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1. Prólogo


Fic: Princesas do Papai


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Prólogo




- ... É também muito eficaz para quando... – Draco continuava a explicar para o 5º ano, até que fosse interrompido por alguém que batia na porta – Entre...

- Com licença, Professor Malfoy. – pediu McGonagal com formalidade – O Diretor está lhe convocando para uma reunião de urgência.

- Mas eu estou em aula, Minerva. – respondeu secamente – Não posso sair no meio do período sem deixar alguém aqui...

- Eu sei, Malfoy. Vá, eu ficarei em seu lugar. – McGonagall praticamente ordenou – Vamos, é urgente, não ouviu?!

- Claro... – respondeu sério – Acho que você será capaz de explicar a eles a poção Brittuns, não será?

- Brittuns? Poção do esquecimento? – perguntou, olhando para os caldeirões dos alunos – Fácil...

- Certo, então! – falou dando de ombros.

Draco saiu dali batendo a porta e seguindo pelos corredores com sua capa se esvoaçando, fazia um belo dia azul escuro fora das vidraças da escola.
O que o diretor queria com ele, afinal, pra lhe tirar de uma aula? Draco pensava nisto frustrado, enquanto rumava direto para a sala da diretoria.

Chegando ao escritório, bateu forte contra a porta e, ao ouvir o consentimento, entrou.
Não soube o que ou quem, mas uma coisinha loira o abraçara pelas pernas assim que adentrou a sala.

- Hei, você! – disse alto, soltando-se dela.

Seu esforço era árduo e em vão, a garotinha era persistente e quanto mais tentava soltar-se dela mais ela o agarrava pelos joelhos.

– Garota, por favor, quer me soltar? – mas nada aconteceu – Quem é você? E o que quer comigo?

- Estávamos com saudades e viemos visitá-lo... – Comentou uma voz bastante irônica.

Era a voz de uma segunda menina, que apenas agora Draco havia reparado em sua presença ali. Ela tinha os cabelos louros platinados, olhos azuis e provavelmente idade por volta dos 14 e 15 anos. Estava parada de pé bem de frente para ele, o observando.

– O nome Meredith Wishes te diz alguma coisa, Papai?

Meredith Wishes, sim, ele a conhecia. Ela era sua amig... “PAPAI??? O QUÊ??? COMO??? Pensava o louro, visivelmente atordoado.

- O que disse? – perguntou duvidoso de não ter ouvido direito – Meredith Wishes?

- Calma, Lendon, assim ele não vai entender nada. – disse sabiamente o diretor, sentado atrás de sua mesa em sua luxuosa cadeira- trono. – Sente-se Draco, temos muitas coisas pra conversar. Mas, antes, quero lhe apresentar as meninas. – e, apontando para cada uma delas, iniciou as apresentações - Esta é Lendon e a pequena se chama Ânica. Este, meninas, é Draco Malfoy, o pai de vocês!

- COMO É? – Draco soltou quase de forma gritante.

Ele decididamente estava ficando maluco, só podia ser! Filhas? Mas ele nunca havia tido filhas!

– Isso é uma pegadinha, por acaso?

- Não, Draco, não é. – confirmou o diretor Finnely calmamente.


- Se eu fosse você eu sentaria, está tão branco que acho que vai desmaiar, hein? – Comentou Lendon, encarando-o – Vem, Âni, vem sentar aqui, vem?!

A garotinha largou os joelhos de Draco e se sentou sobre o colo da menina Lendon. Em seguida, Draco se sentou na cadeira ao lado das garotinhas e de frente para Finnely.

- Acho que você se lembra de Meredith Wishes, não é? – Draco afirmou e o grisalho continuou – Bom, infelizmente ela faleceu a duas semanas em um terrível acidente no sul da França... E na certidão de nascimento das meninas está o seu nome como pai e tutor das meninas.

- Não pode ser, diretor. Eu e Meredith... Nós éramos muito amigos... Ficamos um tempo... Há uns 16 anos atrás... – Disse atordoado, era impossível... – Não tem como... Ela sumiu de repente...

- Mamãe me disse que vocês eram grandes amigos, que passaram por um ano difícil, e, por isso, tiveram um ao outro para superação. Contou que quando ficou grávida o ano letivo ainda não havia acabado e que vovô ficou furioso com ela pela gravidez, mandando-a para morar com a Tia na França. Foi quando teve a mim. Meu nome é Lendon, uma variação de London – Londres, onde a minha mãe conheceu o seu grande amigo. – a garota mais velha dizia tudo de forma rápida, olhando para suas mãos sobre o colo da irmã - Anos depois, exatos 10 anos, Meredith Wishes e Draco Malfoy se encontraram em uma palestra de um mestre de poções bastante famoso, e pelo o que meu padrinho Natan Guedes me contou, ambos resolveram relembrar os velhos tempos. Meses depois, ela deu à luz a nossa pequenina Ânica Malfoy. Mamãe resolveu não contar a você nada sobre mim, nem mesmo sobre Ânica, porque ela dizia que não havia necessidade...

- Isso é a coisa mais estranha que já ouvi na vida... – sussurrou Draco, em tom audível para os presentes na sala. Ânica, pelo que Draco notou, não era de falar muito – Mas faz sentido, eu e Meredith realmente nos encontramos nesta palestra, há cinco anos... Mas não... Não tem como...

- Use o bom senso pai, ou melhor, os seus olhos. – disse Lendon, segurando o queixo do louro e fazendo-o encará-la, suas mãos estavam geladas e tremiam de nervoso – Somos a sua cara!

Draco registrou todas as palavras da menina. “Verdade, vocês são mesmo a minha cara: os olhos, os cabelos... tudo”, pensou ele, suspirando e fazendo sinal de afirmativo com a cabeça, como se assim dissesse que ela estava certa.

- Mas... Mas e agora que ela... bom... – tentou terminar sua frase, sem coragem suficiente.

Olhou para Finnely de forma suplicante, até que o diretor entendesse.

- Agora que a Srta. Wishes faleceu, você está com a guarda das meninas, Draco. - afirmou o diretor, olhando-o sério – Lendon está cursando o 5º ano, dei a ela uma vaga em Hogwarts. Já Ânica, tem apenas cinco anos, Draco, creio que seria viável estalá-la com você aqui na escola, pois você não poderá voltar pra casa, não é mesmo?

O loiro apenas confirmou com a cabeça, estava muito abalado com tudo aquilo. Aguardou até que o diretor prosseguisse.

– E, independente de qual casa ela tenha sido selecionada, tenho certeza de que Lendon precisa ajudá-lo com Ânica. Por hora, podem ficar em seus aposentos, tenho certeza que até o jantar estará tudo pronto.

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Draco caminhava quieto ao lado de Lendon, que levava a irmã mais nova no colo. Ânica não estava dormindo, mas não falara nada desde que Draco a vira.

-Ela não é de falar muito, não é? – perguntou Draco, tentando manter a conversa, já que o silêncio estava sendo insuportável.

- Ela não fala desde o acidente... – conta a loirinha maior, esboçando uma careta – Âni, você não quer caminhar, está pesada sabia?!


A menina fez que não com a cabeça e se aconchegou ainda mais nos braços da irmã, que esboçou uma nova careta no mesmo instante. Draco queria segurar a garotinha em seu colo, mas será que ela viria?

- Será que eu posso? – perguntou, apontando para a menina

Ânica o olhou por alguns segundos, até que estendesse os braços para que ele a pegasse no colo. A pequena prendeu as pernas em volta de sua cintura e o abraçou pelo pescoço, descansando a cabecinha loura em seu ombro. Draco sorriu ao ver que a menina o aceitava. Tentou, novamente, manter uma conversa com Lendon, já que Ânica estava quase dormindo em seus ombros.

- Ham ham, e então... – mas não sabia por onde começar aquele diálogo.

-Por que você mora aqui? – Lendon resolveu ajudá-lo, perguntando isto, enquanto fazia alguns movimentos com os ombros, provavelmente para aliviar a dor do peso da irmã.

Para Draco, Ânica era como uma pluma.

“Mas é lógico, eu sou bem mais forte que a minha filha...”, pensou consigo mesmo, percebendo o que estava acontecendo. “Minha filha? Nossa, já estou me acostumando com a idéia. Não pensei que isso aconteceria tão rápido”. Mesmo assustado com seus pensamentos, Draco prosseguiu, respondendo-lhe à pergunta.


- Porque eu sou professor... De Poções... Você gosta? – perguntou, aproveitando a deixa.

- Sim, eu era uma das melhores alunas da minha turma, mas acho que sou parelha em todas as matérias... – comentou mais para si mesma que para ele – Já me escrevi nas matérias daqui, não vou fazer nada de muito diferente...

- Ah... E em que casa você ficou? – perguntou a ela, se sentindo estúpido por não ter perguntado isto antes, provavelmente Corvinal, pensou, como a mãe havia sido.

- Sonserina, como você, não é? – Perguntou orgulhosa.

Lendon observou Draco sorrir satisfeito. Ele jamais imaginaria que ela pudesse ser uma sonserina, já que a garota não aparentava possuir as virtudes de um sonserino, pois sempre que falava emanava carinho e paciência em sua voz.

– Mamãe me disse que você era o garanhão da escola...

- Disse, é? – perguntou, rindo-se da expressão divertida de Lendon, enquanto afirmava – Bom... Eu era, mas depois eu mudei bastante... Sua mãe foi quem mais me ajudou nisso...

- Mas sempre existem esses tipos de garotos por aí... São todos iguais, só mudam de endereço... – comentou a garota, olhando firme para frente.

Draco riu da afirmação da menina, consciente do quanto ela estava correta.

- É verdade, aqui em Hogwarts existem muitos deles. Mas eu estou de olho neles, não se preocupe, você está segura. – comentou, fazendo pose de guardião.

Draco já estava se sentindo pai delas, era inevitável e completamente espontâneo. Ânica ainda dormia serenamente em seu colo.

- Por quê? Acha que eles vão me agarrar, é? – Lendon perguntou, exibindo uma expressão à la Malfoy, sorrindo de lado.

- É claro, você é linda Lendon. Na minha época, não se faziam meninas tão bonitas aqui em Hogwarts. – Draco esboçou, no mesmo instante, uma expressão de quem havia se lembrado de algo, continuando de forma brincalhona, batendo sobre sua própria testa. – Ah é... Naquela época eu ainda não tinha filhos...

-Convencido... – disse Lendon, arrancando risadas de Draco e de Ânica também.

A pequena loirinha, ainda presa contra os braços de Draco, havia acordado há alguns minutos e olhava atenta para o pai. A risada da pequenina era incrivelmente interessante de se escutar, uma risada de bebê crescido, linda com aqueles dentinhos pequenininhos à mostra.

- Oi linda, tudo bem? – perguntou, fitando os olhos azuis de safira que a pequena possuía.

- Sim, e você papai?

“Papai”, pensou Draco, como era bom ouvi-la chamando-o assim.
Lendon observou o pai atenta, sorrindo para ele. Finalmente, Ânica falara, e em um tom tão feliz e divertido que nem aparentava que há poucos minutos estivera alheia aos acontecimentos.

- Melhor agora que você resolveu falar comigo... – A garotinha sorriu ainda mais, dando um beijinho carinhoso em sua bochecha.

Draco se assustou, a princípio, mas sorriu devolvendo o beijo na menina, que o abraçou mais forte.

Estavam chegando ao local que o diretor Finnely dissera que havia disponibilizado quartos para Ânica e Lendon. Pronunciou a senha, “Carmirus”, e entrou assim que a porta se abriu com um click rápido.

Era uma espécie de casa, bastante pequena. Estavam em um corredor longo, que se seguia de quatro portas. Ânica desceu ligeira dos braços de Draco, correndo até a primeira porta e abrindo-a. Visualizou o ambiente amplo, era um lindo quarto decorado em tons de rosa e vinho, onde havia uma cama de casal, uma escrivaninha e um sofá rente à janela.

- Acho que esse é o meu... – comentou Lendon rindo, entrando e se jogando sobre a cama – É bem macia. Ah, olha, as minhas malas estão aqui, veja!

- Finnely mandou trazer, com certeza. – disse Draco, observando a menina tirar as sapatilhas brancas e ir em direção às malas.

- E o meu quarto pai? – perguntou Ânica, esboçando seu melhor beicinho.

Draco a segurou pela mão e abriu a porta ao lado do quarto de Lendon. Visualizou o ambiente, como fizera no quarto anterior, e lá estava o quarto de Ânica. É claro, de Draco é que não seria.

Era decorado em tons lilás e branco, com uma cama de solteiro ao canto e uma cômoda ao lado, assim como uma pequena mesinha com cadeiras mínimas no outro extremo do quarto, repleta de rolos de pergaminhos e lápis coloridos.

As malas de Ânica também eram muitas e, por isso, Draco precisou ajudá-la a desfazê-las. Duas delas continham apenas brinquedos, a maioria deles ursos de pelúcia e bonecas.

Com as roupas dela guardadas na cômoda e Ânica brincando com suas infinitas bonecas, Draco rumou até a terceira porta. Ao abri-la, viu que era seu escritório que ficava no quarto andar. Provavelmente Finnely havia providenciado esta passagem para que fosse mais fácil o acesso aos seus aposentos. Rumou até a quarta porta e, ao abri-la, notou que era o seu quarto: uma suíte bem ampla e com todos os seus pertences.

Ao sair do quarto viu, ao fim do corredor, uma pequena cozinha. Realmente era a menor cozinha que ele já havia visto na vida. Observou o local e percebeu que, ali, havia somente uma geladeira, uma mesa para seis pessoas, um amplo balcão, repleto de cestos de frutas, e uma pia pequena.

Ao virar-se para a esquerda, deparou-se com uma sala de estar incrivelmente aconchegante, com poltronas e uma linda lareira onde o fogo crepitava, aquecendo o lugar. Ouviu, no mesmo instante, um barulho vindo de uma das poltronas e, pensando que não havia mais ninguém ali, resolveu averiguar.

Antes Draco não tivesse ido verificar, pois a mulher que ali se encontrava fez com que ele soltasse um grito grave e rouco de espanto, felicidade, raiva, amor, desprezo e, principalmente, de susto e surpresa por tê-la tão perto dele novamente.

- Pai, você está bem? – perguntou uma Lendon preocupada, aproximando-se da sala e deparando-se com o pai apoiado contra uma das poltronas azuis.

Draco tentava se manter em pé diante de uma linda e jovem mulher de cabelos castanhos posicionada bem a frente dele. Ela usava calças sociais brancas, com um blazer preto sobreposto a uma camisa igualmente branca, totalmente equilibrada e firme sobre um sapato preto de salto alto. A moça segurava nas mãos uma pequena bolsa de contas preta.

– Quem é você? – Lendon indagou assustada com aquela visita inesperada.

- Voc... Você está aqui... Eu não acredito nisso... – disse Draco, sua voz soando falha, tentando respirar normalmente, mas estava nervoso demais para que obtivesse sucesso nisso – Por que voltou?

- Olá, eu sou Hermione Granger. – apresentou-se a moça a Lendon, sorrindo-lhe simpática.

Hermione virou-se, em seguida, para encarar o homem louro bem a sua frente, prosseguindo e direcionando-se a ele.

– Eu vou lecionar em Hogwarts.

Por essa, definitivamente, ele não esperava. Sua visão ficou turva de repente, enquanto vozes distantes, soando em seu ouvido, o chamavam. Mas suas pernas e sua mente já não podiam agir.


N/B (Crik_Snape): Tipo assim... eu adorei a idéia...!!! Eu simplesmente to adorando essa fic!!! Bááá...como sempre, arrasando!!! \o Se todo mundo comentar... ela posta !!! \o hehuHUAHua... tah demais... !!!! bjs


N/A: AAAAAAhhhhh genteee.... olha inha nova fic aíii... quem gostar comenta viuuuu???? e quem não gostar tmb por favor... E Cris!!! VLWWWWW adorei vc estar betando ela pra mim!!!! vlw messs.... galerinha beijão hein????

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