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1. Cedrico Diggory negocia com os


Fic: O Enigma do Ovo - Fanfic gay


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Cedrico estava apavorado. Não conseguia em hipótese alguma descobrir como abrir o tal ovo de ouro que pegara na primeira tarefa. Ele já estava a ponto de bater na sala de Dumbledore e anunciar desistência, ou pedir para que ele o ajudasse. Seria vergonhoso demais, pensou. Imaginou, por um relance, se Potter já havia descoberto o segredo, mas não! Estavam todos bem encrencados.


            Então veio Cho Chang correndo pelo salão da Lufa-lufa e o beijou. Foi um beijo seco, seu maxilar parecia estar corrompido.


            – Falei com Fred e Jorge. Eles sabem como abrir o ovo! – disse a japinha.


            – Deus, você está brincando né? – Cedrico estava incrédulo.


            – Parece que eles sabem mesmo. Os ruivinhos são brincalhões mas não são de mentir, amor.


            – Eu preciso falar com eles!


            – É... suponho que sim. Hoje à noite, vá ao banheiro dos monitores.


            – Por que lá?


            – Eles quem disseram, nem questionei! – ela transmitia preocupação em sua voz.


            Por mais que o garoto achasse o local estranho, às oito daquela noite ele já estava rumando ao banheiro dos monitores. Teve que desvencilhar-se umas duas vezes da gata de Filch, mas chegou são e salvo no banheiro depois de uns trinta minutos (é, Hogwarts é grandinha moço).


            Fred e Jorge estavam sentados numa mureta a esquerda, e sorriram maliciosamente ao verem Cedrico chegar. O menino retribuiu forçadamente o mesmo sorriso.


            – Ora, ora, se não é o gostosinho da Lufa-lufa aqui! – disse Jorge.


            – Confesso que foi difícil escolher entre você e o Potterzinho – Fred disse com um tom de sacanagem na voz.


            – Que tal a gente ir logo ao ponto? – Cedrico parecia estressado.


            – Calma aí moço. – Fred disse, movendo a varinha e, imediatamente fazendo as portas e janelas se trancarem.


            – Tira a roupa – disse Jorge seco.


            – O quê? – gritou Cedrico, espantado.


            – Relaxa, faz parte da abertura do ovo, coisa fofa. – disse Jorge, fazendo piada da carinha que Cedrico estava fazendo.


            Cedrico hesitou por um momento, enquanto os gêmeos diziam coisas escrotas como “O neném tá com vergonha?”. Ele analisou os fatos, precisava do ovo, e se tirar as roupas fizesse parte do plano ele o faria. E então desabotoou a camisa, revelando seu abdômen levemente sarado, com apenas uma coluninha de pelos castanhos saindo da calça rumo ao umbigo, lisinhos. Arrancou a camisa e jogou-a no chão, mostrando os braços musculosos para um garoto da sua idade e os pelos das axilas, do mesmo modo lisos e castanhos. O rostinho do moleque se converteu em um vermelhidão de vergonha e um sorrisinho tímido, franzindo a testa.


            – Caralho, é verdade o que diziam, tu é muito gato cara! – disse Fred pulando da mureta e se aproximando de Cedrico.


Fred pôs sua mão sobre o ombro de Cedrico, quem desvencilhou. Jorge ordenou um “Quieto” e o garoto incontente obedeceu, resmungando. Fred então se posicionou atrás de Cedrico e apalpou o bíceps do cara, notando o volume e ficando com o pau meia-bomba. Ele desceu os braços, apertando os mamilos do menino e rumando ao abdômen, que se contraiu involuntariamente.


Puta que pariu, o cara era uma delícia! O pau de Fred já estava estourando dentro da calça. Jorge demonstrou vida e veio rumo a Cedrico, empurrando Fred, que se afastou acariciando a piroca dentro da calça.


Jorge apertou a bunda de Cedrico e engoliu um “uau”, endurecendo o cacete.


– Tira essa porra de calça, putinha. – Disse Jorge, sério.


Cedrico abriu a boca para contestar, mas lembrou que precisava do ovo, e ficar com os gêmeos não seria tão mal, ninguém saberia.


Então desabotoou a calça e a desceu. O garoto tinha coxas sobrenaturais, grossas e com pelinhos bons de acariciar, e tinha panturrilhas musculosas. A batata da perna do moleque era peludinha, do jeito que os gêmeos gostavam. Deixou a calça pro lado.


Mas o melhor era que o menino estava de cueca branca e apertadinha, a qual marcava o caralho do cara que era de tamanho médio e deixava a bundinha bem atrativa.


Jorge apertou a bunda de Cedrico, que deu um gemidinho baixo.


– Ah, gosto de puta que geme, mas gosto de puta que geme alto – disse Jorge, desferindo um tapa na bunda do menino, fazendo o dar um gritinho.


Fred veio perto e passou a mão nas pernas do cara. Cedrica já ficava ofegante.


Enquanto Fred analisava o corpo do boyzinho, Jorge despia-se da calça que usava, revelando o pau duraço e de tamanho impressionante. Tinha as pernas mais finas e mais peludas que Cedrico, com todos os pelinhos ruivinhos, incluindo o saco, que não era depilado, sendo uma verdadeira floresta vermelha com uma torre branquinha no meio.


Ele caminhou rumo a uma banheira no centro, grande, bem grande, que já estava cheia, e parou num degrau que o deixava com a água no nível do joelho. E chamou Cedrico para entrar, enquanto Fred sentou-se na beirada, com a barra da calça molhando na água e desabotoando a calça, para bater punheta enquanto o irmão iria se divertir com o molequinho da Lufa-lufa.


E Cedrico trêmulo foi até Jorge, que sem dizer uma palavra fez ele se ajoelhar e socou o pinto de uma vez só na garganta de Cedrico, engasgando-o e fazendo-o lacrimejar.


– Puta fraquinha você! – disse desdenhando – vem cá maninho e mostra pra ele como se faz.


E Fred veio, abocanhando o caralho de Jorge tão gulosamente que o cara gemeu imediatamente, mas mesmo assim tirou a cabeça do irmão de seu caralho, dando-o a Cedrico.


Cedrico tomou coragem e chupou o pau do ruivo. Pouco a pouco o gostosinho foi se acostumando ao pau de Jorge, e o trabalho ia ficando melhor, de modo que Jorge já gemia totalmente endorfinado. Caralho, o menino mamava igual bezerro. Era uma delícia.


Cedrico desceu a língua pelo corpo do pau de Jorge e alcançou as bolas, colocando-as delicadamente na boca. Meteu a língua na área perianal e foi subindo novamente, até alcançar a cabeça do caralho, regaçando o prepúcio e chupando igual um bebê a ponta do pau do ruivo, enquanto o punhetava. Olhou nos olhos do ruivo, que deu um mega-sorriso safado, e empurrou a cabeça de Cedrico no seu pau.


Cedrico bateu a face na virilha do ruivinho, com os pelinhos vermelhos roçando-lhe a cara e o fazendo delirar. O ar foi acabando e Cedrico empurrou a barriga de Jorge para escapar. Jorge cedeu e Cedrico passou as mão em suas coxas e bunda. Jorge estava em puro êxtase.


Fred chegou perto, com o pau já vermelho de tanto bater punheta, e mandou Cedrico se levantar. Cedrico timidamente se ergueu e, para surpresa de todos, estava com o pau duro. Fred já se pôs a chupá-lo, sem dó. Meu Deus, o ruivo tinha uma boca celestial. Cedrico achou que iria gozar na primeira mamada, mas Fred aumentava e abaixava o ritmo das chupadas se modo que o prazer era constante.


Cedrico segurou os cabelos ruivos de Fred e puxou-o para um beijo, que lhe foi negado. Era apenas sexo. Nesse instante Jorge violentamente por Cedrico de quatro e mandou-o chupar Fred, que sentou na beirada da banheira, tirando a camisa e a calça já encharcadas. Fred tinha um corpo bem magrinho, com pelos nas axilas e na barriga, leves e ruivos. Mas as pernas eram muito peludas, acredite.


Cedrico começou beijando as coxas de Fred e rumou até os cabelos encima do pau, encharcando-os de saliva, depois beijou a barriga do moço e de relance abocanhou o caralho dele. Ao mesmo tempo, Jorge meteu a língua no cu de Cedrico, que tinha pouquíssimos pelos e já estava piscando. Cedrico deu um gemidinho abafado pela pica do Fred, que já se derretia na boca do carinha da Lufa-lufa. E não demorou muito pra Jorge empunhar o cacete e batê-lo na bunda de Cedrico, que deixou por um momento o pinto de Fred para lançar um sorrisinho safado a Jorge. Jorge posicionou o membro na entrada de Cedrico, e Cedrico pediu “Me come”. E já era!


Jorge cuspiu acertando na mosca o cu do rapaz e no mesmo momento socou o caralhão até a metade no rabo de Cedrico, que gritou, mas Fred o fez calar colocando novamente o cacete já todo babado na boca do menino, que transmitia suplicância no olhar e seu rosto trazia um misto de dor e prazer. E Jorge bombou. E assim foram por bombadas e gemidinhos abafados pelo pinto do irmão que o pau do ruivo foi afundando no buraco de Cedrico.


E já estava Cedrico sentindo os pentelhos de Fred suados roçado a sua bunda. Cedrico tinha na bunda um macho que o socava vigorosamente e o fazia delirar de prazer, ao mesmo tempo que mamava sedentamente o ruivinho que se estendia frente a ele, e Cedrico era como um bezerro implorando por leite.


Jorge segurava a cintura de Cedrico com força, de modo com que ele estivesse no controle, estava com o rosto mais safado do mundo.


Fred estava delirando com a chupada do menino. Gemia deliciosamente e apertava a cabeça do rapaz fundo em seu cacete. Cedrico às vezes passava a mão no garoto e apertava os mamilos de Fred. Ele estava em êxtase. Os três estavam. Perfeita harmonia.


– Vai, mete gostoso. Me fode, caralho! – disse Cedrico soltando o pau de Fred.


Fred pôs se de pé e piscou pro irmão.


– Anda, senta aqui! – disse Fred deitando-se no chão, fora d’água de pernas abertas e de barriga pra cima, deixando as axilas ruivas à vista.


Cedrico levantou, com as pernas bambas e o cu latejando, mas foi de bom grado e sentou no colinho do ruivinho. O ruivo quase teve um treco. Gemeu e abraçou o menino com uma força assustadora. O pau de Cedrico roçou a barriguinha de Fred, e até o respirar do ruivo já o acariciava no caralho.


Fred começou a comê-lo. Aquilo era muito bom. Fred fodia com mais carinho que o irmão, e isso deixava Cedrico totalmente pirado.


Mas não foi nem um minuto de foda que Jorge já abraçou Cedrico pelas costas e posicionou o pau junto ao do irmão. Sem dó socou. E Cedrico gritou. Não era mais prazer, só dor.


Jorge meteu a mão na boca do menino o calando e socou. Em algumas socadas dos dois, Cedrico já se acostumava. E quando Jorge soltou a mão, já não eram gritos, mas sim gemidos de prazer. Cedrico era uma puta e não sabia.


E seu pau estava um haste esfregando do abdômen de Fred. Quando Fred então deslizou a mão pelo corpo suado do irmão, apertando a bunda dele e sentindo os pelinhos do cara. Desceu a mão pelos braços de Cedrico e a enfiou por entre a barriga dele mesmo e do menino, chegando ao cacete de Cedrico e sentindo-o durinho em seu punho. Fred sentiu um tesão muito intenso ao perceber que o amiguinho estava babando. Lambuzou a mão e enfiou na própria boca, sentindo o gosto de suor e pau na boca.


– Cara, tu tem que me comer – disse para Cedrico, saindo debaixo do garoto.


Cedrico e Jorge se levantaram juntos, sem que Jorge tirasse o cacetão do rabo do menino que tinha o pau duraço.


Fred empinou a bunda e Cedrico pôs-se a chupar enquanto levava estocadas de Jorge. O cu de Fred era peludinho, ruivinho e estava com gostinho salgado de suor, uma delícia, pensou Cedrico. O cara lambia desajeitado, o que deixava Fred piradão. Cuspiu no cu dele, esfregou com as mãos e foi socando os dedos. Fred estava no céu já.


– Larga de ser biba e mete nele logo – falou Jorge.


Cedrico pôs a cabeça do pau, assustando-se em como o pau entrou fácil (provavelmente Fred dava pro irmão sempre). Então socou tudo de uma vez. Fred gemia de um jeito tão safado que Cedrico concentrava-se para não gozar depressa demais. E falhou.


– Cara, vou gozar.


Tirou o pau do cu do ruivinho e bateu por uns segundos até gozar na bunda do ruivinho. Gozou recebendo rola no cu. Era demais. Cedrico gemia feito louco.


Fred tirou o pau do cu do menino e, para o espanto de Cedrico, limpou a bunda do irmão e o cacete de Cedrico com a boca, sugando todo o esperma, levantou e segurou o rosto de Cedrico, cuspindo a porra misturada com saliva toda dentro da boca de Cedrico, fazendo ele beber o próprio leite. O volume escorreu pelo cantinho, mas Jorge empurrou o excedente com o dedo para dentro da boquinha do moleque, engasgando-o.


Jorge virou e socou o caralho dentro do irmão. Cedrico empunhou  o caralho de Fred e o punhetou enquanto o ruivo recebia a vara do irmão. E Fred chupava os mamilos de Cedrico com força, causando dor no menino.


E então se levantaram e Cedrico deitou no chão. O dois se ajoelharam para gozar encima do corpinho gostosinho de Cedrico. Jorge gozou primeiro, sobre as coxas do rapaz. Fred lambeu o gozo do irmão, limpando o rapaz enquanto batia punheta.


Fred gozou no abdômen de Cedrico, encharcando os pelinhos da região. Cedrico passou a mão no líquido quente do ruivo e levou à boca. Depois, Jorge espalhou o restante da porra pelo corpo do menino, deslizando pelo peitoral, braço e coxas, além de encharcar os pelos das axilas, saco e pernas do garoto.


E agora estavam ali dois ruivos saciados e com os cacetes lambuzados de esperma. Então Cedrico puxou os dois para si pelas pernas e lambeu o restinho de leite de suas rolas já meio moles. Os irmãos se beijaram, o que Cedrico achou estranho, porém excitante. Então se levantaram, exaustos.


– Pega o ovo antes de nos lavarmos. – sussurrou Fred.


Puta que pariu! Na putaria toda Cedrico esquecera do ovo. Entraram na água e Fred contou a ele como abrir o ovo na água revelava seus segredos. Cedrico experimentou e viu que funcionava.


Feliz, Cedrico e os gêmeos tomaram banho juntos e se lavaram. Sentiram o corpo um do outro e riram da brincadeira toda.


Enquanto enxugavam-se, Cedrico perguntou aos Weasley como eles sabiam a maneira correta de abrir o ovo, e a resposta deles foi bem, digamos, planejada.


– Cara, a história é longa... – disse Jorge.


– Mas relaxa – Fred disse abrindo a mochila – achamos que você iria querer saber então...


– Escrevemos uma carta contando tudo – disse Jorge.


– Tu pode ler mais tarde – disse Fred, entregando-o um envelopezinho violeta.


– Esquece a gente não gostosinho – disse Jorge – dá uma passadinha lá na Grifinória às vezes sabe...


– A gente ia adorar – disse Fred abotoando a camisa.


– Eu também – murmurou Cedrico Diggory pondo de volta os sapatos.


Se despediram na porta do banheiro. Ninguém viu nada. Talvez a Murta-que-geme, mas que se foda. E foda mesmo!

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