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15. A traição de Karkaroff


Fic: Gémeo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Moody Olho Louco foi tratado na Enfermaria e reposto ao seu posto de Professor. Muitos alunos tinham presenciado
revelacão orquestrada por Gwydion e Draco, o que significou que Snape realizou vários feiticos de memória e o conhecimento da existência de um traidor ficou restrito a Gwydion,
Ethan, Snape, Dumbledore, McGonagall, Karkaroff e Hermione Granger. Gwydion insistiu que pelo menos um dos outros campeões de Hogwarts devia estar informado e dos dois aquele que era mais merecedor da sua confianca era Hermione. 
O dia da primeira tarefa chegou rapidamente sem que Gwydion, Draco ou Hermione soubesse como iria Dumbledore agir. O director parecera deixar o torneio decorrer. Karkaroff mostrara os dragoes a Gwydion e Krum na noite anterior. Gwydion deixara, sem que o seu director desconfiasse, Hermione em pé de igualadade. E ela partilhara a informação com Cedric e Ethan sem revelar a sua fonte. 
Gwydion lembrou-se das aulas de cuidados com criaturas mágicas com Zaytsev. Ela explicara-lhes que os Dragões eram criaturas extremamente poderosas e defensivas A crença muggle de associar dragões a tesouros inimaginaveis não era inteiramente falsa, contudo, os muggles estavam limitados pela cobiça de metais e pedras preciosas, enquanto os tesouros do mundo mágico eram muitas vezes poções, feiticos e zonas onde existia um maior fluxo de magia. O dragões conseguiam percepcionar os desejos de quem se cruzava no seu caminho e esforcavam-se para os negar ou quando se sentiam atacados defendiam o que lhes era mais querido. Gwydion sabia que o Dragão a sua frente estava duplamente a proteger o seu ninho e a negar-lhe o ovo que ele queria alcançar, sabia que havia muito pouca magia que funcionasse contra um dragão e ainda menos magia que funcionasse sem causar danos como imposto pelas regras do torneio. Tentar enganar o Dragão era confiar num golpe de sorte na sua prespectiva. Krum concordava com ele. Mas Zaytsev ensinara-lhes algo mais. Antes da Idade Média, quando a Magia fora obrigada a refugiar-se, existiam Senhores da Guerra que dominavam os dragõés e levavam-nos a frente dos seus exércitos. 
 Ninguem se atrevia a faze-lo nos dias de hoje porque requeria um poder de vontade e uma raiva tal que levasse o Dragão a submeter-se aos seus desejos de negar os desejos de outros. Além de que era incrivelmente perigoso. 
 Gwydion desembainhou ambas as suas varinhas e correu na direcção do Dragao. 
- Se correr mal, eu mando-lhe a maldição para cima e não quero saber dos danos. - Krum gritou atrás de si
 Gwydion defendeu-se das chamas com jactos de água. A cauda, as garras, as chamas vieram contra si com raiva desmedida. Projectou uma corda que se enrolou em torno de um dos chifres e içou-o no ar. O dragão rugiu e abanou-se, mas acalmou-se quando Harry se sentou por entre os espinhos do seu pescoco. Na sua mente estavam presentes o seu desejo de derrotar Lord Voldemort, o plano macabro que Barty Crouch fora forçado a confessar-lhes, a necessidade de vencer o torneio e proteger Ethan, não por Ethan em si, mas por Ethan conseguir levar o povo de Inglaterra para uma guerra quando esta chegasse. O dragão içou as asas na direcção do céu azul, deixando o caminho livre para que Krum apanhasse o ovo. Harry desejou ter uma batalha para onde o guiar, sabia que não tinha o suficiente para oferecer para o manter. Abriu os bracos e deixou-se cair para trás, ouvindo o dragão rugir atrás de si. A multidão do estádio levantou-se em pânico, mas Krum como planeado executou o feitiço. Harry sentiu-se flutuar suavemente ate ao chão. 
Hermione, Ethan e Cedric demoraram mais tempo. Ethan lembrara-se de voar contra o Cauda de Chifre, inspirado por uma conversa que tivera com Moody antes de este se revelar um traidor. Hermione traçara um plano cauteloso, que recorria ao uso do manto de invisibilidade que Ethan herdara de James, mas Ethan convocara a sua Flecha de Fogo em vez do manto, tornando a complexa manobra de diversao que Hermione e Cedric criaram com base em transfiguração e encantamentos, várias explosões de luz que confundiam o dragão correndo o risco de o irritar mas dando tempo a Ethan de agarrar o ovo sem ser visto tornaram-se inúteis. O dragão atacou Cedric, deixando-o a sangrar no chão, enquanto Ethan voava uns metros acima completamente ignorado. Hermione teve presença de espírito suficiente para recorrer a maldição conjuntivis, deixando o dragão cego por uns breves momentos, o que o levou a cuspir fogo desoladamente e a destruir a maior partes dos ovos do seu ninho na sua dor, mas a Gryffindor conseguiu esgueirar-se por entre as chamas e agarrar o ovo. A sua expressão de raiva era visível, enquanto ajudava Cedric a ser transportado até a tenda de socorro. Eles foram os primeiros a enfrentar o dragão, seguidos pela equipa francesa, deixando a exibição de Gwydion e Krum para o final.
Fleur e Jean meteram o dragão a dormir com um estranho encantamento, o que lhes permitiu agarrar o ovo com facilidade. Tanto Krum como Gwydion ficaram espantados por Zaytsev nunca lhes ter mencionado tal magia, mas descobririam anos mais tarde que o encantamento que Fleur utilizara pertencia a  um grupo de feitiços que que só veelas e descendentes conseguiam executar. Jeans conseguira protege-los a ambos das fumeguelas que o dragão mandara ao começar a ressonar. 
Harry abriu a palma da sua mao latejante para ver as marcas que a corda deixara. Tinham a pale em carne viva. Fechou-a no momento que foi conduzido por uma multidao ate ao painel de juizes. Dumbledore deu-lhes um justo 8 alegando que confiarem em magia antiga fora memoravel e agradeceu-lhes por provarem a todos que magia era mais do que agitar  varinhas e proferir meia dúzia de palavras, mas que lhes retirava dois pontos pelo transtorno que causava ao dragão apoderar-se dos desejos de um humano e ser abandonado no momento seguinte. Karkaroff atribuiu-lhes um 10, sem tecer qualquer comentário. Madam Malkin não explicou, também, o 5 que lhes atribuiu. Ludo Bagman - que dera um 10 a equipa de Hogwarts - deu-lhes 7, limitando-se a balbuciar que concordava com Dumbledore. Barty Crouch fintou-os por um longo momento e desenhou um 9 com a varinha, dizendo que tinham superado as expectativas, mas que a execução do plano não fora perfeita e poderiam ter ponderado soluções mais práticas. Isto colocava-os em segundo lugar, atrás de Fleur e Jean a quem Dumbledore, Crouch e Madam Malkin tinham atribuido a pontuação máxima. 

***


Gwydion e Hermione estavam a passear junto ao lago numa manhã cinzenta. Draco e Viktor tinham ido até ao barco de Durmstrang para Viktor mostrar a Draco alguns dos seus livros de Poções, uma das disciplinas que ambos mais gostavam. Os dois tinham desenvolvido o estranho hábito falar de Quidditch e Poções ao mesmo tempo, o que era divertido de se observar.
- Não posso contar a Valkyrie do Crouch. - Gwydion suspirava - Ela afastou-se porque percebeu que eu lhe estava a esconder qualquer coisa.
- Mas contaste ao Viktor... - Hermione observou - Não confias nela?
- O Viktor está a jogar comigo neste torneio. A informação e importante para ele de uma maneira que não e para ela. - Gwydion disse - Não quer dizer que não confie nela... E não quero que ela tenha medo por mim.
- Esse raciocínio e distorcido, Gwy. - Hermione sussurrou - Mas acho que mostra que te preocupas com ela e quando ela souber, ela vai perceber.
- Espero que ela nunca venha a saber. - Gwydion abanou a cabeça - Se ela não souber, significa que conseguimos resolver o problema sem que este se tornasse maior do que aquilo que conseguimos aguentar.
- Quando tudo estiver resolvido, podes contar-lhe. - Hermione observou - Não tens de levar o segredo para o túmulo... Não tens de aguentar tudo para sempre.
- Eu não aguento tudo - Gwydion riu-se - Não aguento o meu irmão e os meus pais.
Hermione fez com que algumas folhas levitassem em remoinhos a frente deles. Gwydion interrogar-se-ia para sempre como fora que a amizade deles nunca encontrara um fim apesar da distância, como e que vê-la nos verões fora o suficiente para confiar nela e ser mais fácil falar com ela do que com qualquer outra pessoa.
- Vi a Lily chorar noutro dia... - Hermione observou - Quando veio visitar o Ethan por causa do que aconteceu com o Crouch, pouco depois de tu passares por ela. Acho que uma parte dela só quis fazer o que era melhor para ti...
Gwydion cerrou os dentes e não respondeu. Hermione deu por si a suspirar. Lily Potter agira mal em muitos aspectos, ela não era nenhum exemplo de perfeição, mas isso não negava que pudesse gostar de Gwydion.
- As pessoas nem sempre fazem o que está certo e apercebem-se disso mais tarde, e existem acções que tomamos que sabemos serem erradas, mas também existem momentos em que achávamos que estávamos a fazer o correcto e quando olhamos para trás percebemos que não estávamos. - Hermione insistiu, parando de caminhar e fintando Gwydion.
Gwydion foi salvo pelo aproximar de Snape, que o chamou numa voz grave, mas a expressão do professor imediatamente o fez perceber que algo de mau tinha acontecido.
- Mr. Black.
Harry rodou os calcanhares. O Mestre de Poções tinha os olhos ainda mais frios do que o habitual, mas não havia sinal do seu habitual desdém ou a aura sarcástica desenhada nos seus lábios, havia uma profunda seriedade na frieza que tinha optado. Olhou na direcção do barco e percebeu que estava estranhamente silencioso.
- Professor. - Gwydion acenou
Snape fintou-o por um longo momento. Gwydion engoliu o seco. Hermione franziu as sobrancelhas.
- Mr. Krum morreu. - Snape murmurou
Gwydion pestanejou. Um no formou-se na sua garganta.
- Não... Como? Não! - Gwydion disse - Eu vi-o hoje de manhã. Como?
- Karkaroff assassinou-o quando Mr. Krum o viu amaldiçoar o livro que estava na sua mesa de cabeceira. Segundo Mr. Malfoy, ele e Mr. Krum entraram de rompante e apanharam Karkaroff a proferir a maldição. Mr. Krum desembainhou a varinha e confrontou-o. Mr. Malfoy e Mr. Krum duelaram Karkaroff. Mr. Malfoy foi desarmado e tentou gritar por ajuda. Krum bloqueou uma maldição que foi lançada, mas caiu sobre o livro amaldiçoado e Draco foi deixado inconsciente por Karkaroff que depois fugiu.
Gwydion não reagiu durante alguns segundo. A mao de Hermione apertava o seu pulso. Culpa. Raiva. Agonia. Começou a chorar e agarrou-se a pessoa que estava a sua frente. Severus Snape não sabia lidar com emoções, mas a compaixão que sentia pelo seu rapaz sobrepôs-se a sua confortável frieza. Deixou-o chorar e afagou-lhe os cabelos, conhecendo a dor que uma perda causava. Em silêncio, ouviu-o murmurar que a culpa era sua, que um dia vingaria o seu amigo, que Viktor não o merecera. Em silêncio, observou com certeza que qualquer inocência que o rapaz ainda pudesse ter acabara.
- Porque? - Gwydion ergueu-se, mais recuperado de si mesmo - Porque e que Karkaroff me havia de matar?
- Por medo. - Snape respondeu sem emoção - Ele não esperava que o senhor das trevas conseguisse regressar. Ele descobriu de alguma maneira que Barty Crouch era um espião e quis agradar ao Senhor das Trevas, matando o irmão do rapaz que sobreviveu, matando aquele que estava ao seu alcance. Ele sabia que era um homem morto se não tentasse fazer alguma coisa e viu a sua oportunidade.
- Não faz sentido... - Gwydion murmurou - Ele sabia que eu não irmão dele!
- Mas o senhor das trevas não. - Snape observou - E partilham o mesmo sangue, Mr. Black. Ele estaria a dar ao senhor das trevas o que ele mais precisa: o vosso sangue. Ele ajudá-lo-ia a regressar e a sua traição seria perdoada.
Gwydion deu-lhe um aceno cansado.
- Professor... - Gwydion murmurou - Como e que está o Draco?
- Acordado. Na enfermaria, mas vai ficar bem. - Snape acenou-lhe - Lamento muito a sua perda, Mr. Black.
- Obrigado por me ter vindo dar a notícia, Professor. - Gwydion acenou - Vou ver o Viktor.
Hermione abracou-o naquele momento, fazendo-o chorar outra vez. Ela acompanhou-o ate ao barco, onde o corpo de Viktor fora colocado numa cama. O cabelo rapado, as sobrancelhas espessas e uma serenidade que Gwydion diria que estava a dormir. Os olhos ja tinham sido fechados.
- Obrigada, meu amigo. - Gwydion sussurrou - Foste o meu melhor amigo, o meu mentor... Foste um irmao mais velho... Fizeste-me acreditar que familia existe. Fizeste-me ser melhor. Obrigada. Mas se viveres outra vida, nao a des por alguem, porque tal como eu eles nao se vao conseguir perdoar a eles mesmos. Obrigada.



 

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Comentários: 3

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Enviado por Ceci96 em 24/02/2016

Existe alguma prévia de quando vai ser a próxima vez que iras atualizar? Estou à espera!!

Nota: 1

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Enviado por Ceci96 em 08/11/2015

Aii que ótimo que você não abandonou!!! A espera do próximo capítulo!

Nota: 5

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Enviado por Luiza Snape em 02/11/2015

Aguardo o próximo cap. Bjs
 

Nota: 5

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