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48. O erro de Hermione


Fic: Harry Potter e a Volta do Príncipe


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Hermione andava de um lado para o outro dentro do seu quarto, ela ruía suas unhas sem preocupação alguma no seu ato. Tentava inutilmente se acalmar respirando fundo, mas não adiantava em nada.

Volta a sua atenção quando alguém entra no cômodo sem bater na porta.

_Suspeitei que fosse estar aqui. – Jonh comenta ao adentrar ao cômodo e encontrar uma Hermione totalmente indiferente. – Tive que resolver um problema, por isso demorei.

Hermione olhou Jonh nos olhos e permaneceu calada.

_Você vai continuar assim comigo? – Jonh pergunta serio tirando seu sobretudo e colocando sobre a poltrona ali existente. – Não falou comigo desde que voltamos do jogo. Já disse que não foi minha culpa ele ter se machucado daquela maneira. – Jonh fala tentando convencer Hermione de que ele não tivera culpa alguma no acidente de Harry.

Hermione continuava calada, sua expressão incerta denunciava de que aquela conversa ainda daria muito o que falar.

_ Hermione por favor, tente me entender! – Jonh pede em apelo. – Não fiz por mal, foi apenas um acidente de jogo! – Jonh explica e se assusta ao finalmente ouvir Hermione, mas não foi da forma que ele esperava.

_Eu sabia que isso ia acontecer! – Hermione fala com raiva. – Por isso fui contra a idéia de jogarem quadribol, sabia que iria querer jogar, sabia que ia jogar na posição de Harry, e sabia que faria de tudo para vencê-lo. – Hermione fala mostrando nos dedos da mão esquerda tudo o que iria acontecer.

_E qual o problema?!? – Jonh pergunta tentando entender em parte o porquê a fúria de Hermione.

_VOCÊ QUASE O MATOU!!!!! – Hermione grita.

_Ora Hermione, não seja tão dramática! – Jonh fala em resposta. – Foi apenas uma ferimento no ombro.

_Exatamente! – Hermione concorda - Foi apenas um ferimento no ombro, mas poderia ter sido muito mais grave!

_Você se preocupa com fatos que nem ao menos aconteceram! – Jonh fala, de certa forma ele estava certo, Hermione se preocupava com os acontecimentos que não haviam nem acontecidos, e isso era um defeito do qual Hermione nunca havia se livrado.

_Então agora a culpa é minha? – Hermione questiona incrédula no que estava escutando.

_Eu não falei isso! – Jonh rapidamente fala. – Não ponha palavras na minha boca.

_Eu não estou colocado palavra nenhuma! Você é que está insinuando isso! – Hermione fala com raiva.

_Hermione... Por favor, vamos parar com essa discução tola. – Jonh fala chegando próximo de Hermione e tocando levemente seu rosto.

_Não toca em mim... – Hermione diz ríspida afastando-se de Jonh.

_Desculpa se te magoei... – Jonh fala calmo indo ao encontro de Hermione. – Não foi a minha intenção.

_Você não deve pedir desculpas a mim... deve pedir desculpas ao Harry. – A castanha diz olhando a expressão de Jonh mudar.

Jonh ergue as sobrancelhas ao escutar as ultimas palavras de Hermione, ele não queria ter escutando isso.

_Hermione por que tem que ser tão difícil você me entender? – Jonh diz em apelo.

_Eu te conheço! – Diz Hermione. - Sabia que você iria fazer alguma coisa do tipo, você sempre tem que mostrar que é bom! Sempre tem que vencer custe o que custar. Você nunca se da por satis... – Hermione já estava pronta para continuar a falar quando Rony aparece na porta do cômodo, fazendo com que ela voltasse sua atenção para o ruivo.

_Eh... desculpe... Hermione, acho melhor você vir comigo. – Rony fala serio.

_O que foi? – Hermione pergunta preocupada.

_Harry. – Rony respondeu simplesmente, só isso já bastou para que Hermione saísse depressa do quarto e tomasse caminho para ala hospitalar da ordem da fênix, sendo seguida logo atrás por Rony e Jonh, que parecia não ter gostado nem um pouco do acontecido.

Os três chegaram rapidamente a ala hospitalar, e Hermione correu até a cama onde Harry se encontrava deitado.

_O que aconteceu? – Hermione perguntou preocupada ao ver Harry inerte na cama.

_Ele acordou de repente, e se levantou rapidamente, creio que com a velocidade, tenha se sentido tonto e caiu no chão. – Magie explica. – ele acordou assustado, suando frio, e pediu para ver você com urgência.

_Mas por quê? – Hermione questiona.

_Isso eu não posso responder. – Magie fala. – Ele desmaiou novamente antes que pudesse falar algo a mais.

_Isso é estranho. – Hermione comenta tentando entender o ocorrido, mas antes que pudesse colocar os pensamentos em ordem, Harry grita.

Harry começou a gritar e se debater sobre a cama, provavelmente de dor, mas aparentemente ele não possuía mais nenhum ferimento que ocasionasse a dor.

Seus gritos de dor ecoavam pelo ambiente causando pânico e desespero a alguns do grupo, entre lês Hermione.

_O que está acontecendo com ele?!? – Questiona Hermione a Magie.

_Não sei! – responde ela. - Está com dor talvez!

_Então lhe de alguma poção para passar essa dor! Hermione fala o que parecia o obvio.

_Não posso! – Magie responde. – Já administrei varias poções nele, se eu lhe der mais alguma pode acontecer algo. Não sei o efeitos que possam vir a surgir com tantas poções no organismo bruxo em um espaço tão curto de tempo!

_E o que iremos fazer? – Hermione pergunta preocupada.

_Esperar passar... – Respondeu Magie sem nenhuma expressão no rosto.

Era angustiante ver Harry gritar de dor sem que eles pudessem fazer nada, o sofrimeno dele cortava o coração de Hermione que o olhava sem desviar o olhar, pedindo pra que aquilo cessasse.

Já haviam se passado trinta minutos daquela angustia, e a dor parecia que não iria passar.

Hermione já estava cansada de ver aquela cena, respira fundo e vai rapidamente ao armário onde parecia estar contidos os vidrinhos de poções. Ela passa um tempo verificando alguns, e ao encontrar um de aparência azul celeste, vai rapidamente até o leito onde Harry estava.

_Hermione não sabemos o que pode acontecer... – Magie adverte.

_Preciso correr o risco... não vou ficar nem mais um segundo vê-lo sofrer assim! – Hermione responde abrindo a boca de Harry e depositando dentro dela o liquido antes contido no vidro.

E rapidamente os gritos pararam e o silencio tomou conta do lugar. Todos se entreolhavam esperando que alguém falasse algo, mas foi em vão, pois apenas o nada era ouvido.

>>>>>>>>

A escuridão reinava em todo o ambiente, nem mesmo a imensa lua cheia que se mostrava esplendorosa no céu, era capaz de vencer aquela escuridão. O vento frio de início de inverno, começava a sobrar gélido, fazendo com que as folhas secas no chão levantassem um rápido vôo por entre as árvores.

O chão de terra fria era envolto por grossas raízes que vinham das altas arvores que juntas formavam uma imensa e tenebrosa floresta.

O silêncio do ambiente só era quebrado pelos passos de uma pessoa que caminhava apressada por entre as grossas raízes estendidas no chão. Seus passos largos ecoavam no ambiente devido ao som da folhagem seca sendo pisada.

O semblante de sua face era escondido pela sobra do capuz, sua capa não deixava duvidas de que ele era sim um comensal da morte.

Ele caminha até chegar próximo á uma clareira, onde o brilho da lua reinava forte, e onde já se encontrava um outro alguém a sua espera.

_Você está atrasado! – Vociferou o homem cujo o rosto também era escondido pela sombra do capuz.

_Desculpe! – Respondeu o homem que acabara de chegar. – Precisei aparatar longe daqui, por que meu ap... – O homem tenta se explicar, mais é rapidamente interrompido pelo outro.

_Não quero saber de suas desculpas esfarrapadas Malfoy!!! – O homem grita fazendo o outro se calar imediatamente. – Não me faça esperar da próxima vez! A sua cota de erros comigo já se esgotou! Já não basta você ter me decepcionado no dia da fuga daquela sangue-ruim, e agora essa! Não quero mais ouvir falar de erros seus! Estamos entendidos?

_Sim. – Respondeu ele tirando o seu capuz, revelando assim um vasto e bem cuidado cabelo loiro, seu olhos cinza e frios transpareciam um misto de agonias.

_Sim o que? – O encapuzado pergunta. A sua voz fria fazia com que o sangue de qualquer um gelasse.

_Sim senhor! – Respondeu o loiro por entre os dentes.

_Muito bem! – Elogiou sarcasticamente. – Agora me diga o que você queria comigo? Sabe muito bem que eu não posso me dar ao luxo de ficar saindo por aí. Ainda mais na condição em que eu estou. – Comenta o encapuzado, começando a andar pelo clareia.

_É sobre a ida de Harry para a ordem da fênix. – O loiro diz voltando-se para o encapuzado que andava pelo ambiente.

_Hum? E o que tem ela? – Pergunta ele como quem já estivesse cansado daquela conversa.

_Você ainda pergunta o que tem ela? Será que não dá pra perceber que isso pode acabar com todo o nosso plano?!? O plano que estamos executando há quatro anos!!! – O loiro grita indignado. - Será que você não entende que quatro anos não são quatro dias?!?!

_Como você ousa falar comigo nesse tom Malfoy?!? - O encapuzado questiona. – Será que você ainda não se tocou que eu sou o seu superior?

_Então por que não age como tal?

_Draco, Draco, Draco... – o encapuzado repete enquanto chega perto do loiro que não movia nenhum músculo, apenas o acompanhava com o olhar. Ele chega perto do loiro, olha seus olhos cinza refletirem a sua imagem. Draco não gostava nenhum pouco daquilo, e era por isso que o outro provocava. – Não esqueça que foi o próprio Voldemort que me colocou onde estou hoje, não seja tolo de querer questionar a decisão dele... – Ele para e fita a reação de Draco que continuava a apenas observá-lo. – E agora, muito menos a minha!!!

_Não precisa ficar me lembrando disso. – Draco responde serrando os dentes. – Então já que você tem tanta certeza de que a ida do Harry para a ordem da fênix não irá nos trazer problemas, que seja então! Mas depois não se esqueça de que eu avisei!

_Que bom que concordamos... – ele diz dando uns tapinhas no rosto de Draco que o vira em menção para que ele não o tocasse. – Sabe Draco! Eu não te culpo por me odiar. – o encapuzado comenta, se afastando do loiro que voltara o seu olhar para o homem. – Sei que você desejava esse posto que hoje é meu, mas... Você não foi capaz de conquistá-lo, até por que, você já estava muito defasado! Voldemort precisava de alguém que aparentasse ser um bom moço... Coisa que você nunca foi! – O homem fala buscando provocar ao máximo Draco, que não podia fazer nada a respeito.

_Isso não importa mais! – Draco comenta, passando a idéia de que ele não estava se abalando com as provocações do outro. Você já está onde queria, conseguiu a confiança de Voldemort, fazendo com que ele te colocasse onde está, mesmo você sendo um... – Draco para e pensa no que falar, mais decide não dizer. –... Bem! Deixa pra lá! Mais o que eu quero que saiba é que Voldemort pode não ter tomado a decisão certa perante você.

_Quem é você para dar opiniões?!? – O homem pergunta com autoridade.

_Eu? – Draco questiona ironicamente. – Sou apenas um alguém com que você não deve se preocupar.

_Espero que não mesmo! – O outro fala, querendo realmente acreditar no que Draco estava dizendo. – Mais alguma coisa que você queria falar comigo? – Ele questiona mudando de assunto.

_Sim! – O loiro responde rapidamente. – É sobre as notícias que estão saindo sobre Voldemort, os aurores do ministério e da ordem estão fechando o cerco, varias informações já foram passadas, muitas delas erradas, mas de qualquer forma, seria bom se você começasse a tirar pelo menos os aurores da ordem do nosso pé!

_Deixe de ser tão dramático Draco! – o encapuzado fala. – Sabe que não posso fazer nada com relação aos aurores, eles simplesmente estão fazendo o trabalho deles! Coisa que você deveria fazer também! Fazer o seu trabalho! E não ficar reclamando e choramingando! Agora se você não tem mais nada de importante pra falar, eu vou embora, por que ninguém pode notar que eu não estou na ordem. E não me traga problemas de novo Malfoy! – O encapuzado fala, e logo em seguida aparata deixando assim Draco sozinho naquela clareira iluminada apenas pela luz do luar.

_Ahhhh!!!!!!!!! – Draco grita de raiva. – Quem aquele idiota pensa que é! Só por que Voldemort o escolheu, não quer dizer que ele seja Voldemort!!! – Draco grita gesticulando com as mãos.

A raiva tomava conta de seu corpo, mesmo com a temperatura do ambiente baixa, ele pôde sentir uma gota de suor escorrer pela sua tempôra.

_Mal sabe ele que nem tudo será como ele quer... – Draco fala com um leve sorriso no rosto. Seus planos já estavam em andamento, bastava apenas que os fatos acontecessem como deviam.

Draco decididamente não gostava dele, mais não podia fazer nada em relação a ele, pois os problemas eram muito mais complicados do que aparentavam ser.

Draco não queria mais permanecer naquele ambiente, precisava pensar em todos os seus planos e fazê-los acontecer. Ele então aparata deixando assim o completo vazio na clareira.

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