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1. CAPÍTULO I


Fic: O Caubói Milionário - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Nick Granger Potter, Hermione.Potter e **RE** : tah ae pra vcs...
Nossa nem esperava comentários... vlw...
Só um aviso: eu errei a classificação e ainda naum consegui mudar, essa fic é Livre, bl???
Bjus...
.
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Com passos decididos e um olhar especulativo de quem está à procura de alguma coisa, Harry Potter passou pelas portas de vidro do Caldeirão Furado, o restaurante do Tom. Alheio a tudo a sua volta, não reparou no toque do sino sobre as portas, nem no aroma delicioso dos hambúrgueres, nem no prazer causado pelo ar-condicionado em contraste com o calor que fazia do lado de fora no verão texano. Também não prestou atenção na música country do que tocava no rádio nem no papel de parede desbotado.
Mas o mais impressionante foi que, apreciador que era do sexo oposto, Harry Potter nem mesmo se deu conta dos olhares de admiração de toda a clientela feminina do bar do Tom.
Harry não notou nenhuma dessas coisas porque seus sentidos já estavam preenchidos por Hermione, a mais nova garçonete que Tom havia contratado.
Hermione Granger. Até seu nome tinha classe. Graça. Estilo.
Magnetizado, ele pegou um cardápio e fingiu analisar o conteúdo que já sabia de cor. Uma rápida olhada por cima do cardápio e avistou o objeto de seu interesse.
Naquele momento, ela estava em pé atrás do balcão, um lápis espetado no coque de lindos cabelos castanhos. Mechas cor de mel tinham se soltado da fivela e lhe emolduravam o rosto delicado. Um leve rubor coloria as faces dela, mostrando sua incansável ética de trabalho. O avental estava manchado e em péssimas condições, mas para Harry ela estava magnífica.
Por um breve segundo, os olhares de ambos se encontraram, e quando ela o cumprimentou com um sorriso, ele sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha.
Segurando o cardápio com força, Harry curvou levemente os lábios, favorecendo-a com seu sorriso marcante, que formava profundas covinhas em seu rosto. Um sorriso que ele sabia muito bem que fazia as mulheres suspirarem, ainda mais se acompanhado de uma sobrancelha levantada.
Hermione voltou à atenção para a cafeteira e continuou a trabalhar.
Bem... Harry mexeu os ombros para aliviar um pouco da tensão. Então o sorriso marcante e a sobrancelha levantada não a impressionaram. Aquela mulher era um desafio. Não parecia interessada nele. Aliás, não parecia interessada em ninguém. Ele gostava disso.
Não sabia muito sobre Hermione. Ainda. Pretendia saber o máximo possível, o mais rápido que pudesse. Já andara sondando, e os clientes regulares do Tom haviam lhe contado alguns detalhes: que fazia apenas dois meses que ela morava em Hidden Valley, era de Dallas, não falava muito sobre a família, tinha vinte e sete anos e, o mais importante de tudo, era solteira e descomprometida. Incrível...
— Já vou atendê-lo — disse Hermione quando passou por ele, carregando pratos com hambúrgueres e batatas fritas.
Harry assentiu, abrindo outro daqueles sorrisos e forçando-se a não encará-la.
— Não precisa ter pressa — mentiu ele. Ela não respondeu.
Tudo bem, estava ocupada demais, pensou ele.
Após tanta observação durante muitos e muitos almoços no Caldeirão Furado, desde que Hermione fora contratada, ele estava juntando mentalmente algumas peças do quebra-cabeça. Já conhecia o per¬fume dela, que lembrava talco. Também descobrira que ela preferia música popular do que sertaneja, pois cada vez que Tom saía do bar para fumar um cigarro, ela mudava a estação do rádio e ba¬lançava os quadris bem formados enquanto servia às mesas. Seu jeito delicado e feminino provocava sorrisos bem-humorados nos clientes. Quando a multidão da hora do almoço diminuía, ela lhe fazia companhia no balcão, enquanto completava potes de catchup e saleiros. E a conversa era sempre divertida.
Ele descobrira que Hermione sabia contar piadas engraçadas, que era ousada, sensível e que tinha a alma tão bela quanto seu exterior. E, mesmo relutante em aceitar, reconhecia que ela era aquela mulher... a que poderia convencê-lo a desistir da boa vida para se casar.
Não no momento, claro. Mas num futuro próximo.
— Olá, Harry. Desculpe-me pela demora — cansada, ela foi até o balcão, puxou o lápis do coque e o olhou com expectativa. — O que vai querer hoje?
Despertado dos devaneios onde Hermione era a futura Sra. Harry Potter, ele presenteou-a mais uma vez com seu sorriso, e desta vez ela retribuiu amavelmente.
— O de sempre.
— Hambúrguer ao ponto, picles, sem cebola, batata frita e café preto.
— Sim — ele assentiu. E um passeio comigo algum dia desta semana, ele queria acrescentar, mas decidiu esperar até que tivesse a atenção da moça toda para si. — Muito trabalho hoje?
Ela suspirou longamente e encostou o quadril no balcão.
— Muito — olhou para o relógio na parede. — Mas, graças a Deus, está quase acabando. Meus pés chegam a estar latejando.
Harry deu um tapinha no banco vermelho a seu lado.
— Por que não se senta e descansa por alguns minutos?
Ela vasculhou o bar com os olhos, avaliando a necessidade dos poucos clientes restantes da tumultuada hora do almoço, e então assentiu:
— Tudo bem. Acho que posso fazer um intervalo por alguns minutos. Não parei um segundo desde a hora que entrei hoje cedo, Tom não vai se importar.
Harry ficou satisfeito. Aquela poderia ser uma boa oportuni¬dade para convidá-la para sair. Esperava que ela estivesse livre naquela noite. Havia um bom filme passando no cinema.
O olhar profundo de Hermione fixou-se nele quando ela se sentou no banco, apoiou o cotovelo no balcão e o queixo na mão.
— Então, quais as novidades?
— Ah, não sei. Apenas as coisas normais de fazenda — ele deu de ombros, imaginando se ela acharia essa rotina interessante.
— Então conte-me. Como é um dia normal para você?
Uma vez que ela parecia realmente curiosa, Harry se endireitou no banco.
— Bem, tenho que ir a um leilão de gado esta tarde, e amanhã, organizar papelada e arrumar meu escritório.
— Mas amanhã é sábado.
— Uma fazenda não pára de funcionar nos fins de semana. A próxima semana será muito movimentada. Temos que marcar gado, castrar alguns cavalos, consertar cercas... Ah! E ainda mar¬quei com o veterinário para vacinar os animais.
— Você trabalha para a... a Círculo K, certo?
Ele riu
— Quase. Trabalho para a Círculo BO. Fica a uns quinze mi¬nutos da cidade. Sou o capataz de lá.
— O capataz! — a admiração que surgiu nos olhos de Hermione fez o coração de Harry acelerar. — Que interessante...
Ele levantou os ombros de maneira descontraída.
— É bom. Todos nós temos a chance de administrar a fazenda uma vez ou outra.
— Todos nós, quem?
— Meus irmãos e primos. Talvez você tenha ouvido falar do meu tio, Paizão Potter... Todos por aqui conhecem Paizão.
Hermione franziu o cenho.
— Nunca ouvi falar dele, mas isso não é estranho, afinal, sou nova na cidade. Ainda não conheço muita gente em Hidden Valley.
Harry reprimiu um sorriso. Que maravilha que ela ainda não soubesse nada sobre a rica e famosa família Potter! Era tão bom conversar com uma linda mulher que não estivesse interes¬sada em seu dinheiro. Ele já caíra nas mãos de mais de uma ca¬çadora de fortunas, na vida.
— Você trabalha lá há muito tempo? — perguntou ela, ajeitando algumas mechas soltas do coque.
— Mais ou menos um ano. Desde que meu primo Johnny se casou.
Um olhar sonhador cruzou a face dela.
— Administrar uma fazenda parece divertido. Quando criança, sempre quis morar numa fazenda. Adorava cavalos. Na verdade, eu colecionava livros sobre cavalos e...
Distraída pelo enorme sino da porta do Tom que anunciava a chegada de um cliente, ela interrompeu a conversa e olhou para a entrada.
O suspiro cansado de Hermione o fez acompanhar o olhar dela. Havia um homem parado na porta.
O estranho parecia ter a mesma idade dele, beirando os trinta, pensou Harry. Estava impecavelmente vestido e não parecia nem um pouco afetado pelo calor sufocante do lado de fora. Usava uma bolsa grande de couro preta, pendurada a tiracolo, e segurava entre os dentes a haste de um par de óculos. Embora estivesse tentando fingir, era óbvio que não estava nada à vontade. Observou tudo ao redor até que seu olhar encontrou Hermione. Abrindo um sorriso, ele se dirigiu ao balcão.
Os freqüentadores do bar do Tom, sempre de jeans e camiseta, olharam para o homem como se ele tivesse descido de uma nave espacial. Harry viu quando Hermione estremeceu, e uma sensação estranha o invadiu.
Um rival? Não, pensou ele. Sua santa Hermione não se interes¬saria por um almofadinha como aquele.
— Hermione!
— Charles!
— Eu estava procurando você.
Até o tom de voz do homem era sofisticado. Então, olhando com desdém para o banco vazio ao lado de Hermione, ele se sentou.
— Na verdade, tenho procurado por você desde o dia em que partiu, dois meses atrás.
— Não tenho dúvida.
— Sabia que alguma hora eu a encontraria — Charles a olhava fixamente.
Hermione suspirou.
— E me encontrou.
— Vim para levar você para casa.
A curiosidade manteve Harry colado ao assento. Então sua futura esposa tinha um namorado. Ou pior, um marido. Sentiu um nó no estômago. Não poderia mais convidá-la para sair. Mas uma coisa era certa. Ficaria ali para saber do que se tratava aquilo tudo.
— Já falamos sobre isso, Charles. Eu não vou para casa.
Por cima do ombro de Hermione, Charles lançou um olhar irri¬tado para Harry.
Embora Harry soubesse que aquela conversa não era problema seu, era incapaz de não interferir, pois havia alguma coisa vulne¬rável em Hermione. Algo que trazia à tona seu senso de proteção. Enfiando a mão no bolso da camisa, tirou um chiclete de menta e ofereceu-o para Charles, que o ignorou.
Hermione aceitou um e sorriu. Harry devolveu-lhe o sorriso.
— Minerva está doente. Talvez morrendo — disse Charles em tom dramático.
Ela pensou um pouco e então fez uma careta.
— Charles, Minerva está sempre doente e morrendo. Você terá que vir com alguma coisa melhor do que essa velha trama para me levar de volta para aquele poço de víboras.
— Estou falando a sério. Ela está muito doente.
— Como convém a ela.
— Hermione, é hora de parar esse jogo estúpido.
— Que jogo?
— Você está fugindo da fortuna da família.
— Não é um jogo.
Franzindo a testa, Harry encarou Hermione. Fortuna da família?
— Você não pode estar falando sério — a voz de Charles era quase um lamento.
Harry parou de mascar o chiclete e assistiu fascinado enquanto o homem engolia em seco, começando a deixar desmoronar a fa¬chada de frieza. Com o queixo erguido, inclinou-se para Hermione.
— Hermione, você vai voltar comigo hoje. — Seu tom era quase ameaçador. — Como única neta, não tem escolha. Minerva quer que você assuma a herança agora. Ela vai se aposentar e deixar a em¬presa sob seus cuidados. Se você não cooperar, ela dará a fortuna para... para... quem sabe para quem? E então, o que será de todos nós? Você tem que aceitar as coisas como são. É hora de se casar com Ronald e estabelecer-se.
Ronald? Harry olhou de Charles para Hermione. Quem seria Ronald?
Ela suspirou.
— Charles, você sabe que Minerva jamais abriria mão da empre¬sa. Só está usando isso como arma para me manipular. Mas não vai funcionar. E se você tem a ilusão de que um dia me casarei com aquele tolo do Ronald, está muito enganado.
— Por que não?
— Por uma única razão. Eu não gosto dele.
— Você sabe que Minerva jamais aceitará isso como motivo.
Irritada, ela o encarou com firmeza.
— Pois eu tenho outros motivos para não me casar com Ronald, se quer saber.
— E quais são?
Hermione pigarreou, e Charles arqueou as sobrancelhas, à es¬pera da resposta. Harry resistiu à vontade de aninhá-la contra o peito, e apenas tocou-lhe o braço carinhosamente. Ela apertou a mão dele com gratidão e sorriu como se tivesse tido uma idéia brilhante.
— Certo, eu não queria lhe contar isso dessa maneira, mas... não me importa se Minerva vai aceitar ou não. O fato é que já estou casada.
Charles empalideceu.
— Não é verdade!
— É, sim.
Com uma expressão cética, Charles perguntou:
— Com quem?
— Com... com... estou casada com... — Hermione girou no banco para encarar Harry, implorando com os olhos para que ele não a desmentisse — com ele.
Ela passou o braço em volta do pescoço de Harry e, encostando o rosto no dele, voltou-se para Charles.
— Charles, este é seu cunhado, Harry Potter. Harry, que¬rido, este é meu irmão mais velho, Charles Granger.
Harry quase engoliu o chiclete.
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Continua...

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