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1. Capítulo I.


Fic: thegossipqueen. - CAPÍTULO TREZE. coments?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo I
Faniquito Real - Parte I
28.09.08

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Narrado por: Lílian Evans.


Era uma vez uma rainha. Ela tinha uma irmã ambiciosa, um castelo magnífico e era solteira e bastante jovem. Um dia, ela conheceu um jovem e lindo camponês e se apaixonou por ele, e ele por ela. Mas a irmã ambiciosa queria se tornar a rainha e por isso lhe deu uma poção, que matou a rainha desmaiada para sempre. O camponês então, foi ao velório e deu um beijo de despedida.

A rainha então acordou, eles se casaram no dia seguinte e viveram feliz para sempre numa viagem para o Havaí. E o reino, passou a não existir mais, sendo governado pelas pessoas de lá, fazendo uma nova sociedade.

Já a irmã, ficou com tanta raiva, mas tanta raiva, muuita raiva, eu nunca vi alguém com mais raiva do que ela na minha vida, mas foi tanta raiva meeeeeeesmo, /de verdade/. Ela ficou com tanta raiva... que nunca mais comeu macarrão parafuso, virou uma barata e explodiu como uma dinamite.

Fim.






Não, esta não é a minha história. Até porque a minha história não é um conto de fadas. Sem falar que a minha história não pode acabar no começo, porque se não não é um começo e sim, tecnicamente falando, um final (?). Sacou?

Se bem que a história ali em cima não é totalmente inútil. A Disney já pode me contratar pra ser a nova roteirista de algum filme deles, q.

Mas é melhor contar a minha história agora, porque você já deve estar cheio desse meu blá-blá-blá.

Oie. Meu nome é Lílian Elizabeth Evans, mas ficaria muito grata se, a partir de agora, você começasse a me chamar de apenas Lílian Evans. Calma, eu tenho minhas razões. Deixa eu te explicar...

Há dezessete anos, uma mulher ia parir uma linda ruivinha gatinhosinha (?), leia-se: eu., que, por um acaso do destido, ia nascer com sete meses /não, eu não sou louca, prematura ou alguma coisa relacionada à isso./ Sentada na sala de estar, comendo tofu com palitinhos, os pais da linda criatura decidiram escolher o seu nome.

- Eu quero que ela se chame Lílian... – falou o seu pai, serenamente.

- Eu quero que ela se chame MacBeth... – falou sua mãe, dura.

- MacBeth? – indagou seu pai, surpreso.

- É. É o livro favorito da minha tia avó, Joaneth Elizabeth Evans. – falou sua mãe, com a boca cheia de tofu.

- Porque não Lílian Elizabeth? – sugeriu o pai.

Um momento de silêncio, please-q.

Posso garantir, esse foi o pior momento da minha vida, mesmo eu não estando lá. Até hoje eu sofro com esse nome... Elizabeth! Sentiu a entonação no eth? (?) Parece nome de freira. [!] Com todo respeito, claro.

Voltando para as partes felizes da fic...

Eu tenho dezessete anos. Na verdade, farei hoje. Ou já fiz (?). Quer dizer, você tem a idade no dia inteiro, ou só depois da hora que nasceu ou no outro dia? (?) Esse negócio de aniversário sempre me confundiu. Mas a questão é: hoje é o meu aniversário! *-*

Meus pais são meio hippies sabe. Então, eles queriam que eu convidasse três amigos para ir pra um retiro no meio da floresta Amazônica /pra quem não sabe, essa floresta fica no Brasil/, curtindo a natureza, nadando pelados nos riachos, sentando em pedras para admirar o quanto a lua está bonita, cantar um leve e doce parabéns pra você!, na beira de uma fogueira, tocando violão e comendo marshmellows. Fala sério . Meus pais são queima filme geral.

Óbvio que eu fui a primeira a espernear contra essa idéia absurda. Eu quero mesmo é uma coisa bem agitada sabe. Casa lotada, música eletrônica, DJ, bebidas, comida pra alimentar um batalão do exército, iluminação de primeira e é claro... diversão. [6]’

Meus pais um pouco... exóticos não gostaram muito da idéia. Mas quem disse que eu ligo para o que eles gostam ou deixam de gostar? E, pensando bem, já é a terceira vez que eles não gostam da idéia e eu faço uma mega festa. Mas não se preocupe – eles superam. /ou tentam/. Porque, apesar de tudo, eu tenho um nome a honrar!

Não, você pensou errado. O meu nome à honrar não é o Elizabeth.

Mas a questão é: eu sou a rainha da escola de Coverbridge.

Pera, pera, pera. Volta a fita. Você deve achar que não está entendendo nada /igual ao prólogo,q/, né? E acha também que uma garota coonvicta, com pais hippies, que tem ideais de passar o aniversario “acampando” lá na puta-que-pariu, longe da civilização inglesa, e com um terrível e assassino ELIZABETH no nome, estou entendo um ataque de insanidade e agora me acho a dona do mundo, a rainha da escola, certo?

Errado.

Eu sou a rainha da escola, a mais popular, com a vida que todos os imbecís daquela escola querem ter – e nunca vão conseguir. Eu sou uma rainha completa, com uma melhor amiga, Malene McKinnon, um namorado bonitão e gostosão, Tiago Potter, um amigo retardado e galinha, Sirius Black, e, é claro, os meus fiéis súditos, todos os outros da escola. E você pôde perceber que os únicos problemas da minha vida são os meus pais e o Elizabeth.

Tudo certo. Mas como alguém que era destinada a ser uma looser, virou a rainha da escola? Boa pergunta. É uma longa história... Sorte sua que eu estou com tempo.

/flashback/

Hoje era o primeiro dia de aula. Todos os alunos, super-bem-vestidos, me olhavam com uma cara de sapo; também pudera: eu era a única garota da escola com que usava roupas hippies, uma pulseira caseira feita na Nova Zelândia e um brinco com meio caraço de abacate. Eu estou me sentido uma estranha.

No horário do almoço, após ser ignorada durante as aulas que se seguiram, após a primeira e horrorenda impressão da escola /no caso, a escola de mim/, eu me sentei sozinha, comendo frutas silvestres e um delicioso (?) sanduíche de pão integral com queijo de búfalo e mortadela holandesa, olhada por todos como a estranha.

- Não liga pra eles. – comentou uma garota loira, que acabava de sentar na minha mesa.

Eu passei um tempo observando a garota; ela vestia um vestido cor de rosa, uma flor lias no cabelo loiríssimo e seu tênis All-Star, chamava a minha atenção. Ela comia um hamburger altamente calórico, com uma Coca-Cola light. E era bastante magra, magérrima.

Eu não consegui falar com ela. Mas chegou uma hora que eu tive que perguntar:

- Por que você sentou comigo?

Ela me encarou, surpresa.

- Eu não sentei com você. Você sentou comigo. Essa mesa é destinada à Rainha da escola, e só ela pode sentar aqui. Mas não se preocupe – eu fui até com a sua cara. E o seu estilo, totalmente independente! Pode sentar aqui todos os dias, se quiser.

Eu não falei nada, apenas desviei o meu olhar para o meu sanduíche integral. Mas eu confesso: estou chocada. Quer dizer então que ela se acha superior aos outros e se auto-denomina “rainha”, achando que pode ter uma mesa só dela? Absurdo.

Me levantei para sair, discretamente.

- Hey. – falou ela, puxando o meu braço. – Por que você quer sair? E por que você está nervosa?

- Err... Eu não estou nervosa. – menti, nervosa.

- Ah você está sim. – divertia-se ela. – Você quer desabafar?

- Não.

- Tem certeza? – insistiu ela, animadamente.

- Eu... – comecei. – Eu acho ridículo essa coisa de rainha! Sabe... Quer dizer, por quê rainha? Você se acha superior aos outros por causa disso? E o que lhe deu esse título?

Ela me encarou por um segundo, sem emoção. O seu olhar me matava. Então, ela sorriu e falou calmamente:

- Eu amei o seu estilo! Menina, você tem personalidade. Já ganhou uma fã. Emmeline Vance, mas pode me chamar de Emmy.

Ela estendeu a mão.

OMFG! Vance?

- Emmeline Vance? Você tem alguma coisa a ver com a Brittany Vance?

Ela sorriu.

- É a minha mãe.

- OMG! Não acredito! Eu tenho todos os CDs dela, e todas as revistas, e, ai Jesus, eu amo ela demais, você nunca vai acreditar, eu...

- Ah, pode ter certeza que eu acredito. – falou ela, carinhosamente. – Agora pode apertar minha mão, sabe como é, ela fica dormente e...

Apertei a mão dela carinhosamente.

- Meu nome é Lílian. Lílian Evans. Mas pode me chamar de Lily se quiser.

Triiim.

- Lily... – comentou ela, simpática. – Gostei de você! Nos vemos amanhã?

Ela deu uma piscadela e saiu.

Eu estava feita.

/fim do flashback/


É. Esse realmente era tudo o que eu precisava; eu e Emmy viramos muito amigas. Logo, conhecemos Marlene e nós ficamos um trio. Cada uma tinha uma... característica. Lene era a mais durona, mas quando se tratava se Sirius Black, o seu... ficante, ela era completamente fraca. A Emmy era a fofoqueira. Ela sabia tudo de todo mundo. E eu era a perseverante (?). Não me pergunte por quê, foi a Emmy que inventou.

Mas estava faltando algo... Eu não era a rainha. Eu era ‘a amiga da rainha’ ou então ‘Lily, a amiga da rainha’. Não, eu queria mais. Mas também não era ruim sabe. E nada eu podia fazer para mudar a situação.

O tempo foi passando, eu fui mudando de hábitos. Mudei tudo, meu cabelo, minha maneira de vestir, minha maneira de ver as coisas e, se duvidar, até fiquei mais fria com as pessoas. Essa não era eu, mas era quem eu queria ser.

E vivemos felizes por muito tempo. Até que... a Emmy sumiu. Nunca mais apareceu. Foi estranho. Sempre é estranho perder alguém do qual você tem afinidade, claro. Mas eu me vi numa situação bem diferente.

Mas eu ainda sentia a sua falta; era como se a sua sumida tivesse sido... ensaiada, se é que me entende.

/flashback/

- OMG! Você parece uma puta com esse cabelo virado pro lado! – exclamou Lene.

- Ela já é uma puta. – falou Emmy, desanimada.

- Ai, como você é má. – exclemei, fazendo uma carinha de pena no espelho. – E então, por que você acabou com o Remmie ontem na festa?

- Err... é melhor assim. – falou Emmy, desanimada. – Mudando de assunto... Por que o Tiago não foi pra festa?

Sentei na cama, constrangida.

- Ele tinha que ir pra um compromisso com a avó dele. – falei. – Senti tanta falta.

- Sentiu nada! – exclamou Lene. – Se tivesse sentido, não tinha ficado com o Seth.

- Coméqueé? – exclamou Emmy, se animando. – Você traiu o Tiago ontem?

Elas me olharam apreensivas esperando a confissão.

- Tudo bem, tudo bem, eu confesso. – suspirei. – Mas eu estava bêbada!

Elas me olharam com um sorriso e então Lene disse:

- Tudo bem, isso acontece.

- É, a Lene por exemplo já ‘ta acostomada a ser traída; o Sirius trai ela toda festa e ela finge que nem vê.

Lene pareceu ofendida.

- Repete o que você disse e vai pagar caro. – falou Lene, com raiva.

Acho que teremos uma fight aqui!
FIGHT, FIGHT FIGHT!

- REPITO COM PRAZER! – berrou Emmy, levantando-se em cima da cama.

- REPETE ENTÃO! – provocou Lene, subindo na cama também.

E eu só ali embaixo delas, vendo tudo.

- VOCÊ É CHIFRADA!

Bum.

- OMG, SUA VADIA! ME ACERTOU COM O TRAVESSEIRO! VAI PAGAR! – gritou Emmy.

Gezuis, ‘tô com medo.

-meia hora depois.

- Emmy, sua mãe vai nos matar! – berrei, ao ver que o quarto estava todo sujo de penas de travesseiro e a gente tava lá no meio da bagunça, deitadas e rindo.

Ela não pareceu ligar muito. Só fez uma cara sonhadora.

- Sabe meninas. Vocês são a minha família. Quer dizer, eu não tenho pai. E a minha mãe, bem, ela não me dá muita atenção. Então... eu amo vocês demais.

Ela parecia chorar, mas falava com o coração.

- Por que você está dizendo isso? – indagou Lene. – Por que você está chorando?

Ela enxugou as lágrimas rapidamente.

- Eu não estou chorando.

- Você está sim! – exclamei. – É como se você estivesse... se despedindo.

Ela se levantou.

- Não! – insistiu ela. – Eu não estou me despedindo... Eu só quero que vocês saibam que eu amo vocês demais. Ao extremo. E, aconteça o que acontecer, eu amo vocês de montão. E...

Ela hesitou por um momento.

- Alguém quer McDonalds? – perguntou ela, do nada.

Hummm, bateu uma fome. :9

/fim do flashback./


Ai, ai. Eu não entendi muito direito o que estava acontecendo. Mas no dia seguinte, ela não apareceu mais. Isso faz mais ou menos um ano. No começo, eu confesso que sofri, aliás, ela era minha melhor amiga. Mas tudo passa. E em compensação foi até melhor do que eu imaginava; meu desejo mais profundo se tornou realidade.

Após o desaparecimento da Emmy, todos começaram a me olhar de uma maneira diferente. Eu não era mais a ‘Lily, a amiga da rainha’, agora eu era ‘Lily, a rainha’. Era bom ser a rainha... E eu pude vir percebendo o quanto a vida pós-Emmy era bem melhor do que a vida with-Emmy.

Hoje faz um ano e meio que ela desapareceu. O mais estranho foi que a mãe dela também sumiu do mapa. Melhor dizendo, da mídia. Mas eu não posso viver em função do desaparecimento da minha ex-best, não é mesmo?

Pronto, satisfeito? Agora você já sabe como passar de uma aspirante à nerd, para a Rainha da escola. Oi, simples assim.

Mas agora, pense comigo; vamos nos concentrar no presente. Eu tenho uma hiper-festa para dar hoje, - não se preocupe, tudo será organizado pelos meus pais -, mas antes eu tenho que enfrentar algo muito pior do que centenas de convidados famintos por diversão: a escola.

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Está muito quente em Londres. 29º, e eu estou tostando. Mas não se preocupe; a Rainha tem várias dicas pra te ensinar para se livrar do calor.

TIP NUMBER ONE: Tente não se cansar muito. Fazer exercícios físicos pode ser fatal e apenas vai aumentar o seu calor.

- Lily, você está suando! – exclamou Marlene, ao me ver na entrada da escola.

- Minha mãe me mandou vir a pé pra escola. Ela falou que assim eu podia aproveitar mais a natureza.

- Ah... só se for! – comentou alguém, atrás de mim. – Como se a única natureza que você viu foi o trânsito – exemplo fiel de natureza selvagem.

- Adoro suas piadas. – comentei, me virando e lhe dando aquele beijo.

É claro que toda tip, tem a sua exceção.:D

TIP NUMBER TWO: Beba o máximo de líquido que você puder. Líquidos vão refrescar e apenas trazer mais emoção ao seu dia.

- Olha o que eu trouxe... – exclamou Sirius chegando, com uma garrafa de champanhe na mão.

- Meu Deus, Sirius, você trouxe bebida alcólica pra escola?! – exclamou Lene, num tom de desaprovação.

- Ué, a gente precisa brindar. A minha garotinha está fazendo 17 aninhos hoje... – explicou ele, num tom displiscente.

- Ah, sei, sua garotinha... - comentou Lene, irritada.

Eu sorri.

- Sua garotinha é? – perguntou Tiago. – Minha garotinha.

E então me lascou um beijo.

Fomos até o jardim, pegamos as taças, cheias de champanhe, e brindamos.

- À Lily! – exclamaram todos juntos.

Então demos um gole da nossa bebida.

TIP NUMBER THREE: Cuidado com pessoas grandes; elas podem aumentar o calor – e muito.

- Eu também quero brindar. – comentou uma voz, irônica.

OMFG, é a bedel. Estamos fudidos.

- Bebida alcólica na escola. Tinha que ser vocês. Seus vagabundinhos.

A bedel odeia os populares –fato. Deve ser porque ela devia ser uma anônima fudida quando ela estava na escola.

- Coordenação –já.

TIP NUMBER FOUR: Não abuse da sorte. Nem tudo que você tentar fazer pra espantar o calor pode funcionar. Porém, se você tiver sorte, o tiro dos outros pode sair pela culatra.

- OMG. – exclamou Lene. – Adoro a coordenação *-* Tem ar condicionado.

- É, eu tava morrendo de calor lá fora. – comentou Sirius.

Não tinha ninguém na coordenação. E a melhor coisa é que tinha um computador. Ligado. *-*

Então eu decidi usar. Mas só que a droga do computador da escola não tinha MSN. Por que computador de escola nunca tem MSN e nunca deixa entrar no Orkut? Fica aqui o meu doce e singelo protesto.

- Ah, que droga. Nessa bosta de computador não tem MSN, nem dá pra ver o Orkut! :@

- Calma, relaxa amor. – falou Tiago, tentando me consolar.

Tan-tan-tanananan-nam. [?]

Mensagem. Quem será uma hora dessas.

Olhei a mensagem rapidamente. E juro, fiquei chocada.

hey, Lily, it’s me.
everything’s ok? (: I hope so.
i gotta say something i think u’ll like.
i’m back to the town!
crazy to c u!
love ya 4ever.
E.


Não. Não pode ser. Quer dizer, sim, eu sinto falta dela. Mas... se ela voltar, meus dias de rainha estão contados? Sim, eu acho que sim. Não pode ser, mesmo.

Acho que estou prestes a ter um faniquito real.


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n/a: hey, people. Everything’s ok? [2] (:
bem, eu sei, esse capítulo não ficou tão bom. :/
mas espero que nem por isso vocês deixem de ler a fic. estou gostando muito de escrever a fic e eu prometo que o próximo capitulo vai ser beem melhor que esse.
mas enfim;
muito obrigado pelos comentários, e eu queria pedir para que vocês votassem /quem ainda não votou/ porque algum fdp abaixou a nota.
até o próximo capítulo. [se você ainda for ler a fic]

math e. gomez -

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