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10. Capitulo 10


Fic: Flertando com o Perigo


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Capitulo 10

Dormir com Harry Potter era uma coisa; e bastante agradável, por sinal. Ter um relacionamento mais sério com ele era algo bem diferente. E ia sair em sua companhia para jantar em casa de amigos. Um amigo advogado! A situação começava a ficar feia.

Procurava algo para usar em meio às muitas roupas que Harry mantinha no closet. Sabia que ele a aguardava, na sala ao lado. E podia ouvi-lo assobiar baixinho. Harry estava feliz. Era estranho, mas sentia-se feliz também. Aquela nova vida era estranha e tentadora. Existiam nela pequenos prazeres aos quais jamais dera atenção.

Deixou isso de lado, entretanto, quando se lembrou de Neville Longbotton. Os policiais levaram algumas caixas do escritório dele na mansão, mas Hermione pretendia entrar lá nessa mesma noite e verificar se algo que pudesse ser interessante ficara para trás. Caso não achasse nada, não seria difícil saber onde ele morava.

-Pronta? – ouviu.

-Ainda não. – Hermione acabava de colocar um vestido verde com flores pequenas, claras. – Vou me maquiar.

-Não é necessário. Está muito bem assim.

-Nada disso. Quero estar bem arrumada. Como gente normal. A sra. Weasley deve ser normal. O marido, sei que não é.

-Não gosta dele porque Rony se mantém de olhos abertos para garantir que ninguém se aproveite de mim.

Hermione riu.

-Como se isso fosse possível.

-De fato, não é.

-A não ser seu amigo Eric Wallis, certo?

Harry demorou a responder, e ela soube que tocara na ferida mais uma vez:

-É, para toda a regra sempre há uma exceção.

-Apenas uma?

-Se se refere a Neville, eu o conheço, mas não da mesma forma como conhecia Eric. E por causa de Eric, aprendi a escolher melhor meus amigos hoje em dia. Decepcionei-me uma vez e basta.

Hermione retornou ao quarto e recebeu um olhar e um sorriso de aprovação.

-Em que categoria eu me encontraria para você?

-Uma bem nova. E muito interessante.

Ela sorriu com certa tristeza.

-Não vai durar, você sabe. Entre nós, quero dizer. Assim que soubermos quem está com a pedra, tudo terá fim. Não haverá motivos para eu ficar aqui, e você, sem dúvida, tem coisas melhores para fazer do que ficar comigo.

Harry a fitou, agora muito sério.

-Eu a espero lá embaixo. – e se foi, deixando-a perplexa diante de tal reação.

Hermione não conseguia entendê-lo.

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Harry a esperava junto à porta. Ofereceu-lhe o braço e, ao saírem, Hermione maravilho-se com o carro que os esperava diante da entrada. Era o que mais gostara na garagem. Não imaginava que Harry pudesse ter notado seu olhar para o veículo quando estiveram lá. Contudo, Harry notara, e preparara aquele carro em especial. Mais do que isso: entregou-lhe a chave, num gesto de absoluta confiança.

-Você dirige.

-Oh, meu Deus! Vou dirigir um Bentley?!

-Isso mesmo. Mas cuidado para não nos matar, certo?

Animadíssima, Hermione não discutiu; e foi com um prazer enorme que se sentou atrás do volante.

No caminho, quis saber:

-Eles têm filhos?

-Sim.

-Qual a idade?

-Chris tem dezenove, mas você não o conhecerá. Começou a estudar em Yale este semestre. Mike tem catorze, e Olívia, nove. É a terceira residência depois da esquina.

Parecia uma casa de bonecas, bem-arrumada, com um jardim bem cuidado e uma cerca branca ao redor. Pararam diante da porta principal, e Harry pegou dois pequenos embrulhos do porta-luvas.

-Presente para as crianças. Quer levá-los?

-Dê-me um. Para ter algo nas mãos, sabe?

Harry sabia o quanto Hermione estava nervosa.

-Calma. Enfrentou duas granadas hoje, querida. Este jantar você tirará de letra.

Foi Rony quem atendeu quando tocaram a campainha.

-Kate está na cozinha – avisou, dando uma boa olhada em Hermione, que não passou despercebida a Harry.

-Sua casa é linda! – ela elogiou, com sinceridade.

-Obrigado. Gostariam de beber algo?

Harry e Hermione aceitaram uma cerveja. E seguiram para o quintal, onde a mesa fora montada, quando Olívia apareceu na escada, abraçando Harry. Ele lhe disse que ela crescera bastante e depois apresentou Hermione. Em seguida, entregou o presente à menina, que gritou de alegria ao abrir a caixinha e ver a delicada bonequinha japonesa.

-Mamãe, olhe o que o tio Harry me trouxe! – Olívia saiu correndo para a cozinha.

Rony comentou, um tanto preocupado:

-Deve ter pago uma fortuna por aquela bonequinha.

-É para a bela coleção que Olívia vem fazendo.

Kate apareceu, então, agradecendo o presente, e Harry apresentou-lhe Hermione. O primeiro comentário da loirinha simpática foi:

-Ouvi dizer que empurrou meu marido para dentro da piscina. Bem-feito! Ele sabe como irritar uma garota!

-Nossa... ainda bem que não ficou zangada.

-Que nada! Rony mereceu, tenho certeza. Sabe cozinhar, Hermione?

-Nada mais que pipoca.

As duas foram para a cozinha, conversando, enquanto Harry voltava-se para seu advogado:

-Onde está Mike?

-No treino de beisebol. Chegará logo. Escute, o que deu na Granger? Era pior do que um porco-espinho comigo e agora está tão simpática!

-Deve estar se adaptando. É assim que vive, imagino.

-Entendo. E qual de suas adaptações dorme com você?

-Todas. Mudemos de assunto.

-Certo... Vi que a deixou dirigir o Bentley.

-É.

-Mas não deixa que eu o dirija.

-Porque não quero impressioná-lo.

Rony fez uma careta de aborrecimento.

-Quanto Kate sabe sobre Hermione?

-O que você disse ao jornalista, Harry. Também contei que ela vem ajudando a encontrar a pedra. Mas sei que Granger fará com que Kate pense o melhor a seu respeito. Ninguém consegue ser mais fingida.

-Rony, por favor...

-Pelo que vejo, a situação ficou séria entre vocês.

A conversa ia tomando um rumo desagradável, e Harry achou melhor alterá-la:

-Alguma novidade sobre Longbotton?

-Eu ainda estava na delegacia quando você ligou informando da morte de O’Hannon. Contaram a Neville, e ele me pareceu ainda mais assustado. Acabei arranjando-lhe um advogado.

-Quem?

-Steve Tannberg.

Harry concordou, aprovando o nome, que não pertencia à firma de Rony.

-Não quis me envolver. E, pelo que Steve disse depois de assistir ao interrogatório de Neville, ele prefere ficar na cadeia; disse que é uma forma de protestar contra a injustiça que lhe fizemos.

-Bobagem. Deve estar com medo de morrer também, se sair.

-Concordo. E acho que ele até quer confessar algo sobre a pedra.

-Mas se fizer isso, será também suspeito de ter colocado as granadas...

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Hermione nunca estivera numa casa tão tranqüila. E acabou se dando conta de que suas reservas em relação a Rony Weasley se deviam mais a sua profissão do que a ele, pessoalmente. Mas tinha de fazer algo que pretendia desde que soubera do jantar.

-Por favor, Kate, onde fica o banheiro?

-No andar de cima, a primeira porta depois do escritório de Rony.

Hermione agradeceu e subiu. O jantar, como imaginara, lhe daria uma excelente oportunidade de vasculhar a casa.

Encontrou o banheiro e trancou a porta, como se estivesse lá dentro. Seguiu, então, para o escritório.

Foi direto até a escrivaninha, onde havia algumas fotos, um computador e um telefone. Sentou-se na cadeira e abriu a primeira gaveta do móvel. Canetas, blocos de anotação, clipes. Ergueu os olhos para uma das fotos, que mostrava toda a família, com a Universidade de Yale ao fundo. Chris, o filho mais velho dos Weasley, era alto e ruivo como o pai. Na certa seria um bom advogado também. Os demais retratos eram de Mike, em seu uniforme de beisebol, e de Olívia, usando uma fantasia de feiticeira. Havia outra, de Rony e Harry segurando peixes que deviam ter pescado juntos.

-Satisfeita?

Hermione levou um susto. Harry acabava de entrar.

-Eu procurava evidências de que Rony estivesse ligado ao roubo da pedra ou aos atentados.

-E encontrou algo?

-Detesto admitir, mas... não.

-Ótimo. – Harry rodeou a escrivaninha e tomou Hermione pela mão, fazendo-a erguer-se. – Eu disse que agora sei escolher meus amigos. Mas saiba que tenho uma paciência restrita para certo tipo de jogos, Hermione.

Hermione respirou fundo e concordou, deixando-se levar de novo para o quintal dos fundos dos Weasley, onde o jantar estava servido.

Pouco depois, Mike chegou, muito alegre, e foi apresentado a Hermione. Perguntou logo a Harry sobre a explosão, como se ela não passasse de um enorme divertimento.

-Deixei um presente para você sobre o bar – Harry avisou, recebendo o abraço do garoto. – E quanto à explosão, não foi tão emocionante assim. Tive de usar uma camisa de seu pai para sair nos jornais.

Hermione assistia a tudo encantada com a alegria e a paz que reinava naquele lar. Tinha de tirar Rony de sua lista de suspeitos, afinal.

-Ei, acho que vou pegar meu presente!

-Vá, Mike, e ligue a cafeteira, sim, querido? – pediu-lhe a mãe.

Café. Hermione detestava café. Mas esse sacrifício, para terminar o ótimo jantar, embora supremo, seria suportável.

-Ei! – Mike exclamou, abrindo a caixa que continha o boneco dourado.

-Você não tem vários desses robôs? – Rony perguntou, desatento.

-Pai, este é o C3PO! E é a versão 1978, genuína! Nossa! Olhe as pernas! E a cintura! É um original, com certeza! Pode-se saber olhando os pés. Vejam! As marcas são diferentes. Mas alguns colecionadores querem tanto um desses que são enganados com facilidade. Há réplicas muito bem feitas por aí.

Hermione ouviu bem as últimas palavras do garoto. E algo lhe ocorreu. Algo que poderia explicar por que alguém com um emprego tão bom quanto o de Neville Longbotton se arriscaria a ir para a cadeia, ou pior.

Kate convidou-os a tomar o café na sala. Pouco depois, com a mesa já arrumada, Olívia foi buscar outras de suas bonecas para mostrar a Hermione. E ali, vendo-a admirar as japonesinhas, Harry teve curiosidade de saber se ela teria tido uma infância feliz. Notara como Hermione observara as fotos da família Weasley, no escritório. Quase com inveja. Também Harry tivera uma infância pouco alegra, e talvez por isso gostasse de colecionar coisas que tinham pertencido a outros.

Mais tarde, Harry e Hermione despediram-se de seus anfitriões e retornaram à mansão. No caminho, Hermione mostrava-se pensativa, olhando para fora. Dessa vez, era Harry quem dirigia. De repente, como se estivesse analisando a situação até aquele momento, ela disse:

-Harry, alguém como Neville Longbotton arriscaria sua liberdade, reputação e carreira para vender uma peça de um milhão e meio de dólares?

-Ao que parece, foi o que ele fez, não?

-Não estou tão certa.

Ele quase cantou os pneus, ao parar no farol vermelho.

-O quê? Não acha mais que ele tenha colocado as granadas?

-Não... acho que colocou, sim. Mas Neville quer aparecer. Gosta do prestígio de seu emprego. Não se arriscaria tanto apenas por uma peça. E não se mata gente por um objeto. Ele tinha uma pedra falsa para colocar no lugar da verdadeira, certo?

Harry teve de estacionar para poder discutir o tema:

-Acredita que já tenha feito isso antes? Sem que eu soubesse?

-Neville trabalha em alguma de suas outras propriedades ou apenas na mansão?

Harry cerrou os dentes.

-Ele faz algumas compras, mas vive aqui.

-E quantos meses por ano você passa na mansão?

-Um ou dois, no verão, algumas semanas no resto do ano. Entendo o que quer dizer. Talvez Neville tenha ficado um tanto ambicioso demais, e tentou me enganar com a pedra falsa. Mas... está dizendo que ele fez isso várias vezes?

-É mera especulação. Mas faz sentido, não? Quero dar uma olhada em suas outras peças de arte.

-Mas que droga!

-Você me pediu para contar-lhe o que estou pensando. Porém, se vai ficar assim irritado, é melhor eu guardar para mim e...

-Não. Estou irritado comigo mesmo por nunca ter imaginado algo assim.

-Posso ter me enganado.

Harry balançou a cabeça.

-Seja como for, trataremos disso apenas amanhã pela manhã.

-Por quê?

Ele a olhou e sorriu; daquele modo que Hermione começava a conhecer e que deixava todos os seus nervos em alerta. Harry a desejava, e muito.

-O banco detrás de um Bentley é muito desconfortável para você? – Hermione sugeriu, com uma expressão sedutora, carregada de malícia e paixão.

-Não. – Harry a puxou consigo para o banco detrás, beijando-a freneticamente.

Mais uma vez se envolveram numa onda devastadora de volúpia, que os consumia até a exaustão.

Obs: Bom pessoal ai ta o capitulo 10, espero que gostem!!!!E como hoje 6/6 é meu aniversário eu vou postar também o capitulo 3 de "Da magia..."Agora a próxima atualização só quando os capitulos estiverem prontos, ok?Bjux e boa semana...

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