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10. Festa na Toca.


Fic: H-G Pós Hogwarts. --Harry Potter e os Segredos de Órion.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Dez.
Festa na Toca

A Sra. Weasley adentrou no quarto do filho após bater na porta por duas vezes e não obter resposta.
- Ronald! Vai passar o dia todo deitado nessa cama?
- Me deixe dormir! – Resmungou ele.
- Então não saia de casa! Estou aguardando uma coruja de Gina e Harry com o endereço de onde estão hospedados, mas preciso ir até a casa de Fleur, pois ela quer que eu a ajude a redecorar o escritório... Depois devo ir ver como está tia Muriel.
- Que seja! De qualquer forma hoje estou de folga e não pretendo sair.
- Não vai almoçar com a Hermione?
- Não, não vou. – Respondeu ele de maneira mais ríspida do que pretendia.
- Certo. Vou indo. Não me espere para o almoço.
E sem esperar pela resposta a senhora Weasley partiu para o Jardim para que pudesse desaparatar. Dentro de alguns minutos Hermione chegaria pra colocar em prática o plano de perdão a Ronald Weasley enquanto a sogra visitaria sua nora.
Rony ficou deitado encarando o teto de seu quarto numa tentativa inválida de reorganizar seus pensamentos. Era óbvio que gostaria de ir encontrar com Hermione, porém não aceitava essa amizade ridícula dela com Krum. “Ele quer ser muito mais que um amiguinho dela! E ela não enxerga!”. Depois de reflexões, resmungos e conclusões ele pegou no sono novamente, acordando um tempo depois sentindo um cheiro delicioso vindo da cozinha. “Que bom que mamãe voltou pro almoço!” - Pensou ele. E ainda sonolento desceu as escadas com o seu estômago dando sinais de alerta. Porém ao encarar a cozinha qual não foi sua surpresa ao notar que ao invés da senhora ruiva e gordinha uma jovem e bela morena estava sentada a mesa com seus cabelos revoltos como se já o esperasse há bastante tempo. Na mesa taças e velas enfeitiçadas com fogos coloridos dando um charme muito bonito na decoração.
- Pensei que não desceria nunca. – Começou ela meio tímida.
- Você não deveria estar no St. Mungus a essa hora? –Perguntou ele se aproximando e sentado de frente a ela.
- Na verdade sim, mas eu tinha coisas tão importantes quanto minha profissão pra resolver neste momento...
Pronto. Com apenas uma frase ela atingiu o ego e o coração mole característico dos Weasley’s. Ele disfarçou o orgulho que sentia em saber que era tão importante quanto uma aula, o que se tratando de Hermione era muito mais que um elogio.
- E que tipo de coisas? Me alimentar? – Perguntou ele levantando-se da mesa e dando a volta até chegar a onde ela estava já de pé.
- Não... Vim pedir que você colocasse o anel no lugar que eu sempre quis que ele estivesse.
Não foram necessárias mais palavras. O ruivo imediatamente enlaçou-a pela cintura dando-lhe um beijo carinhoso e ela não conteve as lágrimas.
- Me desculpa Mione. Eu sou um tremendo idiota.
- Não, Ron. A culpa foi minha... Eu devia ter te contado que Vítor ainda me escrevia de vez em quando e...
- Não quero falar sobre Krum hoje! – Cortou ele beijando-a em seguida. –Me deixa ver se a minha futura esposa sabe mesmo cozinhar... – Ironizou ele.
- Você é muito bobo Ronald! Que tipo de esposa espera que eu seja? Um elfo doméstico?
- Não, claro que não! Você é bem mais bonita! – Disse ele fazendo com que ambos rissem.
A tarde passou e somente ao anoitecer Molly retornou da casa das Conchas. Assim que chegou à sala viu Rony atacando a nora. Guerra de cócegas.
- Chega Ron! Chega!!! – Ria a morena.
- Oi filho... Oi Hermione querida!
- Oi mãe.
- Olá!– Respondeu a garota envergonhada. – Pára com isso Ronald! Pede pro seu filho parar de me atacar Sra. Weasley?
- Querida pode me ajudar a guardar essas coisas aqui na cozinha?!
- Claro. Ron vai logo se trocar pra me deixar em casa.
- O.k. Mas antes... Mamãe, hoje é um dia muito importante... Na verdade deveria ter sido antes, mas foi hoje. Eu pedi pra Mione casar comigo.
A mulher caminhou até o filho abraçando-o forte e puxando a nora junto.
- Ohh meu filhotinho! Meu filhinho querido! – Disse ela chorosa. – Me orgulho muito de você, filho. Fez uma ótima escolha! Mione será uma ótima esposa, não tenho dúvidas. E você também será ótimo a ela.
Hermione tinha os olhos cheios de lágrimas e um sorriso bobo em sua face. Jamais se esqueceria das palavras maternais e carinhosas que sua sogra lhes dirigia. “Sim seremos ótimos um ao outro.” – Pensava ela.
- Mas devemos fazer algo, Hermione. Seus pais devem vir até aqui e fazermos uma comemoração! Não se noiva todo dia, filha! Deixe que eu cuide dos preparativos!
- Erh... Tudo bem então. – Disse a moça levemente envergonhada. – Mas poucas pessoas ok? Só nossas famílias, e os amigos mais íntimos...
- Sim senhora! – Respondeu uma sorridente Molly abraçando ainda mais os noivos. Porém, o abraço se desfez ao observar pela janela um homem – aparentemente trouxa – se aproximar dos jardins da Toca.
- Merlin... o que...?? – Porém a frase da senhora ficou incompleta porque Hermione lhe cortou sorridente.
- O carteiro! Deve ser a carta de Gina!
Ela imediatamente se dirigiu ao portão e recebeu as cartas das mãos do homem que não se esqueceu de comentar que nunca havia entregado cartas àquela casa antes e achava isso realmente estranho. Hermione limitou-se a sorrir e inventar uma desculpa qualquer e retornar rápida a casa, entregando as cartas à sogra. Juntaram-se para ouvir as novidades. A primeira carta era curta e era possível notar a bela caligrafia de Gina pouco firme naquele papel.

“Família,
Estamos bem por aqui. O lugar é agradável apesar do calor excessivo. Sem dúvida esse país deve ser repleto de dragões! Por enquanto nada está muito esclarecido, mas creio que logo teremos revelações. Não escreverei muito porque definitivamente não gosto de canetas e muito menos dos borrões que elas fazem deslizando intensamente sobre o papel. Escreverei novamente amanhã ou depois porque agora temos que sair. E ainda tenho que descobrir como enviar cartas pelo correio trouxa!
Com carinho.
Gina.”


Na segunda carta a letra de Gina estava nitidamente mais caprichada e desenhada, e esta também era um pouco maior que a anterior, o que de fato alegrou a matriarca Weasley, que reiniciou a leitura:

“Bom dia mamãe,
Hoje faz um dia muito bonito por aqui. Harry está no banho e escrevo logo, pois enviaremos as cartas daqui a pouco. A copeira nos instruiu que usássemos um serviço chamado Sedex no caso da carta ser urgente. Ela nos garantiu que dessa forma a senhora as receberia ainda hoje. Como os trouxas são capazes de fazer isso sem magia? Não me pergunte! Harry tem sido insuportavelmente dócil comigo e tem desempenhado muito bem o seu papel mamãe. Ele acaba de ler isso e me lançou uma carranca. Sim ele saiu do banho e agora está aqui fuçando o que escrevo.


De repente a caligrafia modificou para uma menos desenhada, mas firme.

Olá senhora Weasley,
Na verdade apenas me preocupo se caso chegar aí e sua filha estiver magra. Provavelmente se ela não for devidamente alimentada a senhora queira se vingar de mim e eu não agüentaria apenas sentir o cheiro de sua comida. Estou me justificando. Com carinho, Harry.


Novamente a caligrafia fina.

Continuando, mamãe...
Está tudo bem aqui. Como eu disse na carta anterior as descobertas se darão gradativamente. O endereço neste envelope é o do Hotel para o qual a senhora deve me escrever. Não se esqueça dos nossos nomes por aqui! Peça pra Hermione lhe auxiliar.
Gui poderia nos enviar mais poção de idioma?Isso porque ontem o Harry fez o favor de esbarrar na mala e perdemos alguns vidrinhos.
Papai, Harry pede que avise ao ministério que um homem será enviado pra interrogatório ainda essa semana. Provavelmente receberão uma coruja na sessão de aurores, mas ele gostaria que o senhor reforçasse o aviso. Não é necessário que se preocupem, pois não aconteceu nada de grave.
Então é isso. Já estamos de saída.
Com amor.
G.W.P e H.P.


Molly, Rony e Hermione não conseguiram evitar às gargalhadas.
- Ah minha filhinha! Parece que não a vejo há séculos! Ah o Harry é tão bom moço... Espero que eles se entendam...
- Parece que estão se entendendo não? – Começou Rony.
- Sem dúvida! Gina até aceitou o nome do disfarce, porém usando Potter ao invés de Spencer. Não vêem o P de Potter no Final?! – Sorriu Hermione.
- É verdade... Mas espere. Essa letra P é de Harry, não dela! – Constatou Rony.
- Deveríamos escrever a eles logo, não Sra. Weasley?! Talvez devemos esperar eles retornarem para marcar o jantar de noivado. O que acha?
- Mas a gente não sabe quanto tempo isso vai demorar Mione! – Resmungou Rony.
- Hermione tem razão, Rony. – Interveio a Sra. Weasley. – Não seria justo comemorarmos sem sua irmã e sem Harry que é como um irmão pra você também. Temos que fazer a lista de convidados e... Ah claro! Hermione deve começar a pensar nos padrinhos e damas...
- Sem dúvida um dos padrinhos será Harry. – Disse Hermione fazendo Rony concordar com a cabeça. – E Gina será minha dama de honra. Por isso os quero aqui no jantar.
- Não podemos esquecer a lista de presentes!!! – Gritou Molly eufórica em direção à cozinha. – Ah meus bebês estão crescendo!
O papo a cerca do jantar de noivado prosseguiu alegremente na Toca...

-*-*-*-*-*-*

As mãos dadas e o sorriso estampado no rosto dos dois deixavam quem os olhava certos de que aquele era um casal feliz. Chegaram atrasados ao Quartel, onde uma Lívia os encarava sorridente, e uma Cho Chang repleta de papéis nas mãos não tinha um ar de bons amigos aquela manhã.
- Olá! Estão atrasados mocinhos... – Comentou Lívia.
- Desculpe... Dormimos demais depois do que aconteceu ontem... – Respondeu Gina. Mas se arrependeu instantaneamente, pois a frase tornara-se ambígua e pode sentir que seu rosto corava. E tentando disfarçar continuou. – O homem já foi interrogado? Mandaram mesmo à Londres?
Antes que Lívia pudesse responder à pergunta de Gina, Cho lançou-lhe seu olhar mais sarcástico e perguntou:
- Essas mãos entrelaçadas e o sorriso estampado no rosto também são parte do disfarce Weasley? Encenam perfeitamente bem, eu diria.
Gina sentiu a face queimar e o ódio crescer em seu peito. Mas surpreendentemente não foi a sua própria voz quem respondeu a oriental e sim a de Harry.
- E que mal há nisso Cho? Se somos ou não bons atores?! – Disse ele com um sorriso e abraçando Gina por trás.
A oriental quase engasgou com a atitude do rapaz e imediatamente pôs-se a falar e mostrar as papeladas em seus braços.
- Bom, conseguimos alguma coisa com aquele homem que tentou envenenar Harry... Descobrimos que é um velho amigo de Bellatrix e que costumavam se encontrar na Travessa do Tranco, em Londres. O tolo se deixou acreditar que ganharia méritos aliando-se a ela e nos informou que Lestrange pretende algo grande.
- Como fizeram para que ele dissesse tudo isso? – Boquiabriu-se Harry. Lívia o respondeu.
- Veritaserum, claro. É bastante usado aqui no Brasil, e não somente em casos extremos. Agora estão preparados para a melhor parte?!
- Oh Merlin... Tenho medos de notícias muito boas... – Disse Gina levantando-se da cadeira na qual acabara de sentar. Cho resmungou algo como “que idiotice, Weasley!”, mas Gina não lhe deu atenção. Lívia lhe sorriu ao responder:
- Descobrimos alguma coisa na carta... Na verdade é apenas uma possibilidade, mas já é um caminho...
- Diga de uma vez! – Pediu Harry aflito.
- Descobrimos o que é Órion que Lestrange se refere na carta. Ela fala da constelação. Vocês possivelmente já conhecem a constelação. É aquele com o conjunto de três estrelas popularmente chamadas pelos brasileiros de “Três Marias”... Essas três são nada mais que o centro da constelação.
- E por que Lestrange quer achar estrelas??? Elas estão em qualquer lugar no céu.– Inquiriu Gina. Lívia prosseguiu.
– Essas três estrelas representam o cinturão do gigante. Sabendo encontrá-las, encontra-se a constelação completa facilmente. Diz à lenda que um determinado ritual feito sob as luz destas estrelas é capaz de invocar aos maiores Deuses, ou aos Deuses Gigantes. Estes concederiam qualquer desejo a quem os invocou.
- Inclusive ressuscitar os mortos? –Perguntou Harry.
- Principalmente. – Respondeu Cho. E prosseguiu. – Não precisamos falar que é um ritual de magia negra não é?! Em troca do pedido os gigantes pedem sacrifícios... Incluindo mortes e sangue...
- Mas ainda temos uma vantagem sobre ela Harry... – Disse Lívia a ele. – O ritual exige que seja feito no mês de dezembro, se deve procurar por Órion após o anoitecer no Leste. O sol estará se pondo e do outro lado e aí veremos Órion nascer. Neste momento deve se dar o ritual.
– Porque vir até o Brasil? – Questionou novamente Gina.
- Ela escolheu sair de Londres porque o ritual deve ser feito sem interrupções. Aqui no Brasil não se faz tão conhecida, menos provável que a atrapalhassem... – Foi a vez de Cho responder.
- Além disso, há muitos anos... Soube-se que já se concluíram este ritual uma vez. E foi aqui no Brasil. Então provavelmente ela não quer arriscar tentar em outro lugar. – Concluiu Lívia.
- Certo. Então agora sabemos que ela ficará aqui até dezembro... – Refletiu Harry.
Neste momento Gustavo chega à sala de reuniões com uma expressão nada agradável...
- Gente... Tenho más notícias... – Disse ele olhando pra Gina.
- Fala Gustavo! O que aconteceu?? – Perguntou Harry notando o olhar aflito do auror.
- Bellatrix foi vista em Londres hoje pela manhã.



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Mari Black:

Eiiiii Autoraaaa liindaaa!!
Bão??
Eiii Celooo tbmm!!
Recadim pros dois!!
Gente a parte em marca texto sofreu A mudança...autora depois vc olha o original e notará...tava repetindo informação ai eu adaptei do jeito que achei melhor...se quiser mudar alguma coisa o texto é seu ^^
Agora o cap....Bella filha da mãe!! Adorei as informações sobre o que é o Órion afinal, mas aposto que ainda tem mais!! Acertei??
xD
Beijoooosss!!
Saudades dos dois!!!


Celo Pontas:
Eiiii! Kkkkkkk a Bella fugiu! Rsrsrs
Bjusss
Celo



--- Autora:

Gente desculpa a demoraaa!! Fiquei sem net e foi um custoooo ficar longe da Floreios sem ler fics e sem atualizar!!!

Mari querida! Você tinha toda razão me empolguei feio e escrevi duas evzes a mesma coisa!!! rsrsrs
Muito Obrigada linda!!!

Obrigada também ao Celo e o capítulo vai em homenagem a ele que faz aniversário hoje!!!

Beijos pra todos!!!
=********

E comentemmmmmmmmm!!!
;)


*__Lya

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