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23. A entrega antes do fim


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá pessoal, fico sempre muito feliz em ver as visitas atuais.... é sempre bom ver que tem bastante pessoas lendo minha fic....
Thaiana, obrigada pelo comentário..... o momento de Mione e Snape depois será bem tocante, vc vai ler aqui embaixo....e eu realmente acho que Mione é a salvação do Snape, ela é o que ele precisa e vice versa.... 


Me desculpem mesmo os erros, eu estou completamente sem tempo até para postar quanto mais para revisar, mas como não posso deixá-los sem a fic preferi postar logo..... bjussss
 


Capítulo 23 – A entrega antes do fim


 


Não foi somente a dor nos olhos pela mudança de luz que a mostraram que estava em um lugar diferente, mas o próprio lugar. Agora aqueles olhos âmbar contemplavam outro mundo da vida de Snape. Antes estava nos sonhos dele, a parte mais guardada, mais preservada e escondida. Sua ingenuidade, seus pecados, seu amor e seu afeto, sua infantilidade escondida. Agora estava na realidade dele, o sofrimento vivido, a dor, o muro de tijolo escuro que ele ergueu para impedir que qualquer um pudesse passar, para proteger-se dos males que os outros podem lhe causar como sempre causaram.


Ela fechou a porta do quarto e olhou novamente para o quadro pendurado acima da cama. Era incrível como uma mesma pessoa podia ter duas vidas tão distintas. Baixou os olhos da moldura e saiu do quarto dirigindo-se pelo corredor gelado que a fazia sentir-se cada vez mais vazia e triste. Com a distância diminuindo, suas pernas começaram a doer e pesar, assim como seu estômago que embrulhava. Não sabia o que diria ao encontrá-lo, muito menos o que fazer ou pensar. Com dificuldade ela desceu o último degrau da escada e olhou para a sala de estar. O piano estava no mesmo lugar, parado, sem ninguém retirar de si as mais belas e tocáveis melodias.


Seu coração apertou, e uma vontade grande de encontrá-lo se apoderou dela, queria ver o dono daquelas lembranças tão tristes e intensas. Procurou na cozinha, na biblioteca e na sala de jantar, nada, tão pouco encontrou algo nos quartos. Uma preocupação cresceu dentro da menina, não sabia quanto tempo estivera dentro daquele quarto. E se Voldemort o tivesse chamado? E se ele estivesse fazendo exatamente o que desejaria jamais pensar? E se estivesse machucado?


Maldito coração traiçoeiro que lhe faz sentir diversas emoções diferentes. Amor e ódio, repulsa e querer. Tentando segurar as lágrimas ela se perguntava por que o amava tanto? Por que o queria mais que tudo naquele momento? E por que, finalmente por que, achava que aquela era a melhor decisão a tomar?


A menina respirou fundo secando uma lágrima e abriu as cortinas da janela que dava para o jardim. Ele estava ali, parado no jardim, sua capa estava pendurada no galho de uma árvore próxima, ele olhava para a lua que banhava seu peito coberto apenas com uma camisa branca.


Devagar Hermione, vestindo somente o sobretudo, abriu a porta e foi para fora sentindo o vento em sua pele nua e seus pés descalços. Ele não se virou, mesmo sabendo que ela estava vindo em sua direção. Hermione cruzou os braços e parou atrás dele. O calor do corpo dele a contagiou, a chamou. Colocou as mãos nas costas dele e as esfregou sentindo cada pedaço daquele corpo, abraçou-o forte colocando suas mãos em seu peito entrelaçando seus dedos aos dele e descansando a cabeça em suas costas.


As lágrimas finalmente desceram ao ouvir o coração dele bater lentamente enquanto o seu acelerava com a tristeza que sentia. Ele a respeitou e não disse nada, apenas continuou olhando para a lua, até que a voz fininha foi ouvida.


- Sinto muito.


- Não sinta.


Snape virou-se de frente e a abraçou forte beijando o topo de sua cabeça sentindo o cheiro do shampoo de ervas que ela usou. Acariciou seus cachos com delicadeza. Hermione demorou um pouco para se acalmar, mas logo as lágrimas cessaram e a dor deu lugar a outro sentimento, o desespero. Desespero pelo momento de agora. Foi sentindo esse desespero que ela se afastou um pouco olhando para ele e esticou os dedos tocando de leve em seu rosto.


- Tira. – Ela sussurrou pedindo. – Eu quero ver você, por favor.


Snape não teve coragem de dizer não, muito menos ao ver uma lágrima escorrer de seus olhos. Se aproximou beijando a pálpebra de onde a lágrima saíra e quando se afastou o feitiço se desfez e Hermione o olhava com admiração e devoção. O coração de Snape acelerou quando ela puxou sua nuca e selou seus lábios com os dela. Por alguns segundos eles apenas ficaram assim, até que Hermione se separou e baixou a mão até o meio do peito dele onde desabotoou o primeiro botão, depois o segundo, no terceiro Snape a impediu.


- Hermione...


- Não diz nada, por favor, não diz nada.


O dedo postado nos lábios de Snape desceram até seu próprio corpo e devagar Hermione retirou o sobretudo ficando apenas com a camisa branca que pegou no armário do quarto. Snape engoliu em seco quando a menina levou suas mãos até os botões da camisa indicando o que ele deveria fazer, e ele fez, sem desviar o olhar do dela um único segundo, nem mesmo quando os delicados seios foram expostos assim que a camisa foi largada no chão. A menina sentia a lua a iluminando e devagar retirou a camisa de Snape deixando-o ser banhado também. Snape respirava rápido agora e seus olhos eram temerosos, não sabia o que fazer naquele momento. Mas não precisava saber, pois Hermione estava no controle da situação e devagar ela se aproximou tocando o peito dele com seu corpo nu.


  Snape fechou os olhos quando ela começou a beijar as cicatrizes em seu tórax descendo até seu abdômen e subindo para seu pescoço. Ele a abraçou quando ela tirou seu cinto e abriu sua calça. Ele ia dizer alguma coisa, mas ela mais uma vez lhe impediu a fala, dessa vez com seus lábios vorazes enquanto descia a calça do professor fazendo-o tirá-la junto com os sapatos.


  Snape não aguentou se segurar mais tempo e apertou-a em seu corpo beijando-a sensualmente, explorando cada canto de seus lábios, tocando em seu corpo com força e delicadeza, descobrindo-a. Devagar ele a segurou enquanto a deitava no jardim, em cima da relva macia. Os beijos dele aumentavam de intensidade conforme a menina apertava seu corpo de encontro ao dele.


  Hermione gemeu devagar e parou de beijar Snape para olhá-lo. Os olhos negros estavam quentes, sedentos, mas eram do seu Snape, o homem que ofegava em cima de seu corpo nu era o professor de poções que tanto odiou e amou, que tanto odeia e ama.


- Você é linda. - Ele disse antes de beijá-la novamente.


Nenhuma outra palavra foi dita até o sol nascer, os dois apenas sentiram e experimentaram como era se tornar um só. Ser do outro completamente. Hermione foi preenchida muito mais do que com o corpo de Snape, ela sentiu dentro de si o carinho, devoção e amor que ele lhe dava, aquele amor inocente e infantil que ele demonstrava ter no quarto rosa. Ela o olhava enquanto se movimentava e pensava que jamais havia visto tal beleza nele. Snape por sua vez entregou-se completamente àquela mulher que gemia em seus braços. Lhe deu seu coração e seu corpo, apertou-a contra si e a preencheu com seus sentimentos mais puros. Ele a fez sentir paixão e desejo.


  Quando já estava amanhecendo e o sol ameaçava sair no horizonte, Hermione tocou novamente no rosto de Snape. Nenhuma palavra foi dita após a entrega de amor e paixão. Apenas o olhava enquanto ele deslizava o dedo pelas curvas dela desenhando seu corpo. Os olhos negros estavam brilhantes e até mesmo esperançosos e Hermione odiou-se por isso. Ela postou um dedo nos lábios dele e fechou os olhos rapidamente.


- Você não é uma pedra.


Snape sentiu uma dor forte na alma quando Hermione se levantou colocando a roupa novamente, ele fez o mesmo e somente depois de colocar sua calça, segurou o braço dela e a fez o olhar. Não deveria ter feito isso, a dor nos olhos da menina era até mesmo violenta. Hermione abraçou Snape mais uma vez e o apertava cada vez mais forte tentando depositar ali o seu ódio por si mesma, pela covardia que iria fazer. Nesse momento ela não se chamaria de grifinória, pois não tinha coragem de arriscar e tentar sem pensar nas conseqüências, no que iria acontecer.


Eram exatamente as conseqüências que ela mais temia.


A tristeza.


O desapontamento.


Snape não precisava ler a mente dela para saber o que se passava em sua cabeça nem em seu coração, ele sabia e isso era o que mais o maltratava, pois ele sempre soube.


- Não devia ter feito você ver aquelas lembranças, assim nada teria acontecido. - Disse Snape sentindo-a tremer em seus braços, ele mesmo estava se segurando para não deixar as lágrimas que queriam sair, se derramar. - Desculpe.


- Não, tudo bem. Fico feliz que tenha me mostrado, fico feliz pelo que aconteceu. Obrigada. - Levantou o rosto para olhá-lo e tocou na cicatriz em seu ombro, feita em sua infância por seu pai. Ela se inclinou e a beijou de leve. - Sinto muito por tudo que aconteceu à você. - Disse com os lábios na pele dele.


Snape sentiu os lábios dela em sua pele e a emoção era tamanha que o fazia explodir por dentro e o fazia querer tê-la ali e agora, de novo. Os lábios se afastaram assim como sua esperança. Ela estava em seus braços, mas não era sua. Hermione estava gelada e trêmula, mesmo com o sol já subindo ao céu. Snape sorriu de leve e segurou o pequeno rosto com as mãos acariciando a bochecha rosada.


Hermione viu a pureza do sentimento que Snape tinha por ela, o que queria mostrar a ela, queria demonstrar para ela sem saber como. Sua bochecha queimava perante o carinho dele. Fechou os olhos e se entregou àquele carinho tão simplório.


- Hermione. - Sussurrou Snape chegando cada vez mais perto.


- Severus, por favor, não. - Pediu sem querer se distanciar.


Ela sentia que as mãos dele lhe puxavam cada vez mais para perto.


- Eu preciso.


O hálito quente dele esquentava seus lábios. O nariz encostando em sua pele e as mãos afagavam seus cabelos.


- Severus.


A distância foi vencida. Os lábios se tocaram calidamente, apenas um beijo simples, mas que passava uma onda de paixão maior ainda do que fora sentida antes, pois era a paixão da despedida, aquela que se sente quando sabemos que não veremos mais a pessoa. É a paixão que a saudade causa quando ainda nem nos distanciamos.


As mãos dele esfregavam seus cabelos e a traziam mais para perto, sua boca a beijava com carinho e urgência explorando cada pedaço, sentindo os diversos sabores que ela tinha. Uma chuva fina começou a cair fazendo o corpo dela tremer em suas mãos que desciam pelas costas dela. Apertou sua cintura fina e a levou para uma árvore prendendo seu corpo com o dele.


Hermione bagunçava o cabelo de Snape e investia contra sua boca sentindo seu coração dilacerar, aproveitando os poucos momentos que podia sentir o amor de sua vida lhe tendo na mão. Snape ofegava enquanto a beijava. Seus corpos colados, tremendo de desejo molhados pela chuva pediam por contato, pediam para se tornar um só, pediam para se amarem.


As mãos de Snape abandonaram a cintura dela e exploraram a barriga definida por baixo da camisa querendo levá-las mais além.


- Não. - Disse Hermione se separando devagar. - Não, por favor, não faça isso comigo.


- Não faça isso com você? Tem alguma noção de como eu estou?


- Não, mas tenho noção de como eu estou me sentindo.


- E como se sente?


- Por favor...


As lágrimas de Hermione misturavam-se com as gotas da chuva. Não podia lhe contar como se sentia, pois sentia-se crua, vazia, sentia-se desmerecida desse amor, sentia-se ruim e doente pensando em seu futuro agora já decidido.


Snape sentiu a garganta arder, ele iria perdê-la, perder mais uma pessoa amada em sua vida. Igual Lilly, Hermione iria embora para os braços de outro, ele sabia disso. Mas dessa vez ele faria a coisa certa. Ele tinha que falar antes de abrir mão dela, tinha que admitir, mas era tão difícil, tão ruim, mas tão necessário.


Com dificuldade ele olhou para os olhos marejados dela e sentiu o fogo lhe queimar a alma.


- Hermione, preciso te dizer... que...


- Por favor não diga... não diga.


- Eu preciso.


- Mas será mais difícil.


- Não tão difícil quanto é para mim esconder esse sentimento de novo.


- Não...


- Hermione. - Continuou sem ligar para os protestos dela. - Eu... - Snape respirava forte e rápido, as palavras a seguir eram tão difíceis de sair que ele precisou de alguns segundos para poder formulá-las. - Eu...te amo.


Aquelas palavras saíram tão baixinhas que mal podiam ser ouvidas. Pareciam ser palavras censuradas, proibidas. A mão dela postou-se em seus lábios e ela o olhou profundamente.


- Samantha.


Snape franziu o cenho e se afastou desviando o olhar. Aquele nome.


Samantha.


Aqueles olhos.


Samantha.


A voz.


Samantha.


O corpo.


Samantha.


O cheiro de sexo.


Samantha.


O prazer indevido.


Samantha.


A lembrança cruel que ela fez questão de lhe impor.


Sempre haverá uma Samantha.


- Por quê?


- Porque é parte de você, sempre será. Samantha e todos os outros fantasmas das meninas que você interrompeu a infância. Não posso viver sabendo que você poderá ser chamado mais uma vez e que mais uma criança terá seus sonhos apagados por um comensal da morte enquanto eu fico deitada em minha cama esperando você voltar. - Seus sussurros pareciam gritos nos ouvidos de Snape. - O ódio, a raiva, o ser que aparece quando a marca arde. Tudo é você. Sempre será.


Snape desviou o olhar e parecia perdido, Hermione foi capaz de sentir a dor dele, mais uma vez abandonado.


- Me perdoe, mas não posso.


Snape olhava para o outro lado, mexia nervosamente em suas mãos e mordia os lábios.


- Não há o que perdoar. Eu entendo você.


Snape mexeu no bolso e achou uma tampa de caneta que entregou a ela depois de fazer um feitiço transformando-a em uma chave de portal.


- Antes que vá embora, lembre-se que tudo que lhe falei é verdadeiro.


Hermione jurava ter visto uma única lágrima cair pelo canto do rosto de Snape antes de sumir e aparecer na ala hospitalar.


- Mione!


Robert, que estivera o tempo todo no castelo, veio correndo para seu lado e a abraçou.


- Meu Deus. Fiquei tão preocupado. Onde estava? Você sumiu por um dia inteiro. Todo mundo está te procurando. Por que você está molhada? E de quem é essa roupa?


Hermione tremia, não de frio, mas de angustia. O choro de Snape era pior que uma maldição imperdoável, ela o machucou, depois de se entregar, ela o machucou. Robert a abraçou e disse que estava tudo bem, que estavam sozinhos e isolados naquela parte da ala hospitalar e que se quisesse falar ele estava ali para ela, mas Hermione não queria falar, não queria contar nada, apenas queria fazer sumir a presença de Snape, de sua mente, de seu coração e de seu corpo. Hermione não queria pensar que deveriam ser os braços de Snape ao seu redor. Poucas palavras saíram de sua boca, palavras desesperadas.


- Faça amor comigo.


- O que? - Perguntou Robert se afastando e olhando nos olhos dela.


- Faça amor comigo.


- Mione, você não está bem, precisa descansar.


- NÃO! - Gritou Hermione, mas não havia ninguém além dele para ouvir. - Nenhum homem quer a minha mente e sim algo mais quente, foi você quem disse. - As lágrimas caiam enquanto ela tirava o sobretudo e a camisa. - Você estava certo Robert. - A camisa caiu.


- Mione...


Robert não podia negar que eram os seios mais lindos que ele já havia visto. Seu corpo começou a responder àquela visão. Tanto tempo esperando por isso, tanto tempo se reservando para não fazer novamente a burrada de antes e agora ela estava ali, se entregando.


- Faça Robert ou outro fará em seu lugar.


- Ninguém mais tocará no seu corpo. Ele é meu.


  Hermione sentiu-se ser carregada até uma das camas e as cortinas serem fechadas enquanto ele tirava suas vestes. O peso de Robert estava todo sobre si e a sua boca mordia seu pescoço com malícia.


- Você é minha a partir de hoje, e eu quero o que é meu.


Ele a penetrou selvagemente, mas ela não estava ali para sentir dor, não estava sentindo o sangue escorrer pelo atrito, não estava ali para gemer como ele, não estava ali para tremer embaixo de seu corpo, não estava ouvindo as palavras pornográficas que ele falava, não sentia o seu cabelo sendo puxado, nem seu corpo virado, penetrado onde não deveria ser, não sentia nada, não ouvia nem via nada.


Sua mente e seu corpo estavam inteiros presos naquela frase dita com dificuldade.


“Hermione, eu... te amo.”


 

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Comentários: 2

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Enviado por GabriielaMalfoy em 17/01/2013

Desculpaaaa por sumir D:
Mas voltando a fic, se a Hermione nao quiser o Sev dá ele pra mim ok? Aceito de bom grado kkk
E oq foi essa cena dela e do robert? Que garota burra!
Eu chorei lendo os capítulos até agora e a Hermione faz isso! Que estraga prazeres!
Fiquei revoltada u-u kapakap
Espero o próximo capítulo! Bjs :* 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 17/01/2013

Mato o Robert - e até mesmo a Mione anta ¬¬ - agora ou mais tarde? Senti o amor e a dor do Severus em cada declaração, tô com a garganta apertada, juro.

Ain, Sevie, venha para mim, pois jamais o trocaria por outro, dica -s

Na espera por mais, Aninha.

Nota: 5

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