FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

22. A entrada do anjo


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Olá, peço desculpas pelos erros de portugues, ainda não corrigi..... obrigada pelas visitas..... Thaiana obrigada pelos comentários...realmente descobrimos como ele ficou dessa forma depois de vermos sua infancia..... bjusssss


Capítulo 22 – A entrada do anjo


 


Aquele jardim onde estava agora era simplesmente lindo. As rosas eram muito bem cuidadas deixando que sua beleza irritasse as flores nos outros jardins. O sol estava a pino e o calor obrigava os moradores a andarem com o mínimo de roupa possível.


Todos olhavam com surpresa para o menino que vestia uma roupa preta e fechada. Snape estava escondido em um arbusto, pelo menos escondido de uma única pessoa. Uma menininha linda de no máximo dez anos como ele. Seus cabelos vermelhos vivo estavam soltos e alguns fios grudaram em sua testa molhada de suor. Ela estava agachada mexendo em alguns bichinhos, vermes e plantas.


Era incrível como até mesmo as mais belas rosas ficam com complexo de inferioridade perto de sua pele rosada e macia. Seus olhos de um verde vivo contrastavam com seu cabelo e a faziam ter uma expressão angelical. Snape a olhava o tempo todo seja ali ou quando ela estava brincando no balanço preso em uma grande árvore.


Eles se conheceram por acaso e logo viraram amigos. Petúnia, a irmã feia de Lillian, não gostava de Snape e das coisas que eles podiam fazer juntos, ela tinha medo e inveja. Mas Snape não ligava para ela, Snape queria saber apenas de Lillian que sempre lhe fazia companhia quando seu pai ia trabalhar, ou assim ele dizia.


Lillian era tão doce com Snape, o ouvia e conversava sobre tudo, até mesmo as coisas mais insignificantes. Lillian era, aos olhos dele, uma flor rara que dificilmente se encontra em um mundo corrompido como esse. Ele a amava, soube disso desde o primeiro momento em que a viu cantar deitada no jardim de sua casa. Snape não ia muito longe de sua própria casa, sua mãe não deixava, por segurança deles. Seu pai poderia chegar a qualquer momento e ele não deveria arriscar tanto assim ser visto na rua.


Lillian sabia como o pai de Snape era, porém não acreditava tanto no que Snape lhe dizia. Se o pai dele batia tanto nele e na mãe então por que eles não se mudavam e por que Snape não tinha marcas quando se viam?


Sua resposta foi dada em uma noite onde escalou a janela do quarto de Snape e entrou escondida. Snape dormia em sua cama, estava quietinho, todo enrolado em sua coberta quando ela sentou ao seu lado e pegou em sua mão, estava gelada como ele. Nunca reparou como Snape era sempre gelado. Ele falou baixinho enquanto dormia, chamou por ela. Hermione viu que em cima da mesinha ao lado dele estava o envelope de Hogwarts, mas estava sem carta.


Ele fora chamado, assim como ela.


Lillian continuava segurando a mão de Snape, mas um barulho de porta batendo a assustou. Ela pulou da cama acordando o menino.


- Lily, o que está fazendo aqui?


- Vim vê-lo, você não foi me ver faz dois dias.


Snape olhou assustado para a porta quando ouviu passos pesados vindo da escada.


- Rápido Lily, esconda-se.


Lillian entrou embaixo da cama um pouco antes da porta ser aberta com força e por ela passar um homem alto que ela jamais viu, mas sabia ser o pai dele.


- O que significa isso? – Perguntou Thobias com o rosto vermelho balançando a carta de Hogwarts com a letra impecável da professora McGonagall – Você não vai para essa escola. Seu monstro.


Hermione não viu o que aconteceu, pois fechou os olhos novamente, era cruel ver aquilo. Embaixo da cama Lillian tapava a boca para segurar o grito preso em sua garganta enquanto via os estralos do cinto na pele pálida. Como antes, Snape não gritou uma única vez, não gemeu e nem chorou, agüentou como deveria ter agüentado muitas outras vezes.


- Seu bastardo, tem sorte de eu não cortar sua cara todinha, mas tenho que fingir que sou um bom pai, como se eu quisesse ser um – Thobias cuspiu em Snape antes de sair batendo a porta novamente.


Hermione virou-se viu o frágil corpinho nu no chão com sangue saindo de seus ferimentos recentes e alguns antigos que se abriram. Lillian saiu de debaixo da cama, a menina tinha os olhos arregalados de medo e seu corpo tremia enquanto caminhava lentamente até ele.


Snape tinha os olhos sem foco, parecia que ele não estava ali, parecia que ele havia morrido mesmo que estivesse respirando. Lillian ajoelhou-se ao lado dele e o virou colocando a cabeça dele em suas pernas. Ela acariciou seus cabelos negros enquanto suas lágrimas caiam molhando o rosto triste dele.


- Vai ficar tudo bem – Disse baixinho – Eu estou aqui Sev, vou cuidar de você.


Lillian pegou uma camiseta velha dele que estava em uma cadeira e molhou em uma bacia com água, que pegou no banheiro, passando em seu corpo, limpando o sangue. Snape tremia, mas seus olhos já não estavam mais fora de foco, agora eles focalizavam apenas ela. Lillian limpou o corpo inteiro de Snape com extremo cuidado. A água na qual molhava o pano já estava vermelha por completo. Ela ameaçou levantar-se, mas ele se prendeu nela com força impedindo que ela se levantasse.


- Não.


Era a única coisa que conseguia dizer.


- Calma Sev, não vou sair daqui, não vou deixá-lo, mas tenho que pegar uma roupa para você, não pode ficar nu em pêlo, está frio aqui.


  Relutante Snape a soltou devagar. Lillian pegou a roupa mais leve que conseguiu arranjar em seu armário e o ajudou a seu vestir sem que houvesse nesse ato ou em qualquer outro, um único pingo de constrangimento. Snape estava ferido, ela precisava cuidar dele. Com dificuldade ela o ajudou a se deitar de bruços na cama e ficou fazendo carinho em seus cabelos até que ele dormiu segurando sua mão com força.


- Oh Sev – Disse baixinho para que ele não acordasse – Minha mãe diz que é besteira, pois sou muito criança, mas eu sei que eu te amo e que você é o homem, ou melhor, menino, da minha vida. Dói tanto vê-lo assim.


A lembrança mudou novamente e Hermione via-se agora em um lugar bem familiar, a estação Kings Cross.


Era tudo exatamente como ela conhecia. Os alunos com suas vestes escolares prontos para embarcar, os monitores ajudando os mais novos e os carregadores levando a bagagem para o compartimento de carga. Os pais ficavam acenando para seus filhos da plataforma e eles da janela do trem.


Snape havia acabado de passar pela parede que tem entre os dois mundos, sua mãe vinha logo atras mancando um pouco. Thobias não havia aparecido em lugar algum, mas Hermione não esperava que ele aparecesse e nem queria. Eillen levou Snape até um vagão e beijou sua testa e sua bochecha que logo ficaram vermelhas.


- Se cuida meu filho. Sentirei saudades e, por favor, não escreva.


- Eu não ia escrever, não quero que ele bata na senhora.


- Oh meu amor – Eillen o abraçou forte, mas Snape não retribuiu.


Logo Snape estava sozinho na plataforma olhando o grande trem vermelho que soltava fumaça. Lillian apareceu e postou-se ao lado dele.


- Grande não é? – Perguntou ela angelicalmente.


- Chega a ser assustador.


- Pensei que seu pai não iria deixá-lo vir.


- Ele não sabe.


A pequena mão de Lillian segurou a de Snape e eles se olharam.


- Que bom que está aqui – Disse Lillian antes de dar um sorriso.


A partir dai as lembranças passaram rápidas, apenas borrões. Parecia que Snape separara as lembranças que ela deveria ver. Naquela confusão de borros Hermione viu rostos familiares. Sirius, Potter, Dumbledore, Lupin, Lillian. Algumas cenas dos marotos implicando com o sonserino e de Lillian discutindo com Potter até que parou em uma cena onde Snape estava no jardim com a grifinória.


Snape estava em pé e Lillian estava olhando o lago de costas para ele;


- E então? – Perguntou Snape e Hermione percebeu que ele deveria estar no terceiro ano. Estava nervoso, pois mexia muito as mãos que seguravam a mochila


- O que posso dizer? – Lillian virou mostrando sua mão com um belo anel brilhando em seu dedo – Ele fica lindo em meu dedo.


Hermione jamais viu um sorriso tão grande brotar no rosto de Snape e muito menos a cena que se seguiu. Snape pegou Lillian pela cintura e a abraçou dando um beijo apaixonado em seus lábios vermelhos.


A menina podia até mesmo sentir as ondas de amor que Snape e Lillian emanavam. Era uma surpresa para ela. Sabia que ele amara Lillian Evans, mas jamais imaginou que eles já haviam namorado.


Mais lembranças


Amor


Carinho


Preocupação


Afeto


Em todas as imagens Hermione vira Snape cuidar de Lillian como se ela fosse a pedra de diamantes mais preciosa que poderia existir na natureza. Sua esmeralda eterna. Seu bem amado.


Mas Harry Potter não teria nascido se James Potter não tivesse feito algo, e ele fez.


Ele conseguiu tirar Lillian Evans de Severus Snape e aquele pobre menino sofreu sozinho sem amigos verdadeiros, sem amor e sem cuidados. Lillian foi embora de sua vida.


Foi com pesar que Hermione mergulhou em mais um frasco de lembrança.


Voldemort.


A figura constante nas imagens. Um monstro que recolheu o solitário Severus prometendo-lhe proteção, poder e reconhecimento. O que poderia fazer uma pessoa como Snape a não ser aceitar? Tudo que um dia sonhara em ter nunca lhe foi dado, e quando teve, foi roubado Jamais sentiu o calor do amor fraternal, nem a proteção que uma família deveria oferecer, seu pai era desprezível ao ponto de não merecer ser lembrado e sua mãe, ah a sua mãe.


Eillen Prince.


Snape já nem se lembrava desde quando começou a sentir aquele ódio crescente daquela mulher que deixara aquela barbaridade acontecer todos os dias. Só sabia que naquele momento aquele nome não significava nada para ele. Há tempos não falava com aquela mulher que um dia chamou de mãe.


Cresceu


Descobriu o que era ser um adulto. Descobriu que estava inteiramente sozinho, muito mais do que sempre esteve, pois todos o abandonaram, o deixaram, desistiram de seu espírito.


E ele tinha algum?


A imagem que via no espelho estava mesmo refletida?


Quem era ele?


Apenas alguém esquecido, jogado na neve do desaparecimento.


Ele sumiu


Não era mais ele, pois não tinha ninguém para vê-lo


Ninguém para senti-lo e querê-lo


Ninguém


Então ele fez.


A marca ardeu em seu braço ao ser gravada. Brilhou negra


E Hermione o viu matar, bater, violentar, ela viu ele se tornar o monstro que hoje assustava os sonhos de Samantha.


Era ele ali? O mesmo Severus que ela viu amar e sorrir ao lado de Lillian Evans?


Ela preferia acreditar que não, pois o sentimento da verdade apertava em seu peito. Mas então ele a encontrou. Linda e ruiva como sempre, com mais ou menos vinte anos agora e com uma aliança dourada no dedo.


Seu sorriso belo sempre brilhando em seu rosto.


- Lily? – Ele disse tirando o capuz de seu manto e olhando para a mulher sentada em um balanço – O que... o que você...


- Eu moro aqui Snape, nesse bairro.


O uso de seu sobrenome fez Snape recuar um pouco. Ele lembrava o que fez a ela, o modo como a chamou, o quanto a magoou e o quanto aquilo lhe causou, a dor, o sofrimento, a solidão.


Era tão cruel para ele olhá-la iluminada pela lua, ela não era mais a sua Lilly, por mais que quisesse e desejasse, ela era de outro e muito provavelmente o odiava, pois era assim que todos o tratavam, com ódio e repulsa.


Snape se aproximou devagar, o barro daquela praça estava molhado pela recente chuva, mas ele não ligou para isso, apenas se aproximou e olhou atentamente para os olhos dela. Na mesma hora ele descobriu que não deveria ter feito isso. Os olhos de Lillian eram intensos demais para continuar olhando, a dor que ela trazia era pior que tudo, as lembranças que ela mostrava em suas iris eram demais torturantes. Ele se afastou novamente e desviou o olhar. Hermione percebeu que ele mexia muito com a mão, um tique de quando estava nervoso.


- Ainda brava comigo?


- Você me magoou e muito no quinto ano. Jamais imaginei que você pudesse fazer isso, me chamar daquele nome.


- Já lhe pedi desculpas, na verdade peço todos os dias na esperança que me escute.


- Mas não é só isso, Snape você se tornou um comensal, está do lado dele. Como pode fazer isso?


- Eu não faço nada.


- Faz sim, eu sei o que os comensais fazem, não tente mentir para mim


- Não vou ficar ouvindo isso de você Lilly, não vou aguentar mais do que já aguentei até hoje. Fiz escolhas diferentes das suas, mas ainda sou o mesmo Sev de antes.


Lillian não falou nada e Snape achou que aquele silêncio era mais que um aviso.


- Desculpe, não devia incomodá-la – Seu tom era triste – Com licença.


- Severus, espera – Disse Lillian levantando-se – Eu estou brava com você sim, e acho que suas escolhas foram erradas, mas também acho que o tempo é capaz de... – Ela deu um sorriso fraco ao se aproximar dele devagar – capaz de apagar certas desavenças do passado e até algumas do presente.


Snape não teve uma reação naquele momento, era hipnotizante olhar para o rosto dela, sorrindo em sua direção.


- Que tal um café? Tem uma lanchonete boa aqui na esquina.


- Café é bom – Disse Snape timidamente sorrindo.


Café


Abraço


Amor


Reconciliação.


Um beijo roubado, adocicado no momento, urgente com o tempo. Uma saudade antiga que era capaz de fazer esquecer marido, filho, Lord, profecia. Uma mansão herdada da família Prince, um quarto recém pintado de rosa, com pétalas jogadas ao chão onde os dois se amaram como jamais alguém conseguiu. Um amor guardado, um amor perdido e reencontrado. Um amor antigo


- Severus – Ela chamou ofegando embaixo do corpo dele.


  Ali embaixo daqueles lençóis, com os corpos suados pelos movimentos constantes, as palavras soltas balbuciando coisas sem nexo e os olhares fixos um no outro era impossível negar o amor que cultivavam desde criança. Amavam-se e aquela era a única verdade.


Durante os poucos meses em que se encontraram ela cuidou dele, o tratou com o carinho que ele jamais sentiu, gemia com seus toques, beijava cada cicatriz de seu corpo e o olhava fazendo-o entender que ele era o que mais ela desejava.


Os movimentos feitos naqueles quartos prolongavam-se pelo máximo de tempo que conseguiam prolongar. Até que seus corpos não podiam mais negar a vontade de se tornar um.


Hermione viu, com o maior carinho que podia sentir por ele, o seu mais feliz dia terminar com uma foto tirada por um elfo doméstico. A mesma foto guardada com tanto carinho.


Depois tudo passou rápido. A profecia foi dita e a criança escolhida. O arrependimento instalou-se em seu peito e com medo ele pediu a proteção de Dumbledore, proteção para ela. Mas tudo falhou e a morte se fez presente.


Hermione não precisava mais ver aquela dor culposa nos olhos negros, mas ainda assim ficou para ver seu arrependimento, sua tristeza e culpa. Ele jurou cuidar de Harry e cuidou, protegeu. Mas depois de um tempo o foco das lembranças mudaram. Agora era ela, era tudo ela. Cada sorriso escondido que ele dava era para ela, por ela


Hermione


Hermione


Hermione


Outro amor cultivado escondido.


Mais dor por ser trocado. Desta vez não por Potter, mas por Laine. O príncipe de todas as mulheres. Ela o viu amá-la em silêncio. Sofrendo em silêncio.


Finalmente as lembranças acabaram. A penseira foi guardada e Hermione ia saindo quando reparou no único detalhe daquele quarto que não havia visto antes.


Uma foto dela no jardim da escola, sentada embaixo de uma árvore lendo um livro


Embaixo uma legenda.


“Hermione Granger, meu novo amor, quem sabe minha salvação”


As palavras eram feitas como que por uma criança. Snape tratava seus amores com uma insegurança que beirava o infantilismo, o medo de que dissesse a coisa errada, ou que, como sempre fizeram, lhe negassem aceitação e afeição.


Ela colocou a foto no lugar e se preparou para sair e encontrá-lo, encontrar o homem que verdadeiramente amava, o homem que lhe entregou sua vida e a deixou saber de seus maiores segredos.


Ele era perfeito em todos os aspectos, mas havia apenas um defeito, um único defeito que ela não podia aceitar


O comensal.


O Severus Snape que ela odiava e temia. Aquele que machucou Samantha, o dono dos olhos doentios que lhe assombravam a mente.


Ela respirou fundo e saiu daquele quarto.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 11/01/2013

Mano, eu não queria estar na pele da Hermione no momento em que fosse ver o Severus depois das lembranças.

Eu adoro dizer isso que você pôs na fic, que ela é a salvação dele. E realmente é <3

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.