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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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16. Capítulo XVI


Fic: The Devils bride - Epilogo postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi Pessoal, como foi de festas? Que 2014 comece com o pé direito!


RiemiSam: Fico contente que tenha gostado!


Thalassa: Seja bem vinda! E espero que goste do próximo capítulo.


MRC: Gosto bastante dessa cena. Aguarde o Cavaleiro vermelho voltará a ativa!


Janaína: Fico muito contente que esteja gostando, aproveite o capítulo.


Carla Cascão: O natal foi bom aqui, ganhei vários livros! \o/
Vai ter confusão ainda, se prepare!rs


 


Lembre-se, comentar nunca é demais!


 


Bjs, uma boa leitura!


 




*****





 


― Draco! Vamos ― Hermione falou de repente. ― Levante-se! ― ela pulou da cama e agarrou o braço do marido com ambas as mãos procurando, sem sucesso, obrigá-lo a se mexer. Era como tentar arrancar um carvalho gigante, com as raízes firmemente plantadas no solo. ― Você não pode me negar isso agora.


Quando o loiro a fitou, um ar cético no rosto, apressou-se a explicar:


― Será que não entende? Podemos sair deste quarto juntos! Estamos livres! ― animada, começou a se vestir, quase tropeçando nos cachorros. Sentindo a excitação da dona, os animais roçaram os focinhos de encontro as pernas femininas, querendo brincar. Desvencilhando-se deles com uns tapinhas gentis nas cabeças enormes, ela terminou de se arrumar, ansiosa para provar ao povo de Dunmurrow que seu lorde não era nenhum demônio, e sim o homem mais bonito de todo o reino.


Vibrando de alegria, a castanha abriu um dos baús onde o marido costumava guardar as roupas, procurando alguma coisa adequada à ocasião. Decidiu-se por uma veste verde escuro, finamente trabalhada, que faria sobressair o tom de pele e cabelos de Draco. Um traje perfeito para o Cavaleiro Vermelho voltar ao mundo dos vivos.


― Use isto aqui. Quero exibi-lo. Oh, se ao menos Molly estivesse aqui! Ela estava sempre me chateando com histórias fantásticas a seu respeito, quase me fazendo acreditar que eu havia me casado com um homem de duas cabeças e cascos no lugar de pés. Só queria que ela pudesse vê-lo agora!


A resposta de seu marido não passou de um resmungo desinteressado. Porém levantou-se da cama e, depois de vestir-se, ficou diante da esposa. Hermione prendeu a respiração maravilhada, observando a visão resplandecente. Com a veste verde sobre uma túnica negra e um cinturão de ouro, ele transmitia força e virilidade.


― Você tem cabelos tão bonitos... ― ela murmurou.


Draco riu e acariciou os fios cacheados e macios da esposa.


― Os seus cabelos é que são lindos, esposa. Embora já tivessem sido descritos para mim muitas vezes, a coloração dos fios escapa à imaginação. Fico feliz em poder vê-los com meus próprios olhos. ― Malfoy beijou alguns fios, o olhar fixo no rosto da mulher.


O Cavaleiro Vermelho era mesmo um feiticeiro, a castanha pensou, sentindo um calor gostoso se espalhar por seu corpo inteiro, deixando-a com os joelhos trêmulos e a respiração ofegante.


― Vamos, antes que sua mente se volte para outras coisas ― provocou-o sorrindo.


Os dois desceram as escadas em silêncio, imersos pela escuridão, até que enfim chegaram ao salão principal.


Porém se esperava causar uma impressão poderosa sobre a primeira pessoa que encontrassem no caminho, Hermione ficou profundamente desapontada. Pois foi Filch quem os viu primeiro e o rosto impassível do servo não demonstrou a menor surpresa.


― É bom vê-lo, meu lorde ― o criado falou muito calmo antes de voltar a atenção para os seus afazeres.


Contudo o aparecimento repentino do barão provocou uma reação mais intensa de Ginevra, que estava vindo da cozinha carregando uma bandeja com pratos e copos.


― Ginevra, meu lorde vai almoçar conosco hoje ― anunciou feliz.


A cozinheira deu uma olhada no Cavaleiro Vermelho e então deixou a bandeja cair no chão, o barulho estridente ecoando pelo ambiente enorme.


― Oh, vou ajudá-la. ― no mesmo instante a castanha ajoelhou-se ao lado da serva, apanhando os objetos espalhados aqui e ali. Mas ao fitar o marido, não conseguiu conter o entusiasmo e falou baixinho, apenas para os ouvidos de Ginevra. ― E então? O que você acha? Ele não é lindo?


― Bem, minha lady... ― a cozinheira parecia indecisa, sem saber exatamente como responder. ― Ele... ele parece um pouquinho ameaçador.


― Ameaçador? ― ainda ajoelhada no chão, virou-se para fitar o marido. Ele era enorme sim, muito mais alto do que qualquer homem que jamais conhecera e os músculos poderosos ficavam evidentes sob as camadas de roupas. Malfoy continuava parado no mesmo lugar, observando atentamente as mudanças que haviam sido feitas no salão principal, os lábios comprimidos indicando intensa concentração. A cicatriz junto a um dos olhos era aparente. Mas considerá-lo ameaçador? Não, Draco era bonito demais para parecer feroz. Hermione suspirou feliz, cheia de admiração pelo marido.


Ginevra não teve dúvidas. A castelã de Dunmurrow estava perdidamente apaixonada pelo barão Malfoy. Não demorou muito e as boas novas chegaram à aldeia. O terrível Cavaleiro Vermelho voltara ao mundo dos vivos, domado pela bela esposa que, em troca, só faltava beijar o chão em que ele pisava.


O fato de Draco ter recuperado a visão tornou o mundo de Hermione perfeito e cada dia passou a ter um novo brilho. Ele fazia questão de a adular e satisfazer todos os seus desejos, convidando-a para cavalgar e caçar, fazendo as refeições no salão, visitando a aldeia, embora não parecesse tão feliz com aquelas exposições públicas quanto ela.


Durante as noites, ladeados pelos cães, costumavam jogar xadrez nos aposentos principais, as trevas para sempre banidas pelo brilho suave das velas. E faziam amor. Depois de ter vencido o medo dos sentimentos fortes, a castanha se entregou de corpo e alma à emoção avassaladora que fluía de Draco. Estivera certa, sim. Uma vez liberada, a paixão do marido desconhecia limites. E ela correspondia com igual ímpeto e ardor, algo que jamais se julgara capaz de fazer.


 


 


 


As semanas foram passando, transbordantes de felicidade, e, gradualmente, o tempo foi melhorando até a chegada da primavera. Malfoy recomeçou a trabalhar com seus homens, treinando-os e aprimorando as habilidades de cada um no uso das armas. Hermione gostava de assistir algumas das sessões, admirando o Cavaleiro Vermelho manejar a espada, o corpo enorme executando movimentos complicados com uma elegância natural, os músculos firmes e delineados sob as roupas. Mas apesar do prazer que a cena lhe causava, a ansiedade costumava ser maior.


Porque o milagre da visão recuperada abrira uma nova possibilidade. Draco tornara-se novamente capaz de lutar e não podia suportar a ideia de vê-lo deixar Dunmurrow para se embrenhar numa batalha. A existência de McLaggen era o único ponto negro que toldava a sua felicidade.


Até então Malfoy dava a impressão de estar satisfeito com a permanência em Dunmurrow, porque tudo parecia tranquilo em Belvry. Blaise e seus homens haviam se instalado lá e não tinham visto sequer um sinal do traiçoeiro vizinho. Molly e Arthur também continuavam em Belvry, casados e felizes. A previsão de Draco fora correta, pelo menos até o presente momento. Uma demonstração ostensiva de força mandara McLaggen de volta ao próprio covil. Porém, como uma serpente maligna, aquela criatura devia estar tramando alguma coisa. Talvez um ataque tão logo chegasse a primavera?


Por mais que se esforçasse para pensar o contrário, Hermione não conseguia ignorar as dúvidas que a assaltavam. Uma sensação horrível de que seus dias e noites com o Cavaleiro Vermelho estavam contados.


Ela estava na despensa, separando algumas ervas e preparando um tônico para um dos servos, quando James veio lhe dar a notícia. Um grupo de soldados tinha chegado de Belvry e o líder estava conversando com barão naquele instante. James estava bastante excitado, como apenas rapazinhos podem ficar a respeito de cavaleiros e preparativos para a batalha. Mas Hermione sentiu o sangue gelar nas veias.


Era como se o momento que sempre temera tivesse chegado. Procurando manter o controle, continuou separando as ervas. Ao terminar, lavou as mãos e subiu para os aposentos principais, onde, com certeza, más notícias a aguardavam.


Ao entrar no quarto, ela reparou, como sempre, as mudanças que ali haviam ocorrido desde a primeira vez em que pusera os pés nos aposentos do Cavaleiro Vermelho. Embora ainda existisse um brilho estranho no local, pois as paredes eram mesmo pintadas de verde escuro. Embora as sombras tinham sido banidas para sempre e não mais escondiam o lorde de Dunmurrow. As janelas abertas lançavam um feixe de luz sobre a mesa onde Draco e um soldado estavam conversando.


Tão logo a viu, dispensou o soldado. Apesar de sentir que as pernas pesavam uma tonelada, ela conseguiu caminhar ao encontro do marido e, como se tentasse evitar o que estava para ouvir, fechou os olhos no instante em que escutou o barulho da porta sendo fechada.


― McLaggen me fez um desafio direto ― Malfoy falou. ― Não posso recusar.


Hermione ergueu a cabeça, obrigando-se a aceitar a realidade.


― Quando você vai partir? ― perguntou com uma calma que estava longe de sentir.


― Assim que seja possível. Dentro de um ou dois dias.


Percebendo a tristeza do marido, ela desviou o olhar e foi até a janela, lutando contra a dor da separação. Lá fora as terras de Dunmurrow se estendiam a perder de vista, renovadas pelos primeiros sinais da primavera.


― Você se lembra quando eu fui visitar a curandeira da aldeia? ― a castanha indagou, sentindo a presença do marido atrás de si, o corpo forte irradiando calor.


― Sim. ― ele permaneceu imóvel, sem esboçar qualquer tentativa de tocá-la.


― Fui procurar a curandeira para quebrar o encantamento que você tinha lançado sobre mim. Mas era um feitiço que poção alguma poderia desfazer. A viúva Trelawney sabia disso, claro, e acho que quis me ensinar uma lição.


― Hermione... ― a voz masculina soava baixa e angustiada.


― Ela me ensinou mesmo uma lição. Foi quando decidi aceitar meus sentimentos por você. E eles cresceram tanto que me fizeram transbordar de felicidade. Porém, agora, neste momento, é fácil lembrar por que um dia eu pedi uma poção mágica... Eu queria me poupar desta dor.


Draco abraçou-a com força.


― Querida... Eu sinto muito. Preferia que não tivéssemos que enfrentar uma situação como esta. Você acha que desejo deixá-la agora, quando finalmente encontrei tudo o que sempre procurei?


Como a castanha nada respondeu, Malfoy continuou.


― Quando perdi a visão, eu rezei, eu chorei, eu implorei para tê-la de volta. Mas depois que você apareceu na minha vida... a única coisa em que eu pensava era em poder mantê-la ao meu lado.


Apesar de tentar se controlar, Hermione não conseguiu deixar de pedir:


― Então não vá.


― Mesmo que não fosse pela segurança de suas terras ou por causa da minha honra, o que seria do futuro? Se eu não lutar pelo que é meu agora, será que teremos que passar o resto de nossas vidas temendo vizinhos gananciosos? Eu gostaria de tornar Dunmurrow um lar seguro para os nossos filhos.


Ela sorriu, cheia de tristeza. Sabia muito bem que o marido estava certo, contudo essa certeza não diminuía a dor e nem tornava o sofrimento mais fácil de suportar. A verdade é que amava Draco com todas as suas forças e agora seria obrigada a pagar o preço.


― Está bem. Só quero que você volte logo para casa...e em segurança.


― O quê? ― o loiro indagou fingindo-se ofendido ―Você não tem nenhuma fé no Cavaleiro Vermelho?


 


 


 


Hermione levantou-se antes do amanhecer para vê-lo partir. Embora a primavera já tivesse chegado, as manhãs continuavam úmidas e frias, obrigando-a a enrolar-se numa capa pesada.


Imponente, Draco dava as últimas ordens, montado no garanhão negro. Além dos homens que haviam vindo de Belvry, os soldados de Dunmurrow iriam acompanhá-lo também, pois não tinha a menor vontade de sofrer uma emboscada antes de chegar ao seu destino.


Com um aperto no coração, ela pensou que jamais vira o marido com uma aparência mais poderosa, ou mortal, do que naquele momento. Vestido para a batalha, o elmo sob o braço, ele personificava o deus da guerra.


― Hermione, meu amor ― ele falou surpreso, vendo-a se aproximar. ― Eu não a esperava aqui.


― Você nunca poderá escapulir da nossa cama sem que eu perceba ― ela brincou, um sorriso nos lábios para esconder as lágrimas. ― Aqui está, tenho uma coisa para lhe dar.


Sufocada pelo choro contido, entregou-lhe o que havia bordado durante as horas que o marido passara treinando os homens e se preparando para este dia. Com um único movimento do pulso forte, Draco desfraldou o estandarte. Sobre o veludo verde escuro, um veado branco lançava os chifres para o infinito.


― Já que você ainda não tem um brasão próprio, decidi bordar o emblema dos Granger sobre um fundo verde ― ela murmurou baixinho.


― É lindo. Obrigado. ― Draco chamou o escudeiro que apressou-se a enrolar o estandarte antes de guardá-lo junto aos pertences do barão.


Então ele fitou a esposa nos olhos, como se somente a muito custo conseguisse controlar a paixão dentro do peito.


― Hermione... ― Malfoy abriu a boca para dizer alguma coisa, porém não foi capaz de emitir mais nenhuma palavra. Simplesmente ergueu-a nos braços e beijou-a com sofreguidão. Quando a castanha sentiu os pés tocarem outra vez o chão, o marido já cavalgava ao longe, perdido na escuridão que antecede a madrugada.


 


 


 


Debruçada sobre o balcão da despensa, Hermione preparava um chá medicinal para aliviar o desconforto de um dos aldeões que quebrara a perna recentemente.


Ao terminar, para o próprio sofrimento. Se ao menos pudesse fazer alguma coisa para aliviar a dor e a angústia que a consumiam e que, desde a partida de Draco, semanas atrás, só fizeram aumentar.


Entretanto sabia que nem ela, nem a viúva Cassandra, tinham a cura para o mal que a acometia. Sentia uma falta terrível do marido. Embora estivesse ainda mais ocupada agora, com o plantio das terras para supervisionar, os jardins para cuidar e uma centena de outros deveres, o fato é que a ausência de Draco lhe pesava sobre os ombros como um fardo insustentável. Seus dias podiam ser cheios, porém uma parte de si mesma continuava vazia.


― Minha lady? ― a chegada de uma nova residente do castelo, Luna, uma garota tímida e meio avuada, vinda da aldeia, arrancou-a do profundo estado de melancolia.


― Sim? ― ela encorajou a menina com um aceno de cabeça.


― Estive na aldeia hoje. Fui ver a viúva Cassandra ― falou embaraçada, fitando o medicamento que a castelã preparara.


A castanha sorriu compreensiva, sabendo que velhos hábitos custam a morrer. Certamente o fato de Luna ter buscado auxílio em outro lugar não a ofendia nem um pouco.


― E então?


― A viúva Cassandra me pediu para lhe entregar uma coisa, minha lady.


― Mesmo? ― Hermione não havia tornado a visitar a velha senhora, as lembranças do profundo mal-estar causado pela poção ainda eram vivas em sua mente. Embora se sentisse culpada por negligenciar a viúva, a culpa não era grande o suficiente para fazê-la voltar ao casebre estranho e sombrio.


― Sim, minha lady, aqui está.


Ao receber o pequeno embrulho das mãos da garota, a castanha imediatamente colocou-o sobre o banco, procurando se convencer de que não era supersticiosa. Mas havia algo a respeito da viúva Cassandra que a deixava nervosa.


― Ela mandou lhe dizer que estas ervas são boas para fazer o bebê se acomodar bem no útero.


Surpresa, Hermione fitou Luna sem nada entender. Bebê? Que bebê? Antes que tivesse tempo de analisar o recado, a garota continuou devagar, como se recitasse algo de memória.


― A viúva Cassandra também me pediu para lhe dizer que você não precisa ter medo, minha lady... porque...porque a mágica do... veado branco a acompanha.


Ela simplesmente não sabia o que pensar depois de ouvir o recado ultrajante. Entretanto Luna não parecia esperar resposta alguma, pois tão logo se desincumbiu da tarefa que lhe fora imposta, sorriu feliz e saiu da dispensa.


Inspirando fundo, Hermione concluiu que talvez devesse rir. E até teria rido, se os pelos arrepiados na nuca não a impedissem de relaxar. Um veado mágico? Antes, considerara a viúva uma criatura estranha, mas sábia. Agora, perguntava-se se a pobre-coitada não tinha enlouquecido. Ela estendeu a mão, disposta a jogar o embrulho no lixo. Mesmo se estivesse à morte, provavelmente não aceitaria nada vindo da viúva Cassandra. A última poção a deixara doente demais para se arriscar.


Um bebê e um chá medicinal para fazê-lo se acomodar no útero. A ideia lhe soava como um total disparate. De repente a castanha sentiu um frio estranho percorrê-la da cabeça aos pés ao tentar se lembrar da última vez que ficara menstruada. Fazia mais de um mês que as regras não vinham e sequer prestara atenção ao fato, preocupada demais com a ausência do. marido.


Era bem possível, pensou atordoada, inteiramente possível. Não; mais do que possível. Provável. Aliás, bastante provável que estivesse carregando no ventre o filho de Draco. Só não se dera conta antes porque andara muito angustiada para reparar! Como será que a viúva Cassandra...?


No mesmo instante Hermione afastou a mão do embrulho, como se as ervas tivessem o poder de queimá-la. Ao sair correndo da despensa, quase deu um encontrão em Filch. Impassível, o servo fitou-a sem a menor surpresa, como se fosse comum ver a castelã de Dunmurrow correndo desabalada e esbarrando nas pessoas.


― Filch ― ela falou sem maiores explicações. ― um embrulho sobre o banco da despensa. Por favor, jogue-o no lixo para mim.


― Certamente, minha lady ― o criado respondeu sem mover um músculo da face.


― Obrigada. Você é muito bom.


Então ela correu na direção dos aposentos principais ansiosa para ficar a sós e pensar, planejar, sonhar com o filho, ou a filha, que trazia no ventre. O vazio interior de repente fora preenchido outra vez.


Hermione não se preocupou mais com o tal embrulho porque suspeitava que aquela mistura de ervas fora apenas uma desculpa encontrada pela viúva para obrigá-la se dar conta do bebê. Porém, voltava a pensar com insistência no resto da mensagem que recebera, a mensagem que Luna se esforçara para repetir com exatidão. O que será que a velha senhora quisera lhe mandar dizer? Sentia-se curiosa sim, mas não curiosa o suficiente para visitar a viúva e descobrir por si mesma.


 


 


 


Ela estava no salão principal quando alguém veio avisar que um visitante recém-chegado aguardava permissão para entrar junto aos portões.


― É um homem chamado Colin Creevey de Belvry ― soldado explicou.


― Mande-o entrar! ― a castanha falou, o coração batendo acelerado no peito. Nem por um momento questionou a vinda de Colin, e não de um dos homens do marido. Tudo em que conseguia pensar era que ouviria notícias de Draco.


Imediatamente mandou que trouxessem uma bandeja com cerveja e pão para alimentar o viajante. Depois acercou-se do fogo para aquecer as mãos geladas, embora a temperatura no interior do castelo fosse agradável. Se alguma coisa tivesse acontecido ao seu marido... Draco! Draco! O nome dele latejava no seu sangue com uma força descomunal. Melhor não tentar pensar, nem adivinhar, nem antecipar...


Naquele momento Colin entrou, uma capa jogada sobre os ombros e um capuz na cabeça, parecendo bem mais alto do que se lembrava. O rapaz não disse uma palavra e ficou de pé num canto, enquanto um servo deixava uma bandeja com alimentos sobre a mesa. Segundos depois Hermione estava novamente a sós com Colin. Só que não era Colin.


Ela permaneceu imóvel sem saber se deveria chamar os guardas ou gritar pedindo socorro. Apesar do homem não fazer nenhum movimento ameaçador, alguma coisa estava muito errada. Quem seria ele? Por que estaria querendo se fazer passar pelo rapaz? O instinto lhe dizia que se tratava de um inimigo, contudo o que uma criatura sozinha esperava ganhar, quando havia guardas em Dunmurrow e uma pequena tropa acampada ao lado das muralhas externas?


Pois quem quer que fosse, o desconhecido obviamente não demonstrava nenhum medo porque continuou fitando-a com interesse até que deu um passo para frente e, num gesto melodramático, atirou o capuz para trás.


A se ver frente a frente com um rosto que lhe era familiar, a castanha não podia acreditar nos próprios olhos.


― McLaggen! Você está louco? O que está fazendo aqui?


― Vim resgatar a bela dama, claro ― ele respondeu no tom arrogante que lhe era peculiar. O barão era tão moreno quanto Draco era louro, a pele desbotada, os cabelos negros como uma noite de breu. Muitas pessoas poderiam até considerá-lo um homem bonito, porém McLaggen se achava maravilhoso.


― Venha, Hermione. Eu a libertarei desta masmorra e a conduzirei de volta a Belvry.


Ela se afastou das mãos estendidas, completamente confusa.


― O que você está dizendo?


― Estou dizendo que vim libertá-la deste lugar horrível para reconduzi-la ao luxo ao qual está acostumada e que lhe pertence por direito. ― com o peito estufado feito um balão, McLaggen se dava ares de grande cavaleiro. Somente então a castanha percebeu que seu antigo vizinho via a si mesmo como um verdadeiro salvador.


O plano do barão estava claro enfim. O desafio que ele fizera ao Cavaleiro Vermelho fora apenas uma desculpa para obrigar o lorde de Dunmurrow a afastar-se de seus domínios, deixando o castelo sob a guarda de uma tropa reduzida. Assim ele poderia raptá-la da maneira mais covarde e desleal possível. Aquele verme não tinha um pingo de honra e se escondera atrás de um disfarce para atingir seus objetivos baixos.


Enojada, Hermione não conseguiu disfarçar a expressão de profundo desprezo no rosto. McLaggen era traiçoeiro, como uma cobra e não merecia ser levado em consideração. Draco, por exemplo, teria agido às claras e com ousadia, já ele preferia agir pelas costas, sem qualquer ética. Muito embora estivesse só naquele momento, tinha certeza de que seus homens o aguardavam a uma distância segura do castelo. Covarde por natureza, o barão não se aventuraria a agir por conta própria, mesmo julgando que viera em auxílio de uma mulher desejosa de ser salva.


Do alto da sua insolência, McLaggen estendeu os braços, certo de que Hermione correria ao seu encontro, cheia da gratidão por ser salva de um marido bárbaro.


Ela quase começou a rir.


Apesar de no início Dunmurrow ter lhe causado um certo desconforto e o Cavaleiro Vermelho tê-la deixado bastante inquieta, jamais lhe passara pela cabeça fugir. Mesmo que Molly tentasse convencê-la do contrário, nem por um momento cogitara tomar o caminho dos covardes. E aqui, bem à sua frente e em toda a sua glória, estava o maior de todos os covardes.


― Vamos logo ― McLaggen insistiu, procurando apressá-la.


Se ao menos julgasse que os motivos do barão fossem puros, que viera com o único objetivo de socorrê-la, talvez pudesse até perdoá-lo. Porém ele não fazia nada a não ser em proveito próprio.


― Por quê? ― a castanha indagou com ousadia.


Um brilho de raiva passou pelos olhos negros, porém ele tentou disfarçar a irritação com um sorriso falso.


― Teremos tempo de sobra para conversarmos durante a jornada de volta. Vamos embora depressa, antes que nos descubram.


― Por quê? O que você está planejando ganhar com esta vinda aqui?


― Quero apenas libertá-la deste lugar. Agora venha! ― deu um passo à frente, incapaz de esconder a fúria que o atraso estava lhe causando.


― Não ― Hermione falou muito calma. ― Não vou a lugar nenhum. Aqui é meu lar.


McLaggen ficou transtornado de raiva, o rosto vermelho, os olhos dilatados.


― Isto aqui não passa de um amontoado de pedras! Seu lar é em Belvry, ao meu lado!


― Posso saber o que você tem a ver com Belvry? ― ela indagou friamente. ― Aquela propriedade pertence ao meu marido.


― Marido?! Não vejo nenhum marido por aqui ― debochou. ― Seu pai a prometeu a mim! Ele queria ter certeza de que suas terras ficariam protegidas, e que maneira melhor de garantir essa proteção do que juntar Belvry às minhas terras?


Ela mal podia conter a indignação diante de tantas mentiras.


― Meu pai não lhe prometeu nada, pois sempre o considerou um arrogante imprestável e jamais pensaria em associar-se a você! Seria mais fácil ele se levantar da própria sepultura do que aceitá-lo à cabeceira da mesa de Belvry.


― Chega! ― o barão tinha os lábios retorcidos, como se um odor nojento houvesse empestado o ar. ― Muito breve serei dono de seu querido Belvry.


― Você nunca terá Belvry!


McLaggen deu um passo para frente, ameaçador.


― Engano seu. Assim que eu puser as mãos em você, ninguém poderá me impedir de coisa alguma!


― Se você ousar me tocar, meu marido o matara. ― falou num tom tão frio e mortal que o barão pareceu hesitar.


Então ele riu.


― Ha! Você não tem marido! Por que o Cavaleiro Vermelho não aparece e me enfrenta? ― McLaggen apontou na direção da porta, despejando ironia.


― Meu marido não pode aparecer agora porque no momento anda bastante ocupado dizimando aquele exército ridículo que você tem!


― Você está mentindo ― ele falou, tentando convencer a si mesmo. ― Ninguém tem visto Malfoy nos últimos tempos. Ou está morto ou é um homem muito velho e fraco que atendeu ao meu desafio apenas para ser retalhado pelos meus soldados. Se você esta realmente casada, o que eu duvido, assim que chegarmos a Belvry darei um jeito para que esse matrimônio seja anulado.


― Pode esquecer, meu caro, porque agora trago um filho no ventre. Malfoy está vivo sim. ― Ela tocou a barriga de leve, percebendo o olhar de surpresa e desgosto de seu oponente. ― Meu marido não é nenhum fraco, e tem mais, o Cavaleiro Vermelho é um grande guerreiro, com poderes e força que ultrapassam a sua imaginação.


Ao reparar uma sombra de medo toldar as feições do barão, Hermione pressionou a vantagem. O que será que McLaggen sabia sobre a reputação de Malfoy? E até onde acreditava nas histórias que se contavam?


― Meu marido ficou em Dunmurrow alguns meses, aperfeiçoando suas habilidades, obtendo novos conhecimentos e poderes, coisas que você jamais sonhou existirem. Malfoy saiu daqui para enfrentar alguém que ousou desafiá-lo. Somente um tolo como você não perceberia o perigo que o Cavaleiro Vermelho representa. A ira dele é vermelha como sangue, o seu sangue, McLaggen, que meu marido fará questão de derramar.


― Cale a boca, sua vaca! ― ele ergueu a mão para esbofeteá-la, porém os cães, esquecidos durante toda a cena, começaram a rosnar ameaçadoramente. No mesmo instante baixou o braço, o rosto desfigurado de ódio.


No início a castanha pensara apenas em se livrar da figura indesejável, convencendo-o de que não precisava ser salva de nada. Porém a violência e as palavras cruas a fizeram mudar de ideia. Sabia muito bem que McLaggen não merecia a menor confiança, pois se tratava de uma criatura desprovida de honra, um covarde que desafiara seu marido e depois se esgueirara como um verme para lhe roubar a esposa. Naquele exato momento Draco estava a quilômetros de distância, talvez lutando pela própria vida. Não, o barão não iria sair impune da situação que ele criara. O barão tentou outra vez. Contendo a raiva com muito esforço, vestiu novamente a máscara da falsa nobreza.


― Se este cavaleiro é tão feroz como você diz, então estou lhe dando a chance de escapar de seu domínio. Venha comigo para Belvry. Não me importo que haja um bebê a caminho.


Apesar do tom ameno, Hermione percebia as mentiras sob o manto da delicadeza. Se o acompanhasse, McLaggen jamais permitiria que aquela criança nascesse. A ideia a encheu de uma fúria tão grande como nunca se julgara capaz de sentir.


― Ainda podemos dar um jeito de conseguir a anulação deste casamento. Nós pertencemos um ao outro, você sabe.


Ela riu alto.


― Sempre o detestei e somente um cego não enxergaria isso. Mas mesmo se não o detestasse, não iria querê-lo para marido. Pertenço a Malfoy. O Cavaleiro Vermelho é meu lorde. E ele é muito mais do que eu um dia desejei.


― Você está enfeitiçada! O fato de ter se deitado com esse demônio e gerado um filho dele só pode provar sua insanidade. Venha, vou dar um jeito de quebrar esse encantamento logo.


― Castor! Pollux! ― a castanha chamou ao perceber que o barão tentava tocá-la. Imediatamente os cães estavam ao lado da dona, enormes e ameaçadores. ― Quanto a você, meu galante salvador, farei com que seja jogado na masmorra, onde aguardará o julgamento de meu marido.


O choque no rosto de McLaggen deixou claro que ele não esperava ser recusado e muito menos ser feito prisioneiro. O desespero estampado nos olhos malévolos devia tê-la avisado, porém Hermione estava muito segura de si, sabendo-se protegida pelos cães.


― Quer que eu sirva um pouco mais de cerveja, minha lady?


A chegada repentina de Ginevra mudou toda a situação. Antes que a castanha tivesse a chance de responder, McLaggen agarrou a serva pelo braço enquanto encostava um punhal na garganta da mulher.


― Mande seus cachorros sossegarem ― ele falou num tom baixo e cruel ― e venha comigo. De outro modo não hesitarei em cortar a garganta desta mulher.


Hermione inspirou fundo, sabendo que o barão cumpriria a ameaça. Ao pensar na possibilidade de Lily encontrar a mãe sangrando até a morte, não teve dúvidas.


― Está bem. Irei com você.


― Mande os cães para a cozinha.


― Castor! Pollux! Fora!


Rosnando baixo, os cães se retiraram. Sem outra escolha, a castanha aproximou-se do barão. Tarde demais se dera conta de que o tinha subestimado, considerando-o apenas um tolo arrogante. Agora devia pagar o preço pelo engano.


― Solte a serva.


Com um movimento rápido, McLaggen soltou Ginevra e agarrou o braço de Hermione, encostando a lâmina fria de encontro ao pescoço alvo.


― Não tente fazer nada mulher, ou eu mato a castelã de Dunmurrow.


Ginevra não conseguia se mover, os olhos arregalados de pavor.


― Você nunca sairá vivo deste castelo ― a castanha o avisou.


― Oh, sairei sim. ― mantendo-a firme pelo braço, obrigou-a a vestir a capa e colocar o capuz, de forma que ninguém pudesse enxergar o punhal que a ameaçava. ― Você facilitará minha saída. Dirá aos guardas que estamos indo até a aldeia. É melhor ser convincente ou morrerá.


Será que o barão teria mesmo coragem de matá-la? Ele sempre a desejara, ainda quando casado não tentava sequer disfarçar os olhares lascivos e nojentos.


Sim, McLaggen a queria e também ambicionava se tornar dono de Belvry. Porém agora não passava de um homem desesperado e incapaz de se render com nobreza. Se ao menos não estivesse presa pelo braço poderia gritar, chamar um guarda, correr. Hermione colocou as mãos sobre a barriga num gesto protetor. Não podia arriscar a segurança de seu filho.


Como suspeitara, McLaggen deixara um grupo de homens aguardando-o no pátio, todos usando as cores de Belvry. Os covardes! Ao montarem nos cavalos, ela pensou em galopar na direção dos guardas de Dunmurrow pedindo socorro, entretanto o barão segurava as rédeas de seu cavalo com mãos de ferro. Impossível tentar escapar sem sair ferida.


Não havia sequer esperança de serem barrados na ponte levadiça. Ninguém imaginaria que um pequeno grupo vindo de Belvry poderia significar perigo para a casta de Dunmurrow.


Também, escondida sob a capa e o capuz, nenhum dos guardas foi capaz de reconhecê-la e a deixara passar sem perguntas. Impotente, a castanha marchou de encontro ao seu destino, o coração tomado de um profundo desespero.


Já estavam fora das muralhas do castelo quando um dos últimos guardas finalmente a reconheceu.


― Minha lady! ― ele chamou, aproximando-se. ― Um momento!


Embora o grupo parasse, McLaggen segurou as rédeas do cavalo de Hermione com força, pronto para uma fuga arriscada.


― Minha lady vai nos mostrar a aldeia ― o barão falou com delicadeza.


O soldado, um homem alto e de cabelos grisalhos, fitou a castelã atentamente.


― Não posso deixá-la sair sem a escolta de alguns dos meus homens, minha lady. Foram ordens de meu lorde.


Silenciosamente, a castanha agradeceu a intervenção do soldado. Com certeza tratava-se de um homem bem treinado e que sentira o perigo a distância. Só pedia a Deus que ao perceber o seu pavor, ele agisse rápido.


Tudo aconteceu em questão de segundos. Assim que o guarda de Dunmurrow levou a mão ao punho da espada, McLaggen agarrou Hermione e puxou-a para o próprio cavalo, cobrindo o pescoço delicado com a lâmina do punhal.


― Saiam do meu caminho! ― o barão gritou. Sem outra alternativa, o soldado deu passagem ao bando, que saiu em disparada.


Embora suspeitasse que uma tropa sairia ao seu encalço, els sabia que no momento os soldados de Dunmurrow quase nada podiam fazer, exceto atirarem flechas com extremo cuidado. Afinal, se acertassem McLaggen correriam um grande risco de atingi-la mortalmente também.


Não, não podia contar por certo com uma ajuda vinda do castelo. Estava entregue a si mesma e precisava controlar o medo se quisesse sobreviver.


 


 

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Comentários: 5

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Enviado por M R C em 09/01/2014

to querendo mesmo é ver o draco botar a cabeça desse mclaggen pendurada numa praça pública. Não sem antes dar uma torturada...hahahahahha

ele é tão fofo e protetivo com ela, que eu fico me perguntando quantas pessoas naquela época tiveram a sorte de casar com um desconhecido e descobrir de fato um amor nesse nível... lindos demais !

eu acho que tinha esquecido de comentar aqui, mas já li o capitulo ha um bom tempo....minha cabeça tá booooaa !

 

beijos

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 09/01/2014

 

Então quando tudo ia bem esse idiota do McLanggen vem e estraga tudo?

Ai que reiva, Quero entrar na história e tirar eu mesma a vida desse cretino simplesmente por estragar a felicidade do casal.

 

Parabéns a fic ficou incrível. E vai dar saudade quando acabar.

Nota: 1

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Enviado por Tha em 08/01/2014

Ai meu Deus, que nervoso! haha Esperando o maravilhoso do Cavaleiro Vermelho salvar sua castelã <3 

Nota: 5

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Enviado por RiemiSam em 06/01/2014

Caraca essa cobra peçonhenta bem que estava aprontando algo. A Hermione deveria ter tomado a poção! Acho que o Draco provará o quanto ele a ama. Os dois são perfeitos juntos. Um 2014 com muita saude e realizações para vc e sua família.

Nota: 5

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Enviado por Carla Balsinha em 06/01/2014

alô querida!Bom ano para si e para os seus!Um ano de arromba com tudo o que mais quer e deseja!

Valha-me a Santa!E,agora?O que irá se passar com hermione?Espero que nada aconteça ao bebé!não sei porquê,mas ela devia ter bebido poção!

E,o Draco?será que vai a chegar a tempo para a salvar?

Beijinhos grandes.

Carla Cascão

Nota: 5

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