A Convivência
Draco se revirou na cama. Não conseguia pegar no sono. Hanna não saía de seus pensamentos. Não entendia de onde tinha tirado todas aquelas coisas que havia dito pra ela. Estava se sentindo um pouco idiota por ter falado tudo aquilo. Afinal, ele era um Malfoy, e os Malfoys nunca revelam seus sentimentos. Principalmente às irmãs de seus inimigos. Mas, pensando bem, onde é que ele estava com a cabeça? Isso mesmo, ele era um Malfoy e tinha acabado de dizer a Hanna Potter que queria estar ao lado dela. Com certeza seu pai jamais aceitaria isso. Poderia deserdá-lo, ou pior, poderia tentar fazer algo para impedir esse relacionamento. Mas ele nunca se sentia tão feliz assim desde..., desde de sempre! Não sabia o que era a felicidade de se ter alguém em quem confiar e poder ser sincero, poder tirar a sua máscara de frieza. Poder ser ele mesmo. Sabia que compraria uma briga e tanto com Lúcio quando dissesse que não iria seguir o futuro que o pai planejou para ele. Mas, por ela, valeria a pena… por aquela menina, ele brigaria até com você-sabe-quem se precisasse. Começou a relembrar tudo que havia acontecido durante o baile, repassou cada gesto e olhar de Hanna, o gosto do beijo, seus carinhos que o deixaram arrepiado, por fim, acabou adormecendo.
No outro dia, de manhã, Hanna acordou muito feliz. Mas, eu devo estar ficando louca! Ela se xingou mentalmente. O que eu vou dizer pro Harry? Como eu vou contar isso pra ele? É bem capaz de ele matar o Draco, e nunca mais falar comigo! Foi interrompida dos seus pensamentos por Gina e Mione, que acabaram de sair do banheiro.
-Pode ir contando Hanna Potter! Onde você foi, que sumiu do baile? – Perguntou Gina cheia de curiosidade.
-E pode contar nos mínimos detalhes o que você andou fazendo, esse seu sorriso tá muito aberto. – Completou Mione.
-Ai, por Merlim! Eu sou uma louca, eu fiz uma loucura ontem...
-Hanna! O que você fez com o Jonas? – Pediu Gina apavorada.
-Não foi com o Jonas. – Ela fitou as amigas pedindo compreensão.
-O que você fez Hanna? – Pediu Mione, a olhando com cara de espanto.
Ela contou às duas amigas tudo que havia acontecido no baile, desde a sua chegada até à sua saída. As amigas estavam tão aturdidas com o que ouviam, que não a interromperam nem uma única vez.
-Hanna desculpe, mas eu tenho de te perguntar, você tem certeza que gosta desse..., desse garoto? – Gina engoliu o palavrão que ia dizer para se referir ao Malfoy.
-Gina infelizmente a gente não manda no coração. Quanto tempo você tentou tirar o Harry do seu e sem progresso nenhum? – Vendo que a amiga não se deu por satisfeita com a resposta, ela continuou. – É eu gosto dele, e bastante!
Hermione que ainda não havia dito nada, então tomou a palavra:
-Hanna, eu sou sua amiga e vou te apoiar na decisão que você tomar. Mas, por favor, não se esqueça que ele é um Malfoy. Não crie muitas expectativas sobre ele. Talvez, ele não possa cumpri-las. E Hanna, por Merlim, ele é o filho de um Comensal da Morte. E se isso for algum truque?
-Mione, não fale assim do Draco! – Disse rispidamente – Você não o conhece como eu, para ir o julgando dessa maneira.
-Mas, nós conhecemos o lado que ele demonstra sempre Hanna, e esse não é o Malfoy que você está descrevendo para nós! – Disse Gina calmamente.
Hanna tinha lágrimas nos olhos, não queria brigar com as amigas, queria o apoio delas!
-Me desculpem, meu coração me meteu numa grande encrenca, não é mesmo?
-É! - Responderam Gina e Mione ao mesmo tempo abraçando a amiga.
-Mas, como a Mione falou, nós somos suas amigas e vamos te apoiar nessa loucura, porque queremos que você seja feliz, como nós estamos sendo agora!
-Obrigada. - Disse Hanna abraçando mais forte as duas amigas!
-E como fica o Harry nessa história? – Pediu Mione sabiamente.
-Não sei, estou pensando, por favor, vocês não vão contar, vão? Eu quero um tempo pra pensar em como vou falar disso pra ele. Ok?
-Ok! – Responderam as duas.
As três encontraram Harry e Rony, e desceram para tomar café. Não demorou muito, para que avistassem Draco, Crabbe e Goyle fazendo piadas de alguns alunos do primeiro ano da Grifinória. Harry não conseguiu se conter e foi em direção ao Malfoy. Por mais que as meninas tivessem tentado dizer que ele não deveria dar bola para aquilo, que era bem o que o garoto queria.
-Por que você não vai atazanar alguém do seu tamanho, Malfoy?! – Falou Harry indignado – Já sei! É por que você tem medo de apanhar, não é mesmo?
-Vejam só, quem me aparece logo pela manhã! Os novos casais patéticos de Hogwarts. Você e a Granger vão ajudar com as despesas dos Weasleys agora, Potter? – Falou o Sonserino, com sua voz fria e arrastada, mas com os olhos brilhando de satisfação pelo que havia dito. Hanna não conseguiu não achá-lo lindo, com aquele olhar.
Rony e Harry já estavam prontos para partir pra cima do garoto, quando Hanna não conseguiu se conter e falou:
-Quem você pensa que é Malfoy? Pra falar desse jeito! Acho que você se lembra bem do que eu te disse da última vez em que você falou mal dos meus amigos! Eu não vou permitir isso!
-Tá certo Potter! Não precisa ficar toda estressadinha. Afinal, você não pode me matar até terminarmos a nossa poção. – Falou com um sorriso debochado nos lábios. Hanna quase vacilou em o olhar com reprovação
-Vamos embora. - Disse Hermione puxando Rony e Harry, que saíram dali dizendo um monte de desaforos para o loiro.
Hanna deu uma última olhada para Draco, que pode perceber que havia ódio no olhar da garota. Uma sensação estranha o invadiu, não queria que ela ficasse decepcionada com ele.
Depois do café, Hanna, Harry e seus amigos resolveram passar o resto da manhã nos jardins da escola. Estavam sentados na sombra de uma árvore próxima ao Lago Negro, Harry e Gina, Rony e Mione, formavam belos casais, e agora, que estavam namorando pareciam que tinham mais assuntos em comum do que antes.
-Hanna o que você tem? Parece que você tá triste? – Pediu Harry ao ver que a irmã não estava nem um pouco animada a participar da conversa com os amigos.
-Nada não, Harry.
-Olha você sabe que pode confiar em mim não é? O que está te deixando chateada?
-Nada, só estou um pouco cansada por causa do baile. - Estava se sentindo péssima por estar mentindo para o seu irmão e furiosa pelo que Draco tinha feito antes.
Depois do almoço estavam na sala comunal, quando Gina falou:
-Você não tem que ir preparar a sua poção Hanna?
-Eu não sei se to a fim de ir, e passar a tarde inteira com aquele..., aquele...
-Hanna! Eu e a Gina separamos aqueles ingredientes que estavam te faltando, vamos lá no dormitório pegar? - Interrompeu Hermione.
Gina e Hanna entenderam o recado da amiga e foram com ela para o dormitório.
-O que houve Hanna? – Perguntou Gina.
-Ah, você viu o que aconteceu hoje lá em baixo, nem parece que ficamos juntos no baile ontem..., por que ele tem que ficar provocando?
-Hanna – Falou Mione – Você se meteu nessa história com o Malfoy, o que eu te disse, ele é assim e não vai mudar. O que você esperava? Que ele viesse todo carinhoso e te desse um beijo na frente de todo o salão principal? Na frente do Harry?
-É Hanna, concordo com a Mione e, além do mais, vocês conversaram sobre isso?
-Não pensei muito sobre isso ontem ...
-Então, acho que ele tá querendo manter as aparências, pra ninguém desconfiar sabe? E se ele deixasse o Harry ir lá discutir com ele e não dissesse nada, pode ter certeza, que todo mundo ia desconfiar de alguma coisa. E também, tenho certeza, que o pai dele não vai gostar nada dessa relação.
-É, você deve ter razão Gina. Mas eu me sinto péssima por estar metida nisso e ter de mentir para o Harry, para o Rony e pra todo mundo nessa escola! – Falou com lágrimas nos olhos.
-Calma, nós vamos pensar numa saída para isso, agora tá esperando o quê? Vai de uma vez, tenho certeza que você tá louca pra ver ele.
A morena abriu um grande sorriso, deu um forte abraço nas amigas e foi pra sala onde ela e o Draco preparam a poção.
Ao entrar na sala, Hanna deu de cara com um Draco de cara amarrada, olhando fixamente para a porta.
-Ai que susto! – Disse ela, com a voz e o olhar irritados, que o loiro não pode deixar de perceber.
-Você está atrasada, faz um tempão que eu to te esperando. – Ele falou a primeira coisa que veio a sua cabeça, ao ver a menina irritada.
-Desculpe! É que quase desisti de vir. – Falou corando, não encarando o menino nos olhos e observando o caldeirão da poção – Como está a poção?
-Está indo bem, só temos que adicionar alguns ingredientes hoje.
Passaram-se alguns segundos de silêncio então Hanna perguntou:
-Então o que eu preciso fazer?
-Me dar um beijo! – Draco a puxou para mais perto de si e lhe deu um beijo, um tanto dominador. Ela não conseguiria, mesmo que quisesse, escapar do beijo do Sonserino. Ela sentia que perdia completamente a razão quando estava envolvida por aqueles braços. Beijaram-se por mais algum tempo, o beijo foi se tornando intenso e carinhoso. Depois de um certo tempo, ela parou o beijo.
-Calma. – Falou, afastando-se um pouco do garoto.
-O que houve? – Ele perguntou um pouco frustrado.
-Acho que nós só vamos ter problemas agindo assim.
-É, eu sei! Seu irmão e seus amiguinhos não vão gostar nem um pouco de saber que, ao invés de estar preparando a poção, você fica me beijando.
-Nem eles e nem o seu pai, não é? Eu que fico te beijando? Foi você que me agarrou!
-Mas bem que você gostou!
-Draco..., eu não quero me machucar... – Ela falou o olhando com lágrimas nos olhos.
-Hanna eu nunca vou machucar você. Por que você fica repetindo isso?
-Bem é que..., tem o seu pai, os seus amigos e os meus amigos... Draco você sabe que tenho meus ideais e eu não posso, não vou e não quero mudá-los. E essa guerra, qualquer hora vai acabar estourando e de que lado você vai ficar? – Ela olhou profundamente nos olhos de Draco, que não desviou o olhar e respondeu:
-Do seu lado, eu vou ficar do seu lado!
-Mas e o seu pai?
-Eu me viro com ele, só preciso manter as aparências por um tempo, vou pensar no que fazer. E seus amigos?
-Bem as meninas já sabem...
-O quê? E elas te deixaram sair pra vir aqui? – Pediu ele ironicamente.
-Elas não aprovam é claro, mas são minhas amigas e querem me ver feliz. E falando nelas, não quero você insultando meus amigos Draco, eu não vou permitir isso, ouviu bem?
-Agora só falta você me pedir pra ficar amigo do seu irmão! – Disse ele com um olhar reprovador para a garota e, ao ver que ela o olhava um pouco indignada, ele completou: - Não sonhe Hanna, Draco Malfoy nunca será amigo do santo Potter e dos seus seguidores. Isso seria demais.
-Mas Draco...
Ele não deixou que ela terminasse e lhe puxou para outro beijo. Hanna não conseguia não retribuir. Depois que se separaram ele ainda disse:
-Você tem que se dar por satisfeita, está com o aluno mais cobiçado de toda Hogwarts.
-E o mais convencido e galinha também. – Disse ela sorrindo -Agora vamos fazer a poção.
Terminaram de fazer o que era preciso naquele dia na poção, depois aproveitaram o resto do tempo para namorarem.
Hanna se sentia muito feliz com Draco, sabia que ele não iria mudar sua personalidade, nem era isso que ela queria, pois sabia que tinha sido por causa dela, dessa personalidade, que ela havia se interessado de tal maneira por ele.
Na hora de se despedirem para jantar deram um último beijo, dessa vez, muito apaixonado e carinhoso.
Os dois se dirigiram para o salão principal, onde a maioria dos alunos já estavam.
Ao chegar na mesa da Grifinória, Hanna não conseguia esconder o bom humor.
-O que houve Hanna? – Harry conseguia perceber todos os sentimentos da irmã, e não pode deixar de ver como ela estava feliz.
-Nada, só estou de bom humor hoje.
-Hei, faz um tempão que não passamos um tempo todos juntos. Que tal se depois do jantar a gente for se reunir no salão comunal? – Pediu Gina aos amigos-
-Acho uma ótima idéia! – Respondeu Hanna –E o Rony está me devendo uma revanche no xadrez de bruxo.
-Pois pode se preparar para perder de novo! – Colocou o braço sobre os ombros da amiga – Eu sou invencível.
-Você é muito convencido, isso sim Roniquinho. – Debochou ela, apertando as bochechas do ruivo.
Quando terminaram de jantar, se dirigiam ao salão comunal, ela não pode deixar de perceber um certo loiro que fuzilava ela e o Rony com o olhar. Continuaram seguindo seu caminho. Draco havia se levantado e ia se dirigindo na direção deles. Ele caminhava determinado, deu um encontrão em Harry e Rony que estavam lado a lado.
-O quatro olhos e seu fã pendurado, vê se olha por onde anda. – Falou irritado, estava com ciúmes da cena que tinha visto agora pouco. Quem o pobretão achava que era para ir abraçando a Hanna daquela maneira?
Rony já estava com os punhos fechados e as orelhas vermelhas, quando Harry falou:
-Vai começar Malfoy? Quer fazer papel de bobo na frente de toda a escola?
-Porquê? Você acha que pode me ridicularizar na frente de toda a escola, Potter? Acorda! – Deu um sorrisinho debochado para o garoto.
Hanna se remexeu inquieta, mas achou melhor não falar nada.
-Eu não acho, tenho certeza! – Disse Harry puxando a varinha,
Malfoy já tinha feito o mesmo. Agora, achou melhor interferir, se colocou entre os dois, na mira das varinhas.
-Sai da frente Hanna! – Falou Harry irritado.
-Não vou deixar você pegar uma detenção, logo hoje, que combinamos de ficar juntos Harry. Além disso, se vocês dois ainda não perceberam todos os professores estão aqui ainda.
Malfoy olhou para Harry com um ódio intenso no olhar que se dirigia pra Rony também, falou:
-Primeiro você, Potter!
Harry guardou a varinha e puxou Hanna pela mão. Ela deu uma olhada para Draco, para lhe dar um daqueles olhares reprovadores, mas ele se quer a estava olhando. Ela não deu atenção e seguiu irritada para o salão comunal com o irmão e os amigos. Encontraram vários alunos da Grifinória animadíssimos.
-O que houve? – Mione pediu a um garotinho do primeiro ano.
-O jogo foi marcado! – Respondeu ele animado – É daqui duas semanas.
Todos se divertiram muito o resto da noite, até a hora de irem dormir.
No outro dia, na porta da sala de poções Harry, Rony e Hanna estavam falando animados sobre o jogo de Quadribol que aconteceria. Draco se aproximou com seus capangas e disse:
-Então, Potter pronto para perder?
-Acho que você está com febre Malfoy e está começando a delirar. Vocês é quem vão perder.
-Vou te pedir uma coisa – Deu uma olhada discreta para Hanna, que desviou o olhar. – Vê se treina bastante tá? Não quero ganhar de você em um minuto de jogo.
-Hahaha! – Explodiu Rony irritado – Acho que você está invertendo os papéis Malfoy. O derrotado aqui vai ser você.
Draco não esquecera a cena que tinha visto ontem envolvendo o pobretão e sua menina de olhos verdes, então despejou todo o seu veneno:
-Pare de viver de sonhos Wesley! Sonhar não enche a barriga!
-Por que você não cai fora daqui Malfoy? – Hanna estava ordenando isso a ele, com um olhar exterminador.
Ele pode perceber, que naquele momento, pelo seu olhar, se a garota pudesse, o esganaria.
-Tá certo vou me sentar. Você anda muito nervosinha ultimamente, Potter! Devia arranjar um namorado. - Deu um sorriso debochado para o restante do grupo, e foi se virando para ir pro seu lugar, mas parou e disse:
-Mas, não pense que vou tolerar essa falta de respeito comigo de novo Potter. – E foi entrando na sala.
-Qualquer hora eu vou matá-lo! – Exclamou Rony baixinho.
-Calma Rony, ele só quer se exibir. – Falou Mione tentando acalmar o namorado.
O resto do dia passou de forma tranqüila. Na hora do jantar, Hanna não se sentia muito feliz por ter de ir se encontrar com o loiro. Não gostou nem um pouco das atitudes que ele havia tomado nos momentos em que haviam se cruzado.
Depois de jantar, se dirigiu à sala de encontros. Ao entrar na sala viu Draco de costas olhando pela janela. Esperou pela famosa frase: “Está atrasada Potter!”, mas o garoto não disse nada. Ela estava brava com ele, mas ficou preocupada quando viu a indiferença dele com ela, quando entrou na sala. Resolveu falar:
-Eu estou atrasada?
-Como sempre. – Respondeu ele com a sua voz fria habitual.
Agora, ela tinha ficado mesmo preocupada, será que ele já havia enjoado dela? Estava assim, porque não queria mais continuar com aquela loucura?
-Draco o que foi? – Reuniu toda a coragem que tinha para fazer aquela pergunta ao Sonserino, pois estava com medo da resposta. Ela foi se aproximando dele.
-Está preocupada comigo Potter? – Perguntou olhando pra ela com um sorriso debochado e com aquele olhar frio, que ela não conseguia decifrar o que ele estava pensando.
-É estou. – Falou baixinho, ficando corada.
-Que tipo de relacionamento você tem com aquele pobretão?
-Ele é um dos meus melhores amigos. – Respondeu aliviada, ao perceber, que a indiferença que ele estava tendo era por ciúmes de Rony – Está com ciúmes de mim Malfoy?
-Até parece que preciso me preocupar por causa de um pobretão! Só queria esclarecer umas coisas. Por que ele te abraçou?
-Draco, eu já pedi pra você não falar mal dos meus amigos. - Retrucou com um olhar brando nos olhos. - Ele me abraçou porque é meu amigo, dar um abraço é uma demonstração de carinho entre amigos.
Draco continuou a encarando com seus olhos enigmáticos por alguns segundos e disse:
-Tem certeza que é só isso?
-Claro. – Falou Hanna exasperada – Afinal, quem você pensa que eu sou? Uma sem vergonha, que sai por aí abraçando o namorado de uma das melhores amigas!?
Draco não sabia que sentimento era aquele que estava tendo, será que era ciúmes mesmo? Deveria ser, pois se tivesse chance, teria transformado o pobretão de cabelos vermelhos em fumaça, quando o viu abraçar a sua garota.
Os dois se olhavam, tudo era silêncio. Draco e Hanna não sabiam porque acontecia isso logo que se encontravam.
Hanna havia ficado chateada pela atitude do loiro, mas percebeu que devia ser difícil pra ele entender o relacionamento dela com Rony., já que ele não tinha cara de ter muitos amigos, fora aqueles dois trogloditas que andavam grudados nele pra cima e pra baixo acatando as suas ordens, e isso não era amizade, era obediência. Ela queria abraçá-lo, beijá-lo, mas sabia que o Sonserino não iria baixar a guarda, então falou baixinho, olhando timidamente para os pés e corando:
-Você não vai me dar um beijo de oi, Draco?
Sem ela perceber já estava envolvida pela cintura e recebendo um beijo apaixonado do loiro.
N/A: Desculpe tô com pressa!!
Só deixando muitod beuijos para quem está lendo e comentando e para quem somente está lendo!! Bjokas, BJokas e mais Bjokas!!
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Bjokas da Cuca