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32. To live it again is past all e


Fic: Memórias sobre a Fênix


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Capítulo 32


 


            E o dia do casamento de Elifas e Linda finalmente chegava para trazer um pouco mais de alegria a minha vida. Desde a visita que fiz a Alvo meses antes, um grande peso diminuiu em meus ombros. Saber que poderíamos recomeçar com uma amizade que rendeu tantas memórias, que apesar de possuírem seus traços de tristeza, me mantiveram sã nesses cem anos, trouxe paz de espírito. Sirius notou, é claro, a diferença com que eu chegava do trabalho, sempre com os passos mais leves e o semblante fresco. Meus olhos até voltaram a brilhar, como Linda reparou na ocasião em que provei meu vestido.


            Ao contrário do que a tradição muitas vezes nos faz pensar, aquela noiva não se preocupava se haveria alguém mais bela do que ela na cerimônia. Era impossível haver, na verdade. Linda estava tão feliz que um brilho de veela a envolvia, sendo que ela não possuía descendência veela em sua família. O vestido branco lhe caía muito bem e as joias de sua mãe a deixavam com um ar majestoso muito imponente. Elifas não poderia desejar por noiva mais bela. O casamento seria realizado na sexta-feira e eu precisava correr para casa para me arrumar.


            Linda escolhera um tom azulado para as madrinhas e até hoje acho que foi de propósito. Quando disse a ela o que se passara entre Alvo e eu durante a conversa de nosso reencontro e que tudo isso me fez muito feliz, minha amiga sorriu e advertiu que eu estava em perigo de amá-lo mais uma vez como sempre estive. Logo, é claro que ela escolheria um vestido para mim que combinasse com os olhos do meu suposto amante do momento. Não consegui deixar de amá-la por isso. Eu ainda estava no ministério quando bateu cinco e meia, precisava me apressar para chegar a tempo das sete horas.


— George, vai precisar de mim por mais tempo? - perguntei a Painswick já retirando meus óculos de proteção, ainda mexíamos com o vira-tempo.


— Acho que não. - ele respondeu. - Por quê? - indagou.


— Tenho um compromisso. - respondi simplesmente. Ele não ficou satisfeito. - Vou ser madrinha de casamento de uma amiga, preciso sair antes para… para me arrumar.


            — Se arrumar? - repetiu George quase rindo. - Amélia… Por Merlin! Eu acho que estou ficando doido, você… nunca pensei que Amélia Preminger fosse me pedir para sair mais cedo por uma razão dessas.


            — E eu posso?


            — Ah, está bem, mas só porque faz muito tempo que não vejo seus olhos brilhando assim. - comentou meu amigo, voltando-se para seus afazeres. - Mais uma coisa, antes que você saia. Chegou a ver o espelho? Aquele que da França?


            — Não. - respondi dando de ombros. - Ele já está aqui e me dou por satisfeita. Até porque o que descobri na Transilvânia é muito mais interessante, na minha opinião. - o véu negro. O que me lançou realmente dentro do mundo dos inomináveis.


            — Você ainda não viu o espelho. - retrucou George. - Vá e tire suas próprias conclusões, depois, poderá ir para casa. Só quero discutir um assunto com você.


            Nervosa, fui até a sala onde o espelho estava e entrei. Era, realmente, um objeto muito bonito, com uma moldura interessante cheia de palavras ilegíveis. No alto, apenas algumas o eram e entre elas, ojesed. Fiquei de frente para o espelho, como George disse e por um instante nada aconteceu… Até que eu vi a mim mesma e Alvo de mãos dadas sorrindo. Eu já sabia do que o espelho era capaz, mas me surpreendi porque… no fundo, por mais que eu amasse Alvo, sempre pensei que meu desejo mais profundo seria ter meus pais comigo novamente, independente do tempo. Por fim, eu comecei a rir daquela imagem… Linda tinha razão.


            — Sawyer se viu como Ministro da Magia. - disse George atrás de mim, me assustando. - E concordou com os trouxas que diziam. Que o espelho prevê o futuro.


            — Ele sempre foi ambicioso demais. - comentei ainda rindo e sentindo lágrimas nos meus olhos. - Era isso que queria discutir comigo?


            — Não, eu acho que esse espelho é perigoso demais para ficar no ministério. - respondeu George assumindo seu tom sério. - Há alguns dias, peguei rapazes aqui e mesmo Sawyer gosta de admirar o que diz ser seu futuro por longas horas… tenho medo que enlouqueçam.


            — Não seja ridículo, George, porque enlouqueceriam? - indaguei sem conter uma risada.


            — Desejos são perigosos, Amélia. - advertiu ele. - Às vezes, nos prendemos tanto a alguma coisa que desejamos que simplesmente deixamos a vida passar. Esquecemos de viver…


            — Parece falar por experiência própria. - observei gentilmente.


            — Eu sou um dos mais velhos aqui no departamento, Amélia. E sei quais são as consequências de se perseguir um sonho. - comentou conclusivamente. - Agora, se pudesse pensar num lugar bom para onde mandá-lo. Seria ótimo.


            — Claro. - concordei. - Posso ir? - parti assim que ele assentiu. As palavras de George me perseguiram até em casa. Eu não conhecia sua história para saber o que ele queria dizer com tudo aquilo, mas me permiti imaginar que, talvez, por ser muito apegado ao trabalho tenha perdido sua família ou algo do gênero.


            — Meg! - chamei assim que subi para meu quarto. Minha amiga apareceu logo em seguida. - Ótimo! Preciso que prenda meu cabelo, passou o vestido que separei em cima da cama?


            — Sim, senhora. - ela me respondeu alegre. Meg já conhecia tão bem as mudanças de humor naquela casa, que se alegrava sempre que me via empolgada com algo.


            — Aonde vai, Amélia? - indagou Sirius, entrando no quarto sem bater.


            — Ao casamento de Elifas e Linda. - respondi terminando de passar o perfume. - Esqueceu-se de que sou a madrinha? - retruquei calmamente.


            — Ah, claro que não, minha querida. - ele respondeu com um tom contido, quase sinistro. - Você irá até a cerimônia, mas, gostaria que não ficasse para a festa.


            — Por quê? - perguntei contendo a irritação quanto a súbita mudança de ideia dele.


            — Ora, porque não haverá nenhum bruxo do nosso círculo social lá e eu não poderei acompanhá-la. - explicou ele como se fosse óbvio. - E não é natural uma mulher casada do seu estirpe sair desacompanhada.


            — Eu estarei em bons cuidados, Sirius. - respondi friamente.


            — Escute, Amélia. - disse ele me puxando pelo braço. - Você não ficará no meio daqueles mestiços e traidores de sangue. Não enquanto for minha esposa.


            — Está machucando meu braço. - eu disse tentando me soltar. - E não é você que vai me dizer…


            — O que? - interpôs ele perdendo a paciência. - Aonde ir? Com quem falar? Ah, sou sim, Amélia. E não porque sou seu marido, mas porque você sabe quais seriam as consequências da sua desobediência. - advertiu ele apertando ainda mais o meu braço, puxando uma lapela do casaco onde ficava o bolso de sua varinha.


            Eu apenas parei de lutar e acenei com a cabeça em concordância, permitindo que ele me beijasse antes de me soltar. Desci as escadas sem olhar para trás e aparatei para a casa de Linda, onde seria realizada a cerimônia. O jardim estava todo decorado e os convidados chegavam aos montes, alguns parentes conhecidos de outros famílias, mas ninguém que eu quisesse cumprimentar de cara. Subi para falar com a noiva e a encontrei vibrando com seu reflexo no espelho, as outras damas de honra acabavam de sair do quarto.


            — Elifas vai chorar quando vê-la. - comentei fechando a porta. Ela se virou para mim e assoviou.


— E Alvo vai dar aquele quando colocar os olhos em você. - retrucou me abraçando. - Ah, Amélia… eu não poderia estar mais feliz.


— E deveria! - concordei sorrindo com confiança para ela.


— Elifas está no quarto ao lado. Alvo está com ele. - informou ela sem rodeios.


— Você está querendo bancar a casamenteira? No dia do seu casamento? Linda Dogde… você não tem limites. - brinquei fingindo estar ofendida.


— Eu só reafirmo o que disse. Você está correndo risco de amá-lo como sempre esteve, minha querida. - retrucou ela. - Agora vá ver o Elifas, ele deve estar pensando em fugir como todo noivo que se preze.


Pelo contrário, Elifas estava mais feliz do que Linda. Conversava animadamente com Alvo sobre a viagem que fariam para Florença.


— Enquanto estive lá, pensei milhares de vezes em Linda. - explicava ele para meu amigo. - Acho que ela irá amar o lugar. E claro, podemos sempre partir para Roma.


— Tem lugar para mais um nessa lua de mel? - perguntei fechando a porta atrás de mim.


— Mélia! - cumprimentou Elifas correndo para me abraçar. - Puxa, você está linda.


— Acabei de ver Linda e ela também está… linda. - disse rindo. - Olá, senhor gênio. - cumprimentei.


— Olá, Mélia. - respondeu Alvo. - E você está mesmo linda. - elogiou ele me fazendo sorrir de lado. Elifas me puxou para perto do espelho e eu não contive voltar meus pensamentos para o que George dissera.


— Olha só para nós! O trio de ouro reunido mais uma vez! - observou Elifas abraçando o ombro de cada um de modo que ficamos os três de frente para o espelho. - Como se nada tivesse mudado.


— Grande lorota! - interveio Alvo. - Você engordou, meu amigo.


— Não se esqueça de que tudo isso é músculo, Alvo. - brinquei fazendo-o rir.


— E você continua o mesmo magrelo de sempre, Dumbledore. Só que agora resolveu esconder o rosto atrás dessa cabeleira toda. O que você acha? Que sua sabedoria provém do seu cabelo? - provocou Elifas me fazendo gargalhar.


— Isso, fique com inveja do meu estilo, Dogde. Seu pedante! - brincou Alvo dando de ombros.


— Alvo é todo estilo. - brinquei mirando o terno roxo que ele usava.


— E você continua bonitinha. - retrucou Elifas. - Michael Wood gostaria de estar aqui hoje… - comentou fazendo Alvo rir.


— Calem-se seus idiotas! - pedi corando. - Vamos descer? Linda estava falando sobre uma possível fuga.


Alvo e eu nos posicionamos ao altar, mirando Elifas com segurança. Nosso amigo começava a suar, mas sentiu-se mais leve a partir do momento em que viu sua esposa de branco. Dali em diante começou o discurso que eu já conhecia do meu casamento, o porém é que dessa vez eu sabia que os votos e os “aceito” eram verdadeiros. Ao contrário do que meu marido poderia pensar, eu não temia tanto uma maldição cruciatus a ponto de perder a festa do casamento dos meus melhores amigos.


Linda e Elifas foram os primeiros a abrir a pista de dança, e estavam exalando felicidade. Tanta que acredito que se tivesse sido feita a proposta do lençol sujo de sangue naquela festa, eles não teriam recusado. Alvo e eu, como padrinhos, os seguimos. A última vez que dançamos foi na minha festa de dezessete anos e eu havia me esquecido como era perigoso valsar com ele, para felicidade do plano de Linda. Para minha sorte, no entanto, logo músicas mais animadas começaram a tocar e Alvo foi chamado para uma conversa.


— Linda, você e o Elifas deviam casar todo mês. - eu disse a ela enquanto dançávamos de frente uma para a outra.


— Dê festas na sua casa, Preminger! - ela retrucou sem conter uma risada.


As taças se enchiam com champagne, hidromel envelhecido em carvalho, whisky, vinho e todo o tipo de bebida que imaginássemos. Foi a minha primeira cerveja amanteigada em anos e fez maravilhas. Os convidados estavam todos envolvidos em conversas ou danças animadas. Quanto aos noivos, não conseguiam tirar os olhos um do outro. Eu me ocupava em organizar a pilha de presentes e a atender os pedidos das crianças, até que fui chamada para a pista por um dos primos de Linda.


— Oi! - disse a Alvo assim que ele terminou de conversar com um bruxo. - Quem era?


— Um amigo de Linda que leu minha publicação no Transfiguração Hoje. - explicou ele. - Seus olhos estão brilhando, Mélia.


— É a minha terceira cerveja amanteigada. - respondi. - Faz anos que não bebo e eu estou tão feliz por eles. - disse acenando para Elifas e Linda dançando.


— Sim. - concordou Alvo. - Sua terceira cerveja amanteigada em anos? Me surpreende por ter sobrevivido. - brincou ele.


— Dizem que eu tenho um espírito forte. - comentei.


— Eu nunca duvidei disso. - confirmou ele erguendo a taça num brinde. - Viu só? Dessa vez eles contrataram uma banda. - ele comentou para me provocar.


— Finalmente aprenderam a como fazer as coisas direito. - brinquei.


Continuamos a conversar e a fazer piadinhas sobre tudo pelo que pareceram horas, até que a música tornou a ser lenta e Alvo me convidou para dançar… antes que outra pessoa o faça, disse ele, o que me fez corar inconscientemente.


— Alguma notícia dos inomináveis? - perguntou ele.


— Eu não poderia te dizer, não é? - lembrei-o com um sorriso malicioso. - Mas, isso não te impediria de saber. Sempre leu minha mente tão bem… literalmente. - acrescentei e ele ficou em silêncio por alguns instantes.


— Éramos muito próximos, não éramos? - comentou com nostalgia.


— Eu diria que éramos loucos um pelo outro. - ponderei com um sorriso meigo que o fez sorrir de volta. - Na verdade, se continuar a sorrir assim para mim, eu seria capaz de me apaixonar de novo.


— Tão fácil. - ponderou Alvo.


— Pelos momentos que eu venho tendo, acho que posso me permitir ser fácil. - ponderei de volta.


— A culpa foi minha, como sempre. - observou ele. - Por ter me deixado levar… Grindewald…


— Eu não estou em condições de julgar. - retruquei lembrando do beijo que dera em Marius. - Entretanto, Linda acha que… que eu estou em risco de me apaixonar por você como sempre estive. - disse simplesmente.


— E eu de amá-la como amei na noite do seu aniversário e como amei desde o quinto ano… Afinal, convenhamos, você estava usando azul em todas as ocasiões. - brincou Alvo mas sem perder a posição séria, mas me fazendo rir.


— Eu tenho certeza de que Linda escolheu a cor do vestido das madrinhas de propósito. - observei franzindo o cenho.


— Agora que estamos comentando aqueles últimos momentos, eu me lembro de que você me fez prometer que te sequestraria quando menos esperasse. - lembrou ele.


— Eu sinceramente não estou esperando por um sequestro no meio de um casamento, seria piegas demais. - comentei sorrindo com a lembrança daquela noite no Caldeirão Furado.


De repente uma agitação movimentou todo o salão e eu senti meu sangue gelar, como se já soubesse o que viria a seguir.


— Senhor Black, o senhor não tem o direito de tirá-la daqui. - ouvi a voz de Elifas se elevando.


— Tenho todo o direito, bafo de cão, eu sou o marido dela. - retrucou Sirius furioso e meu sangue gelou mais. - Ah, sua vadia traidora! - disse olhando para mim.


— Olhe lá como fala com ela, Black. - interveio Alvo dando um passo à frente, puxando a varinha.


— O seu amigo traidorzinho vai protegê-la agora? - desdenhou Sirius puxando sua varinha também.


— Senhores não é preciso brigar. - cortou o Senhor Doyle correndo para nós. - Professor Dumbledore, eu acho que é melhor deixar a senhora Black…


— Amélia não vai a lugar nenhum com esse bruto. - interpôs Linda ao lado de Elifas e Alvo, com as varinhas em punho.


— Linda, é o seu casamento. - eu disse com a voz trêmula. - Por favor, eu não tenho o direito de estragar a festa.


— Exato, Amélia. É o meu casamento e eu decido quando os meus convidados vão embora. Você fica. - ponderou minha amiga sem desviar o olhar gelado de Sirius. - Pode vir, Black. Num duelo formal o seu dinheiro não vai salvá-lo.


— Muito bem. - disse Sirius abaixando a varinha. - Tem razão, senhora Dogde, é o seu casamento e se quiser que a minha Amélia fique por mais um tempo… Ela acertará contas comigo mais tarde. - e aparatou antes que alguém dissesse alguma coisa.


— Certo, meus amigos. Diversão, diversão! - cortou o senhor Doyle e a música voltou a tocar, mas alguns olhares ainda recaíram em mim. - Senhora Black…


— Não me chame assim. - cortei friamente saindo para os fundos do jardim, meus amigos logo atrás de mim. - Desculpe, Linda, Elifas…


— Não se preocupe. - disse Elifas sorrindo gentilmente. - Acho que superamos a maioria dos casamentos. - acrescentou batendo no braço de Alvo, o que me fez rir. - Mas, você não pode voltar para casa hoje…


— Não é a primeira vez que sou ameaçada… - cortei dando de ombros.


— E não vai se acostumar a viver assim. - falou Linda.


— Que escolha eu tenho? - indaguei erguendo o meu dedo anelar. - “Juntos para toda a vida.”


— Grande lorota! - disse Elifas. - Existem milhares de bruxos divorciados. Mesmo de famílias puro sangue.


— Elifas, Linda, voltem a seus convidados, eu converso com Amélia. Se não vão começar a falar… - interpôs Alvo.


— Está bem. - concordou Linda me fitando com preocupação.


— Que seja piegas, mas eu prometi e vou cumprir…


— Vai me sequestrar? Para onde? Hogwarts? - indaguei com descrença.


— Ele não vai amaldiçoar você se eu puder evitar. - assegurou Alvo me tomando pelos ombros. - Ao menos pelo fim de semana.


— Alvo, você não entende…


— Entendo que você se acovardou nesses anos. - interrompeu ele com sua antiga aura de poder. - Eu sei que vai dizer que eu não entendo porque não foi comigo. Que não sou eu quem foi obrigado a fazer o que ele a obrigou a fazer… Mas, você tem razão, Mélia. Eu leio a sua mente muito bem e sei que você está assustada.


— Não é legal chamar um grifinório de covarde. - comentei.


— Então prove que não está sendo uma e deixe-me ajudá-la a encontrar a sua coragem outra vez. - pediu ele me cedendo seu braço. Olhei para trás e em seguida para ele. Aparatamos.
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Mais um capítulo para vocês, amados leitores. Gostaria de agradecer a Janayna von Uckermann pelo comentário, e sim, é realmente um pouquinho estranho imaginá-lo sem a barba enorme e prateada... mas, fazemos um esforço kkkkk. Espero que continue acompanhando e adorando hehehe. Aos outros leitores, fantasminhas camaradas, que ainda não se propuseram a dar o feedback, CORAGEM!! A caixa de comentários não morde, ok?? Bjoos e até o próximo cap. 

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