FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. Três


Fic: A Garota das Poções


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

No dia seguinte, às sete horas da manhã, Hermione já estava no Ministério. Atravessara insone a madrugada e não sentia a menor disposição para trabalhar. Sua vontade era passar o dia em casa, sem ver ninguém, mas não podia permitir que o desastre em que terminara o seu encontro com Viktor a abatesse a esse ponto. Se por acaso o encontrasse, procuraria agir como se nada houvesse acontecido.


Mas não havia mesmo acontecido nada, refletiu com alívio. Pelo menos, nada que a impedisse de andar de cabeça erguida. Felizmente, descobrira as verdadeiras intenções de Viktor antes que o envolvimento entre eles tivesse ido longe demais.


Não seria fácil ignorá-lo, admitiu, muito menos tratá-lo com naturalidade. Nunca se sentira tão atraída por um homem antes. Jamais alguém provocara um desejo tão avassalador nela, nem mesmo aquele garoto da Corvinal por quem estivera tão apaixonada nos tempos de escola... Como era mesmo o nome dele? Nem se lembrava mais, mas o que sentia por Viktor ia muito além de um simples entusiasmo juvenil. Agora ela era uma mulher e sabia a diferença. Como era possível que em apenas um dia ele tivesse conseguido deixá-la tão impressionada, tão envolvida? Viktor parecia reunir tudo o que ela sempre desejara encontrar num homem: senso de humor, inteligência, sensibilidade, charme... Por Merlin, como havia sido ingênua! Aos vinte anos, já devia saber que o tipo de homem que idealizara não existia.


— Bom dia — falou alguém logo atrás dela.


Hermione voltou-se e, um tanto aborrecida, viu que era Draco Malfoy. Haviam se reencontrado há algum tempo e ela antipatizara à primeira vista com ele. Aquele jeito insolente de despi-la com o olhar, como estava fazendo agora, deixava-a furiosa. Estava certa de que a fama dele de conquistador inveterado tinha fundamento. Apesar disso, Hermione procurou disfarçar a irritação. Draco era filho de Lucius Malfoy; juntos eles possuíam uma das maiores atividades rentáveis do mundo bruxo. Ela não podia se dar ao luxo de ofendê-lo embora sua vontade fosse deixar bem claro o quanto desprezava tipos como ele.


— Bom dia — respondeu, forçando um sorriso.


Ele segurava dois copos descartáveis com café e ofereceu-lhe um.


— Obrigada, mas eu...


— Vamos, aceite — insistiu Draco. — Eu vi você parada aqui e achei que gostaria de um café.


Hermione pegou o copo e levou-o lentamente aos lábios. O que ele estaria pretendendo? Com homens como Draco Malfoy era preciso ter sempre um pé atrás.


Observou-o disfarçadamente enquanto tomava um gole de café. Não era à toa que as mulheres o cercavam de atenções: cabelos loiros, olhos azuis contrastando com a pele branca... Draco não era tão alto quando Viktor, mas seu corpo era forte, de músculos bem desenvolvidos pelo exercício constante, visto que também fora apanhador de Quadribol por longos anos em Hogwarts, mas aquela bela estampa não despertava qualquer emoção em Hermione. Pelo contrário. A petulância no olhar, o sorriso irônico, algumas vezes até cruel, impressionavam-na muito mal. Tinha certeza de que Draco era o típico filho mimado, habituado a conseguir tudo o que desejava na vida.


Ele estava apoiado na mureta, seguindo com o olhar as pessoas que iam e vinham pelos corredores.


— Eu soube do hipogrifo de Krum — comentou. — Foi uma pena.


— Foi — concordou Hermione, sem maiores comentários. Já ouvira falar da disputa que existia entre Draco e Viktor embora não conhecesse os motivos. A ligeira nota de satisfação na voz dele não lhe passou despercebida. Ele exultava com o infortúnio do outro e esta descoberta provocou uma onda de revolta no coração de Hermione.


Os olhos azuis fixaram-se nela com interesse.


— E eu soube que você foi a grande heroína da tarde.


— Não foi bem assim — replicou, cada vez mais contrariada com o rumo da conversa. Heroína? Absurdo! Martin Desmond dominara a cena, reduzindo a pó as tentativas dela de interferir em benefício do aniam.


— Mas você queria salvar o hipogrifo.


Ele ouvira falar também do desentendimento entre ela e Desmond. Nada mais lógico. As fofocas corriam rápido no Ministério e uma verdadeira multidão presenciara a discussão.


— Eu e o Dr. Desmond divergimos sobre a melhor solução para o caso. Só isso.


— Uma simples divergência de opiniões, hein? — Deu uma risadinha que fez o sangue de Hermione ferver. — Não foi bem isso o que me contaram. — E, sem fazer rodeios, acrescentou: — Você tem fibra. Gostaria que cuidasse das poções que preciso nas atividades do meu pai. Que tal trabalhar para nós?


Aquele convite inesperado deixou-a atônita. Draco possuía tantos lucros quanto Viktor. Talvez até mais. Um cliente como ele significaria... Não era melhor não sonhar tão alto. Draco devia estar tramando alguma coisa. Talvez quisesse apenas testar a reação dela. Era melhor agir com cautela até descobrir o que ele pretendia exatamente.


— Eu pensei que Martin fosse o responsável pelas necessidades dos seus negócios, Malfoy, mesmo que ele não seja apto a preparar poções. — observou evitando uma resposta direta.


— Não é mais — replicou Draco com tranqüilidade. — Não gostei do procedimento dele ontem. Na minha opinião, Martin foi muito rápido com a seringa. Eu perdi a confiança nele.


Hermione não sabia o que dizer. É claro que concordava com Draco, mas não podia criticar a conduta de outro profissional.


— O Dr. Desmond agiu em circunstâncias muito especiais ontem. Tenho certeza de que ele não teria...


— Isso não faz a menor diferença agora — interrompeu-a Draco. — Eu já decidi dispensar os serviços dele e não pretendo voltar atrás. Como é? Você aceita o meu convite?


— Por que eu? — insistiu Hermione. — Há outros aptos, se você não está satisfeito com o seu.


— Mas eu escolhi você. Há muito tempo venho observando o seu trabalho. Você tem jeito com poções curativas e parece saber bem o que está fazendo. Além disso, qualquer mestre de poções que tenha aprendido sob orientação de Severus Snape tem que ser bom. Ele era o melhor.


— É verdade — concordou Hermione. Ninguém era tão bom quanto ele. Naquele ano em que trabalhara com Severus após sair de Hogwarts, ajudando-o no preparo de poções para o St. Mungus, havia aprendido mais do que durante todos os anos em Hogwarts. Que falta sentia da orientação dele.


— Então? Você aceita ou não a minha proposta?


O que ela poderia dizer? Aquele convite era a oportunidade que esperava há muito tempo. Quando se espalhasse a notícia de que os Malfoy haviam contratado os serviços dela, outras propostas de trabalho surgiriam com toda certeza. Se tivesse sorte em pouco tempo estaria com uma boa clientela. O que mais poderia desejar?


— Quando você quer que eu comece?


Draco sorriu satisfeito, como se nem por um momento houvesse duvidado de que ela aceitaria.


— Que tal agora mesmo? Isto é, se você não tiver outros casos para atender.


Outros casos? Hermione sentiu vontade de rir. Até poucos minutos atrás, seu dia prometia ser tão longo e vazio quanto os outros dos últimos meses, mas agora tudo iria mudar. Enquanto seguia Draco até a salas, a imagem de Viktor voltou-lhe à mente. O que ele diria quando descobrisse quem era o mais novo cliente dela? Mas logo em seguida aquele pensamento pareceu-lhe ridículo. Por que achava que ele se importaria?


Mas o mesmo não poderia dizer de Martin Desmond. Era óbvio que ele não gostaria das novidades. Hermione sabia que o tratador era um homem vingativo, disposto a tudo para defender a posição privilegiada que ocupava junto aos criadores de criaturas mágicas. Martin ficaria lívido de raiva quando soubesse que havia perdido um cliente para ela. Pior para ele, concluiu com uma pontinha de satisfação.


A caminho de casa naquela noite, Hermione sentia-se eufórica. Passara a maior parte do dia com Draco examinando as dezoito estufas de mandrágoras que o moço mantinha numa propriedade privada. Seria questão de tempo para que pudesse transformá-las em formidáveis poções, que custavam caro no mercado bruxo. As pequenas plantas já estavam começando a ter acnes e a cochichar pelos cantos umas com as outras, além de demonstrarem maior afeto por outras em especial. Estavam se tornando adolescentes.


Hermione sentia-se cansada, mas também leve e feliz. Não enfrentara nenhum desafio naquele primeiro dia nas propriedades dos Malfoy. Tudo estava bem, mas isso não importava. O dia fora muito gratificante e era isso o que contava. Severus Snape havia dito uma vez que praticar a arte das poções era como navegar: horas de rotina, quebradas, de quando em quando, por um momento de pânico. Por mais que as coisas geralmente necessitassem apenas de cuidados leves, alguns casos eram complexos como os de Viktor Krum.


Viktor... Bastava lembrar dele para que seu entusiasmo diminuísse. Durante todo o dia, tentara inutilmente afastá-lo do pensamento, mas se surpreendera mais de uma vez comparando-o com Draco.


Não podia negar que ambos eram atraentes, porém, na verdade, não havia termo de comparação entre os dois. Draco tinha vinte e um anos, apenas três a menos que Viktor, mas perdia longe em maturidade. Seu olhar arrogante, sua forma petulante de falar desagradavam Hermione. Era como se cada mulher que conhecesse representasse um teste para seu poder de sedução.


Também não gostou da forma como Draco tratava seus próprios seres mágicos. Para ele, aqueles animais eram como brinquedos, destinados a atuar de uma determinada forma e colocados de lado se não correspondessem às expectativas. Hermione não era ingênua; sabia que as vendas de poções e artigos derivados deles era algo rentável. Como poderia ser diferente, se manter um puro-sangue chegava a custar os olhos do rosto, talvez até mais? E tinha que admitir que ela também fazia parte desse negócio. Vivia da profissão que escolhera e quem quisesse os seus serviços deveria pagar por eles, mas a frieza, a falta de sensibilidade com que Draco lidava com os animais deixava-a contrariada. Para ele, representavam apenas dinheiro e prestígio.


Essa era outra diferença entre ele e Viktor. Hermione não podia imaginar Draco chorando por um hipogrifo perdido, mas estava quase certa de ter visto lágrimas nos olhos de Viktor no dia anterior. Essa sensibilidade era uma das coisas que mais a haviam atraído nele. Para Viktor, não representavam apenas um meio de ganhar dinheiro; eram, antes de mais nada, seres vivos, que precisavam de cuidados e atenção.


Irritada, Hermione fantasiando a realidade outra vez. O que sabia dos sentimentos de Viktor, afinal? Por acaso já se esquecera do único motivo que o havia levado a procurá-la na noite anterior? Viktor Krum provara ser um homem calculista e dissimulado, mas, apesar disso, sua primeira impressão sobre ele teimava em se manter viva. O que estaria acontecendo com ela, afinal?


Estava abrindo a porta de casa, quando ouviu a voz de sua vizinha, Gina Weasley.


— Ei! Por acaso você se perdeu no caminho? Eu pensei que nós fôssemos ao cinema hoje.


Hermione havia esquecido completamente. Voltou-se para a amiga, que já atravessara a cerca viva que separava as duas casas e desculpou-se como pôde. Felizmente Gina tinha um temperamento ótimo e não se aborrecia com facilidade. Era um pouco mais nova que Hermione apenas, mas os olhos cheios de vida e o cabelo ruivo curto davam-lhe uma aparência quase juvenil.


As duas se conheciam há alguns anos, desde o dia em que Hermione ingressa em Hogwarts e conhecera os irmãos mais velhos dela. Não demoraram a se tornar grandes amigas embora suas personalidades fossem diferentes: Hermione era mais reservada que a extrovertida Gina, mas bastaram poucos dias para que descobrissem que tinham muito em comum. Ambas eram solteiras, independentes e dedicavam-se com amor à profissão que haviam escolhido. Quem visse aquela moça de riso fácil, com ar de moleque, não imaginaria que Gina era uma promissora medi-bruxa em St. Mungus, interesse que surgira nela ao ouvir as aspirações da amiga morena em trabalhar lá.


Entraram juntas e Gina atirou-se no sofá enquanto a amiga ia até a pequena sala em que havia adaptado um laboratório de poções.


— Uau! — Hermione ouviu-a exclamar. Imaginando o que teria provocado tanto espanto, voltou para a sala.


— O que...


— Quer dizer que você deu um jantar ontem à noite? — perguntou Gina, agitando um bilhete de Wilma, a empregada, que havia encontrado sobre a mesa.


— Não é o que você está pensando, Gina.


— Ah, não? Então me conte tudo. Já sei! Você conheceu um artista de cinema no Ministério. Vamos, Hermione. Não faça tanto suspense. Quem é ele?


Hermione não conseguiu segurar a risada.


— Ele não é nenhum artista de cinema.


— Mas quem é então? — insistiu Gina, ardendo de curiosidade. — Vamos ver se eu adivinho: um banqueiro e Gringotes?


— Não — respondeu Hermione, mais séria agora. — Mas se algum dia eu me envolver com alguém tão importante, juro que você será a primeira a saber.


Gina sorriu e recostou-se no sofá.


— Bom, agora eu já sei que o misterioso homem de ontem à noite não era uma personalidade do cinema nem do mundo das finanças. — Observou o rosto da amiga com atenção e concluiu: — Mas, pelo jeito era alguém muito especial. Um novo namorado? — arriscou.


— Errou de novo, mas eu não quero falar da noite de ontem. — Sentou-se ao lado da amiga, os olhos brilhando de entusiasmo. — Estava louca para lhe contar o que aconteceu: finalmente consegui um cliente importante, alguém capaz de dar um impulso na minha carreira. — E em poucas palavras, relatou o encontro com Draco.


— Fico feliz por você, querida — exultou Gina. — Tenho certeza que de agora em diante muitos outros se arriscarão a confiar na Srta. Granger, a mais competente mestre de poções do Ministério.


— Não exagere, Gina — falou Hermione, rindo do entusiasmo da amiga.


— Esse acontecimento merece uma comemoração. Que tal sairmos para jantar? Assim você poderá me contar todos os detalhes da noite de ontem. Não adianta fazer essa cara. Eu estou morrendo de curiosidade.


Quando o garçom se afastou, após ter anotado os pedidos, Hermione contou tudo a Gina: o incidente na sala, o primeiro contato com Viktor, a noite que começara tão bem, mas terminara num completo desastre. A amiga ouvia em silêncio, mas Hermione podia ler-lhe no rosto expressivo as mais variadas impressões.


— Você acha mesmo que foi tudo premeditado? Um plano perfeito para garantir a sua cooperação? — Gina parecia em dúvida.


— E o que mais poderia ser? Nós estávamos no meio da mais envolvente cena de amor que você possa imaginar e, sem mais nem menos ele começou a falar de investigações, apólices de seguros...


— Eu concordo que o assunto não é muito romântico — admitiu Gina. — Mas talvez ele ainda estivesse perturbado com a morte do hipogrifo.


— Ora, Gina! — Hermione estava indignada. — Eu também passei um dia horrível, pensando naquilo tudo, mas nem por isso...


— Mas, Hermione, meu bem, seja razoável — ponderou Gina. — Não foi o seu hipogrifo que morreu daquela forma estúpida. Além disso, você está mais habituada a esse tipo de coisa.


— Por acaso você acha que eu sou uma pessoa fria e insensível?


Com um suspiro, Gina pegou a garrafa de vinho e encheu o copo de Hermione.


— Beba um pouco. Você está precisando. Nunca a vi tão tensa.


— Não mude de assunto! Você acha que eu sou insensível?


— Não. Eu acho que você é paranóica. É diferente.


— Paranóica?!


— Bom, talvez eu tenha usado um termo muito forte. Que tal desconfiada demais?


— Como assim?


Gina suspirou outra vez.


— Quando foi a última vez que você saiu com um homem?


— Mas o que isso tem a ver com...


— Tudo. Você está tão envolvida com o trabalho que nunca encontra tempo para se divertir. Não me olhe assim. Eu também adoro a minha profissão, mas é preciso saber dosar as coisas, Hermione.


— E o que você teria feito no meu lugar?


— Com um homem como Viktor Krum tratando-me como uma rainha? — Gina sorriu com malícia. — O que você acha?


Hermione olhou para o prato que ainda mal tocara. De repente havia perdido o apetite.


— Você... você acha que eu fui injusta com ele? — perguntou, num fiapo de voz.


Gina inclinou a cabeça para o lado em dúvida.


— É difícil dizer. Eu não conheço Viktor Krum, mas é possível que sim. De uma coisa estou certa: você foi muito precipitada.


— E agora? O que você acha que eu devo fazer?


Gina estudou atentamente a fisionomia da amiga antes de responder.


— Você está gostando dele, não está?


— Eu mal o conheço!


— Mas eu nunca a vi tão impressionada com outro homem — replicou Gina. — Quer saber o que eu faria no seu lugar? Tentaria colocar tudo em pratos limpos.


Hermione olhou-a, desolada.


— Mas como?


— Você é uma mulher inteligente. Tenho certeza de que encontrará um jeito.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.