou-o com altivez. — Se me conhecesse, saberia que não forço quem pode ser vencido com palavras doces e, sem dúvida nenhuma, carícias sensuais. — Oh, sim. — Gina sorriu com sarcasmo.

— Draco me contou como as normandas se derretem a seus pés. Mas, saiba normando, que se algum dia eu me submeter a você, será de desgosto. Ele continuava a sorrir, mas os olhos tornaram-se frios. — Senhora, se fosse você, consideraria tal possibilidade, porque talvez eu fique tentado a lhe mostrar quão enganada está. Aliás, seria um desafio provar-lhe a inverdade que alega. Harry tinha razão. Ela não tinha percebido que insultá-lo era o mesmo que tentá-lo. Dessa vez, Gina nada disse. Observou-o aproximar-se de uma mesa
quadrada diante da lareira. Pegou uma garrafa de vinho que lá estava e encheu um cálice. Em seguida, bebeu todo o líquido. Ao terminar, limpou a boca com a mão sem tirar os olhos dela. Apesar da circunstância, Gina estava calma. Seu pai fora um homem gentil. Mostrara-se firme quando a ocasião exigira, mas jamais havia sido cruel. No entanto, Harry era um guerreiro da cabeça aos pés. Sentia a dureza do homem, uma falta de piedade assustadora. De súbito, ele se aproximou e parou a poucos centímetros de distância. Era tão alto que Gina tinha de inclinar a cabeça a fim de fitá-lo nos olhos. Harry a fazia sentir-se pequena, frágil e indefesa.

— Deixe-me ver se entendi, saxã. Caso eu a tome em meus braços, vai sentir somente desgosto? Gina ergueu a cabeça para fitá-lo. — Sim! — Sejamos honestos, saxã. Não estou doente e tampouco sou um leproso. Ora, há muitas mulheres que me acham atraente. Gina nunca encontrara um homem tão presunçoso.

— Você não é garboso como imagina!

— Ah — ele forçou um sorriso —, mas desconfio de que você seja um tesouro para quem souber apreciá-la. Vamos lá. Só lhe peço um beijo.

— Pede? — Ela sentiu-se ultrajada. — Que estranho. Pelo que vi, os normandos simplesmente pegam o que a gente tem. E sei que deseja muito mais que um beijo! Fique sabendo, normando, que não o quero. Eu não o quero! Ambos se entreolharam furiosos. Os olhos azuis cintilavam de ódio. Mas, para a surpresa de Gina, ele nada disse.
— A guerra acabou. — Harry retornou à mesa e serviu-se de mais vinho. — Guilherme trará paz à região. Sugiro, portanto, que deixemos de lado nossa inimizade. — Ele ergueu o cálice. — Aos normandos. Aos saxões. A união dos dois. Um acasalamento que, creio eu, começará esta noite. Gina engoliu em seco. Ele também usava de crueldade para torturá- la, claro. Aflita, olhou para a porta. Harry expressou aquele sorriso do demônio. Embora o calor da lareira aquecesse em suas costas, nunca se sentira tão fria por dentro como agora. Então, de um segundo para o outro, ele se postou diante dela. — Sou um homem paciente — Harry disse em voz baixa. — Mas você, saxã, está passando dos limites. O sorriso havia desaparecido. A expressão agora se tornava dura e obstinada. Gina tentou se afastar. — Fique quieta — ele ordenou, segurando-a pelos quadris. O coração de Gina estava prestes a saltar do peito. Harry a prendeu entre os braços sem machucá-la, mas o jeito lascivo com que a fitava era odioso. As mãos diabólicas deslizaram até as costelas e lá permaneceram. O toque suave parecia queimar a carne de Gina, por dentro e por fora. De repente, os dedos roçaram as pontas dos seios. Seria imaginação ou ele acariciava seus mamilos?
Desesperada, ela conteve um grito que se formou em sua garganta.
— Não faça isso — sussurrou. — Por favor. A expressão do guerreiro ficou ainda mais rígida. Os braços se tornaram amarras de ferro.
— Não vai fugir de mim outra vez, saxã — Harry murmurou em comando. Trêmula de pavor, Gina viu-se incapaz de falar. — Tem medo de mim, saxã?
— Não! A palavra emergiu rapidamente. Mas seus olhos a contradiziam. Eram grandes e possuíam uma coloração verde escura. Harry sentiu a raiva ser substituída por algo muito diferente... Era impossível tocá-la e continuar imune. A beleza da mulher se revelava para além das roupas esfarrapadas. Os lábios carnudos estavam entreabertos, tão rosados quanto uma flor inglesa. O desejo o instigava. Estava absolutamente atento à mulher em seus braços. Era tão esbelta que podia sentir a espinha dorsal. Tão pequena. Quase indefesa... Irritado, lembrou-se de que embora vestisse trapos, ela estava longe de ser submissa. Não, Gina era orgulhosa demais para o próprio bem. Ele não a possuiria. Não agora. Mas dava-lhe certa satisfação ela ignorar o fato. Sorriu ao ver o medo aumentar nos olhos verdes. — Vou lhe dizer uma coisa, saxã. Se assim eu desejasse, você já estaria deitada nua naquela cama. Sabe disso, não sabe? Dessa vez, não houve galhofas.
— Sei. Harry a soltou.
— Estou cansado e preciso dormir. Se eu fosse você, faria o mesmo. — Dito isso, pegou uma pilha de peles da cama e jogou para ela. Gina agarrou as cobertas, ainda incerta. Harry, por sua vez, começou a se despir. Perplexa, Gina encarou o peito musculoso, largo e coberto de pelos negros. Agora as mãos másculas se ocupavam com a calça de couro. Ele certamente não ficaria nu diante dela! Mas, pelo que tudo indicava, sim. Ela ficou boquiaberta. A cintura de Harry era incrivelmente estreita, se comparada ao peito musculoso. Ocorreu-lhe que aquele corpo possuía tanto virilidade quanto graça. Ele tirou a calça e permitiu-lhe a visão, embora rápida, do membro masculino. O coração de Gina pareceu parar. Harry então se deitou.
— E bem-vinda para ocupar seu lugar nesta cama — anunciou. — Sinto-me generoso esta noite e, por isso, permitirei que a escolha seja sua, saxã. Foi assim que Gina percebeu que ainda segurava a pilha de peles. Uma onda de calor aqueceu-lhe as faces. Ficou envergonhada por observá-lo tão abertamente. Mesmo abalada, deitou-se no chão, diante da lareira. Em seguida, cobriu-se até a cabeça. Harry riu e, no minuto seguinte, fez-se o silêncio. Gina tremia, apesar de o quarto estar suficientemente aquecido.
Desesperada, tentou acalmar o coração. Ainda estava chocada com o fato de Harry não a molestar, pois tivera certeza de que o normando a estupraria na privacidade de seus aposentos. Por que a deixara ilesa ela não sabia. Tampouco queria saber. O que Alvo lhe dissera a respeito do normando? O líder que tomou Weasley para si é conhecido como o filho do diabo, um guerreiro capaz de decepar a cabeça de um homem só com o olhar. Gina não costumava confiar facilmente nas pessoas, e Harry era seu inimigo! Precisava ser cautelosa. Ele ainda não revelara o demônio que certamente era. Portanto, não ousaria confiar nele. Mas a presença do homem naquele quarto não lhe permitia a calma necessária para dormir. Os pensamentos a perturbavam. E, embora acreditasse que não conseguiria dormir, logo seu corpo relaxou e ela adormeceu profundamente. Uma manhã chuvosa penetrou pelas janelas quando Gina acordou no dia seguinte. Permaneceu deitada por algum tempo, na tentativa de se localizar no tempo e no espaço. Quando a lembrança do dia anterior a assolou, ela se levantou, ainda enrolada nas peles. Estava sozinha no quarto. Esfregou as costas doloridas e esquadrinhou o cômodo. Claro que o patife tomara para si as melhores acomodações de Weasley. Ajeitou as roupas e atendeu a suas necessidades pessoais. Depois de se lavar em uma bacia pequena, soltou os cabelos e os penteou com os dedos. Sentia alívio por estar sozinha e não desejava procurá-lo. Contudo, não pretendia enfurecê-lo, caso estivesse designada para trabalhar em outro lugar. Tampouco queria que ele pensasse que estava escondida no cômodo. De súbito, a porta se abriu. Harry surgiu, poderoso como sempre. Gina recuou um passo quando ele entrou.
— Finalmente, acordou — Harry comentou, fitando-a da cabeça aos pés. — Começava a pensar que ficaria na cama o dia todo. Gina estava prestes a soltar uma resposta sarcástica quando ele se afastou da porta para dar entrada a um jovem magro, o qual Padma dissera ser Collim, o sobrinho de Harry. Quieta, observou o garoto colocar uma bandeja sobre a mesa. Tentou sorrir para ele, mas Collim não lhe deu atenção. Tão logo o sobrinho se retirou, Harry apontou a bandeja. — Imagino que esteja com fome, saxã. Gina hesitou. Havia uma quantidade generosa de pão na bandeja e o aroma lhe dava água na boca. Para completar, o suculento pedaço de queijo parecia atiçar seu estômago. Na noite anterior, Padma lhe dera uma fatia de carneiro, mas, devido ao nervosismo, Gina apenas provara a carne e oferecera o resto aos cachorros. Desconfiada, encarou Harry. Não entendia por que o homem se preocupava com suas necessidades.
— Tem razão, normando. Estou com fome. Mas pergunto-me o que terei de trocar por esta refeição. Ele piscou rapidamente, como se tivesse sido pego em flagrante. Mas o sorriso perigoso emergiu logo depois.
— A pergunta correta talvez seja: o que você trocaria pela comida, saxã? Os olhos sequiosos se fixaram nos seios de Gina. Ela conteve o impulso de cobri-los com as mãos. Sentiu o rosto corar, apesar da tensão no corpo. — Que pena, saxã. Vejo que a perspectiva a aflige.
— Aflige-me? — Ela ergueu o queixo. — Não se engane, normando. Sinto apenas desprezo! O sorriso se desfez.
— Vejo que a noite só afiou ainda mais sua língua — Harry forçou um tom natural na voz. — Talvez seu humor melhore depois de se alimentar. Ela voltou a olhar para a bandeja. Ficou evidente agora que estava famélica. Com gentileza, Harry a conduziu até a mesa. Cortou uma fatia de queijo e outra de pão e as ofereceu a Gina. — Coma. Não sou bruto a ponto de deixá-la padecer de fome. Sei o quanto precisa se alimentar. Gina ruborizou. Embora fosse esguia, nunca estivera tão magra quanto agora. Sentou-se na cadeira que Harry puxou para ela. Então o olhou de soslaio.
— Há comida para nós dois — ela murmurou. — Eu a dividiria... — Não precisa. Coma o quanto quiser e não pense em mais nada. O tom de voz soou brusco, mas gentil. Porém, Gina ficou aliviada quando Harry lhe deu as costas para jogar mais madeira no fogo. Saboreando a fatia de pão, observou-o remexer a lenha. Enquanto matava sua fome, esqueceu-se de seu algoz. Assim que terminou, notou a proximidade de Harry e se levantou. — Vou levar a bandeja para a cozinha — apressou-se em dizer. — Sem dúvida, devem precisar de mim.
— Não. Pode ajudar a servir a ceia. Agora faça o que lhe aprouver — ele permitiu com uma gentileza espantosa. — Mas não saia do domínio — ordenou. — Se o fizer, prometo... Quaisquer sentimentos que ela pudesse ter por ele se destruíram no mesmo instante.
— Não me diga — Gina o interrompeu. — Vou me arrepender, não vou? Harry marchou até a porta e sorriu.
— Folgo em saber que nos entendemos tão bem, saxã. Enfurecida, ela socou a mesa assim que ele saiu.
— Folga em saber — repetiu em um resmungo. Oh, era um patife egoísta e arrogante como o mestre ao qual servia. Foi necessário um tempo para que Gina pudesse se acalmar. Caminhou pelo quarto até que se deteve diante da janela. Olhou para o pátio. Aos poucos, tomou consciência de tudo que acontecia abaixo dela. Um castelo tão grande quando Weasley sempre necessitaria de velas, por isso várias mulheres as fabricavam no centro do pátio. Nas proximidades dos estábulos, dezenas de cavalos eram levados a suas baias. Mas, de repente, houve uma comoção. Um punhado de soldados apontava e gritava diante dos portões. Ficou claro que um intruso ameaçava adentrar o domínio. Gina notou uma túnica marrom e
longos cabelos grisalhos sobre ombros ossudos. Um grito emergiu de sua garganta. O homem agora rodeado de normandos coléricos era Alvo.

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