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1. Ela não merece a magia.


Fic: Ela não merece a magia.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Em milésimos de segundos, estava tudo arruinado. Potter, Granger, Weasley e o tal elfo tinham fugido, deixando os Malfoys e Bellatrix sozinhos no grande hall da Mansão.


E então Ele surgiu, o grande Lorde das Trevas, procurando saber o porquê do chamado.


Fora o início de um pesadelo. Ela, a loira, não esperava por tal castigo.




O Lorde das Trevas andava de um lado para o outro, furioso. Seus olhos brilhavam um vermelho escarlate, anunciando em alto e bom som que todos seriam castigados. Sua voz era alta e dolorosa aos ouvidos dos presentes. Os passos eram quase tão sonoros quando os cacos de vidro se dividindo mais e mais sob os pés dele. O antigo e luxuoso lustre estraçalhado ao chão.


O garoto loiro claramente segurava-se para não chorar, tamanho era o temor que sentia pelo grande Lorde. O homem, igualmente loiro, mas de grandes madeixas, tremia e tentava manter uma expressão séria, mas sua respiração ofegante denunciava seu medo. A morena dos cachos tinha um olhar arrependido e à beira das lágrimas, mas era claro que o medo não a dominava; era a culpa por ter falhado.


E finalmente, Ela. A loira de cabelos cumpridos, olhos azuis e expressão angelical. Não era forte, não era corajosa. Segurava o choro que fazia lacrimejar em silêncio. Tremia mais do que todos naquela sala. Não por ela, por eles. Por sua família. A loira não era marcada, não trabalhava para o Lorde das Trevas. Sentia que não tinha culpa do que havia acontecido, porque nunca havia prometido ao homem que lutaria por ele.


Com uma coragem que ela acreditava não ter, levantou seu olhar, encontrando aqueles olhos vermelhos. Sentiu a fúria do homem, arrepiando-se de medo. Respirou fundo.




-Milorde… - começou a loira, gaguejando por vezes. -Perdoe-nos. Não tivemos como impedir… O elfo nos traiu, Milorde.




Pode-se ver um sorriso sádico no rosto do homem, e pouco se sabia sobre como decifrar tal sorriso. Negou com a cabeça, quase como tirando sarro da atitude da mulher. Voltou à postura séria que assumiu desde que descobrira o que havia acontecido.




-Saia da sala, Narcissa. - a voz fria do homem era quase tão cortante quanto uma navalha.




Ela ainda podia escutar os sonoros passos do Lorde das Trevas sob o vidro, quando saiu da sala, pôde escutar ainda os gritos de sua irmã sendo torturada, segundos antes da porta ser fechada. Pôde ainda ver seu filho entregando-se ao choro quando viu a tia ser torturada e os olhos de seu marido se fechando fortemente, tentando impedir as lágrimas. Sentiu o sorriso do Lorde ao vê-los gritar. Sentiu sua garganta se fechar quando escutou Bellatrix. Me mate!, ela havia gritado. E logo tudo tornou-se silencioso. Assim que a porta se fechou, o único som que escutava era o grito do silêncio em seus ouvidos. Ele havia silenciado a sala, ela sabia. Deu alguns passos, chegando próxima à uma pequena estátua, sobre um pilar branco, e sentou-se ao lado desse, no mármore frio que cobria o chão. Cobriu seu alvo rosto com as mãos, entregando-se à um sonoro choro. Seus soluços, ela sentia, não eram nada comparados aos que sua família estaria dando na sala ao lado. Meu querido Merlin, não deixe que Ele os machuque tanto, rezava de cabeça baixa.


Por alguma razão inexplicável, não havia relógios no salão. Lucius contantemente dizia que ‘’Salas de visita não precisam de relógios. Precisamos aproveitar o momento com nossos convidados, não nos prender ao tempo”. Como ela queria ter levantado a voz e discutido com ele sobre isso, mas naquele momento, tudo parecia uma declaração linda, e ela nada fez. Desejava com todas suas forças ter um relógio para saber a quanto tempo ela estava sentada ali.


Seu peito arfava e sua respiração era quase descompassada. Proteja meu filho, querido Merlin, eu te imploro. Ela sussurrava rezas baixinho. Por que diabos aquilo não acabava? Ele os mataria? Como estaria seu precioso filho? Sua irmã estaria ficando maluca, diante da tortura?


Um som interrompeu seus soluços, focando sua atenção para a porta que, a pouco, passara. Escutou alguns gemidos de dor de sua família, os soluços de seu filho, junto aos passos ecoantes do Lorde, que caminhava majestoso para fora do cômodo. Ela levantou o olhar, tentando observar sua família. Viu brevemente os cabelos de seu marido, quando o Lorde fechou a porta atrás de si. Sua respiração travou ao sentir os olhos do Lorde queimarem em ódio para a loira. O homem de traços ofídicos lançou um sorriso que Narcissa não pôde decifrar, e o viu caminhar até ela. Seus músculos travaram de medo, deixando seu corpo sem nenhum movimento, apenas o arfar de seu peito.


Mais alguns passos e ele estava à sua frente, ainda sustentando aquele sorriso assustador. Aos poucos, o Lorde abaixou-se, ficando próximo à ela.




-Narcissa Malfoy… - sua voz, tal como anteriormente, era fria e cortante. Mas tinha um quê de ameaçador, diferente da autoritária antes usada.-A quem o tal elfo mais respeitava nesta casa? - ela nada disse -Quem era seu senhor… absoluto? - o vermelho escarlate encarou o azul dela, os olhos dele em fúria, o dela em medo. -Deveria ter cuidado melhor dos seus serventes, Narcissa.




A mulher engoliu a seco, tremendo. Tamanho era o temor pelo homem que não conseguia proferir uma única palavra. Pedia piedade com seu olhar. Eu não sou uma Comensal, ele não pode me castigar por algo que nunca prometi a ele. Pôde escutar um riso cortante do homem




-Não duvide da minha autoridade, Narcissa. - era muito bom em legilimência, o homem. -É envolvida na causa dos Comensais. É ligada com a causa! Tem tanta culpa quanto os outros naquela sala. - ele pôde ver o corpo dela inteiro tremer, e o temor dela chegava a ser divertido. -Mas tens razão em um ponto. Eu não posso castigar-te como castiguei aos outros.




Um suspiro de alívio saiu da boca da mulher. Ele não a torturaria.


Agora, tudo que pensava era em ele ir logo embora dali, para que pudesse cuidar de sua família, abraçar seu filho com força, aliviando-do dos seus temores.


E, mais uma vez, ela o ouviu rir.




-Eu disse que não a castigaria como os outros. - uma pequena pausa formou-se no ar. -Nunca disse que não seria castigada, Narcissa. - pôde vê-la arregalar os olhos de medo, um pequeno grito contido na garganta da mulher e as lágrimas retornarem para atormentá-la -Para sua sorte, ou não, você está livre de maldições e qualquer outro tipo de magia.




Não sabia se chorava de alívio ou de medo. Estava livre de magia, de imperdoáveis e daquela dor cruciante, mas ainda era possível sofrer muito ao estilo trouxa. Queimaduras, cortes, dor; tantas torturas primatas passavam por sua cabeça que era quase impossível não implorar pelo pior em seu interior. Mal esperava ela o que estava por vir.


Sentiu, segundos depois, as mãos do Lorde em seu braço, a puxando para cima, pondo-a de pé. Seu corpo era minúsculo, em comparação ao do homem. Estava encolhida, trêmula, e seus olhos já não tinham mais coragem de derramar lágrimas, pois o homem a encarava com um sorriso sádico no rosto. Talvez fosse sua imaginação, mas jurava tê-lo visto analisar seu corpo.


Não, não era a imaginação. Logo sentiu seu corpo em choque com a parede, e a mão do homem fortemente em seu seio. Conteve um grito ao senti-lo a apertar com uma força dilacerante. Ele apertava mais e mais sua mão contra a pele dela, enquanto pressionava o corpo dela na parede com o seu. Mantendo aquele maldito sorriso sádico no rosto, enquanto o dela exalava confusão. Sua respiração parou, mas desta vez não foi pelo medo. Sentiu a outra mão dele fechar na sua garganta, bloqueando seu ar e a impedindo de gritar. Agarrou o pulso do homem, tentando soltar o aperto dele. Sentiu sua respiração turva com aquela sensação de sua vida sendo arrancada.


Sentiu um tranco quando ele puxou seu pescoço para frente, jogando-a no chão. O som de sua cabeça, chocando-se com o mármore, não foi tão alto quanto a dor que sentiu. Finalmente gritou. Duvidava que alguém escutaria, o homem era esperto, a sala deveria estar silenciada. Tentou fugir, mas sentiu-o sobre si, e a mão deve voltar ao seu seio, apertando com mais força do que anteriormente. Ela gritou, mas seu grito foi obstruído pela mão dele sobre sua boca. A mão que antes apertava-a no seio, desceu dolorosamente até suas pernas, e ela pode sentir seu vestido ser levantado. Balançava a cabeça negativamente, implorando com seus gritos abafados para que ele parasse. Mas ele não o fez, e quando percebeu, o vestido dela, num tom similar aos olhos dele, estava na altura da cintura da mulher, deixando-a com as penas expostas.


As afiadas unhas do homem lhe arranharam a perna, arrancando sangue em parte do trajeto. Ele não mais se importava em bloquear os gritos dela, ou não. Apenas mantinha aquele sorriso, enquanto ela chorava.


Sentiu-o cravar as unhas nas coxas dela, como se pequenas facas a perfurassem. O grito quase tão estridente quanto os anteriores. E com o cravar das unhas, sentiu suas pernas sendo abertas, por mais que tentasse resistir. Ele era forte demais para ela.


O corpo dele desceu sobre o dela, deixando a face muito próxima à dela. O desespero de sentir a língua áspera do homem contornar seu maxilar foi quase nulo comparado ao toque dele na sua intimidade, afastando o tecido de sua lingerie.


E o que se seguiu foi a mais pura dor. Física e psicológica, rasgando sua pele e alma na mais dolorosa tortura.


Sentiu o membro dele entrar na sua intimidade com tanta força que seu corpo se deslocou no chão. Sentia a estocadas fortes e precisas rasgando-a por dentro, quase tão forte quanto as mordidas dele em sua pele.


Um tapa. Me mate! Um soco. Me mate! Ele gemeu. Me mate! Ele gozou. Me mate!


Tudo que via era turvo. Não sabia se era culpa da dor, do medo ou das lágrimas que afogaram seus olhos. Uma última estocada anunciou que o castigo chegara ao fim. Ela tremia no chão. O medo e a dor numa harmonia torturante. Levou as mãos até a própria intimidade, quase numa inútil proteção, quando ele saiu de dentro dela e se levantou. Escutou o som da calça do homem ser fechada. Estava acabado.


Alguns passos escutados, algumas lágrimas derramadas. E o alívio do som da aparatação.


Desceu seu vestido lentamente, sentindo tantas dores que achava possível nunca se recuperar. Levou suas mãos ao rosto, decidia à secar as lágrimas e ver como estava sua família. Talvez ajudar, talvez pedir ajuda.


Foi quando viu o sangue. Suas mãos cobertas do líquido vermelho, escorrendo pelos seus braços. Levantou-se lenta e dolorosamente até conseguir sentar-se. Pôde, então, ver como estava. Suas pernas cobertas de sangue, o chão branco adquirindo um tom escarlate.


O choque a impediu de chorar, a impediu de gritar. Apenas observava seu sangue espalhar-se ao seu redor. Seu puro sangue, desperdiçado por um erro que não era seu.


Um som despertou-a de seus devaneios, tranzendo-a ao seus tormentos. Ele voltou, e vai me matar!




-Mãe! - escutou Draco gritar, junto aos passos apressados.




O garoto estava visivelmente debilitado, seus olhos inchados de chorar, e a voz dele estava rouca. Viu-o ajoelhar-se ao seu lado, puxando-a e a acolhendo em seus braços.




-Pai! - gritou, em direção à sala. -A mamãe precisa de ajuda! Socorro!




A próxima coisa que viu foi seu marido, num estado não muito diferente do filho. Ele correu até seu lado. De onde eles tiraram a força para correr, ela nem poderia dizer.




-Cissy, o que te aconteceu? O que ele fez? - perguntava Lucius desesperado, mas ela já não tinha forças para responder.




Sua pressão foi caindo, e sua visão apagando. A última coisa que viu foi sua irmã saindo da sala, como se estivesse completamente bem, ou fingindo tal. Viu-a secar uma lágrima com desprezo, e a olhar com o mesmo tom.




-Merecíamos o castigo. É bom que não se revoltem contra o Mestre. - dito isso, a mulher aparatou.




Era forte o suficiente, a Comensal da Morte, para assumir qualquer dor. Forte o suficiente para mentir para si mesma, ela sabia.


E então, tudo ficou escuro. Segundos antes de desmaiar, seus olhos não captavam mais nenhuma luz. Sua cabeça pendeu para trás, sem que pudesse impedir.


Mãe, reaja!, seu fiilho gritava. Narcissa, querida, acorde!, seu marido gritava.


O que seguiu-se em seguida foi o fim da tortura. Acordou em sua cama, sabe-se lá quanto tempo depois. Seu marido, parecendo muito mais recuperado do que ela se lembrava, segurava um pano úmido sobre sua testa enquanto a olhava com preocupação. Seu filho entrava no quarto com algumas poções em frascos, analisando o rótulo posto nas mesmas.


Ambos os homens sorriram ao ver os olhos dela se abrir, e o mais velho deu-lhe um muito leve beijo nos lábios.


Mas ela não sorriu. Sabia que esta seria parte de seu castigo: as lembranças.


Encarou o teto, esperando a tortura passar. Porém isso nunca aconteceu. Tudo voltava para torturá-la, dia após dia.


E então ela provou de sua verdadeira força. Nunca esqueceria-se daquele evento, mas tudo que fez foi superar. Podendo, então, seguir em frente.


Em pouco tempo ele estava acabado, por causa de uma decisão dela. Finalmente provando a força de vingança daquela que chamavam de fraca.

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Comentários: 2

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Enviado por B.Black em 11/09/2013

Merlin, que fic doentia!! Voldy e Cissy, tá aí algo que eu nunca tinha parado pra imaginar kkkkkk e mesmo assim vc fez tudo ficar altamente foda, tá perfeito *---*
"Mas ela não sorriu. Sabia que esta seria parte de seu castigo: as lembranças. Encarou o teto, esperando a tortura passar. Porém isso nunca aconteceu. Tudo voltava para torturá-la, dia após dia." Caaaara isso doeu em mim demais, ainda mais com esse clima pesado que tá no fake e ainda em HdM, morri com a pobre da Cissy :'( Maaas, me chame de estranha, me doeu mais esse Lucius canalha com a imagem do marido perfeito e leal do que a cena em si do Lorde com a Cissy kkkkkkkk Gente, minhas tendencias sadomasoquistas só se confirmam nessa vida, primeiro viro fã de Volúpia da laris e agora super curti ler a sua short!! Olha o preço que eu pago por ser o Rold pra vc kkkkkk Mas ignora meus complexos viu moça, a fic tá ótima e ficou super bem escrita, curti mil ((:

Nota: 5

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Enviado por Laris Black em 11/09/2013

Um tapa. Me mate! Um soco. Me mate! Ele gemeu. Me mate! Ele gozou. Me mate!
Muito massa essa parte! Eu ri, mas eu sei que não deveria, mas eu ri. Cara sua fic ta mais pertubada do que a da Mari... sabe é estranho o Lordão comer a Cissy kkkkkk mas ficou bom, muito bom.

 

Nota: 5

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