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20. EPILOGO


Fic: The Devils bride - Epilogo postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi gente! Enfim chegamos ao epílogo da nossa fic... Adorei cada momento que passei ligada com vocês na história, cada comentário. À todos que acompanharam, comentaram e votaram, o meu muito obrigada. Espero reencontrar vocês na minha próxima adaptação e que ela possa agradar tanto quanto essa. Só para deixa-los curiosos, a próxima é uma SS/HG.
 
Thalassa: Obrigada flor, espero que o epílogo a deixe feliz!
RiemiSam: Fico muito feliz que tenha gostado da história, faço de coração esse trabalho.
MRC: Gostei muito de adaptar essa história, esse casal realmente cativou. Mas, não fica com saudades não, tenho um projeto em analise com Dramione, será interessante.
Carla Cascão: Nem me fale, estou tentando faz duas semanas postar o  capítulo final e criar a nova fic.
Sim o Heitor precisa de ajuda, ele não teve outro objetivo de vida senão a vingança. Quem sabe ele não conheça alguém que o mude, assim como aconteceu com sua irmã?
Landa: Quem sabe o Draco não se dá bem nessa nova profissão, ainda mais agora que resolveu se aposentar da luta, rs. E siiim!!! O idiota arrogante se foi!
 
PS: Gente estou tentando subir minha próxima adaptação no site, mas está difícil. Quando conseguir, colocarei o link nos comentário gerais dessa fic.
 
Lembre-se, comentar nunca é demais!
 
Bjs, uma boa leitura e até a próxima!
 




*****





 
― Bom dia, esposa. ― Draco abriu as cortinas, deixando a luz daquele dia de Natal inundar o quarto inteiro e banhar a figura de Hermione sobre a cama.
Imóvel, ele admirava a beleza suave e perfeita. Desde o momento em que a vira pela primeira vez, em que a figura querida se tornara algo mais do que simples sombras, não se cansava de fitá-la. Os cabelos longos estavam espalhados sobre o travesseiro, uma massa cacheada de fios castanhos, meio acobreados, e tão brilhantes que ofuscavam tudo ao redor.
Ela parecia um anjo caído do céu. O loiro sentiu uma pressão atrás dos olhos que não tinha nada a ver com seu antigo problema de cegueira. Como se percebendo ser o centro das atenções, a jovem abriu os olhos.
― Você estava me admirando, marido? ― indagou, provocando-o.
― Sim. Juro que você é a mulher mais linda da face da terra.
― Sua eloquência é inspiradora, mas pouco convincente ― respondeu rindo enquanto passava a mão pela barriga enorme. ― Portanto, pode ir cuidar de seus afazeres. Aliás, é melhor se apressar para não perder a missa... outra vez.
― Sim, acho que é melhor nos apressarmos. Só espero que o novo sacerdote não faça um sermão muito longo.
― Draco!
― É que mal posso esperar para dar início à festividades que você preparou. Agora que você tem a cabeça de javali, as comemorações de Natal serão quase perfeitas, não é mesmo? O lorde e a lady do castelo presidindo as celebrações no salão principal, rodeados de ricas tapeçarias e com as dispensas cheias para aplacar a fome dos aldeões e de todos os, agora numerosos, residentes do castelo.
― Draco... ― ela mordiscou os lábios, um sinal evidente de nervosismo.
― Que foi?
― Sinto dizer-lhe, mas acho que não estarei presente à ceia.
― Por quê? ― embora tentasse disfarçar o desapontamento, o loiro não conseguia controlar o tom desanimado. Afinal as comemorações de Natal seriam o encerramento perfeito daquele ano em que sua esposa realizara tantos feitos.
Tão logo recuperara a visão, ele ficara incrivelmente surpreso com as melhorias em Dunmurrow e insistira que Hermione continuasse com seu trabalho de tornar o castelo mais habitável. Ela superara todas as suas expectativas, criando um lar confortável, aconchegante luxuoso. A colheita também havia sido farta, assegurando um inverno tranquilo e sem problemas de fome. Agora queria que estivessem lado a lado para dar as boas-vindas ao povo que habitava suas terras. A castanha merecia estar presente e era junto a si que ele a queria.
― Não me culpe, querido. ― carinhosamente, ela tocou o ventre intumescido. ― A culpa é deste seu filho. Ele exige vir ao mundo hoje.
― O quê? ― Draco colocou a mão sobre a barriga da mulher. No início sentira-se orgulhoso ao saber que Hermione gerava um filho seu, mas agora, quando se aproximava a hora do parto, experimentava apenas um pânico crescente. Era a mesma sensação de pânico que sofrera um ano atrás, quando sua esposa caíra no lago e pudera contar apenas com um cavaleiro cego para se interpor entre ela e a morte.
― Tudo vai dar certo ― ele murmurou, tentando expressar sua preocupação e ansiedade da única maneira que sabia.
― Sim. ― deu um tapinha na mão do marido, confortando-o. ― Tudo dará certo, não se preocupe. Quando a ceia terminar, você terá um filho saudável, ou uma filha, aguardando-o.
Malfoy fitou aqueles olhos enormes e dourados, sentindo uma emoção tão forte que parecia lhe roubar a respiração.
― Tem uma coisa que eu nunca lhe disse antes...
― E o que é? Se você está pretendendo me dizer que tem uma outra esposa, agora é tarde demais ― ela brincou, acariciando-o de leve no rosto. ― Ou será que você é um feiticeiro de verdade e me manteve encantada durante todos esses meses?
Dominado pela força dos sentimentos, Draco balançou a cabeça de um lado para o outro e embora se esforçasse para falar num tom leve e brincalhão, não conseguia.
― Não é nada tão terrível assim. Eu devia ter lhe dito meses atrás, mas na época em que não conseguia enxergar não queria prendê-la a alguém inútil e adiei este momento.
― Querido, por favor.
― Então, quando recuperei a visão, eu quis... quis ter certeza de que a cura não seria transitória. Hermione, minha esposa, minha vida, eu te amo.
Ela sorriu.
― Isto é tudo? Meu feroz Cavaleiro Vermelho, eu já sabia que você me amava há tempos. Mas é bom ouvi-lo dizer. Faz bem à alma.
O loiro tomou o rosto delicado entre as mãos e beijou-a de leve nos lábios, surpreso ao sentir lágrimas virem-lhe aos olhos. Sim, estava curado. Em todos os aspectos.
― Já que você está de tão bom humor, marido, eu queria lhe pedir um favor neste dia de Natal.
― Se você está pretendendo me pedir para ir atrás do tal veado branco, é melhor escolher outra coisa porque depois da experiência vivida no ano passado, não gostaria de repetir a dose.
― Não ― ela riu. ― Quero lhe pedir para presidir a ceia hoje de uma maneira festiva, para que todos vejam a sua bondade.
― É impossível, esposa, pois você é a única pessoa capaz de ver tanta bondade em mim.
― Não, não é verdade. Até Molly gosta de você agora. Vamos, mexa-se, querido! Mande Molly para cá e vá cuidar de nossos convidados. Quero que todos tenham a mais bela comemoração de Natal de suas vidas, quero que seja uma noite inesquecível.
E foi o que Draco fez, embora seu coração estivesse em outro lugar. Ele participou da missa, apesar de suas preces serem sempre para sua esposa. Também presidiu a mesa, conversou com seus cavaleiros, presenteou os aldeões e convidados com grande generosidade, mas seus pensamentos voltavam-se constantemente para os aposentos principais onde a mulher amada trazia uma criança ao mundo.
Todos sabiam que a castelã estava no final da gravidez, prestes a dar à luz, portanto ninguém questionou sua ausência como teriam feito até poucos meses atrás. Então dir-se-ia que o Cavaleiro Vermelho havia feito o pior à esposa. E talvez ele o tivesse feito mesmo, Draco pensou amargurado. Afinal era comum que muitas mulheres morressem na hora do parto...
Atento à vontade de Hermione, ele não deu as comemorações por encerradas muito cedo e permitiu que a ceia se estendesse durante toda a noite, só se retirando quando os convidados e aldeões começaram a colocar os catres no salão e se preparar para dormir. Depois de designar uma tropa para montar guarda, escolhendo dentre os soldados mais sóbrios, Malfoy percorreu o pátio e andou ao longo das muralhas que cercavam as torres altas e escuras.
De onde estava, era possível enxergar quilômetros adiante, seus olhos perfeitos e acurados procurando qualquer sinal de possíveis problemas ou ameaças. Algumas tochas iluminavam a entrada dos portões principais, onde homens mantinham-se atentos ao movimento, agora inexistente, da estrada que conduzia a Dunmurrow. Porém tudo estava quieto e tranquilo, mal se ouvindo o barulho do vento ou dos flocos macios de neve que caíam aqui e ali.
Ele examinava os arredores pela última vez antes de entrar, quando uma mancha branca, bem no começo da floresta, lhe chamou a atenção. Draco firmou o olhar, tentando descobrir o que era, o coração batendo mais forte no peito, a adrenalina correndo solta no sangue. Depois da morte de McLaggen, julgara-se livre de inimigos, porém tudo era possível...
Incapaz de acreditar no que estava vendo, deixou escapar um murmúrio abafado. Talvez fosse apenas uma ilusão causada pela luz da Lua, mas podia jurar que por um instante julgara enxergar um veado grande e claro... o veado branco. Balançou a cabeça como se quisesse ordenar as ideias e acertar o foco de seu interesse, porém o animal continuava parado no mesmo lugar, olhando-o fixamente, como se quisesse lhe transmitir uma mensagem. Então o bicho atirou os chifres enormes para o ar e saiu em disparada, desaparecendo no meio das arvores. Malfoy estremeceu. Ta1vez tivesse sido apenas um punhado de neve sendo soprada pelo vento, pensou. Entretanto...
 
Ele subiu as escadas correndo, como se o fogo do inferno estivesse ao seu encalço, e abriu a porta do quarto no momento exato em que o bebê ganhava o mundo, pelas mãos da parteira. Hermione estava deitada, ofegante, o rosto pálido e cansado, mas bela como sempre. O loiro acercou-se da esposa.
― É uma menina, minha querida, uma filha! ― Molly exultou, aproximando-se da parteira para melhor enxergar o bebe com a ansiedade natural das avós.
― Uma filha, Draco ― a castanha sussurrou feliz.
― Você está bem? ― ele indagou, a voz rouca carregada de uma emoção desconhecida e incontrolável.
― Sim, meu amor.
A parteira colocou o pequeno embrulho nos braços da mais nova mamãe, enquanto o loiro se maravilhava diante da vida preciosa que os dois haviam feito juntos. Ele era pai de uma filha! E podia ver cada um dos dedinhos das mãos e dos pés, todos perfeitos e rosados. Será que fora apenas há pouco mais de um ano que estivera ali mesmo, trancado dentro daquele quarto, enterrado vivo na escuridão eterna, cego, amargo e revoltado? E então, como por milagre, a castanha entrara em sua vida e lhe trouxera uma paz e uma felicidade que jamais sonhara existir ou ser capaz de experimentar um dia.
― Obrigado por me ter dado uma filha ― murmurou, os olhos fixos no rosto amado da esposa. ― E Hermione...
― Hum?
― Não sei se nossa união foi traçada pela mão de Deus ou por um acaso que muitos associariam à magia, mas quero lhe dizer obrigado. Obrigado por ter escolhido o Cavaleiro Vermelho.
 
FIM
 

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Comentários: 3

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Enviado por Carla Balsinha em 10/03/2014

alô querida!maravilhoso epílogo!gostei muito de ter acompanhado a sua belissíma história!Espero a próxima!

Por aqui está sol,a temperatura ronda os 21ºC e este pessoal,acha que já está no verão.....vi uns quantos este fim-de-semana a tomar banho!Fiquei arrepiada!

Beijinhos grandes.

Carla Cascão

Nota: 5

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Enviado por RiemiSam em 10/03/2014

Imensamente feliz por ler esse epílogo adorei cada capítulo e agradeço de coração o empenho para trazer ao conhecimento de nós leitores essa maravilhosa história. Obrigada. Espero que tenha mais inspiração e não esqueça de seus fãs.

Nota: 5

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Enviado por M R C em 10/03/2014

estou tao feliz que o site aparentemente voltou ao normal e pude ler o epilogo =))))

obrigada mais uma vez por ter nos proporcionado essa leitura maravilhosa.

de fato vc escolheu uma historia apaixonante.

que lindo o nascimento da filha deles e o amor que contruiram.

nao deixe de me avisar no face sobre a outra adaptação dramione (se ela se concretizar de fato)

beijosssss

Nota: 5

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