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10. 7 Dias


Fic: A Terra dos Esquecidos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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10 – 7 dias

Duda preparava o café de Mione, acrescentou o veneno que ela estava a dando há uma semana. Ninguém desconfiou o motivo de Mione estar tão indisposta e fraca. Era todo o dia assim. De manhã levava o café pra ela e a tarde um suco, ambos a envenenando devagar, acabando com seu metabolismo.

Lentamente preparava o terreno, gostava de vê-la com dor de cabeça ou com muito sono. Mione estava piorando aos poucos sem ninguém perceber. Exceto Ron, ele prestava atenção demais nela e Duda sabia que ele suspeitava dela. Quase não a deixava sozinha com Mione, ele estava virando um problema serio que ela teria que resolver.

Seguiu ao quarto de Mione e a viu mexendo com agulhas, aparentemente ela ia costurar uma calça que havia desfiado. Levou o café até ela que sorriu em agradecimento, bebeu o café inteiro, todinho. Continuou costurando a calça até que furou a dedo.

– Ai, que droga, nunca me dei bem com isso! – reclamou, mas Duda só olhava o sangue que escorria.

– Deixe me ver... – disse Eduarda que analisou e levou o dedo aos lábios sugando o sangue, o sangue estacou e ela retirou o dedo. Poderia ser que Mione achasse estranho, mas ela não soube como Duda havia sido atacada, só que ela ficou em coma.

– Obrigada, ando meio distraída, um pouco fraca.

– Tudo bem Mi... Você dormiu muito... Deve ser isso.

– É... Deve ser...

Levantou-se ainda com o pensamento de como o sangue dela era bom, de como gostou do sabor... Foi a primeira vez que ela experimentou o gosto de sangue e adorou. Sentir a textura, aroma, sabor, a belíssima cor... Ela ficou encantada com isso. Saiu do quarto pra evitar que fizesse algo terrível antes da hora.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Andrômeda estava quase pronta espiritualmente, uma dampira loira Murmurava palavras desconhecidas enquanto cortava o pulso e gotejava o sangue ao redor da morena. Andy ainda estava com as asas nas costas assim como os demais dampiros. Todos praticavam algum tipo de ritual desconhecido aos olhos dos outros. Gina olhava atenta escondida atrás de uma arvore junto com Harry que olhava tudo com curiosidade.

Só que um homem alto e moreno pensou ter visto uma movimentação estranha e contou para um homem loiro com os cabelos amarrados num rabo de cavalo. Eles rodearam o lugar em que o casal estava e eles nem notaram que os dampiros estavam se aproximando. O moreno segurou Gina e o loiro imobilizou Harry.

– Veja só John, intrusos... – disse o loiro.

– Pois é, Scoth, tem gente que gosta de arriscar perder a vida. – disse o moreno sorrindo irônico.

– O que faremos primeiro?

– Podemos separá-los e ver o que cada um faz com seu invasor.

– NÃO TOQUE EM GINA!!!!!! – gritou Harry com medo do que viria para sua amada.

– Calma Harry, eles não farão nada. – disse Gina incerta.

– E como podem ter tanta certeza ruiva. – perguntou John.

– Por que estão comigo! – disse uma voz calma mais que impunha respeito. No mesmo instante Harry e Gina foram soltos.

– Perdão Andrômeda, não sabíamos que eram seus amigos.

– Tudo bem, só estavam fazendo seu trabalho... Continue assim rapazes, não queremos ninguém indesejável aqui.

– Sim senhorita. – disseram os dois e se afastaram.

Harry e Gina mantiveram em silencio por um tempo, estavam se recuperando do susto que tomaram, mas logo se levantaram e agradeceram Andy.

– Não deviam estar aqui... Gina, eu disse que quando precisasse de você a chamaria.

– Eu precisava saber o que faria. – disse Gina tentando se defender.

– Mas não devia, volte só quando chamar, e leve seu noivo.

– Quem são eles? – perguntou a ruiva interessada em saber das pessoas estranhas com asas.

– São a minha gente, o que sobrou da minha raça. – disse sem brilho nos olhos.

– Sua raça? – perguntou Harry.

– Sim...

– O que é você?? Pensei que fosse uma vampira... – disse Gina.

– Eu sou uma espécie diferente.

– Pode ser mais especifica? – Harry irritou-se.

– Se quer mesmo saber eu direi. Sou tudo aquilo de bom e de ruim. Por milhares de anos vivemos nas sombras, perdidos e procurando um caminho a seguir. Protegemos uns aos outros pra manter nossa espécie viva, diferente dos vampiros não retrocedemos, apenas evoluímos. A maior parte da gente de seu mundo nem sabe da nossa existência. Isso ajudou muito pra gente. Somos Dampiros, vampiros que se alimentam de vampiros. Uma espécie muitíssimo rara. A nossa evolução nos permitiu muitos outros poderes que ninguém mais tem. Os vampiros queriam nos tirar da face da terra para se proteger, mas conseguimos nos safar...

– Ainda existem muitos?? – perguntou Harry.

– Não sabemos.

Antes Harry pudesse perguntar mais. Outros Dampiros os levaram pra longe do acanpamento.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Hermione apesar de estar cansada conseguia raciocinar. Ficou calada, mas viu os Dampiros voando em direção ao bosque, sabia da existência deles apesar de pensar que fosse lenda. Ficou preocupada, isso não era bom sinal, só podia dizer que algo de muito grave estava por vir. Vampiros e Dampiros nunca se deram bem, duas raças distintas unidas pela mesma origem. Se ambas as raças estavam num mesmo lugar, no mesmo vilarejo de Black Rose, só queria dizer que deveria se preparar para a batalha que viria certamente.

Saiu da cama no qual começou a detestar, ninguém a deixava sair do quarto ou caminhar pela casa. Saiu do quarto e estranhou não ver ninguém. Era para Ron e Duda estar lá, mas não estavam. Ouviu um barulho de água e concluiu que Ron tomava um banho. Foi até a cozinha e Duda não se encontrava. Mas algo chamou sua atenção. Quando chegou viu um vidrinho estranho na pia, esquecido por alguém. Sentiu-se mal ao se aproximar do vidrinho, era veneno, reconheceu assim que o viu. Mas a frente estava seu café.

“Alguém está me envenenando”, concluiu apavorada. Gina jamais faria isso, era sua amiga a tanto tempo e quando ela ficava doente, Gina se apavorava toda, muito menos Ron, o seu amor de vida e de paixão, ele amava demais Mione pra fazer algo de ruim pra ela. Harry?? Poderia ser seu amigo que salvou sua vida tantas vezes e o mesmo ela fez por ele??? Jamais! Ele jamais faria isso com ela pois ela já era parte de sua vida, Mione era sua irmã de coração.

Duda... Só podia ser Duda, ela havia mudado muito desde que saiu do coma. Meiga demais, e era sempre ela que levava o café pra Mione. Duda estava contra ela agora. O que faria agora?? Em quem mais poderia confiar? Se Duda estava contra ela seus amigos e noivo também poderia conspirar contra ela? Se as vampiras os enfeitiçaram??? Não ficaria lá pra saber a resposta. Salvaria seus amigos e seu Ron do perigo que os rondava.

Vestiu uma calça jeans e uma blusa banca com um colete negro anti feitiço das trevas, que ela mesma projetou. Pegou sua varinha e saiu de casa.

A contagem regressiva para o eclipse começara. Apenas uma semana.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

7 dias para o eclipse...

Rony saiu do banho e estranhou a casa vazia, foi ao quarto ver Mione, mas ela não estava. Fico preocupado, procurou pela casa inteira mas ela não estava. O medo o tomou e ele não soube exatamente o que fazer. Ela não podia sair sozinha, era perigoso enquanto ela estivesse fraca. Estava pondo um pouco de água no copo para beber e se acalmar quando viu o vidrinho e por ser auror reconheceu o veneno. De repente tudo se encaixou perfeitamente.

Pegou um capa e sua varinha e andou para fora da casa. As coisas agora iriam mudar.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Apolium dormia tranqüilo e sem se importar com as coisas que aconteciam, Duda por sua vez estava deitada do seu lado observando-o dormir com um leve sorriso. Tinha muitas coisas na sua mente, coisa suficientes para uma nova vampira pensar. Sentimentos antigos foram apagados de seu coração e só os novos permaneceriam. Tinha uma sede por poder que jamais imaginou um dia ter.

Via sua vida se transformar de um jeito que nunca imaginou que aconteceria. Se levantou cuidadosamente para Apolium não acordar. Foi tomar um café, mas algo estava errado, sentia isso. Ela foi na janela e alguém a pegou por trás tapando sua boca e a cena ao seu redor mudou drasticamente. O que era para ser uma cabana em ruínas se transformou numa gruta.

Vultos eram possíveis ver diante a escuridão, Duda sentiu suas mão sendo amarradas nas suas costas e percebeu que sua voz não saía. Temeu o que poderia vir nessa situação.

– Uma pessoa desprezível e mesquinha. Sabe que tudo que você fez foi muito feio, não sabe? – disse uma voz feminina.

– Quem é você??? – disse Duda temerosa.

– Envenenar uma amiga, se render os Vampiros e esquecer tudo que viveu por sangue. É uma vampira em tão pouco tempo e já causa tantos problemas...

– Como sabe de tudo isso?

– Não importa, eu simplesmente sei. Johnson, agora! – disse a voz e logo em seguida sentiu uma dor intensa no ombro e seu sangue ser sugado de uma forma violenta e o que escapava manchar suas vestes.

– O que são vocês...? – murmurou com os olhos cheios de lagrimas quando o cara parou de sugar seu sangue.

– Agora você dormirá. O meu grande amigo quando sugou seu sangue injetou um veneno fortíssimo, não morrerá, mas viverá num modo vegetativo enquanto quisermos.

– Mas...

– Agora durma...

Duda sentiu sua vista ficar turva, seus músculos adormecerem e desmaiou.

– O que faremos agora Andrômeda? – Perguntou Johnson.

– É Hora de atacarmos!

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