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2. Capítulo II


Fic: The Devils bride - Epilogo postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo! Eis mais um capítulo. ^^


Carla Cascão: Pois é... acho que o Draco não vai gostar muito disso, só lendo para saber...


 


Bjs e uma boa leitura!



*****






O ar estava gélido na manhã seguinte e Hermione apertou a capa forrada de pele de encontro ao corpo, procurando calor e conforto. Podmore, um dos homens do rei, liderava o pequeno grupo, composto de seis guardas e três servos. Uma figura pequena, de cabelos brancos, logo lhe chamou a atenção.


― Quem é aquele? ― indagou curiosa.


― O padre Flitwick, claro ― Podmore respondeu secamente. ― Assim teremos certeza de que o casamento foi mesmo realizado. Talvez o rei suspeite de que não haja sacerdotes em Dunmurrow...


Irritada com a insolência do comentário, a castanha se afastou a galope, esforçando-se para não se deixar dominar pela inquietude.


Embora tivesse usado a reputação tenebrosa de Malfoy na esperança de escapar da imposição de Dumbledore, ela não acreditava numa só palavra do que se dizia sobre o Cavaleiro Vermelho. A experiência lhe ensinara que fofocas se espalham depressa e são sempre exageradas. Portanto tinha certeza de que os rumores terríveis não passavam disso: rumores. O fato de não haver capelão em Dunmurrow não significava que Malfoy o espantara de lá com suas práticas de magia negra.


Hermione quase riu alto e de repente a presença do sacerdote no grupo lhe pareceu bastante divertida. Talvez o Cavaleiro Vermelho decidisse manter o pobre homem no castelo, mas certamente não para oficiar a cerimônia de casamento. Afinal pode-se levar um cavalo até a água, mas não se pode obrigá-lo a beber. Ela escolhera o barão Malfoy, porém ele não a escolhera. Assim, com ou sem padre, não conseguia imaginar alguém forçando-o a casar-se.


E então, ficaria livre para voltar para casa...


 


 


Estava claro que Podmore não a apreciava nem um pouco e a cada dia que passava forçava a marcha dos cavalos, como se o grupo estivesse indo direto para uma batalha, não para um casamento.


Prewett choramingava e reclamava de pura exaustão, porém a castanha mantinha-se firme. Quanto mais cedo chegassem aos domínios de Malfoy, mais depressa poderia tomar o caminho de casa.


Contudo, ao se aproximarem de Dunmurrow, uma sensação estranha começou a dominá-la. A paisagem era Imponente, rude. Vastas planícies se estendiam a perder de vista e uma floresta lúgubre impunha sua presença ameaçadora. Entardecia quando Hermione, pela primeira vez, colocou os olhos sobre o castelo do Cavaleiro Vermelho e apesar de todas as suas resoluções corajosas, sentiu um aperto terrível no coração.


O Sol se punha no horizonte, lançando sombras profundas sobre as velhas paredes de pedras. A construção maciça e retangular lançava suas torres negras para o infinito, desafiando os céus. Uma névoa úmida e cinzenta se espalhava pelos arredores, como se saída do nada, envolvendo Dunmurrow num manto fantasmagórico.


O efeito era tão arrepiante que a jovem se sentiu vacilar e por um momento perguntou-se se Malfoy não teria mesmo poderes sobrenaturais, poderes que o permitiam comandar os elementos da natureza e fazer com que uma névoa espessa escondesse seu castelo de olhos curiosos e visitantes indesejáveis.


Os resmungos de Molly arrancaram-na daquela espécie de torpor. Ao reparar que os servos se benziam e o padre murmurava palavras incompreensíveis, orações ou maldições talvez, Hermione deixou a hesitação de lado e foi em frente.


Então aguardou que os guardas do rei cruzassem a ponte levadiça. Pelo menos teria o calor de um fogo e a maciez de uma cama para confortá-la. E quem sabe amanhã, quando tomassem o caminho de casa, também se veriam livre da neve. Claro que, apesar do mau humor constante, Podmore não se recusaria a acompanhá-las até Belvry. Porém, se ele tivesse coragem de recusar, não pensaria duas vezes antes de implorar o auxilio de alguns homens de Dunrnurrow. Afinal seria a esposa rejeitada do senhor do castelo.


De repente o cavaleiro aproximou-se a galope, uma expressão furiosa no rosto.


― Negaram-nos permissão para cruzar a ponte ― ele informou espumando de raiva.


― Por quê? ― embora estivesse ansiosa para escapar do frio intenso, a castanha decidiu que aquele tipo de tratamento rude era motivo para celebração. Quem sabe Malfoy se recusaria a vê-la? Talvez pudesse partir para Belvry ainda mais cedo do que imaginara.


― Porque o castelo já está fechado para a noite e todos os visitantes são proibidos de entrar até amanhã de manhã.


Hermione inspirou fundo, pronta para fazer um comentário qualquer, quando ouviu um gemido angustiado. Molly balançava perigosamente sobre o cavalo, como se estivesse a ponto de desmaiar. Em questão de segundos estava ao lado da aia, amparando-a com o braço.


― Que bobagem é essa? ― perguntou com altivez. ― Exijo falar com o barão Malfoy agora mesmo!


― Foi o que eu fiz ― Podmore respondeu irritado. ― Mas meu pedido foi recusado até amanhã.


Conformado, apesar de furioso, o emissário do rei mandou os servos erguerem o acampamento sob as sombras do castelo.


Outro gemido de Molly exigiu a atenção de Hermione.


― Pare com isso, ou vou deixá-la cair no chão ― avisou, impaciente com os chiliques da criada.


― Oh, minha lady, é como temíamos. O Cavaleiro Vermelho é uma criatura das trevas.


― Se ele fosse uma criatura das trevas, então deveria estar aqui, apreciando os arredores. Ele é uma criatura da grosseria, isso sim! Nunca ouvi dizer que alguém negasse abrigo a visitantes. E pensar que estamos aqui por ordem do rei! Este Cavaleiro Vermelho é ousado demais.


Embora a ideia de dormir outra noite ao relento, quando uma cama macia estava ao alcance das mãos, a incomodasse, a atitude desafiadora de Malfoy a impressionava. Aliás, ia bem de acordo com seus planos.


― O homem é um demônio, marque bem minhas palavras ― Molly murmurou num tom implicante.


― E você marque bem minhas palavras ― a jovem devolveu, um sorriso triunfante nos lábios. ― Ele é um homem mal-educado e rude que não hesitará em desafiar as ordens do rei amanhã! E então... então poderemos ir para casa.


 


 


Na manhã seguinte, a ponte levadiça foi finalmente abaixada sobre a vala profunda que cercava o castelo e o grupo liderado por Podmore pôde entrar em Dunrnurrow. Acostumada ao movimento incessante de Belvry, Hermione ficou surpresa ao descobrir o pátio quase deserto. A construção parecia vazia! Sabendo como Molly interpretaria aquela ausência de pessoas, evitou fitar a serva.


Mesmo considerando a lenda criada em torno do Cavaleiro Vermelho um punhado de bobagens, a castanha não conseguiu evitar a sensação desagradável, beirando ao pavor, que a invadiu ao ouvir a ponte levadiça sendo alçada de volta. Por um instante sentiu-se trancada dentro do um covil, à mercê de feras.


Determinada a enfrentar a situação a qualquer custo, procurou dominar o medo enquanto um guarda os conduziu à parte interna do castelo. Porém o salão de Dunmurrow não lhe trouxe conforto algum. Imenso e escuro, cheirava a fumaça e mofo, sendo possível enxergar camadas grossas de sujeira acumuladas nas paredes. Que tipo de homem seria esse, capaz de deixar a própria casa nestas condições? As janelas estreitas estavam fechadas, quase não deixando passar os raios tímidos de sol, insuficientes para romper a escuridão.


Falta de iluminação adequada não era algo incomum, especialmente em construções antigas como o castelo de Dunmurrow, mas em geral o problema era contornado com o auxilio de velas e tochas, deixadas acesas durante o dia inteiro. Entretanto, apesar do tamanho impressionante do salão, quase não se viam velas.


Hermione estremeceu e olhou ao redor, procurando enxergar através das sombras. Embora a lareira estivesse acesa, o fogo baixo de pouco servia para oferecer calor e conforto. De onde estava, a outra extremidade do salão era impenetrável, imersa em trevas sufocantes. Isadora recusava-se a fitar Molly que se aproximara do sacerdote como se buscasse proteção.


O grupo permaneceu em silêncio, a atmosfera opressora envolvendo-os como um manto. Dentro do silêncio pesado ouviam-se apenas os passos impacientes de Podmore. O emissário do rei andava de um lado para o outro sem disfarçar a irritação crescente. Acostumado a ser tratado com uma certa deferência, não se conformava com o descaso mostrado pelo barão Malfoy, especialmente depois da noite passada ao relento.


Quando o cavaleiro parecia a ponto de explodir, um servo anunciou que o Cavaleiro Vermelho mandara lhes servir uma refeição. Mesmo ainda sendo um tanto cedo para o almoço, os homens se atiraram à comida, como se estivessem famintos não só de alimentos, mas de algo que lhes desse uma sensação de normalidade.


― Vamos, coma, minha lady ― Molly murmurou puxando a jovem para o seu lado.


Porém a castanha sentia-se incapaz de comer; não quando tinha consciência da gravidade da tarefa que a aguardava. De repente seu plano lhe parecia ousado demais, incerto demais para alcançar o sucesso. Além de tudo o castelo de Malfoy a perturbava profundamente, inquietando-a ao extremo. Até o momento presente, o homem fazia jus à sua reputação.


Um único servo ia e vinha da cozinha, trazendo travessas, fatiando a carne assada, servindo cerveja.


― Onde estão todos? ― ela indagou assombrada, sem na verdade esperar qualquer resposta. Acostumada ao movimento do salão principal em Belvry, onde as vozes das damas, cavaleiros, servos e visitantes se misturavam numa alegre algazarra, era impossível não se ressentir desse silêncio lúgubre. O castelo era muito quieto, o eco das paredes vazias transformando qualquer barulho num bum ameaçador.


― Ele é inumano, pode estar certa disso ― Molly sussurrou enfesada.


― Não é inumano viver na pobreza ― Hermione retrucou, um ar pensativo no rosto. ― Só agora percebi como sempre tomei certas coisas como garantidas. O castelo que meu pai construiu quando jovem ainda está em ótimas condições nos dias de hoje, cheio de luz, belas pinturas, tapeçarias delicadas. E também muitos servos cumprindo suas obrigações...


― Grande parte disso se deve a você, minha lady. Os homens, quando deixados por sua própria conta, em geral acabam se descuidando da comida e da limpeza. ― a senhora faz uma careta de desagrado.


― Concordo inteiramente. ― pelo pouco que a castanha conseguira ver até então, o castelo Dunmurrow parecia imundo. Uma grossa camada de sujeira cobria o chão e o ar tinha o cheiro desagradável de alimentos estragados e lixo acumulado. As paredes estavam pretas de fumaça, as mesas sujas e ásperas. Os pratos usados na refeição nadavam em gordura e ela se perguntou se o resto do castelo também estava naquelas tristes condições.


Servida em pratos limpos ou não, a verdade é que a comida tinha um gosto intragável. Depois de provar o primeiro pedaço da carne, Hermione deu-se por satisfeita e mordiscou uma fatia de pão enquanto os outros continuavam a almoçar. E como almoçaram. A refeição deu a impressão de durar para sempre, servindo apenas para aumentar seu estado de agitação.


De qualquer maneira todos pareciam mais relaxados com os estômagos cheios, à exceção de Podmore e a castanha, cada qual mais furioso do que o outro.


― Vamos, minha lady, beba alguma coisa ― Molly insistiu, procurando acalmá-la.


― Não quero nada, quero apenas dar esse caso por encerrado. Mal posso esperar que Malfoy apareça para resolver o assunto. Assim poderemos ir embora logo!


― Psiu! ― a criada apontou discretamente na direção de Podmore.


Hermione ignorou o aviso.


― Por que a demora? Por que somos obrigados a aguardar aqui como mendigos depois de termos sido forçados a passar a noite do lado de fora do castelo?


― Minha lady, por favor, cuidado com a língua. As paredes têm ouvidos. Não seria sensato desafiar a ira do Cavaleiro Vermelho.


― Pois não me importo se ele é o próprio diabo encarnado. Se não formos admitidos na sua presença herética neste instante, partirei para Belvry. Claro que assim a ordem do rei perderá o valor.


Molly cobriu o rosto com as mãos, desgostosa, enquanto Podmore fuzilava a castanha com o olhar. Como se aguardasse o momento certo para interferir, um servo chamado Argus Filch deu um passo à frente.


― Se minha lady e este cavaleiro fizerem o favor de me acompanhar, meu lorde está pronto para recebê-los agora.


Por um momento Hermione pensou em levar Molly também, mas acabou decidindo que o melhor era deixá-la no salão, na companhia dos outros. Se o Cavaleiro Vermelho fosse metade do que os rumores envolvendo sua reputação afirmavam, provavelmente a criada desmaiaria de novo.


Filch os conduziu através de um corredor gelado e por uma escada em espiral. Era quase impossível enxergar os degraus, tão espessa a escuridão. O castiçal levado pelo servo silencioso de pouco adiantava e ela mal percebeu quando pararam diante de uma porta de madeira maciça. Então o senhor abriu-a e fez um sinal para que entrassem.


A jovem presumiu que estivessem nos aposentos do Cavaleiro Vermelho, no próprio covil da fera. Depois do frio penetrante do corredor, o calor dentro do quarto imenso era mais do que bem-vindo. Ela aproximou-se da lareira para estender as mãos para aquecê-las, enquanto olhava ao redor curiosa. Se houvessem janelas, deviam estar hermeticamente fechadas porque o único foco de iluminação vinha do fogo pálido. Com muita dificuldade, percebeu que as paredes eram pintadas de verde escuro e as cortinas de veludo acompanhavam o mesmo tom. Na verdade, um ambiente perfeito para Malfoy considerando todos os rumores, é claro.


Sem tochas ou castiçais para aliviar as trevas, estavam todos envolvidos numa escuridão quase total.


Bem longe deles, envolto pelas sombras mais pesadas, destacava-se a figura de um homem altíssimo, ladeado por dois cachorros enormes.


Seria Malfoy? Hermione focalizou bem os olhos tentando enxergá-lo melhor, porém por mais que se esforçasse, não conseguia vê-lo com nitidez. Contudo não tinha dúvidas de que, apesar de sentado, era um homem muito, muito maior do que Podmore. Além da altura, era impossível distinguir as feições do rosto, a cor e o comprimento dos cabelos ou mesmo as roupas que o desconhecido usava. Embora o instinto lhe dissesse que estava frente a frente com o Cavaleiro Vermelho, ainda assim não podia ver nada além de uma silhueta escura.


Toda aquela circunstância incomum era bastante inquietante. Que tipo de homem seria ele? Será que procurava assustá-los propositalmente? A castanha jamais temera a noite e nunca acreditara nas histórias fantásticas que se contavam sobre o barão Malfoy. Mesmo assim não conseguiu evitar os tremores que a sacudiram da cabeça aos pés, como um aviso carregado de maus presságios.


Se estivesse presente, Molly, com certeza, teria caído desmaiada no chão.


 

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Comentários: 1

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Enviado por Carla Balsinha em 19/08/2013

alô querida!agora é que vai ser o lindo e o bonito!quem irá saír primeiro e por onde?!eu cá no lugar da hermione não arriscava o meu pescoço e o draco que tenha muto cuidado,com o génio dela,nunca  se sabe....^^

muito calor deste lado!

beijinhos grandes

Carla Cascão

Nota: 5

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