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2. Novo pesadelo, Antiga paixão


Fic: Princesas do Papai


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo I
Novo pesadelo, antiga paixão




Hogwarts 1998 – 7º ano

“Não acredito que tenho detenção.”, pensou Draco raivoso, caminhando em direção às Masmorras, pisando firme.
“Tudo culpa da Granger e daquele Santo Potter!”

Virou o corredor direto para a sala de Snape e avistou a Granger escorada contra a parede.

“E, pra piorar, aquele morcego ridículo me faz pagar detenção com essa sangue-ruim!”, pensou ele, praguejando, ao mesmo tempo em que se encostava contra a parede oposta a de Hermione.

“Falando na Granger, nossa... Ela está tão diferente hoje... tão... tão bonita!”, pensou com seus botões, olhando a castanha de relance.

Correu os olhos pelo corpo dela, observando que ela usava um coturno, uma saia vermelha que deixava boa parte de suas coxas a mostra, “e que coxas, hein?!”, e uma blusa baby-locke cinza claro.

“Hum... pernas torneadas... barriga sarada... e os seios são uma beleza daqui... o que ela fez com o cabelo?”, pensava, agora a encarando sem pudor algum.

“Onde ela escondeu tudo isso durante todos esses anos?”, perguntou-se.

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Hermione chegou cedo à frente da sala de Snape. Vestiu algo mais confortável, já que era sexta à noite.
Malfoy chegou após alguns minutos e escorou-se contra a parede oposta da sua.

Logo sentiu o olhar do louro cair em cima de si sem disfarce algum.
Realmente, estava incrivelmente mudada naquele ano. Havia resolvido cuidar mais de si mesma, assim como também deixou de lado sua timidez e o medo de ser “notada”, afinal, já tinha 17 anos e era a hora de crescer.

Junto com todas essas mudanças nasceu dentro de si certo desejo pelos garotos. Não aquela coisa de paixão, e sim um desejo físico que ela não sabia explicar exatamente.

E o Malfoy, bem ali a sua frente, era um dos que mais a atraía fisicamente. Ele era a verdadeira perdição: com seu físico atlético e forte, peito e abdômen malhado, pernas grossas, mãos grandes, alto, ombros largos, seu cabelo liso teimando em cair sobre os olhos cinza que a fitavam com tanta atenção e a cada jogada de cabelo seu corpo ardia ao ver seus lábios tão tentadores.

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Estavam a duas horas tirando poeira dos vidros de poções e prateleiras da sala de Snape, foi quando o mesmo apareceu para libertá-los da tarefa.

Caminhavam lado a lado em direção aos seus quartos de monitoria. Assim que se posicionaram diante de seus quartos, que ficavam um de frente para o outro, Hermione sentiu ser puxada de encontro ao corpo de Draco de forma até mesmo agressiva, no exato instante em que adentrava seu quarto. Foi tomada por um beijo avassalador, urgente e desesperado, sedento de desejos, sem que pudesse protestar ou impedi-lo.

“Demorou”, pensou Hermione, enquanto acariciava o peito do louro.
Sentiu ser levada para o quarto dele, ouvindo Draco trancar a porta assim que adentraram o local. Puxou-a pela cintura, carregando-a pelo quarto, suas mãos ágeis já acariciavam suas costas por debaixo da blusa.

Despiu a camisa dele com rapidez, sentindo sua blusa ser despida também.

“Incrível”, foi o pensamento de Draco assim que seus lábios tocaram os da castanha, intensificando o beijo e sentindo que algo a mais estava nascendo dentro de si. Estava sentindo, por ela, algo que nunca nenhuma outra pessoa fizera-o sentir.

Sem parar de beijá-la, deitou-a sobre a cama com calma, acariciando sua cintura tão fina e bem modelada. Hermione acariciava-lhe os cabelos, puxando-os com fervor. Separou seus lábios dos dela por alguns instantes, descendo-os e aplicando beijos em seu pescoço, ombros e vale dos seios, fazendo-a arquear de leve. Em sua barriga, Draco depositou leves mordidas, obrigando-a a gemer baixo.


Tirou-lhe o coturno, ligeiro, jogando-o em algum canto do quarto. Moveu seus lábios por toda sua extensão de pele a mostra de Hermione e, desta vez, seus beijos foram subindo pelas coxas dela, tirando-lhe a saia e deixando-a somente com seu lingerie vermelho.

Hermione puxou-o para cima de novo, colando suas bocas em mais um mar de sentimentos inexplorados. Suas mãos percorreram as costas largas do louro, descendo gradativamente para os quadris até encontrar o zíper de sua calça, a qual Draco ajudou a tirar com o “maior prazer”.

Sua excitação era visível, e em pouco tempo o sutiã da garota voou pelo quarto, sendo esquecido em um canto qualquer. Draco se deliciou com aquela nova parte do corpo dela exposta, presenteando a castanha com sensações incríveis e fazendo-a gemer seu nome baixo, excitando-o cada vez mais.

Tirou-lhe a calcinha com tamanha rapidez quanto ela se desfez de sua cueca. Quentes, ardendo em desejo, as caricias não eram poupadas, nem mesmo ponderadas. A castanha arranhava-lhe as costas de leve, descendo as mãos para seu bumbum e apertando-o com vontade, fazendo com que ele sorrisse entre um beijo e outro.

Postou-se entre as pernas dela, encarando-a fundo nos olhos. Hermione não apenas lhe devolveu o olhar, esboçou, também, um sorriso sapeca no canto de seus lábios, incentivando-o a continuar.

Penetrou-a com calma, aproveitando cada sensação de estar dentro dela. O que Draco sentiu não foi apenas o desejo e o prazer percorrer-lhe as veias, mas também sentiu seu coração bater descompassado a cada investida e a cada vez que gemia roucamente o nome dela contra a curva do seu pescoço.

Senti-lo ali, dentro de si, foi de inicio doloroso, mas passados os primeiros segundos, um prazer sem igual invadiu-lhe completamente. A cada investida de Draco, Hermione gemia em alto e bom som. Era impossível segurar o prazer que estava sentindo.

A respiração de Draco impactando contra seu pescoço e o seu nome sendo pronunciado entre gemidos roucos só a encorajava a querer mais daquilo.

O clímax chegou para Hermione com tal potência que a fez morder-lhe o ombro esquerdo, fazendo com que ele investisse com ainda mais força dentro dela. Em poucos segundos ele também alcançara o prazer supremo e absoluto, deixando-se cair sobre ela, que sentia espasmos no corpo todo.

Suados e saciados, ficaram na mesma posição por alguns minutos, recuperando-se do maior e melhor orgasmo de suas vidas. Draco não tinha forças para sair de cima dela ou mesmo de dentro dela, apenas respirava com dificuldade enquanto a castanha beijava-lhe o pescoço e o ombro, acariciando-lhe os cabelos e os braços.

Recuperando o fôlego aos poucos, iniciou um diálogo.

- Por que quis fazer isso?

Hermione pensou por alguns instantes na resposta que daria àquela indagação, procurando algo ou alguma explicação que a levara a estar ali, nua sobre a cama de Draco Malfoy, com o mesmo igualmente nu, não apenas sobre ela, mas também dentro dela.

Não sabia por que havia cedido daquela forma, mas desejava intimamente que não fosse apenas para saciar um desejo físico...

- Porque eu... Ahh... – gemeu quando o louro saiu de dentro de si e se deitou ao seu lado – Porque eu queria sentir você comigo.

Draco a beijou com ternura, abraçando-a pelas costas nuas. Adormeceu sob os cachos castanhos e o perfume quente de canela e jasmim da grifinória.
Hermione sentiu ser abraçada, aconchegando-se àqueles braços fortes que a envolviam com tanto carinho. O sono lhe venceu e, então, se permitiu adormecer, entrelaçando suas mãos as do louro e sentiu-se completamente segura.

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Quando Draco acordou pela manhã seguinte, Hermione já não estava mais em sua cama, estava só e confuso sobre as sensações da noite anterior.

Vestindo-se rapidamente depois de um banho demorado, Draco saiu para uma bela manhã de sábado decidido a procurar a castanha que o completara tão perfeitamente na última noite.

Hermione estava na biblioteca, como presumiu, e por incrível que pareça estava sozinha, nenhum de seus amigos estavam presentes. Ela lia um livro concentrada, rodeada de pergaminhos e penas, provavelmente adiantando algum trabalho.

Draco se aproximou dela em silencio, beijando-lhe delicadamente a nuca, fazendo-a virar-se para ele assustada.

- Hei Malfoy, quem lhe deu essa liberdade? – perguntou ela, furiosa.

Draco a fitou confuso, suas sobrancelhas arqueadas. Esperou que ela prosseguisse, não entendia absolutamente nada daquela reação.

– Não pense que depois de ontem nós temos algum tipo de relação pra que você possa sair por aí me agarrando, ouviu? – completou, com sua voz firme.

- Então o quê? – perguntou indignado – Foi apenas sexo pra você? Então você me usou como um objeto que joga fora quando quer ou quando perde a utilidade?

- Ah... Estou até comovida, Malfoy. – disse ela sarcasticamente, limpando uma lagrima inexistente em seu rosto – Até parece que você não faz isso sempre... E sim, foi apenas sexo pra mim... Admito que foi muito bom, com certeza não vou privá-lo dessa glória, mas pra mim foi apenas isso. Passar bem.

E então saiu da biblioteca, pisando firme por todo o seu caminho, pensativa. Algo dentro dela dizia que não havia sido certo o que ela havia feito, mas com certeza esta era a velha Hermione dizendo o que ela deveria fazer ou não.


Mas Hermione não a ouviria mais, estava disposta a formular suas próprias regras a partir daquele instante. Desceu as escadarias de mármore seguindo em direção aos jardins. Avistou ao longe, perto do lago, seus dois melhores amigos, Rony e Harry, conversando animadamente.

- Olá. – disse ao se sentar ao lado deles.

Durante o tempo que ficou ali, na companhia dos amigos, não prestou atenção alguma na conversa que eles mantinham, deixou que seus pensamentos voassem para uma noite bastante especial.

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- Draco! – gritou ao longe a voz estridente de Pansy Parkinson, que foi seguida por outras barangas da sonserina que também corriam em direção ao louro.

Draco saia do castelo carregando um lindo violão preto pendurado no ombro. Hermione não os via, pois estava de olhos fechados, mas sabia que eles deveriam estar perto, já que conseguia ouvi-los conversar alto.

– Ah... Draco, canta alguma coisa pra gente, vai!

Hermione esboçou uma careta e imitou mudamente as possíveis gesticulações de Pansy. Foi quando escutou a voz grave de Draco soar não com seu sarcasmo habitual, mas em um tom completamente novo e inusitado, estava diferente...

- Vou improvisar alguma coisa então...

Nunca imaginei que você quisesse de mim
Uma noite só de prazer, uma transa apenas


Hermione ouvia a letra ecoar próxima de onde estava, apreciando a bela melodia da canção. Sabia, intimamente, que aquela música era para ela. Harry e Rony se calaram assim que ouviram a melodia tocar. Todo o jardim, de repente, pareceu ter resolvido silenciar também, era possível ouvir apenas os pássaros e a bela música de Draco soando estridente do violão, assim como suas palavras cantadas com sua bela voz rouca.

Tudo que você me falou entrou no meu coração
Loucura cheia de sedução mudou a minha vida


Hermione sorriu fracamente ao ouvir as novas palavras e se deixou deitar sobre o gramado para aproveitar o sol que lhe aquecia.

Não dá pra esquecer a emoção que senti com você
Por tudo que não pode ser eu te quero


“Por tudo que não pode ser”. Realmente, muitas coisas os impediu de terem um relacionamento estável, mas espera... Mesmo assim ele a queria.

Eu não tenho tempo a perder com a solidão
Na hora em que você me quiser, eu vou


Certamente ele realmente não estava querendo dizer aquilo. Será que estava mesmo disposto a esperar até que ela o quisesse, ou iria lutar para tê-la?

Beijo por beijo
Sonho por sonho
Carinho por amor
Paixão por paixão


E, com mais alguns acordes, a música terminou e o silêncio pairou por menos de dois segundos, pois não apenas as garotas que o rodeavam, mas também muitas outras pessoas presentes no jardim, o aplaudiram.

Sorrindo fracamente Draco agradeceu as meninas a sua volta. Ao ver Hermione se levantar e seguir para o castelo Draco engoliu em seco.

“Será que ela entendeu?”, pensou temeroso.

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Tempos atuais – Ala hospitalar

Lendon seguia correndo direto para a Ala hospitalar, onde a tal Hermione levara seu pai. Ela não fora junto pois estava apenas enrolada em uma toalha quando ele havia desmaiado. Após o incidente, vestiu-se com rapidez e correu pelos corredores em busca do local, que ela não fazia a mínima idéia de onde se localizava no castelo.

Fechou os olhos por alguns instantes, praguejando a si mesma por não ter perguntado onde ficava o local, isso com certeza teria lhe poupado toda aquela caminhada sem rumo. Foi quando se chocou com alguém em seu caminho e, se desequilibrando com o impacto, caiu no chão sobre o coitado.

- Ah, Merlin, me desculpe... Eu estava de olhos fechados e nem vi você aí... Você está bem? – perguntou a garota, se afastando de cima do rapaz.

Lendon estendendo-lhe a mão, levemente envergonhada pela situação. Clei abriu os olhos e pensou que havia morrido, pois a sua frente estava o mais belo anjo que já vira. A garota tinha traços que lembravam alguém, seus cabelos loiros platinados e seus olhos azuis eram muito familiares.

– Desculpe mesmo... Eu sou Lendon... Lendon Malfoy.

- Malfoy? Você é parente do professor de Poções? – perguntou, já de pé.

- É, eu sou filha dele... – sorriu ao responder, observando-o com certa preocupação – Você está bem?

- Ah... Estou sim... – disse, sorrindo sem jeito pelo olhar que a menina estava lhe direcionando. – Eu sou... Sou Clei... Clei Kendkalph. Mas como você sai correndo de olhos fechados?

Lendon gargalhou, relembrando do exato momento em que colidiu contra a garota, completamente desprevenido.

– Eu estava me praguejando, porque estava indo para a ala hospitalar, mas eu não sei onde fica...

- Eu a levo até lá, se quiser. – disse o rapaz, corando de leve.


- Nossa, seria ótimo! – disse ela, retomando a sua caminhada e seguindo em frente.

- Lendon? – ele a chamou.

A garota interrompeu sua caminhada e o olhou confusa. O rapaz sorriu de forma simpática, apontando pata o corredor contrário.

- É pra lá...

Lendon sorriu envergonhada sentindo seu rosto arder, ruborizando diante da situação. Seguiu-o calada, esperando que ele iniciasse um diálogo qualquer.

- Então... Eu não sabia que o Malfoy tinha filhos. – comentou Clei.

- Ele também não sabia... – e abafou um riso – A história é longa, mas resumindo: ele namorou a minha mãe há muito tempo, ela ficou grávida dele, foi embora sem dizer nada, morreu há duas semanas, então eu e a minha irmã viemos morar com ele. – disse ela, sorrindo enviesada.

- Hum... Lamento pela sua mãe... –disse Clei, olhando para os próprios pés – Mas em que casa você ficou?

- Sonserina. – disse animada pelo rumo da conversa ter sido trocado – E você é de qual casa?

- Também sou da sonserina, mas nem eu mesmo sei por quê... – Ambos riram do comentário do rapaz.

- Bom, eu também não sei por que fui selecionada pra essa casa, levando em conta que eu não sou audaciosa... – disse ela, pensativa – Talvez seja porque eu também não sou tão corajosa ou tão inteligente, nem mesmo tão boazinha assim...

- Haha... É, deve ser... – concordou Clei, parando em frente à Ala Hospitalar – Bom, está entregue.



- Obrigada. – disse ela, olhando para os pés e escolhendo as palavras certas. – Sabe Clei, eu preciso ver o meu pai... É que ele desmaiou e o trouxeram para cá, mas ele já deve estar bem... Então... Se você não se incomodar, é claro, talvez você pudesse me mostrar o Salão Comunal da Sonserina?

- Ah... Claro, com certeza. – disse sorrindo.

- Então vem, entra comigo, vai ser rápido... – disse, puxando-o pela mão Ala adentro.

Draco sentia-se zonzo, sua cabeça girava loucamente. Ao abrir os olhos, tudo pareceu voltar ao normal, sentia-se um pouco tonto e estava suado, pois novamente havia sonhado com uma de suas noites com Hermione.

Sentiu ser abraçado por um emaranhado de cabelos louros e percebeu que Ânica chorava em seu colo.

- Você está vivo, papai? – ela perguntou, fazendo beicinho.

Draco sorriu com aquela indagação e a abraçou forte. Visualizou o ambiente a sua volta constatando que estava na Ala Hospitalar e já conseguia se lembrar do porque de estar ali: havia desmaiado ao ver que sua maior paixão havia voltado.

Continua...

N/B (Crik_Snape) : Aiii... PAÁÁRA TUUDOOo!!! (*abanaaaa... ) ... que capitulo foi esse?!! Que Nc foi essa????? Táááá demaaaiiisss...!! Eu quero mais... quero muuitoo maaais!! Hahahaa... vamos comentaaar... q ai essa criaturinha posta mais rápido.. HAUHAUhaua bjs

N/A: É ISSO AÍ CRISSSS... QUANTO MAIS COMENTÁRIOS, MAIS RAPIDO EU POSTO!!!! QUEM BOM QUE VC GOSTOU CRIS... E ESPERO QUE TD MUNDO GOSTE TMB!!!!!!!!!!!!!!!

BEJÃOOOO

COMENTEM HEIN???? =)

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