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3. Torta De Abóbora


Fic: Eu sei que vou te amar H&Hr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Três – Torta de Abóbora


 


 


Final de Setembro – 2017


Residencia dos Weasley


Presente


 


Apesar de tentar, obviamente, desfarçar, a expressão no rosto de Ron demonstrava o quanto ele estava possesso.


– Acho que não entendi direito o que você falou – ele disse, muito pausadamente, como se medisse as palavras.


– Creio que você me ouviu muito bem – Hermione respondeu, sem se abalar, mas demonstrando claros sinais de impaciência na voz.


Ron limpou a garganta, produzindo um barulho alto.


– Mas, Hermione... - Ele fez uma careta. – Toda a minha família está na Grifinória! Eu estou na Grifinória! Você está na Grifinória! Até Neville Longbottom está na Grifinória, por Mérlin amado!


A mulher suspirou fundo, fechando os olhos e buscando uma paz que lhe faltava naquele momento, pois senão, quem iria ficar possessa era ela. E as coisas nunca davam certo quando discutia com o marido.


– Ronald, qual é o seu problema? Por favor, me diga!


– Nenhum! – Ele pareceu impertigado e acuado. – Eu só quero entender como minha filha, minha querida filha, meu bebê de cabelos vermelhos como o fogo escapou da Grifinória, casa de toda a sua família, e foi parar na Lufa-Lufa!


– Será que eu sou só eu que estou ficando louca nessa casa? – Perguntou a mulher, com ironia.


– Só pode ser aquela porcaria daquele Chapéu Seletor – falava Ron, sem nem notar que Hermione tinha falado. – É isso. Ele está caduco, desde da nossa época, cantando músicas que ninguém entendia o significado...


Você não entendia o signicado... – corrigiu Hermione, bem baixinho.


Mas Ron não ouviu.


– Irei mandar uma carta imediatamente para McGonagall, explicarei que houve um erro, e que todos sabem que os Weasley pertencem à Grifinória...


– Ok, já chega! – Bradou Hermione, sentindo o calor da raiva subir pelo seu pescoço. Era nesses dias que se sentia como uma adolescente, brigando por bobagens que pareciam não ter fim, casada com um homem que nunca amadureceria. – Você não acha que está exagerando um pouco?


– Exagerando? – Perguntou Ron, exasperado. – Rose foi selecionada pra Lufa-Lufa, Hermione! Lufa-lufa! – ele gemeu. – Mas conhecida como a “casa dos perdedores!”


Hermione cerrou os olhos perigosamente.


– Me admira você, Ronald, um homem tão inteligente falando uma asneira dessa! Por acaso se esqueceu de Cedrico?


O rosto de Ron murchou.


– Claro que não... Mas você não gostaria que nossa filha estivesse na Grifinória, onde eu, você e Harry fizemos história?


Só de ouvir o nome do outro homem, os músculos de Hermione se contraíram. Tentou achar uma resposta rápida para o marido, mas tudo que conseguia pensar era nos olhos de Harry, e nos seus ombros nus, tão largos e brancos como leite, pintados de sardas... Ela balançou a cabeça, afastando aqueles pensamentos obsenos.


–Rose me pareceu animada. Não estrague isso.


Ron bufou, esbravejando palavras incompreensíveis. Hermione o olhou, tomando ar para falar:


– Pra dizer a verdade, estou até feliz com a notícia. Rose não é tão valente como você, não gosta de estudar tanto quanto eu, e não é tão ousada como Harry... Claramente, a Lufa-Lufa contém os alunos cuja as qualidades estão ligados aos dons do coração, é uma casa que está ligada com a meiguice, com a aceitação dos diferentes como iguais. Então, eu estou satisfeita. Sei que minha filha tem todas essas qualidades aumentadíssimas, e sei também, que ela conviverá com pessoas que também as têm. Rose é especial, Ron... Ela é um misto entre nós.


– Não... – Ron balançou a cabeça negativamente. – Ela não tem nada de mim. É rápida na leitura como você e no quadribol como Harry. É astuta como Gina, e até gosta de coisa de trouxa, assim como papai – ele riu. – Se não fossem pelos cabelos, eu nem diria que ela é minha!


Hermione, parcialmente travada, se aproximou dele, afagando seu peito.


– Esqueça, ok? – Beijou-o nos lábios, porque isso sempre a fazia ganhar qualquer discusão. – O Chapéu Seletor sabe o que faz, e Rose está feliz, caso contrário, teria escolhido em que casa ficar.


– Talvez...


– Durma um pouco, sim? – Fez um carinho em seus cabelos. – Você parece cansado.


– Não... Vamos ao nosso jantar. Não esqueci – ele a apertou em seus braços. – Vou tomar banho. Me acompanha?


– Jajá, querido.


Começo de Agosto – 1995


Rua dos Alfeneiros, nº 15


 


Os sonhos com a morte de Cedrico quase já não horrorizavam mais Harry. Todas as noites era a mesma coisa; depois de um quarto ano difícil, onde ele vira seu pior pesadelo retornar a vida, os sonhos ruins viraram um padrão nas suas noites de pouco sono.


Ainda no começo do mês de agosto, Harry se sentia frustrado e esquecido. Pensava em Rony e Hermione constantemente, e não conseguia esperar pela hora de finalmente reunir-se a eles.


Mas o silêncio dos amigos o incomodava. Mandara Edwiges bicar os dedos dos dois, até que obtivesse uma resposta.


Hermione rabiscara "Espero vê-lo em breve" dentro do cartão de aniversário mas quão em breve isso era? Até onde Harry podia dizer das vagas pistas das cartas deles, Hermione e Rony estava no mesmo lugar, provavelmente na casa dos pais de Rony. Ele mal conseguia agüentar a idéia deles se divertindo n'A Toca.


E com o que Rony e Hermione estavam ocupados?


Por que Rony e Hermione tinham se encontrado sem convidá-lo também?


Essas perguntas circulavam por sua mente, tirando sua paz e suas noites de sono.


 


 


Fim de Agosto – 1995


Grimmauld Place, 12


 


Logo que chegou à casa do padrinho, Harry logo foi atrás de encontrar-se com os amigos.


Ele foi entrando no quarto e viu duas camas. Então houve um barulho e sua visão ficou completamente obscurecida por uma enorme quantidade de cabelos volumosos. Hermione tinha se jogado em cima dele num abraço que quase o derrubou no chão, enquanto a minúscula coruja de Rony voava ao redor de suas cabeças.


Os três conversaram um pouco. Harry estava irritado com Ron mostrando o dedo indicador da mão direita, que estava com um corte profundo feito por Edwirges. Ele viu que as mãos de Hermione também tinha marcas das bicadas de Edwiges e percebeu que não sentia tanto remorso assim.


A verdade é que o silêncio dela, principalmente depois de tudo que tinha acontecido entre os dois, doía muito mais do que o silêncio de Ron.


Ele se sentia magoado. Traído.


Enquanto ouvia as desculpas de Hermione, que dizia que Dumbledore os proibira de mandar informações por escrito, caso as corujas fossem interceptadas, Harry notou que ela olhou nervosamente para Ron, como se pedisse reforço.


Ao ver aquilo, Harry ficou completamente desestruturado emocionalmente. Antes que pudesse perceber, estava gritando com os amigos, cuspindo furiosamente toda a sua frustração por ter ficado sozinho, por ter sido isolado, por Ron e Hermione estarem juntos enquanto ele mofava com seus tios.


– Mas Dumbledore nos fez prometer... – gaguejava Ron.


– Sabe o que eu acho?


Harry olhou para Hermione, que estava aos prantos. Lembrou-se de como Ron demonstrou um interesse diferente por ela no Baile de Inverno, e, por algum motivo, as lágrimas dela o deixaram mais possesso.


EU ACHO QUE VOCÊS ESTAVAM REALMENTE SE DIVERTINDO, NÃO ESTAVAM, AQUI, BEM JUNTINHOS!


Harry, nós estamos do seu lado, ok? – Ron disse, temeroso.


– Quero ficar sozinho... – Disse Harry, virando as costas. Não queria olhar pros dois. – Me deixem sozinho. Por favor.


Ele ouviu um suspiro, e depois de um tempo, ouviu o clique da porta se fechando.


– Por que você não saiu também, Hermione? – Ele perguntou, mesmo sem olhar, sabia que ela continuava ali.


– Precisamos conversar... – A menina falou, com a voz estremecida.


– Não preciso das suas desculpas.


– Não pedirei mais, então – ela deu um passo, e fez menção de tocar no ombro dele, mas deteve-se. – Senti saudade – acrescentou, muito baixo.


– É? – Perguntou Harry, com escárnio na voz. – Não pareceu. Quer saber, Hermione, nem pareceu que você sequer se importa comigo! – A frustração já voltara a rugir no peito de Harry, que se virou rapidamente pra amiga. – Porque senão teria tido o cuidado de me dar notícias suas!


– Eu sei... – sussurrou a menina. – Desculpe-me.


Hermione ousou chegar perto de Harry; sua face estava contorcida de raiva. Ficou na ponta dos pés para que pudesse segurar seu rosto entre as mãos.


– Harry, você não ouviu o que eu disse? – Ela perguntou, com carinho, encarando os olhos verdes. – Senti saudade.


Ele desviou os olhos.


– Olhe pra mim... Senti saudade – repetiu Hermione.


Ela o beijou de leve. Harry sentiu os lábios macios da garota nos seus, e se coração disparou. Inconcientemente, ergueu suas mãos até os quadris dela, embora não tivesse correspondido ao beijo.


– Você não sentiu? – Ela perguntou, um pouco magoada.


– Sim – respondeu Harry, e sua voz soou estranha, distante. – Mais do que o normal. Esse é o problema


– Estamos juntos agora.


Harry soltou-se do abraço de Hermione, a infelicidade tomando conta do seu peito.


– Acho que não – e dizendo isso, saiu, fechando a porta e deixando-a sozinha.


 


 


Final de Setembro – 2017


Restaurante Downtown


Presente


 


– Dizem que a torta de abóbora daqui é um pedaço dos céus – dizia Ron, enquanto abria a porta do carro para que a esposa pudesse sair.


– Já estou gostando, então – respondia Hermione, com um sorriso enorme. – Adoro torta de abóbora.


– É sua preferida! Eu sei!


Ela ficou surpresa que ele soubesse. Esperaria esse tipo de atenção de Harry, porém nem tanto de Ron. Mas, apesar de ter relutado por esse encontro, ele já se mostrava surpreendentemente agradável; Ron até alugara um carro importado para agradá-la.


Caminharam de braços dados até o recepcionista, onde Ron calmamente pediu a mesa reservada no nome dos Weasley. Entrando no restaurante em si, Hermione ficou maravilhada com a decoração e luzes laranjas, dando ao local um toque mágico. As pessoaas ali pareciam amigáveis, e as mesas eram pequenas justamente com esse objetivo: deixar tudo um pouco mais perto e caloroso.


Mas, a medida que se encaminhavam até sua mesa, Hermione avisou fator o inacreditável que podia estragar sua noite romantica.


Encostado justamente na mesa que Ron reservara, de pernas e braços cruzados, estava um Harry sorridente.


Ao contrário de Hermione, Ron parecia muito feliz de ver o amigo.


– Ah, olha só! – disse, sorrindo. – Ele está aqui! Disse que não tinha certeza se vinha... Foi Harry que me deu a dica desse lugar, Hermione.


Hermione deu um sorriso amarelo, amaldiçoando Harry em pensamento. Maldito, maldito, maldito, atrapalhava todos os aspectos romanticos da sua vida. Desgraçado, tão miseravelmente lindo nequele terno, que quase arrancava o ar dos pulmões de Hermione; seus beijos ainda estavam marcados na pele da mulher, como uma droga.


Harry apertou a mão de Ron calorosamente, e abraçou a mulher. Hermione se segurou para não suspirar nos braços do homem, constando que seu marido estava ali ao seu lado.


– Onde está minha irmã? – perguntou Ron, olhando ao redor. – Não a vejo por aqui.


– Não sei... - Respondeu Harry, fingindo consultar o relógio. – Atrasada, como sempre...


– Provavelmente está no treino de Quadribol – comentou Hermione.


– Sim, mas não vamos deixar que isso acabe com nossa noite – disse Ron, alegre. – Sente-se conosco, Harry. Vamos reviver os velhos tempos. Só nós três.


Harry lançou um olhar furtivo à Hermione, enquanto puxava a cadeira para ela se sentar. Não ligava se ela estava irritada com ele, ou qualquer coisa assim. Mal sabia Ron, mas reviver os velhos tempos para os dois amigos, era reviver os encontros escondidos, as brigas por ciúme, os beijos roubados, os vitórias do quadribol dedicadas à Hermione, às noites acordados, apenas conversando...


Assim que sentados, Ron logo fez questão de pedir uma torta de abóbora tamanho família. Harry não desgrudava os olhos de Hermione; ela estava absolutamente linda.


– Eu lembro de Rita Skeeter – ia dizendo Ron, rindo. – Aquela velha desgraçada... Imagine só, a raíz de todo meu antigo ciúme de vocês dois! Ela publicou tanto que vocês tinham um caso, colocou tantas fotos suspeitas dos dois que eu comecei a acreditar nisso! Hoje em dia vejo como fui patético em achar que os dois estavam me escondendo algo!


– Rita Skeeter estava mais preocupada com verder jornais do que contar a verdade, Ron – falou Harry, sentindo-se imediatamente enjoado.


– E aquele Profeta Diário é uma porcaria – acrescentou Hermione. – Você fez um favor à comunidade bruxa abrindo outro jornal, querido.


Harry notou que os olhos de Ron brilharam ao elogio de sua esposa.


– Se me dão licença – pediu Harry, levantando-se da cadeira. – Eu vou atrás de Gina, estou começando a ficar preocupado.


Sem aguentar mais, ele despediu-se rapidamente, e aparatou em casa.


– Gina sempre faz isso – reclamou Ron, desgostoso.


– Eles vão se entender – respondeu Hermione, procurando com os olhos uma saída. – Eles sempre se entendem.


– Sim... São dois apaixonados, aqueles dois.


– É... Querido, se incomoda se formos para casa?


– Mas já? A torta de abóbora nem chegou ainda!


– Não me sinto muito bem.


Assim que chegou em casa, Hermione trancou-se no banheiro e chorou. Chorou porque se sentia sozinha. Porque casou-se com um homem que nunca poderia entendê-la... Não entendia seu zelo com as criaturas desfavorecidas, ou sua paixão por conhecimento, ou sua lealdade inabalável a Harry. Chorou por viver uma mentira.


Sentia que tinha negligenciado a sua própria vida, casando-se com Ron. Não se sentia realmente parte da família Weasley.


Harry era o seu melhor amigo, e era com ele que ela queria estar. Era ele que a desafiava emocionalmente, intelectualmente e até sexualmente. Ele ganhara o seu coração, junto com a sua mente. Por isso o amava.


Amava tanto que chegava a sufocar-lhe a alma.


Do outro lado da cidade, Harry estava sentado em frente à janela, com todas as luzes do quarto apagadas, exceto uma única vela que fazia sombras nas paredes. Uma lágrima ou duas escapara dos seus olhos embargados.


Não podia mais enganar ninguém... Nem ao seu melhor amigo, nem a sua esposa, nem a Hermione e nem a si mesmo.


             *


 


N/A:


Atenção: partes em itálico são exatamente como constam nos livros!


Desculpem PELA DEMORA ETERNA, mas eu estava mesmo sem criatividade! Gente, sei que é pedir demais, mas comentários são muito bem-vindos! Eu escrevo por eles, e sem eles, não tem tesão pra escrever fic não, ok? Então, se ainda tiver alguém ai lendo, COMENTEE \o/ ajuda muito a autora que vos fala.


Beijos e até mais :)



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Comentários: 8

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 02/10/2013

Ameeeeeeeeeeei!

Nota: 5

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Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 06/05/2013

Já tinha lido esse capítulo, són não tinha tido o tempo necessário para comentar... Que obra de arte, Jéssica!! Isso precisa muito ser publicado!! =]
Fiquei um pouco preocupado com o fato da "Gina sempre se atrasar"... acho que aí tem algo... não sei, as vezes é só um mero detalhe... veremos, certo??
Nota mil, Jéssica!
PS: A parte da volta da Hermione em que ela diz ter sentido saudade do Harry ficou muito foda!! Curti demais!! Hehehee, beijo! 

Nota: 5

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Enviado por Elisa Carvalho 3 em 21/03/2013

Quando vi que você tinha postado, nem acreditei. Fiquei chocada.

Essa fic é muito especial pra mim, a história dela é realmente plausível e poderia acontecer perfeitamente em meus sonhos...

Está incrível, fantástica, fabulosa.

Eu amo a fic, e por favor, mesmo que não poste o capítulo, mande-nos alguma notinha ou algo do tipo... É bom saber que vc não pretende desistir. Bjos! 

Nota: 5

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Enviado por Lay Potter em 15/03/2013

Vou tentar relaxar um pouco nos próximos capitulos, kkk, promessa!

Nota: 5

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Enviado por Lay Potter em 15/03/2013

A primeira coisa que vem a mente é, como é que esses dois deixaram isso chegar tão longe?
Eu particularmente acho q a Hermione seria incapaz de fazer algo assim, enganar todo mundo que ama, levar uma vida dupla, criar uma família, além de ser completamente deprimente e uma forma muito infeliz de se viver, ela é uma pessoa extremamente fiel, justa e correta não faz sentido pra mim ela concordar em viver assim, sabe são coisas bastante sérias. Bom ninguém consegue viver uma mentira pra sempre, uma hora isso tudo vai explodir, até lá, vou confiar que vc é uma excelente escritora e por isso vai desenvolver essa história de forma inteligente...
Sinta-se a vontade pra achar que eu sou uma idiota falando um monte de asneiras, kkkk.
Você me fez ficar pensando um monte, kkkkkk, a fic continua ótima, parabéns!

Nota: 5

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Enviado por Carolzinha Gregol em 02/03/2013

Acabei de reparar que ainda não tinha comentado na sua fanfic, mas essa fanfic me cativou e esta me cativando todos os dias, acompanho desde do começo, e conto os dias e segundos para atualização, pode continuar senhorita hahahaha eu sei o tanto que é chato ficar sem criatividade, e como sei, mas pode continuar que vou ficar contente, e tenho medo do final da Hermione de verdade, e espero que dê tudo certo para ela. hahaha só isso mesmo, e qualquer coisa estamos ai, continua *-*

Nota: 5

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Enviado por Nina Granger Potter em 02/03/2013

Estou viciada nessa fic. Mas, vem cá, quando a Mione e o Harry vão parar de se enganar, hein? Eles têm de ficar juntos logo, apesar de saber que isso gerará uma imensa confusão...

Não demore a postar. A fic é realmenete maravilhosa.

beijos 

Nota: 5

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Enviado por Gabriela G. Potter em 02/03/2013

Estou adorando. Tomara que a Mione largue logo o Rony e fique com o Harry!!

Nota: 5

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