FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

17. O castanho de seus olhos


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Thaiana: Putz meu.....eu ri muito agora que vc citou a frase do desenho que eu não lembro o nome.... caraca, ri demais mesmo.....que bom que gostou....bjusss


Capítulo 17 – O castanho de seus olhos


 


Hermione não ouvia as palavras de baixo calão que os quadros lhe falavam quando ela passou correndo com a varinha acesa iluminando o caminho. Seus pés descalços mostravam machucados dos tombos que levou na escuridão do castelo.


- Por que Severus?


O suor escorria pelo seu rosto assustado. Não acreditava que ele pudesse fazer aquilo. Não aceitava pensar que o homem que ama fizesse isso. Ela virou em outro corredor e parou em frente a porta da professora de Transfiguração, em um dia normal e de completo juízo ela jamais chegaria perto daquele lugar, mas naquelas circunstância ela precisava de respostas.


- Professora – Chamou batendo na porta – Professora, por favor, atende, por favor.


- Mas o que é isso senhorita Granger? Não sabe que horas são? – Perguntou a professora McGonagall abrindo a porta enquanto fechava o robe. Mas suas mãos pararam ao avistarem o rosto da sua monitora chefe – Oh Meu Deus, senhorita Granger, o que houve?


- Eu preciso ver o diretor, mas não sei a senha.


McGonagall colocou sua mão no ombro dela e a puxou para dentro de uma sala muito elegante com móveis antigos e uma grande lareira que a professora acendeu. Hermione sentiu o clima quente dentro da sala, mas isso não foi suficiente para impedi-la de derramar as lágrimas que tanto segurava.


A professora a sentou no sofá, afagou suas costas por alguns segundos e colocou a mão na testa da menina, estava pelando.


- Hermione, você está queimando em febre, o que houve?


- Eu... eu preciso ver o diretor, preciso... preciso contar para ele, saber a verdade.... sobre ele – O choro a impediu de continuar a falar o restante, cada imagem do que via a cortava por dentro. As lembranças tão vividas da pobre menina.


  Hermione mantinha a mão em seus olhos e chorava compulsivamente. McGonagall segurou sua mão fortemente e a puxou para um abraço carinhoso afagando suas costas enquanto Hermione agarrava-se à professora deixando seu choro lavar a camisola dela.


- Shhh, calma querida, está tudo bem. Pode chorar, faz bem.


Depois de um tempo Hermione conseguiu controlar-se e levantou o rosto ainda com a mão em seu olho.


- Hermione querida, diga o que aconteceu. Pode confiar em mim. Sabe que me preocupo demais com meus alunos e mais ainda com você que é especial para mim. Fale comigo.


- Professora – Disse enfim ao tomar coragem. Sua mão segurava firmemente a dela e seus olhos vermelhos de tanto chorar estavam fixos nos azuis da professora – Preciso saber. A senhora acha que... que o professor Snape é uma boa pessoa?


Minerva não se surpreendeu quando Hermione perguntou sobre Snape, muito menos com o brilho apaixonado nos olhos dela. Quantas vezes já não tivera alunas que choravam em seu ombro por causa do professor que as ignoravam. Jamais as criticou, muito menos as repreendeu, não poderia, pois a culpa não é delas, realmente Snape era uma homem atraente por ser dificil e a paixonite adolescente vinha muito mais por ele ser exatamente um professor, alguém maduro que lhes dava segurança, mesmo que de forma estranha. Só ficava triste que elas escolhessem justamente o professor mais difícil daquela escola, que jamais lhes daria atenção.


- O professor Snape? – Hermione assentiu – Bom, Hermione eu sempre tive uma única opinião quanto a Severus. Desde quando ele era aluno até hoje. Posso dizer que mesmo não sendo intima eu sou privilegiada por saber a verdade sobre a vida dele, saber quem é o verdadeiro homem por trás da parede de gelo. Severus não é somente um bom homem Hermione, Severus é mais que isso. Severus é aquele que jamais irá desistir de lutar por uma boa causa enquanto houver um resto de vida em seu corpo. Eu o vi crescer Hermione e para mim não há homem igual a Severus e nem irá existir. Mas acho que ele não é o homem ideal para você


- Então... então por que ele fez aquilo? – Sussurrou mais para si do que para a professora ignorando o final da frase – Professora, por favor, preciso ver o diretor. É muito importante. Por favor.


Minerva olhou direito para a menina, os olhos suplicantes dela eram como facas em seu intimo. Normalmente jamais permitiria que alguém incomodasse Dumbledore àquela hora da noite, mas Hermione não era o tipo de aluna que pediria para ver o diretor tão tarde por besteira.


- Bolo de chocolate.


- Obrigada


- Hermione, espere.


Mas Hermione voltou a correr pelos corredores com sua varinha acesa. Após algum tempo percorrendo o castelo e subindo escadas suas pernas já não agüentavam mais correr, tinha que parar por ela, mas tinha que continuar por Samantha. Tinha que saber a verdade, tinha que ter força para saber, para perguntar. Dumbledore sabe, ele sempre sabe de tudo. Chegou até o começo do corredor para o escritório do diretor. A gárgula estava lá, no final, mas suas pernas estavam tão pesadas. O peso não era cansaço, era o medo que se instalava em seu corpo e crescia conforme a proximidade com a verdade.


Arrastou-se até a gárgula e disse a senha baixinho. A gárgula se mexeu dando espaço para que ela subisse os degraus. Cada um maior que o outro. Demorou para conseguir subir tudo e ao chegar até a grande porta levantou a mão, mas não conseguiu bater. Suas lágrimas voltaram e ela se sentiu escorregar para o chão. Abraçou os joelhos sentindo a tristeza doer em seu peito. Não sentiu quando seu corpo amoleceu e permaneceu caído no chão gelado.


Era tudo desconexo, não conseguia focalizar uma imagem certa. Tudo rodava.


- Severus.


Ele estava ali e era lindo com suas roupas negras. Estava sorrindo de canto e entendia a mão para alguém, a outra pessoa pegou na mão dele, ela era pequena, estava de costas, ele a puxou para mais perto colocando sua mão na cintura dela.


- Severus.


Ele cheirou os cabelos lisos e beijou o pescoço.


Hermione não conseguia se mexer, o via perto dela, mas não podia se aproximar. Ele lambeu o pescoço da mulher descendo sua mão até as coxas definidas dela.


- Não Severus.


Ele começou a tirar a roupa da menina rasgando a calça, deixando-a nua em um instante.


- Não, esse não é você.


E não era mesmo o Severus que ela conhecia, o Severus que ela amava. Seu rosto estava desfigurado, sua boca tinha um corte do lado esquerdo que pegava o canto do lábio e subia até o lóbulo de sua orelha e tinha um outro corte que descia pela sua testa e pegava seu olho direito terminando na sua bochecha perto da boca. Mas não eram os cortes que o deixavam diferente, era seu olhar. Dava medo, era torturante, duro, insensível, cruel. Era possível ver o fogo do inferno pelas suas pupilas dilatadas. Seu sorriso não era mais galanteador, era cruel, terrível.


Ele puxou os cabelos dela e a colocou de costas para ele encostada em uma parede. Era ela, a menina, Samantha. Ele puxou novamente o cabelo dela e Hermione pôde ver o desespero nos olhos da menina, o medo. Ele causou aquilo, ele era aquilo.


- Grite


- SEVERUS.


- Hermione fique calma.


- NÃO, SEVERUS NÃO. VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO. DEIXE-A.


- Minerva me ajude aqui.


A enfermeira tentava inutilmente fazer Hermione parar de se debater na cama, mas ela demonstrava uma força muito grande. Seus olhos estavam desfocados e seus gritos ecoavam pelo grande aposento.


- NÃO, POR FAVOR, PARE. LARGUE-A. SEVERUS.


- De novo, já é a terceira vez que ela tem um ataque desses.


- Mas, a senhora não disse que ela estava melhorando.


- Eu pensei que sim, ela tinha parado com isso e tinha apenas tido pesadelos sem muita importância, mas agora ela voltou a ter esses ataques e a chamar por ele quase sempre. Segure-a, vou aplicar a poção nela.


McGonagall tentava segurar a menina, mas os pesadelos não a permitiam que ficasse quieta. Doía em seu peito, doía vê-lo fazer aquilo, cada instante que seu rosto mostrava satisfação e o da menina somente pavor e medo.


- Severus... por que?


A poção começou a fazer efeito e sua respiração desacelerou. Ela voltou a dormir.


- Onde ele esta Minerva?


- No quarto dele, quando contamos sobre Hermione ele nada fez apenas se trancou nos aposentos, não atende a porta, hoje não deu suas aulas da manhã e se nega a ver qualquer pessoa


- Eu não posso mais ficar com ela aqui. Já tentei de tudo. Temo que ela fique em coma e se ficar terei que removê-la para o ST’Mungus.


- É mesmo necessário Papoula.


- Faz quatro dias que a encontramos na porta do diretor, até agora não recobrou a consciência e esses pesadelos estão piores, não posso ficar ministrando a poção para que ela se acalme, posso causar coma a ela.


- Pobre Hermione – Disse McGonagall passando a mão na testa da menina que agora dormia tranquilamente - Acho que está na hora de Alvo ter uma conversa séria com Severus. Ele precisa vir vê-la, não sei o que ele fez, mas vai desfazer, se ela chama por ele, então ele tem que vir.


McGonagall saiu pisando firme, estava decidida, se Snape não viesse por bem, viria por mal.


- Como ela está – Perguntou Robert que esperava por resposta do lado de fora.


- Senhor Laine, não acha melhor ir para casa descansar?


- Com todo o respeito, mas a senhora iria para casa enquanto a pessoa que mais ama está em uma enfermaria?


- Ela continua na mesma situação. Tememos que ela possa ficar em coma. Estamos cuidando dela e fazendo o máximo que podemos. Sinto muito senhor Laine.


- Não sente não – Retrucou o jovem olhando em direção à porta da  enfermaria - Posso vê-la?


- Sim, só não faça barulho, ela acabou de dormir.


- Está bem.


Robert entrou devagar, uma dor em seu peito. Sentou-se na cadeira ao lado dela e pegou em sua mão.


- Ah Mione, minha doce Mione, o que houve com você?


Ele beijou a mão mole e gelada acomodando-se para mais uma noite em claro.


 


*********


Alvo caminhava junto com Minerva pelos corredores. O brilho nos olhos do diretor estava apagado, parecia cinza agora, sua expressão era de pura preocupação.


- Ela está piorando Alvo e ele recusasse a falar com qualquer pessoa. Duvida que saiba por que Hermione Granger está na enfermaria.


- Vou falar com ele Minerva, não se preocupe, ele irá me escutar.


- Espero, ele é a nossa única chance.


- Eu sei.


A professora deu uma última olhada firme ao diretor, praticamente informando que ele precisava fazer Severus ajudar a menina, depois virou nos calcanhares e foi em direção à sua sala de aula. O diretor por sua vez continuou descendo as escadas em direção aos corredores vazios e gelados até chegar aos aposentos do mestre de poções. Ele bateu três vezes e nenhuma resposta foi dada.


- Severus, por que dificulta tanto as coisas – Disse para si mesmo.


A porta abriu-se com o aceno de varinha do diretor e fechou-se da mesma forma. A grande sala de estar estava vazia e escura. A lareira estava apagada e no chão havia cacos de vidros de copos com bebidas, totalmente quebrados, estilhaçados. A única porta aberta mostrava um belíssimo quarto pouco iluminado. O chão estava coberto por páginas de livros rasgados além de lençóis, roupas e mais cacos de vidros vindos do espelho estilhaçado ao lado do guarda roupas


Tudo quebrado e jogado assim como o homem sentado em sua cadeira. Esparramado, as pernas abertas, os braços ao lado do corpo. Suas roupas amassadas e sua camisa branca aberta mostrando o peito com marcas vermelhas recente, nada mais que uns cortes para aliviar a dor de seu peito. Em sua mão, uma garrafa quase vazia de Wisky.


Alvo caminhou até a frente dele e olhou em seus olhos, mas ele tapou o rosto com a mão.


- Por favor, Alvo saia daqui.


- Não – Disse simplesmente pegando a garrafa da mão dele – Você não precisa disso.


- Talvez precise mais do que imagina.


Dumbledore sentou-se em uma cadeira ao lado dele e pegou a mão que escondia o rosto, mas ele não a baixou, apenas a acariciou.


- Oh Severus, meu caro Severus. Por mais quanto tempo se submeterá a castigos como esses, a degradar seu próprio corpo, se cortar e beber, fazer o que lhe mandam para sentir-se perdoado por ela?


- O quanto for preciso.


Snape levantou-se e foi para o banheiro. Demorou alguns minutos para voltar, mas quando voltou estava devidamente arrumado, suas vestes impecáveis e seus cabelos escorridos como sempre. Alvo continuava na mesma posição de antes.


- Até quando usará esse feitiço para esconder seu rosto?


- Até todo o sempre se for preciso. Eu estou usando as poções cicatrizantes, esta melhorando aos poucos, mas ainda demorará muito para ficar como antes. Infelizmente Papoula ou qualquer outro medibruxo não pode me ajudar, o feitiço não permite cicatrização rápida.


Snape parou de abotoar o casaco e olhou ao redor. O quarto já estava todo arrumado, seus livros estavam no lugar e com todas as folhas intactas, os espelhos voltaram aos seus lugares porém estavam cobertos por um pano branco


- Obrigado


  Dumbledore nada disse, apenas continuou sorrindo vendo-o terminar de se arrumar, quando o mestre de poções colocou sua capa, o diretor postou suas mãos nos ombros dele e olhou fundo em seus olhos negros e vazios.


- Quem diria que um dia você foi um menino tão franzino.


- Por favor Alvo. Minha cabeça dói demais para ter que agüentar sua melação.


Snape dirigiu-se até seu bar e pegou mais um copo de wisky.


- O que teve que fazer dessa vez Severus, para ficar assim?


- Não é da sua conta.


Snape colocou a bebida no copo com dois cubos de gelo e virou de um único gole sentindo a bebida queimar sua garganta. Fechou os olhos por um instante vendo se conseguia atingir seu seu objetivo. Não. Ainda tinha o gosto dela em sua boca, sentia a maciez da pele da criança que violentara, que destruiu a vida, que tirou os sonhos, uma menina, uma criança. Mais wisky.


- Fale logo por que veio aqui Alvo.


- Preciso de sua ajuda.


- Como sempre, o que é dessa vez?


- A ajuda não é para mim. É para outra pessoa que precisa demais de você.


- Eu já disse para Minerva que não fiz nada para a senhorita Granger ir parar na ala hospitalar.


- Não me interessa o que aconteceu entre você e a senhorita Granger, os dois são maiores de idade e responsáveis por seus atos, mas ela chama pelo seu nome enquanto esta inconsciente e pode ficar em coma, por isso quero que vá vê-la imediatamente na enfermaria. E não demore, a vida dela esta acabando.


Dumbledore olhou duro para Snape antes de sair dos aposentos do mestre de poções ouvindo ao longe mais um copo que o homem quebrou. Após limpar o liquido que derramou-se em sua roupa Snape sentou-se novamente na cadeira olhando para o nada. A imagem da menina ainda em sua mente. Era possível sentir seu desespero, o medo que imperava no corpo sob o seu. O Lord dissera que ela era linda e realmente era. Era possível lembrar das palavras de Voldemort antes de entrar no quarto.


“Ela é linda Severus, exatamente como eu sei que gosta, ruiva, pele alva, olhos verdes, quinze anos, exatamente como Lillian”


Sim, a menina era igualzinha Lillian, o que o fazia se sentir pior em relação ao que fez. Mas havia algo que o incomodava, Snape tentava relembrar tudo que seu comensal fez naquela noite, tudo o que ele fez naquela noite, era doloroso, mas sabia que havia algo errado, alguma coisa o incomodava desde que olhou nos olhos dela.


Após alguns momentos de reflexão ele entendeu o que aconteceu e a verdade só o fez arregalar os olhos e sair apressado de seus aposentos. Voldemort dera a ele uma menina igual Lillian, mas Lillian tinha lindos olhos verdes


- Como só percebi agora?


  Snape lembrava-se nitidamente dos olhos de Samantha quando ela acordou e o viu em cima dela, não havia somente medo e desespero ali, havia também uma cor que não pertencia a ela. Aqueles olhos castanhos, a cor pura da inocência, não eram de Samantha.


Foi nesse momento que tudo se encaixou. Ela viu, ela sentiu e sofreu tudo o que ele fez.


- Hermione


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 05/11/2012

Aninha, não foi só você que riu muito. Eu mesma fiquei rindo por horas quando me lembrava disso.

O nome do desenho é Máquinas Voadoras, em que o Muttley e o Dick Vigarista perseguiam o pombo kkkkkkk

Pobre, Mione. GOGOGOGO, SEVIE, ajude-a e enxote o Laine para bem longe da ala hospitalar u__u

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.