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29. Your mouth is poison


Fic: Memórias sobre a Fênix


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Capítulo 29




Depois de permanecer quase uma semana em casa, me limitando apenas a andar pela propriedade com meus irmãos e treinar vários feitiços, além de escrever uma série de cartas ao Ministério a respeito da minha candidatura para uma vaga como Inominável e também trocar cartas com Linda, eu decidi que deveria dar uma chance ao conselho de Alvo. Por mais que desgostasse da ideia de aceitar que aquele de cujas palavras partiram meu coração poderia ter razão… Ainda assim, eu pedi a tia Sarah que marcasse um encontro na mansão Black.


Minha tia recebeu meu pedido num misto de surpresa e contentamento característicos dela. Ursula Black recebeu nosso convite como o hasteamento da bandeira de paz, eu bem sabia como minha futura sogra me desaprovava, mas… Seu marido, Fineus Black, era o mais recente nomeado diretor de Hogwarts. Acredito que o primeiro Sonserino desde Salazar no cargo. Isso, no entanto, não o tornava menos detestável aos meus olhos. Nem ele, nem sua esposa e nem seus cinco filhos. Duvido que tenha sido amor - como no caso dos Weasleys - que os fizera tentar tantas vezes… apenas o senso de dever.


A mansão Black  habitada pelo casal e os filhos ficava nos arredores de Yorkshire, para onde partimos pela rede de flu. Era uma residência verdadeiramente imponente e muito diferente da situada na cidade. Ursula nos esperava no hall de entrada acompanhada de Sirius. Ele parecia surpreso em me ver, não mais do que eu estava por ter decidido ido até lá. Após a falsa cortesia de sempre, as duas matriarcas partiram na frente e Black e eu seguimos atrás. Uma pequena, mas luxuosa mesa de chá nos aguardava e embora eu não tivesse fome, me esforcei para beliscar um bolinho.


— Caminharia comigo, Amélia? - ele perguntou estendendo a mão para mim.


— Isso é sensato? - interveio tia Sarah antes que eu respondesse.


— Eles vão se casar daqui a alguns meses, Sarah. - comentou Ursula.


— Ah, está bem. Amélia?


— É claro, Sirius. - concordei com falsa cortesia, sem aceitar a mão dele, contudo.


O jardim da mansão Black era composto por outros vários e parecia não acabar nunca. Realmente uma visão encantadora, conseguia me manter longe do fato de que estava andando lado a lado com Sirius Black.


— Parece impressionada. - comentou Sirius quebrando o silêncio.


— E estou. Nunca pensei que sua família fosse boa com coisas vivas. - retruquei brandamente, tentando controlar meu sarcasmo.


— Você vai acabar se acostumando à casa. - ponderou Sirius. - E como foi a sua estadia em Paris? - perguntou sem notar o meu desdém com a situação.


— Foi ótima… com certeza fiz amigos para a vida toda. - respondi com um sorriso desafiador para Black.


— Amigos… entre trouxas. Não sei o que meus pais pretendem com essa aliança… você é uma traidora de sangue legítima. - observou ele ainda sem olhar para mim.


— Continuo tendo o maior dote. - retruquei com um sorriso esperto.


— E é mais esperta do que a maioria. - assentiu Sirius.


— E eu que pensava que você não apreciava a minha esperteza. - desdenhei. - Nem queria que eu trabalhasse. - lembrei.


— E ainda não quero. Contudo, minha mãe me fez engolir esse fato… destruindo a imagem milenar das senhoras Black. - Sirius respondeu.


— Imagine eu! Sentada o dia todo em casa recebendo visitas de pessoas de quem eu não gosto, fazendo visitas inúteis as mesmas, dando ordens vazias aos criados, escolhendo vestidos dos quais não preciso e para quê? Para quando eu cometer um erro você jogar na minha cara que a casa é da sua família. - disse rápido sem respirar.


— Não jogaria tal coisa na sua cara, Amélia…


— Conheço bastante o orgulho dos Black para saber que sim, Sirius. - cortei num tom frio.


— Por mais surpreendente que possa parecer para você, mesmo que eu seja um Black e não aprove o seu gosto por sangues ruins…


— Não use esse nome.


— Ainda assim, eu fui criado como um cavalheiro. - não contive um sorriso desdenhoso e em seguida ele me segurou pelo pulso e me puxou para um canto do jardim. - Entretanto, não posso dizer que gosto de ser feito de idiota. Se abusar da minha paciência, Amélia, eu não me conterei… só o que eu quero é que respeite o nome da minha família. - disse ele calmamente apertando cada vez mais o meu pulso em aviso.


— Um cavalheiro não deveria machucar uma dama, solte meu pulso. - pedi também calma, mas com veneno.


— Você me ouviu, Amélia?


— Perfeitamente. - assenti, soltando meu pulso com um puxão. - E direi isso: posso ter aceitado esse casamento, mas não vou ser sua marionete, Sirius. - o adverti.


Ele apenas sorriu com superioridade… aquele sorriso que passei a odiar com os anos… E então ele me agarrou para tentar me beijar, no que eu rapidamente o afastei com um aceno de mão e voltei para perto de tia Sarah, pedindo para que fossemos embora.  

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 Olá meus amores!! Desde já quero desejar um feliz ano novo e um feliz natal atrasado. Agradecendo a Dani_Ela pela doce review no último capítulo. Fico contente que Amélia esteja se provando uma personagem admirável e que por enquanto esteja odiando Alvo kkkkk, tenho certeza de que ele se redimirá no futuro próximo. Quanto a minha escrita, seu elogio me deixou lisonjeada... bjooos e espero que goste destes também. Por favor, leitores fantasmas, sigam o exemplo da Dani e deixem reviews para que eu saiba se estão gostando... Vejo vocês em 2014!! 

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