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Visualizando o capítulo:

25. O despertar no meio da guerra


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá Thaiana, valeu pelo review.... isso que vc disse é pura verdade, caras perfeitinhos não existem, então se topar com um, desconfie.... Snape é fechado, mas é mais sincero do que muitos outros..... bjussss


PS: EU INVERTI OS CAPÍTULOS, POSTEI O 26 NO LUGAR DO 25... SORRYYYYY

Capítulo 25 - O despertar no meio da guerra


 


 


E se eu quisesse lutar


Pelo resto da vida implorar


O que você faria?


 


 


Hermione abriu os olhos e viu que estava escondida em algum canto em sua mente. Lá naquele cantinho gelado que gostava de ficar quando tudo era demais. Era tudo tão calmo ali, tão tranquilo, havia no ar uma paz que jamais encontrou.


Mas algo abalou aquela paz, parecia com um terremoto a destruir todos os muros que havia construído para se proteger de todos e de tudo ao seu redor. A realidade sempre aparece de uma maneira bem cruel, derrubando toda a proteção que possa existir, deixando-a nua perante a verdade. Por vezes, a maioria, causa uma dor física muito forte que acelera o coração, arregala os olhos e sua a pele. É exatamente essa dor que traz a vida para os olhos, que devolve a consciência, é a dor do saber ou do descobrir.


No caso de Hermione, a dor está associada à uma única palavra, proferida cuidadosamente pelos lábios de Madame Pomfrey.


Grávida.


Que palavra estranha era aquela que entrava em seus ouvidos abalando seu corpo?


Grávida.


Quem?


Grávida.


Quando?


Grávida.


- A senhorita está grávida.


- Não!


Madame Pomfrey levou a mão até o peito sentindo o coração se sobressaltar dentro de seu corpo, Hermione dera um pulo ao seu lado e gritara tão alto que a assustou profundamente. Não estava esperando uma reação de Hermione, muito menos um grito daqueles, a menina parecia extremamente assustada e repetia a palavra que saia tremula de seus lábios rosados.


- Não, não pode ser.


- Mas é, a senhorita está grávida de dois meses.


- Dois meses?


- Sim, pelas minhas contas seu filho foi gerado no começo do ano, mais ou menos no final de fevereiro


Hermione não entendia como aquilo poderia acontecer, muito menos que já estavam no começo do mês de maio, inicio da primavera e ela nem ao menos percebera. O tempo não passava para ela. Parecia ter sido ontem que ouviu aquela frase dita com dificuldade, a frase que agora tentava não lembrar, a frase que a fazia sofrer. A falta que sentia em seu peito.


Severus.


Ela sabia que ele havia ido embora, pois foi um dos motivos dela mesma ter partido para um mundo somente seu.


- Querida. – Disse Pomfrey colocando sua mão no ombro dela com ternura. – Preciso que me conte.


- Contar o que?


- Se seu namorado a forçou em alguma coisa.


- O que... - Balbuciou Hermione não entendendo o motivo da pergunta da enfermeira.


De repente ela compreendeu o motivo do questionamento, pois as cenas vieram ao mesmo tempo em sua mente, não era como se ela não tivesse visto todas aquelas cenas, mas era a primeira vez que verdadeiramente se dava conta de que aquilo acontecera.


Robert.


Ela se lembrou do pedido que fez na noite em que voltou ao castelo, viu o banho no dia seguinte, sentiu a dor de ainda estar viva, se enojou lembrando das mãos dele passeando tão descaradamente em seu corpo e fechou os olhos quando se deu conta do tempo em que fora possuída por ele sem ter o menor cuidado, o sangue e a violência. Ela deixara tudo aquilo acontecer. Como pudera?


- Claro que... que não Madame Pomfrey. – Mentiu lembrando de cada noite que ele a forçara com suas palavras e sua brutalidade quando se colocava dentro dela.


A enfermeira baixou a voz devagar e falou calmamente. Era complicado falar essas coisas com crianças como Hermione.


- Senhorita. Se está me dizendo que nada aconteceu, então acreditarei e tem minha palavra de que jamais contarei a ninguém. Mas preciso lhe informar que, seja lá o que aconteceu, você está machucada. Sugiro que a senhorita não tenha atividades sexuais com seu namorado. Precisa curar esses ferimentos e eu quero um exame para saber se está tudo bem com a senhorita, principalmente pelo bebê.


Aquela palavra reverberou em sua mente. Um bebê. Um ser que estava dentro dela, crescendo e dependendo de seu corpo para se desenvolver. Ela era completamente responsável por ele. Isso a assustava. Instintivamente levou a mão até a barriga e pensou em todos os planos que tivera para sua vida, tudo destruído pela sua infeliz decisão, uma decisão que acarretou fatores como a gestação de um bebê, filho de uma pessoa como Robert Laine


- Está bem, vou fazer todos os exames que pedir. – Disse a voz distante dela.


Madame Pomfrey deu um sorriso fraco e pegou sua maleta, antes de sair ela deixou claro que se Hermione precisasse de algo estaria na ala hospitalar. Após a porta fechar, Hermione ficou um tempo somente com seus pensamentos, andou até a frente da janela e olhou para o lago negro e o jardim. As flores começavam a brotar e a grama já estava bem verde. O que fizera Hermione? Suas perguntas e seus devaneios eram tamanhos que não o ouviu chegar e só percebeu que ele estava ali quando os braços fortes a abraçaram pela cintura causando-lhe nojo.


- Como está? – Perguntou Robert em seu ouvido mordendo seu lóbulo.


- Robert. – Chamou Hermione desvencilhando de seu braço e virando-se para encará-lo. – Precisamos conversar.


- Quer dizer que voltou à realidade! - Exclamou Robert apertando sua cintura.


- Por sorte sim. – Disse afastando a mão que lhe acariciava a bochecha e saindo de perto de seu aperto.


- Por sorte mesmo. Sinceramente estava me enchendo de ter uma Hermione morta em minhas mãos.


- Você me enoja.


- Não é o que parece quando nos ocupamos.


- Robert, não tenho tempo para isso, precisamos conversar sobre um assunto importante antes de eu resolver o que fazer da minha vida. Já passei tempo demais dormindo.


- Está bem. – Disse Robert sentando em uma poltrona e cruzando as pernas. – Fale logo.


Hermione lembrava-se de Robert como o menino doce e sensual que tentava conquistá-la, mas naquele momento não havia nada de sensual em sua voz, muito menos doce.


- Madame Pomfrey me examinou.


- E?


- Ela viu que estou em um estado delicado. Primeiro porque você me machucou.


- Você gostava de sexo selvagem. – Disse sorrindo de canto enquanto Hermione tentava segurar as lágrimas. – Segundo...


- Eu estou em outro estado delicado.


- Que estado?


- Você não vai gostar de ouvir.


- Que estado? – Perguntou começando a sentir a impaciência.


- Não consegue imaginar?


- Diga logo.


- Estou grávida.


O rosto perplexo de Robert deu espaço para uma risada grossa e grotesca que Hermione não gostou. Aquele som invadia seu corpo e fazia sua espinha arrepiar-se cruelmente.


- Grávida? Que piada é essa?


- Não é piada, eu estou grávida de dois meses e alguns dias.


- E como pode ter certeza de que o pai sou eu?


- Como ousa falar isso para mim? O único homem que tocou em mim nesses dois meses foi você Robert. E com certeza é uma coisa de que me arrependo muito.


- Então alguém mais encostou em você .– Disse Robert.


Hermione viu nascer um ódio e uma fúria nos olhos dourados. O rosto dele estava ficando vermelho, ela precisava reverter o que disse.


- Não, claro que não.


- Não tenho tanta certeza assim de que fui o único, mas deixemos isso para lá, por enquanto. Temos que pensar em nosso casamento.


- Não haverá casamento nenhum. Não vou casar com você.


- Vai sim.


- Não eu não vou. Você não pode me obrigar.


- Posso sim. – Hermione foi pega pelos braços e prensada na parede onde bateu a cabeça. O bafo de Whisky em sua têmpora. – Não se atreva a querer fugir de mim. – Ela gritou quando ele apertou seu braço. – Você e eu nos casaremos e seremos muito felizes.


- Eu jamais serei feliz com você Robert.


- Ah, será sim. – Disse Robert prensando-a na parede. - Eu sei que será. Você gostou até agora, não reclamou em nenhum momento e sabe, eu estou começando a sentir saudades da antiga Hermione, se bem que um pouco de gritos sempre é bom para a relação.


- Robert. Por favor, não.


- Ora, eu não ia machucar você Hermione. Eu amo você, eu quero ser seu marido e cuidar de você.


Os lábios dele encostaram nos seus que não se mexiam e forçaram uma abertura. Ele a pegou no colo e a jogou na cama. Sua varinha foi pega pelas mãos de Robert e afastada dela. Rapidamente o jovem amarrou Hermione com cordas finas que saíram da varinha. Desta vez ela estava muito bem acordada para sentir tudo e sua mente estava bem dispersa para jamais esquecer aquela noite. Já era bem tarde quando Hermione bateu na porta da professora McGonagall. A luz iluminou seu rosto e mostrou a marca de uma mão nas bochechas vermelhas banhadas de lágrimas.


- Onde está o professor Snape?


- Hermione, o que aconteceu? Entre.


- Não! Eu quero saber onde está o professor Snape?


- Hermione nós não sabemos, ele está sumido desde o final do outono.


- O diretor tem que saber.


Ela sabia que era tarde demais, que todos os professores, inclusive o diretor estavam dormindo, mas ela precisava saber, precisava ouvir da boca dele, se Dumbledore não sabia, então tudo estava perdido. Ao chegar perto da gárgula Hermione estacou, não sabia a senha, não tinha como entrar no gabinete do diretor. Por alguns minutos ela tentou várias combinações de senhas que tinham haver com doces, mas nenhuma deu certo. Quando já estava desistindo de tudo, Dumbledore virara no corredor e vinha em sua direção cantarolando baixinho.


- Senhoria Granger? O que faz no corredor a essa hora e com essas vestimentas? Está muito frio, pode ficar doente.


- Diretor! - Exclamou Hermione aproximando-se devagar sem ligar que estivesse com uma camisola pequena que deixava suas pernas de fora. – Preciso que me responda uma coisa.


- Claro, minha querida, mas primeiro vamos ao meu gabinete, está realmente muito frio aqui.


Hermione agradeceu que o diretor teve tato o suficiente para não lhe perguntar, naquele momento, sobre a marca em seu rosto, mas sabia que ele iria perguntar uma hora ou outra, ela ainda era sua aluna. Após dizer a senha e antes de subir as escadas, Dumbledore tirou sua capa e colocou nos ombros de Hermione, ficando somente com seu camisolão rosa com estrelas, Hermione quase riu por isso, afinal não era todo dia que ela podia ver o diretor de Hogwarts com uma roupa tão diferente como aquela.


- Sente-se, senhorita Granger. – Disse Dumbledore ao voltar de um armário com outro casaco menor que trocou com a menina deixando-a mais confortável. – Antes que comecemos a conversar sobre o assunto que deseja, tenho que lhe dizer que Robert Laine está terminantemente proibido de entrar no terreno da escola e será procurado pelo Ministério para responder aos casos de agressão entre outras coisas que a senhorita tem conhecimento, mas que não é necessário dizer. E não se preocupe sobre seu filho, daremos toda a assistência que precisa.


- Como o senhor sabe?


- Minha cara, não há um único segredo nessa escola ou sobre quem está nessa escola que eu não saiba, nenhum.


Hermione sentiu como se os olhos do diretor fossem duas presas de uma cobra que lhe sugava todas as verdades de sua vida, todas a história de sua jornada, tudo sobre ela.


- Eu queria saber...


- Se sei onde o professor Snape está. – Completou Dumbledore olhando-a por cima dos oclinhos de meia lua. – Infelizmente não tenho como lhe responder, minha cara, pois nem mesmo eu sei onde anda Severus. Ele simplesmente sumiu, desapareceu e pelo que eu saiba, nem mesmo Voldemort tem conhecimento de seu paradeiro. Acho que finalmente Severus começou a querer preservar de si mesmo, esquecer que precisa passar por tantas provações para cumprir uma promessa feita há anos e isso tudo aconteceu logo após a senhorita aparecer na ala hospitalar, tem alguma ideia de o porquê disso?


  Hermione ficou em silêncio por um tempo até que abriu a boca para contar ao diretor tudo que acontecera, tudo que estava entalado em sua garganta. Mas as palavras jamais foram ditas. Um estrondo abalou as estruturas do castelo fazendo com que o gabinete do diretor tremesse. Ambos levantaram-se com rapidez e olharam pela janela. Hermione parecia assistir um filme de sua vida que ocorrera há apenas um ano. Uma fileira de comensais atravessava o jardim do castelo guiados novamente por Voldemort.


- Fique aqui, senhorita Granger. – Disse Dumbledore mudando magicamente suas roupas para uma mais adequada à uma guerra do que um camisolão rosa.


- Mas quero ajudar.


- Não, sua situação é delicada no momento, precisa permanecer aqui e em segurança.


O olhar de Dumbledore fora tão duro que Hermione não questionou apenas se sentou novamente na poltrona e esperou ouvindo e sentindo os feitiços de uma nova guerra que começara, uma guerra pior que a anterior, uma guerra de vingança. Ela queria que tudo passasse rápido e quando o chão tremeu novamente, fechou os olhos focalizando Snape, vendo seus olhos negros, sentindo sua pele fria, tocando seu rosto magro. Ela queria continuar sentindo-o em seus pensamentos, mas a explosão na parede do gabinete fora tão forte que a derrubara da poltrona fazendo-a cair para baixo de uma mesa próxima. Agora podia ouvir os gritos e ver as luzes dos feitiços.


  Quando Hermione deu por si estava com a mão em sua barriga de forma protetora, não podia deixar que algo acontecesse ao seu filho, ao bebê que crescia dentro de si. Precisava sair dali. Correu do escritório tropeçando na gárgula que agora estava caída no corredor. Por pouco não fora acertada por um feitiço de um comensal que agora estava desacordado por um feitiço paralisante que ela lhe lançara. Hermione já não sabia mais o que estava acontecendo, só tinha o instinto de se proteger, não queria lutar, ao contrário dos membros da Ordem como Harry e Rony que duelavam com comensais, ela só queria correr.


- Hermione!


A menina olhou de relance por cima do ombro e viu Robert correndo em sua direção acenando com os braços pedindo para que ela parasse, mas em sua mente ela só queria continuar.


- Hermione cuidado.


Agora ela entendia porque Robert estava pedindo que ela parasse. Ao chegar ao final do corredor um comensal escondido apontou a varinha para ela e recitou o feitiço maldito. A luz verde parecia vir em sua direção em câmera lenta, era linda e aterrorizante. Lembrava os olhos de Harry. Ela não se mexeu, naquele momento estava pronta para morrer, esperava de braços abertos a dádiva do descanso eterno, mas o feitiço nunca a atingiu, seu corpo fora jogado para o lado exatamente no momento em que o feitiço a atingiria e ao invés de pegar em seu corpo bateu ricocheteou na parede e atingiu o teto fazendo as grande pedras caírem. Mas jamais lhe atingiram, pois os olhos dourados se apagaram para que ela jamais se fosse.


E quando sua mente se desligou de tudo ela o viu ali, caído, sem vida.


Seus olhos negros estavam vazios, apagados, mortos.


- Severus!

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Comentários: 3

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 10/02/2013

Nossa, eu nem lembrava desse intervalo entre os capítulos. Robert, seu filho de uma porca u__u

Vou pro último postado o/ 

Nota: 5

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Enviado por GabriielaMalfoy em 01/02/2013

goosh' 
Cadê ele??? *-* 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 31/01/2013

Finalmente você se deu conta de verdade, dona Hermione.

Dessa parte eu lembro quando li pela primeira vez. Muito gracinha a filha dela <3 

Nota: 5

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