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2. O Começo do Fim Parte 2


Fic: Harry Potter - O Que Aconteceu A Partir Da Guerra


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PoV Hermione


Por Merlim, quanto mais depressa andávamos para chegar a entrada da Câmara Secreta, mas comensais encontrávamos pela frente, eu e Rony já estávamos ofegantes devido a estarmos correndo a vários minutos, em momento algum consegui tirar a minha mão que estava entrelaçada a do Rony, uma sensação de que a qualquer momento posso perde-lo estava me amedrontando. Quando dobramos um corredor que dava acesso as escadas de um andar que no momento eu não estava recordando um comensal rapidamente lançou uma maldição sobre mim Rony me empurrou e caímos juntos no chão, por puro reflexo ele logo se levantou e lançou sobre o comensal outro feitiço.


– Petrificus Totalus– lançou Rony acertando o alvo em cheio, logo ele se abaixou e me ajudou a levantar, colocou suas mãos entre o meu pescoço e o meu rosto verificando se eu estava bem.


– Está tudo bem Rony – falei pegando a mao dele de novo e indo em direção ao banheiro da Murta que Geme, quando chegamos lá o cenario não era diferente, tudo quebrado, Rony se aproximou da pia com os desenhos da sonserina.


– Como vamos abrir Ron¿ - perguntei pela primeira vez sem resposta alguma.


– Talvez...espera – ele olhou para os desenhos – Posso tentar usar lingua de cobra.


– Será que vai funcionar¿ - perguntei.


– Não custa nada tentar não é¿ - logo Rony começou a pronunciar em língua de cobra, fazendo assim com que as pias se separassem abrindo a passagem.


– Precisamos pular se não me engano cairemos em tipo de passagem de pedra que nos levará a entrada da câmara – disse Rony me passando confiança, ele tocou no meu rosto – Vai dar tudo certo prometo – logo em seguida ele pulou e eu pulei em seguida, assim que senti que eu não escorregaria mais me levantei e me deparei ele olhando a entrada.


– Acho que terei que usar língua de cobra de novo – assim ele fez, em questão de minutos a porta ouvindo o comando se abriu, assim que entramos me deparei com um lugar horrível, totalmente fedido, aquilo estava me dando arrepios, Rony pegou a minha mão novamente e continuamos caminhando em frente, logo vi e imaginei o que Harry e Gina haviam passado aqui, vi Rony indo em algum lugar, logo percebi o esqueleto do basilisco, Rony se abaixou e pegou uma das presas, tirei a taça da minha bolsinha, e coloquei no chão e me agachei, Rony fez o mesmo e me deu a presa.


– Você faz – ele disse me olhando nos olhos.


– Não, não posso – ainda argumentei.


– Pode sim – disse, assim que comecei a aproximar o dente do basilisco na horcrux ela começou a fazer um tipo de barulho como se estivesse gritando, eu não podia esperar mais, com uma força muito grande penetrei o dente na horcrux fazendo com que a mesma fosse para o outro lado, só então percebi a conseqüência, as águas que havia na câmara começaram ficar tormentas, formando assim uma grande onda pronta para nos atacar, Rony pegou a minha mão me puxando para que saíssemos dali o mais rápido, em um determinado momento aquela onda nos pegou, Rony em momento algum me soltou, assim que a onda passou por nós e caiu em queda d'agua no chão senti que eu não teria outra oportunidade, vi Rony encharcado assim como eu e fiz o que deveria ter feito a muito tempo, isso mesmo eu o beijei.


Por Merlim como o gosto dele é bom, minha mão vai em direção da nuca dele, enquanto as dele voam para minha cintura me apertando de uma forma quente, pois assim como eu com certeza ele achava que não teríamos outra oportunidade, como podemos ter perdido tanto tempo com briguinhas, logo após alguns segundos ele pede passagem com a língua que com todo o consentimento do mundo eu permito, mas como se a nossa mente voltasse a realidade ele foi parando o beijo nos deixando super ofegantes, ele encostou a testa na minha e abriu aqueles olhos azuis maravilhosos me fitando, passou a costa da mão dele na minha bochecha.


– Eu te amo...- ele sussurrou, meu coração acelerou brutalmente, será que ele não percebia o efeito que ele causa em mim?


– Eu te amo Ron...- falei o beijando de novo, mas logo nos separamos e sorrimos um para o outro - Precisamos ir - ele assentiu e pegou a minha mão nos levando em direção a saída da câmara, tínhamos que nos apressar, Harry precisava da nossa ajuda.


PoV Harry


Eu já estava ofegante quando consegui chegar até o caminho que levaria as escadas, quando eu estava quase passando alguns alunos senti aquela sensação de algo sendo esmagado dentro de mim, cai próximo a uma parede sentindo meu sangue circular rapidamente, o que será que havia acontecido, será que Rony e Hermione haviam conseguido destruir a horcrux, pois é a mesma sensação que senti quando Rony destruiu o medalhão, mas eu não podia ficar parado, me levantei rapidamente e corri em direção as escadas, a situação estava mais grave do que eu imaginava, por onde eu passava via comensais lutando com os alunos, foi quando me deparei com a cena que fez com que o meu coração gelasse por uns segundos, vi Gina e Neville subindo uma das escadas correndo quando um comensal entrou com um estrondo ensurdecedor por uma das janelas e com certeza iria atingi-los, por reflexo fiz o que me ensinaram.


– Estupefaça –o feitiço foi certeiro no comensal que caiu e bateu em uma das colunas, corri em direção a eles – Gina, Neville vocês estão bem?


– Sim, estou tão bem que acho que sou capaz de cuspir fogo – disse Neville – Vocês viram a Luna?


– A Luna? – perguntei apreensivo.


– É, estou doido por ela – ele disse ofegando – Vou dizer isso a ela antes que o dia termine, porque até lá estaremos mortos – terminou saindo correndo por uma das escadas, quando olhei para Gina notei que eu estava segurando a sua mão, quando os nossos olhares se encontraram nos beijamos como se fosse à última vez.


Gina segurou o meu rosto aprofundando o nosso beijo, senti que nossas línguas travavam uma única batalha, se explorar querendo que o gosto de cada um se empreguinasse na outra, a segurei com mais força a puxando pela cintura e juntando mais os nossos corpos, fui parando o beijo, pois nós precisávamos respirar e querendo ou não ainda não era hora para isso, colei minha testa na dela, havia tantas coisas a serem ditas, eu precisava explicar-lhe tantas coisas, sentimentos ocultados como se ela estivesse lendo os meus pensamentos ela se pronunciou.


– Eu sei – ela disse me olhando nos olhos com uma profundidade imensa – Volta para mim? – não sei se aquilo foi mais um pedido de promessa ou algo semelhante a uma ordem que eu não me recusaria a obedecer, dei mais um beijo suave nela e sem dizer nada eu saí correndo, eu precisava chegar à sala precisa.


Fui correndo mais um pouco, quando eu estava pronto para atravessar o corredor que daria ao sétimo andar, parecia que tudo começou a explodir tentando me desviar dos estilhaços fui cambaleando até a entrada da sala, passei por ela três vezes até que a porta se fizesse visível, quando entrei vi que havia muitos objetos antigos, velhos e até mesmo sem nenhum tipo de utilização, comecei a percorrer os corredores formados pelas bugigangas tentando sentir a presença da horcrux, não sei quanto tempo exatamente fiquei tentando sentir alguma coisa e nada.


Quando andei mais um pouco senti aquela sensação de magia negra, quanto mais eu me aproximava de uma mesa com alguns utensílios em cima, mas a sensação ficava forte, andei até a mesa e tirei um tipo de cordas de cima revelando um caixa, fui abrindo lentamente revelando o que eu tanto buscava o diadema perdido de Rowena Ravenclaw.


Quando eu estava pronto para pegar e levar a horcrux comigo algumas pessoas se fizeram presente na sala.


– Olha só, o que te trás aqui Potter? – perguntou Draco Malfoy, quando o olhei vi que estavam com ele Goyle e Zabine.


– Te pergunto o mesmo – respondi seguro.


– Você está com uma coisa que é minha – vi ele se aproximar mais – E eu a quero de volta.


– E qual é o problema dessa aí?


– É da minha mãe, é poderosa, mas ela não me compreende, sabe o que digo?


– Por que não disse a ela, Bellatrix? Você sabia que era eu e...não disse nada.


– Anda Draco, não seja burro – falou Goyle para ele.


– Calma – Draco disse, e eu já estava me preparando para pegar a minha varinha quando ouvimos feitiços sendo lançados.


– Expelliarmus –era Hermione que havia lançado logo Goyle revidou.


– Avada Kedrava.


– Estupore– o feitiço acertou em cheio na caixinha onde estava a horcrux fazendo com que a mesma fosse parar em outro lugar, ouvi Rony sair em disparada atrás dos três.


– Ah, ela é minha namorada seus imbecis – disse gritando, logo eu e Hermione começamos a subir nos objetos tentando achar a horcrux no meio de tudo aquilo, quando não demorou muito para eu a estivesse nas minhas mãos, mas ao mesmo tempo que a sensação de alivio vinha a mim, ouvimos um grande barulho, descemos rapidamente, mas com cuidado, quando alcançamos o chão vi Rony vindo correndo na nossa direção.


– Corrraammm – ele disse gritando pegando a mão de Hermione e correndo – O Goyle está colocando fogo na sala – quando assimilando essas palavras comecei a correr junto com eles, todas as vezes que eu olhava para trás a sensação que dava era de que o fogo se aproximava cada vez mais, comecei lançar feitiços fazendo com que os entulhos caíssem no fogo, mas não estava adiantando, continuamos correndo até que ficamos encurralados em determinado momento, quando uma serpente de fogo iria nos atingir lancei um feitiço de água tentando conter o fogo, mas não fora suficiente o impacto nos derrubou, quando vi Rony caído próximo de algumas vassouras ele jogou uma para mim e para Hermione, assim que levantamos vôo, o fogo se alastrou pela sala inteira, quando estávamos próximos de sair da sala vi Draco e Zabine pendurados num tipo de armário, olhei para o Rony.


– Não podemos deixa-los aqui – falei dando a volta.


– Ele tá brincando né? – disse Rony fazendo a volta também – Se morrermos aqui por causa deles eu mato você – assim que conseguimos distancias suficientes pegamos Draco e Zabine, quando estávamos nos aproximando da saída minha vassoura tombou me jogando com Draco a uma certa distancia, logo ele saiu correndo, olhei em direção da porta e vi a horcrux caída, Hermione jogou para mim o dente de basilisco e sem esperar mais atravessei o diadema com o dente, fazendo com que aquela sensação de magia negra se alastrasse quase me fazendo desmaiar Rony vendo isso chutou a horcrux em direção ao fogo fazendo com que a porta da sala precisa se fechasse, agora era oficial uma horcrux a menos, só que de repente comecei a ter as visões de Voldemort, eu conseguia ver o exercito dele, ele estava da mesma forma que eu se sentindo vulnerável, consegui ver Voldemort nitidamente e...Nagini, eles aparataram, só podia ser isso, ele estava furioso, olhei para Rony e Hermione.


– A cobra...ela é a última horcrux – falei isso sem muita certeza, a minha contagem não estava certa, mas era o que eu sabia ate o momento.


– Entre na mente dele – disse Rony se ajoelhando na minha frente – Descubra onde ele está, acharemos à cobra e acabamos com isso – me concentrei, de repente vi vultos até que a imagem começou a ficar nítida, consegui ver um barco, água Voldemort e...Lucio Malfoy, estavam num tipo de conversa, eu podia sentir o quanto ele estava furioso, mas eu estava reconhecendo aquele lugar.


– Eu sei onde ele está – falei me levantando, então começamos a correr em direção as escadarias que dariam para fora do castelo, por onde nós passávamos lutávamos com algum comensal, quando conseguimos chegar até o hall de entrada a batalha estava totalmente sangrenta, um ogro gigante tentou nos acertar, mas fomos mais rápidos, quando alcançamos um determinado corredor ouvi Hermione gritar, então percebi que o lobisomem Grayback matando Lilá Brown, precisávamos chegar ao lugar, começamos a correr novamente, quando sentimos aquele frio, o sentimento de alegria parecia nunca mais voltar, quando olhei para frente vi um exercito enorme de dementadores vindo em nossa direção, eu estava pronto para lançar um patrono, quando alguém fora mais rápido do que eu, quando me virei vi Aberfort lutando com os outros alunos, e no meio estava Gina, por Merlim ela estava machucada, tentei ir até ela, mas o olhar que ela me lançou dizia que ela estava bem e que eu não precisava me preocupar, acenei com a cabeça e começamos a correr novamente, enfim havíamos chegado a casa dos barcos onde encontrei Voldemort e Snap conversando.


– A varinha das varinhas não pode me obedecer verdadeiramente, pois eu não sou o seu verdadeiro mestre – disse Voldemort – A varinha das varinhas pertence ao bruxo que matou o seu ultimo dono, você matou Dumbledor Severo, enquanto você viver a varinha das varinhas não será totalmente minha, você foi um grande seguidor Severo.


– Milorde – Severo disse, e logo ele foi acertada por um feitiço no pescoço.


– Nagini mate-o – ordenou Voldemort, eu só conseguia ouvir os solavancos do ataque da cobra, quando logo depois ouvi o som de aparatação e me aproximei entrando no lugar, vi Snap jogado no chão sangrando, me abaixei colocando a minha mão na tentativa de estancar o sangramento, quando vi Snap estava lagrimando, pareciam lembranças.


– Leve-as – ele disse.


– Hermione me dá um frasco, alguma coisa - ela procurou e me entregou, coloquei as memórias no frasco.


– As veja na penseira – ele disse fraco – Olha para mim, você tem os olhos da sua mãe – em seguida Snap morreu em meus braços, por mais ele tenha feito o que fez ele não merecia isso, de repente aquela sensação de oclumencia pairou sobre nós.


– Vocês lutaram bravamente – era Voldemort – mas em vão, eu não queria isto, cada gota de sangue derramado é um grande desperdício, por isso ordeno que as minhas forças se retirem, e deixem que eles enterrem os seus mortos, agora falo diretamente com você Harry Potter esta noite você permitiu que seus amigos morressem por você em vez de me enfrentar, não existe desonra maior me encontre na floresta proibida e enfrente o seu destino, se não fizer isso matarei até o ultimo homem, mulher e criança que tente protege-lo.


Aquilo não podia estar acontecendo tudo parecia um grande pesadelo e com certeza eu queria acordar o mais rápido possível, olhei para Rony e Hermione e vi que precisávamos voltar para o castelo, alguns minutos andando conseguimos chegar a entrada do castelo, a visão se resumia em destruição, sangue e morte.


– Onde está todo mundo? – perguntou Hermione, continuamos a andar mais um pouco e entramos no castelo, quando pude perceber havia muitos alunos feridos, não somente eles, mas funcionários e professores, vi Rony correr na direção de alguém e fui atrás, mas quando me deparei só consegui ver toda a família Weasley aos prantos, a Sra Weasley estava desesperada, será que...não podia ser, quando avistei a pessoa pelo qual o meu temor foi grande vi que ela chorava desesperadamente, estava inconsolável, eu queria abraça-la, reconforta-la, mas eu não consegui me mover de onde eu estava, Rony agora entrava em uma batalha enorme de emoções, estava chorando com angustia, amargura, eu podia sentir o quanto ele ficara abalado, quando olhei vi que Fred Weasley estava morto...Jorge não conseguia ter nenhum tipo de reação, estava totalmente em estado de choque, ah que ódio eu estava sentindo agora, que ódio, mas para me desesperar também, quando olhei para o lado vi os corpos de Remus e Tonks totalmente machucados eles estavam mortos, eu não queria ver aquilo, saí correndo do meio de tudo aquilo eu tinha que dar um basta em tudo isso e rápido, corri em direção a sala do diretor, mesmo com tudo que estava acontecendo eu não conseguia conter a curiosidade que estava me consumindo para ver as memórias do Snape, quando entrei na sala acionei a penseira para que se dispusesse a mim, me aproximei da mesma e coloquei as memórias e em seguida mergulhei a minha cabeça para visualizar.


Logo vi duas garotinhasem um tipo de bosque ou algo parecido, uma delas tinha o cabelo castanho e a outra era...ruiva.


– Esquisita – disse a de cabelo castanho – Eu vou contar tudo para mamãe – a ruiva subiu mais um pouco o bosque até que um garoto de cabelos negros e um pouco longos saiu dentre as arvores e se aproximou da ruiva, vendo isso a de cabelos castanhos saiu correndo.


Logo a imagem foi substituída por outra as mesma crianças estavam deitadas vendo a paisagem de uma grande arvore onde os galhos caiam em um tipo de cascata até que o garoto falou.


– Ela é normal e você é especial – disse,


– Que maldade, Severo – disse a ruiva, não podia ser, podia?


Em seguida a imagem se dissolveu para outra mostrando a escolha das casas.


– Grifinoria – disse o chapéu para a ruiva a mesma foi para a mesa sentando ao lado de um garoto.


– Oi sou Lílian – disse se apresentando.


– Sou Tiago – respondeu o garoto.


Logo vieram as imagens de todas as vezes que Snape me tratou mal, bem dizendo todas as lembranças em que eu estava presente, até que fomos parar em outra onde Snape estava conversando com Dumbledor.


– Severo – começou Dumbledor – A profecia não se referia a uma mulher e sim a um garoto nascido no mês de junho.


– Eu sei – exasperou Snape – Mas ele acha que é o filho dela, a intenção dele agora é caçá-los e mata-los, esconda-os, esconda todos,


– E o que me dará em troca Severo? – perguntou o professor.


– Qualquer coisa.


Logo fui levado para as lembranças daquele trágico dia, vi minha mãe perto de mim no berço.


– Harry você é tão amado – ela me disse – Harry a mamãe te ama e o papai também, Harry fique seguro, seja forte, foi quando vi a cena mais dolorosa da minha vida Voldemort assassinando a minha mãe na minha frente, e em seguida lançando o Avada Kedrava em mim, mas eu não consegui mais ver o que tinha acontecido.


Agora eu via Snape chorando na sala de Dumbledore.


– Lílian e Tiago depositaram sua confiança na pessoa errada Severo e você também, o menino sobreviveu.


– Ele não precisa de proteção, o lorde das trevas se foi – exasperou Snape.


– O lorde das trevas retornará, e quando isso acontecer o menino correrá riscos terríveis, ele tem...os olhos dela – Snape olhou para Dumbledore – Se você realmente a amava – Snape o interrompeu.


– Nunca, ninguém jamais poderá saber.


Continuei olhando as memórias, eu estava totalmente perplexo com as revelações que eu estava tendo.

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