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10. Capítulo 10


Fic: Proposta Indecente


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione deixou cair o sabonete quando ouviu a voz familiar, e assustou-se ao ver Harry a seu lado.

— Você está em casa... — balbuciou.

Ele envolveu-lhe o rosto entre as mãos, dando-lhe um beijo quente e profundo que a fez estremecer de paixão e desejo. Deslizou os dedos sobre os ombros dela, pelas costas, puxou-a para perto de si, e Hermione colou-se a ele, sentido-lhe todo o vigor de sua excitação.

Harry afagou-lhe as suas nádegas e, ao mesmo tempo que lhe sentia os contornos deliciosos, explorou-as com os dedos ex­perientes até encontrar a reentrância úmida que respondia tão ansiosa a seu toque.

Ele experimentou o estremecimento de Hermione quando a levou ao clímax, e continuou a acariciá-la com sensualidade. Hermione escorregou as mãos pelos ombros de Harry, afagou­ lhe os músculos definidos e deslizou-as. Livrou-se do beijo que ele lhe dava para envolver, sôfrega, um de seus mamilos com os lábios.

Em um gesto ágil, Harry a ergueu até a altura da cintura, moldou-a a si e a penetrou. Parou por um momento para então recomeçar os movimentos, aumentando o ritmo à medida que Hermione o acompanhava, agarrada a ele como se experimen­tasse uma louca cavalgada.

— Isso é o que eu chamo de boas-vindas! — Harry murmurou, roçando-lhe os lábios. Ainda estavam intimamente ligados, e Hermione correu os dedos pelos cabelos de Harry, segurou-lhe a cabeça e beijou-o com ardor, as línguas se explorando sem parar.

— Gulosa...

Hermione sentiu a excitação dele voltar.

Dessa vez, foi Hermione quem ditou o ritmo, fazendo com que o amor fosse bem lento, com afagos e beijos e o suave movimento deles em perfeita sintonia.

Não se apressaram a sair do chuveiro. Aproveitaram o mo­mento, ensaboando-se um ao outro, para só então se enxaguar, se secar e vestir seus roupões.

— Está com fome?

— Você está falando de comida? — Harry indagou, lançan­do-lhe um olhar sexy e gostando de vê-Ia corar.

— É lógico... — Hermione procurava se recompor. — Tem fran­go no forno. Não custa nada esquentá-lo e fazer uma salada.

O jantar, onde ambos deram comida na boca do outro, foi uma brincadeira romântica, uma promessa do que viria a seguir.

— Acho que eu deveria viajar mais — Harry brincou. Hermione levantou-se e começou a tirar a mesa.

— Deixe isso aí — ele ordenou com cordialidade, e colocou-a no colo, aninhando a boca na curva suave de seu pescoço. — Senti sua falta.

Foi uma confissão que lhe fez bem, pois Hermione também sentira saudade dele. A casa era muito vazia, a cama sem Harry para abraçar, sem as mãos que a provocavam e a punham em brasa.

Teve medo de externar seus pensamentos. Em vez disso, aca­riciou-lhe a face e beijou-o com paixão. Harry a pegou nos bra­ços e subiram em direção ao quarto.

Fizeram um amor doce e demorado, alternando momentos suaves e selvagens, e só deixaram a suíte pouco antes do meio­-dia.

Foi quando Hermione se lembrou de perguntar-lhe sobre a viagem.

— Tudo correu bem. Mas talvez eu tenha de voltar a Bris­bane no final do mês. — Harry sorriu ao perceber o evidente desapontamento que ela tentou ocultar.

— Levei Sammy para jantar, quando você esteve fora.

— Imagino que ele deve ter adorado.

Um sorriso tênue surgiu no canto de sua boca.

— Ah, sim... Ginny também dormiu aqui uma noite. Espero que você não se importe.

Fatos banais, mas nada tinha de mais interessante para lhe contar.

— Por que eu deveria?

O telefone tocou, e Harry atravessou a cozinha para atendê-lo. Hermione batia dois ovos para fazer omeletes, pôs pão na torradeira e arrumou a mesa do café.

Quando ele terminou o telefonema, ela tinha acabado de servir a refeição.

— Precisarei permanecer algumas horas no estúdio.

— Tudo bem. Tenho que corrigir uns trabalhos e preparas algumas lições para a semana que vem.

Passaram o resto do final de semana dentro da mansão, em uma atmosfera muito relaxante. Assistiram a vários filmes em vídeo e, enquanto Harry trabalhava no computador, Hermione, se entretinha lendo o best seller do momento.

Uma ponta de tristeza os envolveu quando o final de semana chegou ao fim. A segunda-feira trouxe a rotina de volta a suas vidas, e também o primeiro de uma série de compromissos so­ciais que preencheriam as semanas vindouras.

Houve a estréia de um filme, a vernissage em uma galeria de arte, coquetéis de boas-vindas a alguma personalidade... a nenhum Cho esteve presente.

Talvez ela estivesse fora da cidade. Hermione remoía essa pos­sibilidade, ao lado de Harry, durante uma festa.

Hermione reconheceu alguns dos convidados, com os quais conversou um pouco sobre o sistema de ensino vigente. Esse era um assunto que ela dominava, e explicava com prazer seus pontos de vista... tanto que não notou que Cho chegara.

— Harry?

Hermione quase perdeu o fôlego ante a beleza da rival e o vestido de noite que lhe moldava as formas perfeitas.

Harry respondeu com um charme educado, enquanto Ronald exercia seu carisma, fazendo Hermione refletir sobre os jogos sociais que as pessoas praticavam para ocultar insatisfações e ciúme.

— Foi tudo bem em sua viagem de negócios, querido?

Cho esboçou um sorriso ardente repleto de promessas oculta: ao tocar o braço dele.

— Parece que Hermione não sentiu sua falta. Ronald e eu a flagramos em um jantar secreto com um jovem muito atraente. — E lançou um olhar venenoso para Hermione, enquanto aguardava a reação de Harry.

Anahí percebeu a expressão do companheiro, a frieza de seu olhar, a sobrancelha um tanto arqueada ao observá-la, pensativo.

Não precisava defender-se, tampouco tentou.

— Sammy D'alvecchio é um aluno de dezesseis anos que obteve excelentes resultados nos exames. O prêmio foi um jan­tar em um restaurante de minha escolha. — Hermione fez uma pausa, encarando Cho. — Não havia motivo para insultar a mim ou a Sammy deixando aquele recado na secretária eletrô­nica referindo-se a ele como meu brinquedo.

— O rapaz parecia ter pelo menos vinte anos — Cho protestou.

— Assim como muitos garotos sem o uniforme escolar — devolveu Hermione.

— Acho que você está mentindo...

— Por que eu faria isso? Você parou na nossa mesa e eu fiz as apresentações.

— Deixe para lá. — E Ronald afastou Cho.

— Sammy devia estar com uma ótima aparência — Harry concluiu, logo depois.

— Eu diria que irreconhecível. — Hermione o fitava com fir­meza quando ele lhe afagou o rosto.

— Cho precisa partir para outra:

— Ela não quer desistir de você. Ronald é apenas uma isca, e eu não tenho importância.

— O que acha de terminarmos a noite mais cedo? — Harry piscou, cheio de segundas intenções.

— Mais cedo, quando? — Hermione quis saber, o coração disparado.

— Mais uma hora e poderemos sair sem ofender ninguém.

— Tão cedo assim?

— Vamos circular. — Rindo, Harry tomou-a pela mão.

Era quase onze horas quando se despediram dos anfitriões e escaparam do animado evento.

O ar fresco encheu-lhes os pulmões quando caminharam até o carro, e passaram-se poucos minutos até chegarem à mansão em Woollahra.

Harry ergueu-a sobre um ombro, e Hermione reagiu dando-lhe pancadinhas com os punhos.

— Táticas do homem das cavernas?

Ele a colocou no chão apenas quando alcançaram a suíte, e beijou-a com uma intensidade que incendiou o corpo de Hermione. As roupas de ambos foram abandonadas pelo chão, e Harry puxou-a para a cama para fazerem amor de uma maneira ou­sada e primitiva.

Mais tarde, muito mais tarde, deitados com as pernas ain­da entrelaçadas, Hermione se deixava embalar pelas recentes sensações.

Harry sentiria a mesma coisa? Teria ele sido consumido pe­las emoções da mesma forma total e profunda, a ponto de se sentir desintegrar?

Hermione não conseguia pensar nem se mover. Pelo menos não naquele momento. Aos poucos, sua respiração retomou a norma­lidade e o pulso diminuiu. Harry roçou-lhe a têmpora com os lá­bios, beijando-a em seguida com uma ternura enternecedora.

Seria tão fácil dizer "eu te amo"... Era o que ela queria, mas junto com o amor que a invadia vinha o conhecimento de que jamais seria correspondida. Hermione nada mais era do que o pagamento de uma dívida.

Permaneceu acordada até muito depois que a respiração de Harry assumiu um ritmo regular e tranqüilo. Saiu da cama devagar, apanhou um roupão e desceu.

A luz do luar passava pela porta francesa que dava para o terraço, e Hermione se deixou ficar ali, olhando para a escuridão, imersa em conjecturas.

A cada dia que passava, era mais difícil ficar. E quanto às noites... como poderia suportar continuar a fazer amor com um homem que não a amava? Ocupar o mesmo leito, aceitar aquela intimidade e não se envolver emocionalmente? Passar um ano com alguém a quem amava com loucura e depois dar as costas e partir?

Já era bem duro agora. Duvidava que depois de um ano poderia sobreviver com seu estado emocional intacto.

— Não consegue dormir?

Ouvir Harry a assustou, e seu corpo estremeceu de leve quan­do ele lhe envolveu a cintura com os braços e a trouxe para perto.

Hermione quis muito recostar a cabeça em seu ombro e ab­sorver-lhe a força.

— Mione... — Harry a fez virar-se, devagar, para fitá-la.

— Isso tudo... você, eu, nós. Quando terminar, irei morar em um apartamento, retomarei minha vida... — "Sem você", ela acrescentou em silêncio, sentindo parte de si morrer.

— Será preciso haver um fim? — Harry a olhava com aten­ção. Queria-a em sua casa, em sua cama. Só para ele.

— Como poderia ser diferente? — Harry empalideceu. Cada noite era um lembrete de como seria difícil ter de ir embora. Era uma agonia pensar que cada momento de amor era um a menos para estarem juntos.

Harry representava tudo: seu coração, sua alma. Ninguém jamais se compararia a ele.

— E se eu lhe pedisse para ficar?

Para continuar a representar o papel de amante? Ciente de que Harry poderia se interessar por outra mulher? Sempre esperando o triste momento em que ele lhe pediria para partir?

Hermione sabia que não suportaria. Um riso vazio morreu-lhe na garganta.

— Por quanto tempo, Harry? Até você se cansar de mim?

— Vamos voltar para a cama — pediu, estendendo-lhe a mão.

— Sexo não resolve tudo.

— Para dormir, querida. — Harry deslizou um braço sob os joelhos dela, ergueu-a no colo e voltou para o quarto.

Aquele não era o momento de dizer-lhe que teria de tomar o avião do meio-dia para Brisbane, ou que ficaria fora vários dias em uma viagem de negócios. Seria melhor esperar pela manhã seguinte.

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