FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo



______________________________
Visualizando o capítulo:

1. Capítulo I


Fic: The Devils bride - Epilogo postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Oi, oi povo! Desculpem a demora em postar, as coisas estão bem corridas no meu serviço, mas acredito que daqui duas semanas, tudo volta ao normal e poderei postar com a regularidade de antes.
Bem, sem mais delongas, eis o primeiro capítulo!!

Boa leitura e muitos bjs.






*****






Hermione sentia-se como um verdadeiro presente de Natal! Ou talvez uma iguaria deliciosa, aguardando o momento de ser devorada pelos cavaleiros famintos que se moviam lá embaixo como um punhado de cães raivosos e famintos. Todos, sem exceção, tinham se empanturrado de vinho, cerveja e comida. Agora pareciam ansiosos para receber um prêmio especial. Até se poderia pensar que as festas de fim de ano já haviam chegado, tal a maneira como se banqueteava aqui, na corte do rei Dumbledore.
A cena lhe causava tamanha aversão que a jovem não conseguiu controlar a expressão nauseada do rosto. Porém ao perceber a aproximação de sua aia, virou-se imediatamente de costas. Não queria ser vista assim, vulnerável e impotente, quando sempre soubera enfrentar qualquer situação. Mas Molly, tendo carregado-a no colo desde que nascera e a acompanhado ao longo da vida, podia reconhecer o estado de ânimo que a dominava a distância.
― Que foi, minha lady? ― a mulher indagou baixinho.
― Que foi? ― Hermione sorriu amarga, a voz normalmente melodiosa vibrando de raiva e desprezo. ― Sinto-me o prêmio de um torneio, toda embrulhada e enfeitada ― num gesto irritado, passou a mão pelo vestido bordado e pela capa debruada de arminho ―, esperando ser entregue ao vencedor.
― Minha lady... ― a senhora sussurrou, o tom aflito implorando cautela.
Impaciente, a castanha cortou-a no meio da frase.
― Nestes últimos meses, desde a morte de meu pai, nossas terras só têm feito prosperar sob a minha direção. Entretanto, em vez de receber uma recompensa pelos meus esforços, parece que eu serei a recompensa dada a algum patife imundo, louco por dinheiro. E tudo isso apenas porque nosso bom rei decidiu assim.
― Minha senhora! ― a aia protestou .chocada.
― Não é justo ― reclamou pela enésima vez.
Não importava o quão bem administrava as propriedades que lhe haviam sido deixadas pelo pai, ou quantos pretendentes conseguira recusar, ou quantas colheitas fartas extraíra das plantações, ou como a vida em seu castelo transcorria calma e serena, na santa paz de Deus. Pois todos esses resultados espetaculares tinham sido em vão. Em menos de um ano o rei lhe enviara uma intimação, ordenando-lhe que casar-se.
― Pare de se lamuriar. Podia ser pior. Pelo menos você poderá escolher o próprio marido. E dentre todos os cavaleiros mais nobres do reino, diga-se de passagem.
― Ha! Grande coisa! Essa honra me foi concedida apenas porque tenho dinheiro suficiente para pagar pelo privilégio. Ou por acaso você acha que o rei me permitiu escolher porque me estima profundamente?
― Chega ― Molly tornou a avisar. ― Pare com essa conversa tola e perigosa e fique quieta. Pelo menos uma vez na vida, comporte-se e faça a opção com sabedoria, usando a cabeça em vez do mau-humor.
Hermione sorriu de leve, sem se ofender com as palavras da serva. Além de Molly ter sido mais do que uma verdadeira mãe ao longo do tempo, era impossível conter a língua da velha senhora, mesmo se tentasse.
― Não se preocupe. Vou escolher com sabedoria. Aliás, tenho um bom plano.
Horrorizada com o que acabara de ouvir, Molly deu um passo para trás.
― Oh, Deus tenha piedade de nós! ― os anos de experiência lhe haviam ensinado que os planos da sua ama sempre acabavam em grandes confusões. À beira do pânico, juntou as mãos numa súplica angustiada. ― Minha lady, por favor, deixe suas ideias mirabolantes de lado. Esqueça os planos arriscados. São perigosos.
― Estou apenas aceitando o seu conselho ― ela respondeu docemente, um brilho malicioso no olhar. ― Vou decidir com sabedoria. O rei me deu liberdade para escolher um marido dentre todos os cavaleiros do reino, não é? Ele disse que eu posso optar por qualquer um de seus cavaleiros. E isso inclui todo o reino, certo? ― a jovem fez uma pausa, ignorando a expressão confusa da serva.
― Minha lady...
― Portanto já tomei uma decisão.
O sorriso vitorioso iluminando o rosto angelical não era um bom sinal, a senhora pensou temendo pela sorte da ama. Desde o berço, Hermione Jane Granger demonstrara possuir uma personalidade marcante e o fato de ter crescido na companhia de três irmãos, sem a mãe por perto para lhe incutir maneiras delicadas, só fizera acentuar o caráter destemido. Agora, depois da morte dos dois rapazes mais velhos por causa de uma febre, do terceiro ter sido morto durante a última Cruzada e do pai haver falecido recentemente, a castanha se tornara a única sobrevivente da família Granger. Ela provara ser mais resistente, forte e inteligente do que qualquer um deles, além de mais teimosa e cabeça-dura também.
No fundo do coração, a velha criada acreditava que o casamento com um homem decente iria fazer bem à sua protegida. Ser guiada por uma mão firme, mas gentil, conceber filhos e criá-los, poderia contribuir para trazer à tona a natureza suave da jovem. Talvez o decreto do rei Dumbledore fosse mesmo para o bem. Afinal Hermione já completara dezessete anos e até o momento não demonstrara qualquer interesse em procurar um marido. O único problema era que se esquecera de levar em consideração a natureza determinada daquela a quem amava como a uma filha.
― E se ele não aprovar a minha opção, presumo que ficarei livre para voltar para casa ― concluiu com um ar triunfante.
Molly tentava raciocinar rapidamente, procurando entender que plano seria esse. Por algum motivo obscuro, sua senhora acreditava que o rei lhe negaria permissão para casar-se com o cavaleiro escolhido.
― Minha lady, você não teria coragem de selecionar um homem já casado?!
― Não! Eu sequer tinha pensado nessa possibilidade juro! ― a castanha ficou em silêncio alguns segundos, como se considerando tal alternativa. Então descartou a ideia. ―Não, não creio que Dumbledore aceitasse um caso assim. Mas ele será contra a minha escolha. Terá de ser!
A velha criada inspirou fundo preparando-se para ouvir o pior. Precisava saber o resto da história, embora tivesse certeza de que não iria gostar nada do que estava para escutar.
― E quem será o eleito? ― indagou ansiosa.
Experimentando a primeira sensação positiva do dia, Hermione passeou o olhar desdenhoso vagarosamente pelos cavaleiros lá embaixo antes de fitar a aia.
― Vou escolher o barão Malfoy. ― cheia de expectativa, aguardou a reação de Molly, que com certeza iria cumprimentá-la pela demonstração de engenho e inteligência. Entretanto, em vez de palavras de admiração, a criada só teve tempo de: arregalar os olhos antes de cair desmaiada no chão.
 
 
Hermione ergueu a cabeça e jogou os ombros para trás ao entrar no salão agora vazio, à exceção de Dumbledore, da rainha, alguns poucos servos e conselheiros. O rei tinha concedido a graça de uma audiência em particular, porém não sabia se devia considerar a atitude uma bênção ou uma maldição. Se Dumbledore pretendesse contrariar a sua decisão, com certeza seria mais difícil fazê-lo na frente de muitas pessoas. Já perante um grupo pequeno... Não, não queria pensar em derrota. Um guerreiro nunca se deixa abater.
O rei era um homem de aparência simpática. Alto, pernas longas, cabelos compridos e brancos, uma barba igualmente longa e branca e olhos azul-claros. Contudo a castanha se ajoelhou diante dele sem a menor emoção. Jamais sentira simpatia ou atração por qualquer homem.
― Boa noite, Hermione Granger. Espero que você tenha apreciado sua estada na corte.
― Sim, claro, meu lorde ― ela respondeu forçando um sorriso.
― Também espero que tenha usado seu tempo de maneira sensata para escolher um marido dentre meus cavaleiros reunidos aqui. ― o rei sorriu, como se a situação o divertisse.
― Meu lorde não limitou a seleção dentre os que se encontravam presentes na corte ― a jovem falou procurando manter-se calma. ― Posso me casar com qualquer um de seus cavaleiros, não posso?
Embora surpreso, Dumbledore concordou com um breve aceno de cabeça.
Apesar de firmemente decidida a levar o plano até o fim, parecia cada vez mais difícil pronunciar o nome do eleito. Foi com muito esforço que as palavras ganharam vida.
― Então escolho para marido o barão Malfoy, de Dunmurrow.
O anúncio teve o efeito esperado. As pessoas ao redor não fizeram a menor questão de disfarçar o choque que sua escolha causara e logo os comentários, sempre associados ao barão, enchiam o ar.
O Cavaleiro Vermelho... o próprio diabo encarnado... feiticeiro... praticante da magia negra... – sussurravam vozes anônimas.
Embora Hermione já tivesse escutado todos esses rumores antes, as palavras a desassossegavam mais agora porque, de certa forma, lhe diziam respeito.
Determinada a não se deixar abater, ergueu a cabeça e fitou cada um dos presentes com altivez. Todos a olhavam horrorizados. Todos, exceto o rei e sua esposa, é claro. Dumbledore conseguiu disfarçar seu olhar contrariado rapidamente e a castanha conteve um sorriso triunfal. Se o rei estava descontente, era porque se sabia derrotado. E é claro que não poderia voltar atrás na palavra empenhada, ficando portanto obrigado a liberá-la do compromisso de arrumar um marido.
Quando estava a ponto de dizer algo, Dumbledore foi interrompido pela esposa, que lhe sussurrou alguma coisa no ouvido. Talvez a rainha estivesse tentando apaziguá-lo, Hermione pensou esperançosa. Afinal Minerva sempre fora considerada uma influência benéfica sobre a personalidade austera do marido. Embora prestasse atenção à esposa, o rei mantinha os olhos azuis fixos na castanha. Aquele olhar penetrante dava a impressão de enxergá-la por dentro, medindo suas forças e fraquezas, avaliando-a, desvendando-lhe os segredos da alma. Por fim Dumbledore começou a rir. Hermione respirou aliviada, certa de que o rei achava tudo muito engraçado. Claro que sairia daquela audiência vitoriosa.
Logo poderia ir para casa como uma mulher livre!
― Pois então que seja! ― o rei falou em alto e bom som. ― Malfoy é o escolhido.
A castanha quase não podia acreditar no que acabara de ouvir. Estava certa de que sua escolha seria contestada ou que, pelo menos, fosse forçada a selecionar outro pretendente. Mas nunca, nunca lhe passara pela cabeça que o rei a deixaria casar-se com o Cavaleiro Vermelho, um recluso capaz de fechar as portas de seu castelo a todos os que viviam do lado de fora das muralhas sombrias que cercavam a propriedade. Por um instante ela sentiu o chão fugir sob os pés, porém manteve-se firme.
Dumbledore apenas sorriu diante de seu assombro. Obviamente a tentativa de trapaceá-lo acabara desagradando-o e ele não hesitaria em puni-la pelo comportamento ultrajante. Oh, Deus, Molly tinha razão. Conseguira se meter numa enrascada ainda maior do que antes... a não ser que... a não ser que...
― Muito naturalmente eu esperava que sua escolha recaísse sobre um dos barões que lhe foram apresentados durante sua estada aqui. Porém, como você mesma fez questão de ressaltar, dei-lhe permissão para selecionar um marido dentre todos os meus cavaleiros. Sua escolha foi incomum, inesperada, e Malfoy é alguém que eu não iria sugerir. Entretanto não vejo motivo para negar esse desejo de seu coração. ― as palavras do rei exalavam um sarcasmo sutil, fazendo-a estremecer. ― De qualquer maneira acho que você fará bem a Malfoy. Um anjo de luz para o nosso Cavaleiro Vermelho. Talvez você consiga domá-lo, hein? ― a pergunta fora feita à audiência, que não hesitou em rir nervosamente.
Minerva sorriu enigmática e Hermione logo percebeu que não teria ajuda feminina naquela questão delicada.
― Muito bem, então ― o rei concluiu satisfeito. ― Que sua jornada seja tranquila. Pode partir amanhã mesmo e chegará a Dunmurrow antes do Natal.
A castanha não sabia o que dizer. Partir tão cedo assim? Com muita dificuldade conseguiu se recompor o suficiente para murmurar agradecimentos vazios. Então fez uma mesura e saiu do salão, ainda sem conseguir acreditar que estava para se casar com um homem de quem conhecia apenas a fama e os rumores assustadores que o cercavam.
 
 
Hermione Granger estava arrumando a bagagem quando Molly apareceu.
― E então, minha lady? ― a aia perguntou temerosa, a respiração suspensa.
Ela não se deu ao trabalho de virar-se e continuou ajeitando os vestidos dentro do baú.
― Partimos amanhã de manhã... para Dunmurrow.
A serva começou a se lamentar baixinho, como se entoando um canto fúnebre. Por fim a jovem voltou-se para fitá-la.
― Por favor, não me venha com essa história de desmaiar de novo. Tenho outras coisas mais importantes para fazer do que ficar levantando-a do chão.
― Mas, minha lady, por quê? Por que você foi escolher aquele monstro, quando na corte estavam reunidos os cavaleiros mais bonitos do reino?
Apesar de bonitos, todos agiriam como meu dono, Hermione pensou irritada. Nunca em sua vida se submetera a um senhor. Seu pai e seus irmãos sempre a tinham deixado entregue a si mesma. Jamais fora forçada a cumprir ordens de terceiros, a seguir outras inclinações que não fossem as próprias. Portanto não pretendia começar agora, decidiu guardando os chinelos com raiva.
― Mas Malfoy! ― Molly fez o sinal da cruz. ― Ele é o mal encarnado! Dizem que é alquimista, praticante de magia negra, um adorador... do diabo! E por isso que o chamam de Cavaleiro Vermelho, porque tem parte com o demônio! E agora que se enfurnou em Dunmurrow, recusa-se a sair das suas terras. Porém manda buscar magos e feiticeiros para aprender os segredos da magia. Depois descarta-os e conjura os espíritos para realizar seus propósitos sombrios. Dizem que aqueles que entram em seu covil... jamais retornam. ― Molly baixou a cabeça lastimada, como se não suportasse o peso do que acabara de dizer.
Percebendo o pavor da criada, Hermione abraçou-a carinhosamente.
― Rumores! Quanta bobagem! Todos os grandes cavaleiros costumam alimentar lendas sobre si mesmos com o objetivo de despertar medo no coração de seus inimigos. Este Cavaleiro Vermelho é um mortal comum. Você vai ver. ― ela deu um tapinha nas costas de Molly e obrigou-a a sentar-se num banco enquanto voltava à tarefa de arrumar a bagagem.
― Mas por que, minha lady, por quê? ― a velha serva tornou a insistir, meio indignada. ― Era esse o seu plano... nos mandar direto para os braços do mal?
― Admito que alimentei esperanças de que o rei rejeitasse minha escolha, porém Dumbledore recusou-se a aceitar que eu havia levado a melhor e resolveu me dar uma lição. ― Hermione colocou uma Bíblia sobre os vestidos dobrados e fechou um dos baús.
Molly recomeçou a resmungar e a balançar a cabeça de um lado para o outro.
― Pare com essa tolice agora mesmo ― a castanha ordenou, esforçando-se para não perder a calma. ― Não se preocupe quanto ao tal cavaleiro terrível. Prometo-lhe que não ficaremos em Dunrnurrow o bastante para sermos maltratadas.
A serva fitou-a intrigada, sem entender o comentário.
― Você acha que Malfoy quer uma esposa espiando suas atividades macabras? Não, acho que não. Ele não demonstra qualquer interesse pela vida na corte e nem parece se preocupar com dinheiro. Tenho certeza de que se recusará a me aceitar como esposa. Assim poderei voltar para casa, livre e solteira ― falou aparentando mais certeza do que sentia.
― Isso seria loucura! Nem mesmo o Cavaleiro Vermelho poderia desafiar uma ordem do rei!
Hermione deu de ombros e voltou a atenção para a bagagem, terminando de ajeitar as últimas peças de roupa.
― Ouvi dizer que Malfoy vive de acordo com as próprias leis.
― Sim, só que certamente não se oporá ao rei ― Molly insistiu.
― Se ele não se opor à ordem de Dumbledore, então nos casaremos. Na minha opinião, tanto faz ter um brutamontes para marido como outro qualquer. ― ela bateu a tampa do baú com tanta força que a madeira quase se partiu em duas.
 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Landa MS em 05/01/2014

Procurando uma fic de época a séculos e finalmente achei uma. Muito bom o primeiro cap. Favoritando.

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carla Balsinha em 05/08/2013

alô querida!Valha-me a santa!o que irá saír daqui?

como irá reagir o noivo,quando vir a hermione a bater-lhe á porta e a dizer "olha,temos que obrigatoriamente casar,porque o rei me obrigou a escolher um dos cavaleiros da corte e eu escolhi-te a ti,que tal?!" acho que o draco vai-lhe atirar com algo,não sei porquê....^^

Beijinhos grandes

Carla Cascão

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.